E no meio de Tanta Gente Chata

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As vezes a gente espera que a outra pessoa nos compreenda, que consiga olhar a dor que causa. Então você percebe que tanto faz pra ele (a). A tristeza aparece, mas é necessário seguir em frente!

⁠Hoje dei graças a Deus pelo poder do livre arbítrio. Parece que tem gente que esquece que tem e tem gente que esquece que o outro tem.

⁠Inútil é lutar contra algo que a gente nunca abandona.

⁠A gente vê tanto desrespeito, ofensas, ridicularizações de pessoas que repensamos a essência manifesta de cada ser humano que se pronuncia.

Uma vez líder de igreja, que entende de gente convertida e necessitada da justiça e misericórdia, de amor e de paz, de atenção e compreensão, é líder aprovado por Deus, pois acepção, omissão, rejeição e esquivamento pessoal é o papel do líder covarde, incompetente e ignorante, esperando presentes e o reconhecimento dos outros que o acolheram às pressas.

​Eu já conheço o tipo pelo cheiro, antes mesmo de apertar a mão. Tem gente que não presta e acha que está enganando, mas o que elas não sabem é que eu leio o que não é dito.
​A maioria das pessoas se afasta ou faz cena quando encontra alguém assim. Eu não. Eu trago para o meu lado. O perigo que você vê de perto é um perigo que você controla. Onde eu moro, o inimigo não tem o luxo do mistério; ele dorme onde eu posso vigiar.
​"Não basta apenas abraçar o diabo mas sim levar ele para cama."
​Não confunda minha presença com convivência. Se eu te deixo por perto, é porque eu escolhi o terreno onde você vai pisar. É estratégia pura: eu prefiro o barulho da respiração de quem não presta do meu lado do que o silêncio de quem planeja algo pelas minhas costas.
​O jogo é meu. E no meu quarto, quem dita o tom do sono sou eu.
​— Serginho Matos

Pouca gente sabe disso…


A maioria das pessoas perde oportunidades não por falta de capacidade, mas por falta de atenção.

Que a gente releve o que não tem importância e eleve o indispensável. Que a gente admire mais, compartilhe mais, agradeça mais. Que a gente descuide do que não tem cor, sabor, e cuide é de pintar a vida da nossa cor favorita, da cor do sol, da cor do céu, da luz da lua. Que sejamos generosos, troquemos carinhos, afetos e feitos de amizades. Que deixamos aflorar o que temos de mais lindo, colorido, sábio, luzente de dentro de nós, que possamos expor a ALMA e o CORAÇÃO.

Flávia Abib

⁠Feio não é se abrir na internet…
Feio é um mundo tão abarrotado de gente, mais disposta a falar do que a escutar.


Quando alguém se arrisca a desabafar online, muitas vezes não está buscando atenção — está buscando Sobrevivência.


Chegar a esse ponto pode ser, sim, a última tentativa de encontrar um ouvido disposto a escutar, um olhar que não julgue, um coração que ainda tenha espaço para acolher.


Vivemos em tempos muito difíceis, em que quase todos têm voz, mas poucos têm paciência.


Todos opinam, mas poucos compreendem.


Quase todos estão prontos para responder, quase ninguém está disposto a ouvir.


E ouvir, nos tempos de hoje, virou quase um ato de Misericórdia.


Um gesto tão simples, mas tão raro: Parar, Respirar e Permitir que o outro exista na sua dor, sem ser Ridicularizado ou Diminuído.


Porque, no fim das contas, o Desabafo Online não revela a fraqueza de quem fala — mas a ausência de empatia de quem não quer ou não sabe ouvir.


E isso, sim, é tão Feio quanto Medonho.

Em terras abarrotadas de trabalhadores, gente de bem e servos de Deus mijando fora do penico, muito em breve, invocar o Santo Nome de Deus publicamente será blasfêmia.


Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.

Muita gente se esconde atrás do “dar tempo”
como se fosse uma solução mágica.
Mas o tempo, sozinho, não resolve laços, não reconstrói afeto, não apaga mágoa.
Relação é feita de presença, de palavra dita, de atitude.
O “dar tempo” às vezes é só medo de encarar
o que precisa ser encarado,
e aí o que acontece? O sentimento esfria,
a pessoa se perde, o vínculo quebra.

No fundo, a única ponte que existe na distância é o celular..📲 É por ali que a gente mata a saudade, que a gente sente o "tô aqui". Quando alguém resolve “dar um tempo” sem explicar, o silêncio vira abismo. Fica aquela sensação de abandono, como se o laço nunca tivesse sido tão importante pra ela quanto foi pra gente.

Tem gente que prefere acreditar
na versão doce da mentira do que encarar a dureza da verdade.

O 1° dia da Gente.. Você apagaria?


Às vezes o que a gente queria não é apagar o começo, mas apagar a expectativa que a gente criou nele. O primeiro dia é semente; o que a gente pode mudar é como cuida do que nasceu depois.

Chorar não é o oposto de ser forte.
É o corpo dizendo “ainda tô aqui, mesmo quebrado”. Gente forte não é quem não desaba, é quem levanta todo santo dia com a alma em pedaços e ainda tenta dar um jeito.

“Tem hora que a gente só quer silêncio mesmo. Recomeçar é coragem disfarçada de solidão.”

Tem coisa que faz a gente lembrar que é... viva e doída,
um eco que não se cala,
um fio solto no tempo
que puxa a gente pra casa.
Que é... riso que arde,
lágrima que dança,
um cheiro, uma cor,
um instante que nunca se cansa.

Tô aqui. Mesmo torcendo pra você parar de sofrer por gente que não soube te segurar.

O barulho


Não é som.
É excesso.
É gente falando por cima,
história torta batendo na cabeça,
telefone vibrando como ameaça,
nomes que não pedem licença.
O barulho não grita.
Ele insiste.
Mói por dentro até o silêncio parecer suspeito.
Tem barulho de culpa que não é sua.
Barulho de versão que você não contou.
Barulho de afeto mal interpretado
virando arma na boca errada.
Por isso o corpo quer fugir.
Não do lugar.
Do ruído.
Porque quando tudo cala,
o gelo começa a derreter
e sobra só o que é seu de verdade.
Sem eco.
Sem defesa.
Sem precisar explicar nada.
O barulho não te define.
Ele só revela
o quanto você precisa de paz
pra voltar a ouvir a si mesma.