E o Tempo da Travessia e se Nao Ousamos Faze-La
Muitas riquezas atraem muitas responsabilidades e muitas responsabilidades tiram o tempo de quem é pobre de espírito, negando aos pobres e necessitados as riquezas que mais valorizam os seus corações, a piedade e o amor pelo próximo.
Por mais inteligente que seja o homem é-lhe dado por Deus o mesmo tempo de vida para conhecer e viver com sabedoria; caso contrário, gastará sua existência com meras vaidades, sem ter aprendido e vivido com propósitos.
A soberba dos homens, que recusa a disciplina do Senhor, gera tempo perdido, propósitos frustrados, quebra de relacionamentos, depressões, tristezas e problemas constantes.
Seja qual for o dia da semana, pense nas horas do dia, pois o calendário do tempo de suas atividades não espera acontecer sozinho e sem a sua iniciativa.
A vida tem dois ladrões que podem roubar seu tempo e nunca serão punidos. O primeiro é o passado. Ele é egoísta e quer ter você só para ele. Ele emprega as armas que possui para fazer você usar o presente para vivê-lo intensamente. Suas armas são os erros, as frustrações e as coisas que não voltam mais - utilizadas para disparar lamentação, arrependimento e insatisfação.
O segundo é o futuro que também usará o presente como desculpa para você viver aquilo que ainda não se tem sob pretexto de que é preciso se preparar para quando vier a ter. Suas armadilhas usam a ilusão como isca para te prender naquilo que você não tem. Por ser infinito ele não se preocupa com quanto tempo vai gastar para te manter prisioneiro de suas surpresas. Suas armadilhas são confeccionadas de medo, destino, incerteza e do amanhã que ainda não chegou.
Que não te roubem o presente ao olhar para trás e que não te tirem o agora ao olhar para frente. No ontem: já passou; no amanhã: não chegou. Hoje você só tem o agora.
Depois de longo tempo desci da montanha silenciosa, deparando-me com as massas acríticas e barulhentas, logo irritei-me, como esperado, em nada haviam evoluído.
Inclinei os olhos a uma das vertentes, e contemplei, durante um tempo largo, ao longe, através de um nevoeiro, uma coisa única. Imagina tu, leitor, uma redução dos séculos, e um desfilar de todos eles, as raças todas, todas as paixões, o tumulto dos Impérios, a guerra dos apetites e dos ódios, a destruição recíproca dos seres e das coisas. Tal era o espetáculo, acerbo e curioso espetáculo. A história do homem e da Terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos. Para descrevê-la seria preciso fixar o relâmpago. Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.
É difícil estar entre políticos muito tempo sem adquirir a febre que os devora.
A dor ensina a gemer.
Com o tempo caleja.
O calejamento resiste a dor.
Ao fim, ou ficamos "duros" ou "políticos".
Qualquer pessoa que perde tempo para discordar de você, está interessada nas mesmas coisas que você. Ouça e as valorize como parceiras, não como adversárias.
Saber esperar é uma virtude! Aceitar, sem questionar, que cada coisa tem um tempo certo para acontecer... é ter fé!
O tempo jamais se repete no
carrossel da vida,
mesmo que a cena nos pareça
conhecida, o momento é outro,
outra rotação e outra emoção!
Todo Ser humano, interage com pelo menos 7 consciências, 7 dimensões ao mesmo tempo. Por isso, é impossível se concentrar 100% no que está fazendo aqui.
A distancia?
É o tempo de esperar.
A espera?
É a distancia no tempo.
O tempo?
Dista com a espera.
O amor!
Não tem tempo, distancia ou espera?!
O amor!!
É cíclico feito a vida.
O tempo chegou e o nosso patriarca Deus para si o tomou.
Uma dor difícil de superar e sozinhos talvez não conseguiríamos passar.
Foram momentos de sofrimento, mas o alento foi ter sua presença compartilhando lágrimas, lembranças, orações, louvores e homenagens.
Gratidão pelo apoio imensurável, agradecemos cada gesto de carinho, pêsames e palavras de conforto recebidas. O ente querido se foi, o nosso consolo é que Deus cuidou das feridas e deu a ele descanso e paz eterna.
Continuaremos unidos, vivendo um dia de cada vez, enfrentando com coragem os momentos de tristeza para conseguirmos suportar esta profunda dor.
Que Deus te recompense, abençoe e guarde.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp