E no meio de Tanta Gente Chata
Em meio à dor me vejo como a fênix fugindo dos meus próprios medos para que não contamine o meu espírito, mas ressurgindo sempre das minhas dificuldades;
Nenhum trocado pode comprar os meus sorrisos que estão guardados no meu interior protegido pelos sentimentos mais fortes;
Não desisto nunca dos meus objetivos mesmo não parecendo possível de acontecer, continuo a lutar sem olhar para traz;
Sem ninguém ao meu redor eu pergunto ao meu coração o do por que eu tenha que clamar por sentimentos que hoje em dia é rotina na vida de qual quer coração?
O meu começo se perdeu me fazendo perceber que o meu meio não se estabilizará para erguer o fim que deveria se proceder;
Mesmo sem que eu diga o que realmente sinta, em meu coração nada me convém se não houver amor espontâneo;
Eu rabisco o meu céu com gotas de meus problemas, sendo honesto e ao mesmo tempo sincero, que talvez eu seja um pouco só infeliz;
O começo pode ser como quiser, mas o meio só pode ser duradouro e perfeito para que o fim não tenha chance de chegar;
Os meus desejos nascem ao ter fome de você
Com gosto de fruta mordida, beijo estalado...
Meio agregado quero te ter;
Tu és o meu cardápio gostoso
Intensamente saboroso
De poder amar você;
Acordo meio a distração esperando o que nunca fora esperado por qual quer silêncio
Ressaca a luz de vela é precedente ao barulho alheio
Que não é vista por nenhum padrão
Mas inesperado pela própria ação;
Dê-me a sua atenção para eu passar
Preciso da sua admiração para que eu possa amar
Em meio à tempestade sou a flor que viva está
Eu sei que posso abdicar de coisas que não me convém na vida;
O inteiro ainda não se faz tão eficaz quanto ao meio de transporte mais sólido que há... A força de vontade, seguro, justo e verdadeiro!
Seu olhar meio que quase inteiro... Aveludado
Intencionado, malicioso... Sei que é pecado;
És bela e divina é o meu maior sonho que poderia ter...
Desejo beijar-te da cabeça aos pés;
Pois o prazer se torna infinito
E teus seios arrepiados de desejos
Ah... Como são lindos
Apetitosos e delirantes;
Moldada a mão da natureza
É o meu pecado vil e eu um
Pobre nato do amor...
Sou a tua presa em agonia
Eu morria de querê-la;
Acordei meio anestesiado e talvez um pouco desajeitado, mas com imensa vontade de acertar... Eé lutando, muita das vezes errando que vou aprendendo, qual o meu verdadeiro lugar e onde devo estar!
Sei que é meio assustador viajar no meu universo
mas depois que se enxerga o novo, nada mais assusta...
Das minhas alegrias e tristezas
eu cheguei ao meio termo
e me inspirei para construir
minhas verdadeiras poesias;
Não quero ser a tua vida com inicio do fim, mas sim o começo que passe do meio e nunca chegue ao fim;
Se um dia eu não chegar a tempo de lhe contemplar saiba que estarei me preparando para enfeitar seu chão com pétalas de rosas e irei te amar eternante;
E mesmo que eu não esteja presente de corpo sempre estarei em pensamentos cuidando e velando o seu sono;
Por tanto perto ou longe eu te amo e nunca duvide disso minha eterna rainha!
Minha identidade é o passaporte para o sucesso e minha supremacia o início o meio intenso;
Meu ultimato o fim digno para a honra eterna, e minha garantia se faz com o meu senso;
Nem sempre fui assim carinhoso, amoroso, atencioso na maioria das vezes eu era solitário no meio de milhões, mas aprendi a amar com os meus erros;
Errar também é aceitável para que o coração aprenda a dar valor certo a quem realmente mereça;
Por meio de algum artifício, mas pelo ato do coração de querer amar você me vi apto a te oferecer minhas palavras carinhosas;
E pelo que seja dada a glória sensata dos sentimentos postos a ti;
De fato as minhas verdades consignam com as suas expectativas que há sobre mim;
