É hoje
Antigamente, o isolamento era o sintoma; hoje, é o roteiro. O mercado de diagnósticos descobriu que a melhor forma de vender a cura para a 'dificuldade de comunicação' é transformá-la em um infoproduto vendido por um influenciador que não para de falar.
Se o canibalismo fosse sacramentado por uma divindade, estaríamos discutindo hoje qual o melhor tempero para o vizinho em vez de estarmos preocupados com a paz mundial. Parece que a moralidade é apenas uma questão de quem escreveu o livro primeiro.
Escolher ficar hoje em dia é quase um ato revolucionário digno de documentário que ninguém pediu, mas todo mundo deveria assistir. Porque enquanto o mundo grita “próximo!”, eu estou ali, sentada emocionalmente no mesmo lugar, olhando pra mesma criatura com as mesmas manias irritantes de sempre e pensando, curiosamente em paz, é… ainda é aqui.
Não porque é perfeito, longe disso. Se fosse perfeito, eu desconfiava. Coisa perfeita demais ou é filtro ou é golpe. Mas é porque eu já conheço os defeitos, já sei onde pisa errado, já decorei até os silêncios inconvenientes. E tem algo estranhamente confortável nisso. É tipo aquele sofá velho que já afundou no formato do meu corpo. Não é bonito, não impressiona visita, mas me entende profundamente.
Porque começar do zero parece lindo até você lembrar que o zero vem com manual de instruções oculto. A pessoa nova pode vir embalada em promessas e boas intenções, mas também traz defeitos inéditos, surpresas desagradáveis e aquele clássico momento em que você pensa, meu Deus, troquei seis por meia dúzia gourmet. Pelo menos aqui, o caos já é conhecido, quase íntimo, quase doméstico.
E não, isso não é sobre se contentar com pouco. É sobre entender que muito não é ausência de problema, é presença de disposição. Relação não é porcelana de vitrine que quebra na primeira queda e vira tragédia grega. Relação é concreto. Pesado, bruto, às vezes feio, mas resistente. Racha, sim. E vai rachar mesmo. Só que também dá pra reforçar, remendar, reconstruir. Dá trabalho? Dá. Mas desde quando o que vale a pena vem pronto e fácil?
A grande ironia é que o mundo vende intensidade como se fosse amor. Aquela coisa de arrepiar, de acelerar, de perder o fôlego. Mas isso até café forte resolve, minha filha. Amor mesmo é quando o café esfria, o dia pesa, a paciência acaba, e ainda assim você olha pra pessoa e pensa, tá, vamos continuar. Não porque não existe opção melhor no mercado, mas porque existe escolha.
E escolher, convenhamos, é muito mais difícil do que sentir. Sentir é automático, impulsivo, quase irresponsável. Escolher é consciente, é teimoso, é um pequeno pacto diário que ninguém vê. Não tem aplauso, não tem plateia, não tem trilha sonora. Só tem dois seres humanos imperfeitos tentando não desistir no primeiro sinal de desconforto.
No fim, o extraordinário nunca foi o começo cheio de fogos de artifício. Isso aí é marketing emocional. O extraordinário é quando os fogos acabam, a fumaça baixa, a realidade aparece sem maquiagem e, mesmo assim, eu fico. Fico porque quero, porque escolho, porque entendi que construir é mais raro do que substituir.
E olha… num mundo que troca tudo o tempo inteiro, ser alguém que permanece já é quase um luxo. Um luxo silencioso, discreto, que não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que ainda salva alguma coisa nesse caos bonito que a gente insiste em chamar de amor.
Agora faz o seguinte… clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. A leitura é grátis pra assinantes Kindle, e eu prometo, vai ser difícil você querer ir embora no meio.
Que hoje você descanse o coração,
sem tentar entender tudo,
sem carregar mais do que cabe.
O que é seu, encontra o caminho.
O que não é, se dissolve.
Siga no seu ritmo.
Com fé serena,
com os pés no chão
e o coração guardado.
“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira
Que toda mulher lembre hoje:
sua força é linda,
sua história importa
e sua luz transforma o mundo. ✨
✞★♰
"Hoje, o céu ganhou um anjo. Ele partiu cedo demais, levando consigo suas brincadeiras e a alegria que contagiava todos ao redor. São-paulino, motoqueiro de coração, meu amigo de infância, esposo dedicado da Patrícia e pai amoroso dos filhos. Um guerreiro que deixa saudades, mas que será sempre lembrado com carinho. Meus sentimentos à família e amigos. Que ele seja uma estrela a iluminar o caminho de todos.
À família e amigos do Maurício Marques Pereira, meus sentimentos profundos. Que a memória dele seja um conforto e inspiração, e que a dor dessa perda seja amenizada pelo amor e pelas lembranças compartilhadas. Ele será sempre lembrado com carinho."
✩♡✩Meus sinceros sentimentos a toda família e amigos ✩♡✞
Sinto falta de você
Você é a pessoa que eu mais amei.
O que eu fiz de errado? Até hoje não sei,
Me deixou, disse que não me ama mais.
E falou que não vai olhar para tas.
Por quê? Aonde eu errei?
Se foi apenas por você que me apaixonei?
Se foi apenas você que eu amei?
Meu coração ainda grita por você,
eu ainda amo você
ainda sinto sua falta, falta de você
Por favor me explique o porque?
Me diz aonde eu errei?
(ÁG)
Em silêncio mas ouço uma canção...
Recolhendo frutos desta destruição.
Hoje eu sei que aquilo era uma última oportunidade...
Mesmo que todos tenham insistindo bastante.
Mas veja, os meus amigos estão seguindo por mim...
Eles conseguem bem manter aquela chama...
Que por um tempo nos fez pensar que éramos mais fortes.
E eu sei que, no agora talvez,
eles tenham uma vida tranquila
Ou apenas fingem ter momentâneas felicidades...
Cara, por um tempo eu achei aquilo tudo incrível...
mas algo verdadeiro também se foi...
E junto com isso algumas possibilidades...
Ok! Vou criar um silêncio dentro de mim...
Enquanto grito pra todos, o que eles tanto querem ouvir...
Yeah...yeah...🎸🎶
Hoje eu acordei chorando.
Lágrimas de felicidade, não tristeza.
Pois num momento sem direção,
você veio por poucos segundos me acalentar.
Não te vi dormindo, pouco antes de acordar,
Mas quando percebi, na sua frente me ajoelhei e desatei.
Não soluçava, como agora, mas já chorava lagos e rios.
Tentei sua testa beijar, enquanto dormia serena, mas antes você acordou e me olhou.
Aquela cara de quem acaba de acordar, mas já ostentava seu zelo, tentando tirar da minha camiseta um pelo.
Parando para refletir, sua voz eu não me lembro de ter ouvido, mas as palavras eu entendi e as respondi com um riso baixo.
Antes que pudéssemos falar qualquer outra coisa, infelizmente virei para o lado, acordei e me afoguei.
Foram poucos segundos, não nego,
um curto infinito, aceito.
Mas nesse momento de dor,
Foi muito mais do que eu podia querer.
Príncipe,
Hoje faz 18 anos que você partiu, o tempo passou e me ensinou a lidar com sua ausência. Não posso dizer que foi sem aviso, sem despedida, porque você se despediu sim… nós é que não queríamos ver. Como o vento quente de verão, pesado e intenso, você seguiu o caminho das estrelas e repousou na Lua.
A dor que antes me acompanhava foi se transformando, suavizando com os dias. Hoje não carrego mais o peso da perda, mas guardo os momentos, as lembranças que se tornaram eternas. Cada gesto, cada palavra, cada silêncio seu vive em mim como um tesouro.
E quando olho para o céu, encontro você nas estrelas, na Lua, no infinito. É ali que sinto sua presença, não como ausência, mas como luz que continua a me guiar. Você sempre falava do céu, das estrelas, da Lua… e hoje eu entendo. Era ali que estava sua ligação mais profunda, seu refúgio, sua poesia. Por isso eu prefiro acreditar que você está lá, sentado na Lua, olhando para mim, assistindo tudo do alto.
Nossa história teve fases doces e também turbulentas, mas todas foram únicas. Na minha infância, você foi meu príncipe sem defeitos. Na adolescência, não tão perfeito, mas ainda assim meu príncipe. E hoje, mesmo com o tempo, você continua sendo meu guia, meu espelho, meu príncipe eterno.
Você teve atitudes que me mostraram o que é bom e também o que não é tão bom. Com seus exemplos — nos acertos e nos erros — eu aprendi a distinguir caminhos, a valorizar o que importa, a me tornar quem sou.
Hoje, não carrego mais a dor da sua partida. Ela foi se transformando, foi indo embora aos poucos… e o que restou foram as lembranças. Guardo cada momento, cada gesto, cada palavra, como tesouros que me acompanham e me fortalecem.
Pai, eu falo com você todos os dias, mesmo sem resposta. Falo com o céu, com as estrelas, com a Lua… porque sei que de alguma forma você me escuta. E eu sigo aqui, com amor eterno, com gratidão infinita, com a certeza de que você nunca deixou de ser parte de mim.
Hoje percebo que nenhuma infantilidade, por mais ruidosa ou insistente que seja, é capaz de se sobrepor ao desejo genuíno de amadurecer. O impulso de crescer é sempre maior, mais sólido, mais enraizado do que qualquer tentativa de permanecer na superfície das provocações. Há quem se agarre à ilusão de um eterno Peter Pan, como se a recusa em amadurecer fosse uma forma de preservar a leveza da vida. Mas até nos contos de fadas, Wendy compreendeu que o voo só tem sentido quando há também pouso, que a fantasia só se completa quando se aceita o chamado da realidade.
O amadurecimento não é uma renúncia à alegria, mas uma expansão da consciência. É entender que a vida exige raízes, que o tempo nos molda e que permanecer na estagnação é, na verdade, uma forma de empobrecimento. Crescer é aceitar a responsabilidade de existir, é reconhecer que a beleza da vida não está em negar o tempo, mas em abraçá-lo com coragem.
Assim, vejo que o verdadeiro ato de grandeza não é insistir em permanecer pequeno, mas permitir-se transformar. O eterno Peter Pan pode seduzir com promessas de leveza sem consequências, mas Wendy nos lembra que há dignidade em crescer, que há poesia em aceitar o ciclo natural da vida. E eu escolho esse caminho: o da maturidade que liberta, que abre espaço para vínculos mais profundos, para experiências mais autênticas, para uma vida que não teme o tempo, mas o celebra.
Diário da alma
Hoje, escolhi o silêncio.
Não como ausência, mas como refúgio.
Existe um lugar dentro de mim que não precisa ser explicado, nem exposto, nem compartilhado — apenas sentido. E foi para lá que eu fui. Sem avisar, sem deixar rastros, sem olhar para trás.
Cansei de traduzir sentimentos em palavras rasas para que outros pudessem entender. Nem tudo foi feito para ser compreendido… algumas coisas só existem para serem vividas em segredo, no íntimo, onde o mundo não alcança.
Aprendi que a paz não faz barulho.
Ela não pede atenção, não disputa espaço, não se exibe. Ela simplesmente chega… e fica.
E foi nesse silêncio, nesse afastamento quase invisível, que eu me reencontrei. Sem máscaras, sem versões editadas, sem necessidade de ser aceita.
Hoje, não preciso mais ser vista.
Porque finalmente aprendi a me enxergar.
E, pela primeira vez… isso basta.
Nem sempre quem foi forte ontem continua forte hoje.
E quem está no topo agora… pode cair amanhã se relaxar.
A vida não respeita títulos, passado ou promessas.
Ela responde à consistência diária.
Disciplina hoje.
Foco hoje.
Trabalho hoje.
Porque no jogo da vida, não vence quem começou melhor…
vence quem não para.
Eu parei pra pensar hoje e me deu um aperto no peito. Às vezes o cansaço das lutas lá fora entra em casa comigo e eu acabo descontando em você. Fico irritado, falo coisas sem pensar e, no fundo, eu sei que você não merece esse meu lado pesado. Me desculpa por isso.
Hoje ouvi a história de um casal que soltou a mão justamente quando o caos apertou, e aquilo me deu um choque de realidade. Me fez repensar como eu ajo quando estou de cabeça quente. A vida é difícil, o corpo cansa e a mente pifa, mas nada disso justifica eu ferir quem mais me apoia.
Olhar para o lado e ver que você continua aqui, mesmo nos meus dias ruins, é o que me faz querer ser melhor. Eu não quero ser o covarde que desiste ou que empurra quem ama pra longe no meio da batalha. Se o mundo está confuso, a gente se ajusta. Obrigado por ser meu suporte quando nem eu mesmo me aguento. Daqui pra frente, eu escolho respirar fundo e lembrar que, se temos um ao outro, o resto a gente resolve.
DeBrunoParaCarla
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