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E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo

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Pessoas inteligentes tendem a ter menos amigos do que a média das pessoas. Quanto mais inteligente você é, mais seletivo você se torna.

Às vezes a vida é injusta em algumas fases, mas muita gente conquista coisas mais tarde, quando começa a olhar mais para si.




Amandin

Pensar profundamente não significa encontrar respostas mais rápidas, mas suportar por mais tempo a presença de perguntas que desmontam aquilo que antes parecia óbvio.

A direção é mais importante do que a velocidade. É preciso pois, seguir em frente, no seu próprio tempo, e nunca desistir.

Hoje as mensagens que trocamos pelo celular ficaram mais curtas e tempo entre elas ficou mais longo. E a possibilidade que amanhã talvez as lembranças também sejam poucas mas saudade seja muita."

Hoje as mensagens que trocamos pelo celular ficaram mais curtas e tempo entre elas ficou mais longo.
Tela em branco, aquarela sem cor.

As pessoas sorriem para você o tempo todo.
Mais isso é só o que você pode ver.

"Jesus é a Luz do Mundo, nós somos as lanternas, é quanto mais lanternas, mais Luz haverá"

"Se te criticam por falar de Deus, fale mais, que as críticas venham em dobro, aquele que tem medo da batalha, não serve para está nessa guerra"

“Algumas obras não pertencem mais a quem as escreveu; pertencem ao tempo que as transformou em memória. Porque, no fim, o tempo sabe transformar esforço em eternidade.”

Aprendi que, quanto mais vivemos, mais nos damos conta de que perdemos pessoas que fizeram parte da nossa jornada: alguns morrem durante a caminhada, outros separam-se de nós.

Mais importante que ouvir "saudades" é sentir a presença.

Não espere que a vida seja justa. Use cada dificuldade como combustível para chegar mais longe. O que hoje parece obstáculo, amanhã será seu trampolim. O que hoje te desafia, amanhã te impulsiona ao sucesso.

Quem aprende a se ouvir, nunca mais se perde em ruídos do mundo.

Algumas coisas que você não entende agora, você vai entender mais tarde,
de mais...

A brevidade da vida deveria nos ensinar três coisas:
amar mais, perdoar mais e viver de forma que nossa existência tenha peso eterno.
Porque no fim, não será a quantidade de dias que dará sentido à vida…
mas o que fizemos com os poucos dias que nos foram dados.

No final do Coronavírus, o Brasil terá mais falidos do que falecidos.

No caso do Orelha, quem foi mais animal foi o homem.

Quanto mais avançamos na exploração do universo, mais evidente se torna a vastidão do desconhecido que nos envolve.
Cada resposta que a ciência oferece ilumina apenas um pequeno ponto na escuridão cósmica, revelando, ao mesmo tempo, novos abismos de perguntas.


O conhecimento, para quem observa as estrelas, não é arrogância — é precisão, espanto e humildade.
É aceitar que, diante de bilhões de galáxias, somos apenas uma consciência curiosa tentando decifrar o código da criação.


Reconhecer nossos limites não é fraqueza; é método científico.
É entender que as fronteiras do saber se expandem como o próprio universo: sempre em movimento, sempre abrindo novos horizontes.


E assim seguimos, como viajantes na noite infinita, guiados pela luz tênue da razão.
Porque o saber não é chegada —
é órbita. É trajetória. É um convite permanente para explorar o desconhecido e ousar descobrir o que ainda não
tem nome.

A gente gosta de repetir que está evoluindo.
Que agora sabemos mais, entendemos mais, pensamos melhor.
Mas basta olhar com calma para perceber que, enquanto a tecnologia sobe, a consciência desce um degrau silencioso.

Hoje vemos o sagrado desfigurado no sambódromo, tratado como peça de teatro, como se debochar da fé alheia fosse sinônimo de coragem artística.
Dizem que é liberdade… mas muitas vezes é apenas vazio fantasiado de ousadia.

As palavras perderam peso.
Os valores perderam forma.
O respeito virou só mais um item descartável em nome do “conteúdo que engaja”.

Criamos uma cultura em que o desleixo é celebrado como autenticidade,
o egoísmo é vendido como autocuidado,
e a grosseria virou manual de comportamento com título moderno.

Quanto mais raso, mais viral.
Quanto mais vulgar, mais lucrativo.
Quanto mais ofensivo, mais “revolucionário”.

E no meio disso tudo, alguém ainda diz:
— Estamos melhorando.

Porque, se chamam de evolução aquilo que nos faz desprezar o que é sagrado,
trocar profundidade por espetáculo,
e aplaudir o que corrói a dignidade humana…
então isso não é crescimento.
É só o caos ficando mais organizado, mais bonito, mais vendável.
É a desordem aprendendo a usar terno e gravata.

A verdade é simples e incômoda:
não existe progresso quando a alma anda para trás.