E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo
Cada vez mais, a importância do reflexo do espelho, não deixa o ser humanover o que se passa para lá dele.
Algumas histórias não são feitas pra todo mundo.
São feitas pra quem sente mais do que vê.
Pra quem escuta o silêncio.
Pra quem carrega mundos dentro do peito.
Você se reconhece nisso.
FONTE E SEDE
Quando tua voz, mais suave que o vento da manhã, diz:
“Eu te amo”,
Minhas raízes, fundas na terra do teu ser, sussurram:
“E eu te amo mais.”
E quando eu declaro, como o sol declara ao dia:
"Amo-te mais”,
Teu sorriso, fonte que nunca seca, responde:
“Mas o meu amor é mar que bebe teu rio.”
Assim dançamos, amada,
Neste círculo sagrado de excesso,
Onde medir é perder-se,
E o único vencedor é o Amor,
Que cresce quando se dobra..., infinitamente.
Não conte, o meu segredo para ninguém, uma das coisas mais dolorosas é caminhar naquela estrada da vida, e ao olhar para trás tu vejas como foi o tempo passado, foram dias árduos e marcantes, você marcou a minha essência (CLÁUDIO SANTOS, 2025).
Quando a dor toma conta da alma, as palavras não fazem mais sentido. Não há nada que explique o que você está sentindo, aí então vem o silêncio e entendemos que não adianta explicar. Só quem sente, sabe o quanto dói!
Lembre-se que o sol nasce mesmo após a noite mais escura. Deixe a luz do novo dia curar a sua jornada e guiar seus passos.
Você paga caro pelo plano de saúde, mas na hora em que você mais precisa é tratado
como mercadoria. O hospital conveniado procura reduzir ao máximo os gastos com os
pacientes para levar vantagem.
Sérgio Furquim
Hoje em dia, muitas pessoas estão mais preocupadas em conquistar dinheiro do que buscar a verdadeira felicidade
Sérgio Furquim
Meu livro carrega mais verdade do que muita gente por aí. Tenho mais sabedoria do que muitos homens que se acham sábios. Enquanto uns julgam, eu entendo. Enquanto muitos falam, eu vivo. Enquanto a maioria finge, eu carrego cicatrizes. E mesmo assim, sigo em paz, porque o meu conhecimento vem da dor, da fé e da prática.
Isaque Ramon Correia Claudio
Os Disfarces Que Me vestem
Carrego no rosto mais do que carne, mais do que expressão: carrego um fenômeno. Aquilo que se vê não me encerra. O que aparece não sou eu — sou o que sustenta o aparecer. O rosto é palco, sim, mas não de encenação: é o lugar onde o ser tenta se afirmar contra o nada. E o sorriso — ah, o sorriso — não é máscara, é tradução imperfeita de algo que não cabe em palavra. Ele não pretende enganar, apenas sobreviver ao indizível.
Não há essência em mim — só processo. Não sou uma, sou intervalo. Um entre: entre o que fui, o que sou, e o que ainda não fui capaz de ser. Vivo no desequilíbrio, na oscilação contínua entre o desejo de permanência e a força da mudança. E as camadas que me vestem — aquilo que o mundo chama de disfarce — não escondem: sustentam. São defesa, mas também revelação. São o modo como meu ser suporta o insuportável: o peso de ter que ser, sem jamais poder ser por completo.
Habito o tempo com angústia. O que sou hoje já está se desfazendo. Não fui feita — estou me fazendo, constantemente, sob o risco de não conseguir. Ser é lançar-se, é escolher sem garantias. Não sou essência descoberta, sou projeto arriscado. E cada escolha é feita à beira do abismo. A finitude me cerca — e ainda assim, escolho. Sou liberdade que se debate contra as paredes da situação.
Fui moldada na facticidade — nas circunstâncias que não escolhi, mas que me exigem respostas. Minha forma não é dom, é ato. Contingência tornada existência. Não reivindico beleza porque a beleza é estética sem responsabilidade. O que reivindico é coerência: mesmo no absurdo, mesmo quando tudo parece ruir, ainda posso decidir não me dissolver.
Rir, para mim, não é leveza — é lucidez. É saber do abismo e, ainda assim, não recuar. É o som de quem se recusa a ceder ao desespero. E se brilho, é apenas reflexo da luta: uma luz nascida da tensão entre o que sou e o que o mundo exige que eu negue em mim.
Sou presença fraturada, sempre em tensão. Liberdade sitiada. Pergunta aberta diante do outro, do mundo, do tempo. Sou ser-para — para o outro, para o mundo, para a morte. E se ainda permaneço, é porque intuo, mesmo sem certezas: a existência vem antes de qualquer definição.
Os Disfarces Que Me vestem
Carrego no rosto mais do que carne, mais do que expressão: carrego um fenômeno. Aquilo que se vê não me encerra. O que aparece não sou eu — sou o que sustenta o aparecer. O rosto é palco, sim, mas não de encenação: é o lugar onde o ser tenta se afirmar contra o nada. E o sorriso — ah, o sorriso — não é máscara, é tradução imperfeita de algo que não cabe em palavra. Ele não pretende enganar, apenas sobreviver ao indizível.
Não há essência em mim — só processo. Não sou uma, sou intervalo. Um entre: entre o que fui, o que sou, e o que ainda não fui capaz de ser. Vivo no desequilíbrio, na oscilação contínua entre o desejo de permanência e a força da mudança. E as camadas que me vestem — aquilo que o mundo chama de disfarce — não escondem: sustentam. São defesa, mas também revelação. São o modo como meu ser suporta o insuportável: o peso de ter que ser, sem jamais poder ser por completo.
Habito o tempo com angústia. O que sou hoje já está se desfazendo. Não fui feita — estou me fazendo, constantemente, sob o risco de não conseguir. Ser é lançar-se, é escolher sem garantias. Não sou essência descoberta, sou projeto arriscado. E cada escolha é feita à beira do abismo. A finitude me cerca — e ainda assim, escolho. Sou liberdade que se debate contra as paredes da situação.
Fui moldada na facticidade — nas circunstâncias que não escolhi, mas que me exigem respostas. Minha forma não é dom, é ato. Contingência tornada existência. Não reivindico beleza porque a beleza é estética sem responsabilidade. O que reivindico é coerência: mesmo no absurdo, mesmo quando tudo parece ruir, ainda posso decidir não me dissolver.
Rir, para mim, não é leveza — é lucidez. É saber do abismo e, ainda assim, não recuar. É o som de quem se recusa a ceder ao desespero. E se brilho, é apenas reflexo da luta: uma luz nascida da tensão entre o que sou e o que o mundo exige que eu negue em mim.
Sou presença fraturada, sempre em tensão. Liberdade sitiada. Pergunta aberta diante do outro, do mundo, do tempo. Sou ser-para — para o outro, para o mundo, para a morte. E se ainda permaneço, é porque intuo, mesmo sem certezas: a existência vem antes de qualquer definição.
Às vezes o que chamamos de "lar" é o lugar que mais exige perdão.
A casa cristã também pode gritar, chorar, calar... e ainda assim buscar restauração.
Lá em casa – Uma contemplação da família perfeita SQN
Quando o corpo grita, até os guerreiros mais corajosos precisam aprender a lutar de joelhos.
Trecho do livro Lá em casa – uma contemplação da família perfeita SQN
Nem sempre o que grita mais alto é o que traz verdade. Às vezes, a verdade vem sussurrada na brisa.
Trecho do livro Lá em casa – uma contemplação da família perfeita SQN
🌸 Seu modo de viver valida o que você ensina. O perfume do exemplo fala mais alto que mil discursos.
Lá em Casa
🌸 Nossos filhos aprendem mais com o cheiro da nossa vida do que com o som da nossa voz.
Trecho do livro: Lá em Casa
Famílias desestruturadas começam quando pais e mães não sabem mais quem são em Cristo.
Trecho do livro Lá em casa
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