E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo

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⁠O papel social da escola
O papel social da escola é multifacetado e central na formação do indivíduo e da sociedade. Primariamente, a escola atua como um espaço de educação formal, oferecendo conhecimentos fundamentais em diversas áreas, como matemática, ciências, literatura e história, que são essenciais para o desenvolvimento cognitivo e cultural dos estudantes. Além disso, as escolas promovem o desenvolvimento de habilidades críticas e analíticas, preparando os alunos para enfrentar desafios complexos e para se tornarem cidadãos informados e responsáveis. O ambiente escolar também é um espaço para o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, como cooperação, resolução de conflitos e empatia, que são cruciais para a formação de indivíduos equilibrados e capazes de contribuir positivamente para a sociedade.
Além do aspecto educacional, a escola desempenha um papel vital como uma instituição socializadora. Ela introduz os jovens em estruturas e normas sociais, promovendo a integração social e a inclusão em diversos contextos culturais e socioeconômicos. Esse papel é especialmente importante em sociedades diversificadas, onde a escola pode funcionar como um ponto de encontro para diferentes grupos, promovendo a compreensão e o respeito mútuo. As escolas também são fundamentais na promoção da igualdade de oportunidades, oferecendo um caminho para a mobilidade social e ajudando a mitigar disparidades sociais e econômicas. Em última análise, a escola é uma instituição que reflete e ao mesmo tempo molda a sociedade, desempenhando um papel crucial na transmissão de valores, na construção da identidade coletiva e na preparação dos jovens para os desafios do futuro.

Inserida por Douglasabreupestana

⁠SIGNIFICANTES DA ESCOLA

No palco efervescente da sociedade, a escola emerge como uma miríade de significantes, entrelaçando-se com os fios invisíveis que tecem a trama social. É nesse contexto intricado que a instituição educacional se revela como um epicentro de reflexões e construções simbólicas, onde os códigos da cultura e do saber se entrelaçam em uma dança sutil, moldando os alicerces do conhecimento.
A escola, mais do que uma estrutura arquitetônica, é um microcosmo de significados que reverberam nas entranhas da sociedade. Cada sala de aula torna-se um palco onde os atores, jovens mentes ávidas por compreender o mundo, ensaiam os primeiros passos na dança do aprendizado. Os significantes da escola, permeados pelo zeitgeist da época, refletem as aspirações, os valores e os anseios da comunidade que a nutre.
No tecido social, a escola é a tessitura que entrelaça diferentes fios de identidade e pertencimento. É o espaço onde a diversidade de vozes encontra eco, onde as experiências individuais convergem para criar um mosaico coletivo. Os significantes da escola ressoam com a polifonia da sociedade, ecoando não apenas a gramática formal do saber, mas também as nuances mais sutis da cultura que a permeia.
Ao explorar os significantes da escola, deparamo-nos com a dualidade intrínseca que a caracteriza. É ao mesmo tempo um templo do conhecimento, onde os dogmas do saber são venerados, e uma arena onde as mentes inquietas desafiam as fronteiras estabelecidas, questionando e reinventando os paradigmas que alicerçam a educação.
Nesse contexto, os corredores da escola se tornam corredores do pensamento, onde ideias brotam como flores intelectuais, desabrochando sob a luz do diálogo e da interação. Os significantes, como notas musicais em uma partitura, compõem a sinfonia da educação, harmonizando a busca pelo saber com a complexidade da experiência humana.
Contudo, não podemos ignorar as sombras que também se insinuam nos cantos da sala de aula. Os significantes da escola, muitas vezes, refletem as desigualdades presentes na sociedade que a abriga. É imperativo que a reflexão sobre esses significados não se restrinja apenas aos aspectos luminosos, mas se estenda à conscientização das disparidades, buscando uma educação que seja verdadeiramente inclusiva e transformadora.
Assim, os significantes da escola se desdobram como páginas de um livro em constante reescrita, onde o diálogo entre o passado e o presente molda o futuro. Cabe a nós, como agentes desse enredo, desvendar os códigos que permeiam essa instituição, para que, na cadência da educação, possamos criar uma melodia que ressoe com a justiça, a igualdade e a sabedoria.

Inserida por Douglasabreupestana

⁠O que somos

Somos o que somos
Somos como somos
Cromossomos
Pó somos
Luz somos
Só somos
Já somos e não somos

Silvio Motta Maximino

Inserida por claudio_m_maximino

⁠"A mensagem de Cristo define-se pela união dele com o "homem", para que este se realize, isto é, salve-se, seja perfeito, seja homem. O cristianismo não exprime relação externa, intelectual com Cristo, por meio de imitação de seus exemplos, ou assimilação de sua doutrina, mas consiste em uma união interna, mística, vital do "homem" em Cristo."

⁠"Deus quer que o homem seja autêntico, isto é, que seja homem. Que viva como ele é, segundo a estrutura que lhe é própria seguindo a escala de valores. É este o compromisso que tenho com Deus - minha própria realização - segundo o plano de Deus, portanto, como homem."

⁠“Sempre me perguntaram como eu descreveria você. Desde o começo eu tentei te decifrar. Tentei lê-la nas entrelinhas, porém era impossível. O máximo que talvez eu pude te conhecer e tentar te entender foi através dos seus livros. Eles sempre deixaram rastros da sua melancolia, sempre foram firmes em sentimentos tão profundos, até então desconhecidos para nós. Ler seus livros era como pular em um lago, mergulhar profundamente e não conseguir voltar à superfície.

Encarar seu olhar era a mesma coisa, só que o dobro. Você olhava a todos, penetrava de uma forma que via nossa alma, nossos anseios, nossas fragilidades e, por fim, nosso lado mais sombrio. Porém, o que me chamava atenção era que ao mesmo tempo que seus olhos viam tudo isso, era como se você não estivesse presente. A sua face estava abatida quando estava perto do fim. O seu corpo estava frio, como se estivesse abaixo de zero.

As pessoas me perguntam se você chorava e se demonstrava reações. Eu nunca respondi, mas se um dia fosse responder, seria da seguinte forma: Ela sempre foi a mesma, sempre quieta, fria, sem expressão em seu rosto e com o olhar que penetrava a sua alma. Ou seja, ela sempre foi a mesma desde o dia em que a encontrei em nosso quarto com uma corda no pescoço, pálida, sem expressão e com os olhos abertos te encarando, como se a culpa fosse de quem a visse.”

Inserida por Ket___

⁠"O coronel Aureliano Buendía promoveu trinta e duas revoluções armadas e perdeu todas. Teve dezessete filhos varões de dezessete mulheres diferentes, que foram exterminados um por um numa só noite, antes que o mais velho completasse trinta e cinco anos. Escapou de quatorze atentados, setenta e três emboscadas e um pelotão de fuzilamento. Sobreviveu a uma dose de estricnina no café que daria para matar um cavalo. Recusou a Ordem do Mérito que lhe outorgou o Presidente da República. Chegou a ser comandante geral das forças revolucionárias, com jurisdição e mando de uma fronteira à outra, e o homem mais temido pelo governo, mas nunca permitiu que lhe tirassem uma fotografia. Dispensou a pensão vitalícia que lhe ofereceram depois da guerra e viveu até a velhice dos peixinhos de ouro que fabricava na sua oficina de Macondo. Embora lutasse sempre à frente dos seus homens, a única ferida que recebeu foi produzida por ele mesmo, depois de assinar a capitulação da Neerlândia, que pôs fim a quase vinte anos de guerras civis. Desfechou um tiro de pistola no peito e o projétil saiu-lhe pelas costas sem ofender nenhum centro vital. A única coisa que ficou de tudo isso foi uma rua com o seu nome em Macondo".

Inserida por joao_candido_martins

⁠Nasce na adversidade a força para transformar sonhos em realidade.

Inserida por depaiparafilho

⁠"Conhecer-se é o primeiro passo para dominar qualquer destino."

Inserida por depaiparafilho

⁠"Na corda bamba da existência, o equilíbrio é o que nos impede de cair no abismo da desordem."

Inserida por depaiparafilho

A FELIZ ESPERANÇA

O Ano Jubilar de 2025 iniciou na Vigília do Natal deste ano com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro, em Roma, pelo Papa Francisco. Celebramos 2025 anos do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, Filho de Maria, nosso Salvador e Redentor de toda a humanidade.

A vinda do Filho de Deus a este mundo e seu nascimento na nossa “carne humana” é o evento mais extraordinário do mundo, depois da própria criação. O Natal é a celebração da “humanização” do nosso Deus: sem deixar de ser o Filho do Eterno Pai, o Filho de Deus também assumiu a nossa condição humana, na sua pobreza e pequenez, para a enriquecer
e também dar a todos a possibilidade inaudita de serem filhos e filhas de Deus: “filhos no Filho”, como diz São Paulo (cf Gl 4,4-7).

O Papa Francisco quis que este Ano Jubilar fosse orientado pelo tema “peregrinos de esperança”. Este tema tem tudo a ver com a celebração do Natal e com nossa fé em Jesus Cristo Salvador. O Natal trouxe ao mundo a alegria e a esperança, e não é para menos! Se a humanidade era como “um povo que andava na
escuridão e nas sombras da morte”, tudo muda com o nascimento de Jesus: esse povo “viu uma grande luz” (cf Is 9, 1) e se tornou “peregrino de esperança”. A grande esperança nos orienta para Deus, que mostrou seu amor pela e não a abandonou, mas veio ao seu encontro, estendeu-lhe a mão e quer que todos se salvem (cf Jo 3,16-17).

Por isso, nos alegramos e nos colocamos a caminho, seguindo essa luz, que é Jesus Cristo Salvador, e⁠esforçamos por seguir seus passos
Também por isso nós o anunciamos a todos e continuaremos a anunciar essa alegre esperança, “que é para todo o povo” (cf Lc 2,10), “enquanto aguardamos a feliz esperança” da realização plena de suas promessas e “a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo” (cf Tt 2, 13). Que bonito é o Natal! Quanta coisa preciosa nós anunciamos no Natal!

O Ano Jubilar de 2025 será um “tempo de graça e de bênçãos especiais” para todos. Como cristãos, somos testemunhas da alegre esperança, que recebemos como dom precioso, e que nos anima em nosso peregrinar
no mundo. A esperança sobrenatural está enraizada nas promessas de Deus, na sua veracidade e fidelidade. Sejamos também nós sinais dessa esperança sobrenatural no mundo,
mostrando de muitas maneiras, pelo nosso viver, que “a esperança não nos desilude”.

Lembro a todos que o Ano Jubilar será iniciado em nossa Arquidiocese com uma solene celebração no próximo dia 29 de dezembro, na Catedral metropolitana, às 15h.

Desejo a todos um feliz e abençoa do Natal de esperança. Que o Deus da esperança e da paz encha de alegria os seus corações e seus lares. E, neste Natal, sejamos missionários da
esperança para tantos irmãos que sofrem, estão enfermos, vivem na solidão, no luto, na pobreza... Feliz e abençoado Natal a todos!

Inserida por LiSgomez

⁠'' O que frequenta Igreja , vai na Mesquita ou bate a cabeça no Terreiro , é tão Sagrado quanto aquele que não segue uma Religião ,,

Inserida por Alerson36

⁠A virtude da paciência é a capacidade intelecto-moral de identificar, compreender e aceitar o tempo do outro, ou seja, é a virtude que percebe e aceita os tempos do ofensor, da adversidade, da indiferença, do atraso, da maldade, da incompreensão, da doença e do desamor.

Inserida por emidio_brasileiro

⁠Para que as palavras de Jesus se consolidem na intimidade do ser é necessário bom ânimo, que é otimismo, é alegria e entusiasmo. Também não se deve demorar na tristeza diante de alguns insucessos. A melhor atitude é prosseguir adiante, vencer o mundo por intermédio da vitória sobre si mesmo.

Inserida por emidio_brasileiro

⁠O sentimento de amor ao próximo é de fundamental importância para desobstruir os canais das dificuldades que obstaculizam as metas e os objetivos almejados. Programas sociais de auxílio aos mais necessitados são cruciais no ambiente empresarial do mesmo modo que o trabalho de solidariedade humana no campo pessoal.

Inserida por emidio_brasileiro

⁠"[...] Pior que andar sozinho
É andar sem direção
Não importa se é belo o caminho [...]"

⁠O QUE A GENTE FAZ COM A DOR

Feridos, todos nós somos. Já fomos duramente golpeados quando estávamos mais felizes e distraídos. Já experimentamos a dor de ver a nossa confiança mais pura e amorosa ser machucada. Já sofremos perdas que devastaram temporadas de jardins. Já fomos atingidos pela fúria de tempestades repentinas que alagaram as ruas todas do nosso rosto. Já nos sentimos sozinhos nas
trilhas da mata cerrada da alma, em longas noites escuras, expostos aos perigos reais e imaginários, nenhum vestígio de sol.

Nunca conheci uma única pessoa que não traga no coração uma dor em carne viva, um pranto que ainda escoa em silêncio ou uma cicatriz para sempre falante. O que varia é a maneira que cada um de nós escolhe para lidar com isso a cada instante que o tempo desembrulha. Um jeito é, ainda assim, investir na vida; outro, é investir na morte. Um jeito é, por causa de tudo, alimentar mais o medo; outro, é, apesar de tudo, alimentar mais o amor. Nenhum deles é fácil, mas a paisagem de cada caminho é diferente.

(Extraído do livro "Cheiro de flor quando ri", Ana Jácomo)

Inserida por lubaffa

⁠"⁠Saudade do que nunca tive
Não vou ter
E nunca imaginei
Saudade do sol que não nasceu
Do dia que não choveu
Do vinho que não envelheceu
Saudade da vida não vivida
Da noite mal dormida
Do grito do silêncio [...]

⁠Falar que Deus está vendo, é alimentar amigos imaginários.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠Falamos em rede mundial de computadores.
Escuta e assiste quem quer, desde que, os algoritmos adestrados e a tecnologia assistiva e o permitam.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista