E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo

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Eu comecei a passear, eu parei de passear, então eu posso retomar o passeio; Juntos somam um exemplo de alavancas dos momentos, mas não uma persistência e desistência das oportunidades.

Em um universo infinito toda teoria é válida.

Amor felicidade é a maior forma de transformar, cada pedacinho um ao outro um futuro prevalecido.

Um rapaz diz pro outro:
- onde não existe nada sempre há alguma coisa!
o outro responde:
- mas o que você quer dizer com isso?
o primeiro responde:
- Nada.
O último responde pensativo...
- ainda acho que aí tem alguma coisa.

Dois tipos de pessoas

Observando um ancião,
com seus cabelos de algodão,
vi uma boa ocasião
para uma bela reflexão...
vivemos numa grande guerra social
cujo lema principal
não é matar nem morrer,
é tão somente sobreviver.
Há dois tipos de pessoas
que pela luta da vida concorrem,
num paradoxo do mundo moderno,
o primeiro é a dos "jovens"
o segundo a dos "velhos".
Nossos velhos estão se acabando,
nossos jovens estamos perdendo,
a violência está aumentando
e a sociedade continua sofrendo.
Nosso futuro está comprometido,
a juventude em decadência,
enquanto os moços estão diminuídos
os velhos são vencedores da sobrevivência.
o jovem não deseja
tornar-se velho prematuramente,
coisa que mais anseia
é aproveitar a vida naturalmente.
O jovem luta para viver,
O velho vive caminhando e lutando.
Da velhice o jovem tenta se esquecer,
da juventude o velho está se lembrando.
Viver é necessário por vários motivos,
por isso, o jovem sonha com seus objetivos,
histórias tristes ou felizes que nos comovem,
que falam de um mundo mais externo,
o objetivo dos velhos é ser sempre jovem
e dos jovens de morrer de velho.

Toda vida tem seus frutos, e a amizade é um deles. Eles ornamentam a vida despertando sensações, que se dispersam como sementes propagandas.

Um viva às amizades espalhadas!!!

Eu sou um coração partido 💔 nesse mundo louco.

Influencers políticos são um atraso para a sociedade...




A história do dinheiro não beneficia a massa. Quem é massa e fantasia que se modela, vira massinha de manobra de quem o opera.

25/12/25


Caminhos de luz



É Natal
É o nascimento do Menino Jesus
É para a vida, um novo olhar
É seguir caminhos de luz

Tudo é uma questão de um ponto de vista pessoal, os fatos não são o que vemos, mas como enxergamos.

Eu..., eu sou um raio de sol, uma gota de orvalho, eu..., eu sou um rio, um grão de areia, uma praia, um mar, um mar de emoções, eu..., eu sou uma letra, uma palavra, uma palavra ainda por inventar, eu..., eu sou a luta, a luta que não acaba, eu..., eu sou amor, amor que banha um coração.
Eu vivo para amar, lutar, sou coração quebrado..., por ti, por mim, por ilusões, eu.... Eu sou...
Eu vivo...
Sou brisa que bate em teu rosto em dias de lágrimas e as seco.
Eu..., eu luto, eu sô quero viver, viver e amar...
Viver e amar, nada mais simples.

A mente confusa é como um labirinto sem mapa, um território onde cada passo ecoa em corredores intermináveis. A viagem de uma mente perturbada não conhece fronteiras, não possui destino certo, e se estende além do que a razão consegue alcançar.
Nem mesmo a tecnologia, com toda sua força e precisão, é capaz de decifrar o colapso silencioso que habita dentro de uma mente em tormento. O caos interior não se deixa capturar por algoritmos, não se deixa medir por máquinas. É um universo próprio, feito de sombras e enigmas.
Essa jornada nos lembra de uma verdade dura: diante da vastidão do mundo e da fragilidade da existência, não somos nada além de poeira em movimento. A grandeza que acreditamos possuir se dissolve quando confrontada com a imensidão do desconhecido.
E é justamente nesse reconhecimento da nossa pequenez que surge a possibilidade de paz. Não a paz superficial, mas aquela que nasce da aceitação. Aceitar que não controlamos tudo, que não precisamos vencer todos os labirintos, que o silêncio pode ser mais sábio do que a luta.
Assim, o melhor a fazer é estar em paz — não como fuga, mas como escolha. A paz é o único porto seguro na longa viagem da mente confusa.

“Cada pessoa se encaixa perfeitamente em um lugar.
Procure, encontre e coloque a pessoa em seu devido lugar.”
— Dionisio Oliveira

Sem propósitos, sem ministérios e sem líderes capacitados a igreja é apenas um encontro social, onde ninguém deixa legado e não se importa com quem sair.

Acho que já posso escrever um livro sobre você. Um simples “oiii” mudou tudo: meus pensamentos, meus caminhos e até o jeito de sentir. Em apenas sete dias, você atravessou estados, derrubou barreiras e fez meu coração bater como se já te conhecesse há vidas. Ainda não sei seu cheiro nem o gosto dos seus beijos, mas sei que é você quem mora nos meus pensamentos. Goiânia nunca pareceu tão perto de Minas Gerais.

⁠As vezes sinto que as cicatrizes que carrego me fazem ver o mundo sob um ângulo diferente e que tudo faz mais sentido, mas ao mesmo tempo vejo que nada sei e que as cicatrizes só me mostram que nada aprendi e tão pouco aprenderei porque o objetivo não é entender mas sim o caminhar.

A dificuldade é um treino da alma, não uma sentença contra ela.

O que é, afinal, a emoção?


Desprenda-se das definições comuns: a emoção não é um pensamento, tampouco uma escolha deliberada da vontade.Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


A emoção deve ser compreendida como uma conversa. Ela é um dialeto humano intrínseco, uma forma de comunicação primal cuja velocidade de compreensão transcende a palavra. É a linguagem do "outro" que ressoa em nós de forma instantânea.


Observe: essa compreensão manifesta-se no verbo ou na expressão do ser. Imagine alguém que se aproxima após uma corrida exaustiva de trinta minutos; o corpo verga-se sob o cansaço, a respiração é profunda e errática, o coração pulsa visivelmente contra o peito. Imediatamente, você decifra a mensagem. Esses gestos, essa entrega do corpo ao momento, são a própria emoção em curso.


O cérebro humano não é apenas um órgão funcional, mas uma interface adaptada para reagir à alteridade. Reflita: seria possível sentir alegria ao testemunhar o pranto de tristeza de uma mãe? Certamente não. Isso ocorre porque a emoção é a própria reação visível do corpo, uma manifestação fenomenológica que nada tem a ver com conceitos abstratos de "energia".


A emoção é a nossa língua universal. É o código mais veloz da humanidade, um sistema de sinais onde o sentido é captado no instante em que é emitido.


A emoção é, em sua essência, adaptação.
Ela surge como a resposta imediata a um estímulo externo. Quando o corpo reage, ele não está apenas sentindo; ele está se moldando. Emoção é o movimento contínuo de ajuste do ser ao ambiente. É a vida, em sua urgência, adaptando-se ao mundo.

A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.


Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.


Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.


As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.

A emoção não é uma essência mística ou autônoma, mas um comportamento aprendido socialmente; entender isso é o que nos permite deixar de culpar o 'nariz' pelo 'espirro' e passar a entender os reais causadores que moldam nossa existência.