E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
A ironia de receber o que eu queria me revelou uma verdade: o plano de Deus para mim é superior aos meus próprios desejos.
Moncão
Em vila de Moncão eu vivi sim.
E lá estive ao Senhor servindo
Em tempos que já tiveram fim.
Nesse tempo eu estava, sorrindo.
Nesse tempo eu não era poeta,
Eu sempre pregava com ousadia,
a palavra de Deus como um profeta,
mas veio o da despedida, e saída dia.
Então, desde que sai de ti Monção,
Começei a ser poeta, com uma canção.
Mas sabe tu, que o meu tema é Deus.
Não outro assunto eu tive, para cantar,
Pois só ele eu quero sempre exaltar,
como fazia na frente de filhos teus!
Tenho pensamentos muitos, é certo claro!
Tenho revelações, várias, na minha mente.
Às vezes eu delas, muito duvido sempre!
Estará Deus a mostrar-me algo, raro?
Ou serei enganado por meu cérebro de todo?
Sempre oiço alguém comigo falar muito?
Eu falo com ele e ele comigo deste modo!
E eu Feliz nesse momento me sinto!...
Às vezes penso, que é ilusão sempre!
Mas como é mentira, se me faz tão bem?!
Enquanto estou aqui no meu tempo!
Mentira ou verdade, que importa então?
Nada importa! Pois assim sinto-me no além,
e vou mais alto que a minha humana razão!
No campo de batalha pessoal está o meu eu que joga sujo e o outro eu que joga limpo...a única competição digna de minha atenção.
Eu já fui à frente neste dia. Nada te surpreende sem que Eu saiba. Descansa teu coração, confia nos Meus cuidados e dá um passo de cada vez. Onde faltar força, Eu te sustentarei. Estou contigo. Deus
Eu foquei em coisas que não existiam, te deixei de lado te perdi, me perdi e fui exilado, ando sem rumo perdido sem forças para viver, sem sentimentos para poder sorrir, sem motivação para conseguir viver.
“A uma força que sobrepõe ao rio;
Eu não sei a quem a correnteza obedece.
Eu só sei que ela é obediente. ”
Desamparo
Eu só queria
alguém que cuidasse de mim.
Um colo.
Um abrigo contra o mundo
que me expõe
como pele sem defesa.
A solidão chega sem ruído,
instala-se aos poucos,
ocupa os vazios,
faz morada no peito
— e dói.
Dói como peso contido,
como um aperto
que não encontra saída.
O ar falta.
Afundo devagar,
sem resistência,
como quem desce ao fundo do mar
em silêncio.
Ainda assim,
há em mim uma consciência:
preciso voltar à superfície.
Retorno.
E nada mudou.
A solidão permanece.
Então pergunto,
não em voz alta,
mas por dentro:
vale a pena?
Se vale,
revela-me o porquê.
O silêncio se estende
como um vento que uiva
sem me tocar.
Há um vidro invisível
entre mim e o mundo:
vejo o movimento,
a correnteza,
mas não posso atravessar.
Estou presa
num espaço estreito,
insonoro,
onde a ausência de saída
me torna cativa.
Desperto.
E ao me reconhecer desperta,
compreendo:
ainda estou só.
R. Cunha
Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.
Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.
E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.
Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.
Pensante
Eu como poeta não sou nada.
Não sou trovador, nem menestrel.
Nem xilografista na literatura de cordel.
Não sou cordelista e nem faço embolada.
Não sou repentista, nem tenho língua afiada;
não sou doutor, nem bacharel;
não sou embaixador, nem coronel;
não sou hipnólogo e nem sei contar piada.
Sou apenas mais um na multidão.
Sou o cidadão comum, irrelevante.
Nem Sócrates nem Platão
nem Marx nem Dante.
Do alto de minha humana condição,
apenas um ser pensante.
Eu descanso na certeza de que as portas certas já estão se abrindo. Minhas palavras são claras, minha visão é estratégica e minha presença é luz. Onde eu colocar as minhas mãos hoje, haverá prosperidade e propósito, pois o caminho já foi preparado. Tudo já deu certo.
Eu não vou te fazer rir
Só pra disfarçar a dor que você carrega
Posso até aliviar o peso do dia
Mas ferida profunda não sara com conversa
Eu gosto de você, mulher
E é por isso que eu falo sem maquiagem
Amor não é hospital de emergência
Nem remendo bonito pra salvar aparências
Eu não sou a tua cura
Nem o milagre da tua confusão
Te quero do meu lado inteira
Curada de si, em decisão
Curada não por mim
Porque assim você vive na ponte, indecisa
Um pé no medo, outro na vontade
E o coração sempre em risco de queda
Eu não sou meio-termo
Nem pra mim, nem pra você
Ou vem com verdade no peito
Ou é melhor não me envolver
Seja a tua própria cura
Antes de bater na minha porta
Não sou teu remédio de hora marcada
Sou abrigo, sou parceria, sou rota
Amor não salva quem não quer se encontrar
Não resgata quem foge do espelho
Eu fico, eu cuido, eu caminho junto
Mas não carrego o teu peso só pra te agradar.
Reflita a tua dor cura-te
Antes de andar do meu lado.
Venha viver o teu melhor comigo.
Vou estar contigo por onde cê está.
Na vida no amor homem e mulher.
Porque você foi embora
Eu não estava pronto pra sua ida
Você chegou de surpresa
E partiu levando minha vida
Foi sem aviso, sem conversa
Sem um “fica”, sem explicação
Tudo aconteceu tão de repente
Que rasgou meu chão, meu coração
Eu ainda arrumava a casa
Pra te fazer ficar melhor
Enquanto você já partia
Me deixando sozinho com a dor
Eu não me preparei
Nem imaginava separação
Quem ama nunca espera
O adeus batendo no portão
Eu não me preparei
Pra dormir sem teu perdão
Você levou tudo com você
E deixou silêncio em meu coração
Ficou o cheiro da saudade
Teu nome preso na minha voz
A cama fria, a lembrança
Do que éramos nós
Se um dia você lembrar
Do amor que eu te dei
Lembra também que eu fiquei
Quando você foi… e eu não me preparei
Eu não me preparei
Nem imaginava separação
Quem ama nunca espera
O adeus sem explicação
Eu não me preparei
Pra esse fim sem razão
Você foi embora da minha vida
E levou meu coração.
Eu não sei se talvez.
Se um dia haverá compromisso
ou se tudo vai continuar exatamente como está:
no meio do caminho, sem nome, sem promessa.
Não vou oferecer o meu ombro
nem pedir que me ajude a dividir o peso.
Cada um carrega o que escolhe carregar.
Silêncio também é escolha.
Não te cobro presença,
mas também não aceito ausência disfarçada de liberdade.
Sentimento não é rascunho
pra ser deixado na gaveta quando aperta.
Se for pra ficar, que seja verdadeiro.
Se for pra ir, que seja honesto.
O que cansa não é a dúvida —
é permanecer onde nunca se decide.
Que vontade de estar nos teus braços agora, baby.
Você não sabe o quanto eu desejo.
Não é só saudade do teu corpo perto.
É da paz que mora no teu abraço inteiro.
O mundo pesa quando você não está.
O tempo anda torto, demora a passar.
Meu peito chama o teu nome em silêncio.
É desejo vestido de sentimento.
Eu queria agora me perder em você.
Descansar meu caos no teu calor.
Se teus braços soubessem o poder.
Que têm de acalmar meu amor.
Não é carência, é conexão.
É alma pedindo abrigo.
Teu abraço é direção.
É onde eu me sinto vivo.
Fecho os olhos e te imagino aqui.
Teu cheiro quebrando minha resistência.
Entre querer e não poder ir.
Eu luto com a distância.
Se você soubesse o quanto faz falta.
Talvez sentisse esse chamado também.
Não é só vontade que me assalta.
É amor querendo ficar além.
Eu queria agora me perder em você.
Descansar meu caos no teu calor.
Se teus braços soubessem o poder.
Que têm de acalantar meu amor.
"Arma Letal do Eu Interior"
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha –
é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende;
quando nos admiramos, criamos uma força, uma coragem maior
para enfrentar a vida – e essa chama é fogo que não consome, mas ilumina o caminho.
É a flecha certeira que alcança o coração da autocrítica falsa,
o escudo que repele palavras que não nos pertencem;
não busca derrubar ninguém, mas erguer o que foi abalado,
pois a verdadeira potência está em construir, não em destruir.
Essa é minha arma letal – feita de ternura e determinação,
que transforma sombras em luz e silêncios em cantos!
Eu tenho tanto medo de perder você, 100%, que dói, e aí eu me desespero, eu não sei como te fazer me ouvir, eu já fiz tudo ao nosso redor, mas você não me escuta, nem como fonte nem como eros, e eu quero tanto curar seu coração, quero tanto te fazer ver que eu estou aqui, que eu sou real, ver que você merece alguém real, amor real, que se preocupa, cuida, que mal deixa vc atravessar a rua sozinha, que ruge como um leão para O mundo respeitar você, meu amor é gritante eu sei, mas não é por mal, se você soubesse quem é, entenderia o por que eu sou tão tormento para ti, lembre quem é e eu prometo que permito que vá para onde quiser ir, ou fico ou vou pra sempre.
Diana, deusa lunar.
Em sintonia com o universo, como um. Nesse momento, ganho uma pequena liberdade. Eu movo o universo comigo. Por um breve momento, me torno o Maestro da orquestra da existência (Lavoratti)
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