E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
"Desculpa, mas dessa vez não dá!"
"Desculpa, mas dessa vez não posso!"
"Desculpa, te deixar de fora dessa!"
E assim a gente se perdeu e não se encontrou mais.
Uma hora cansa ser deixada de fora de tudo, sempre!
Cansa ter que entender os motivos de ser deixada de lado em todas as oportunidades de ser incluída em algo.
Em vez de nutrir ódio, componha uma ode à vida. Por exemplo, celebrando a vida com gratidão, podemos transformar nosso mundo em uma oração.
E egoísmo ser feliz?
Toda vez que fico feliz, bate a consciência pesada. Fico pensando no quanto o mundo está horrível, lembro do maltrato os animais, criança, mulheres, LGBTs, etc, a ebulição global, a podridão dos oceanos, as queimas, a seca, a fome, as pessoas doentes ou que perderam um ente querido, pessoas desabrigadas, entre outros. E fico pensando "como posso ser tão egoísta e sorrir enquanto muitas vidas ( inclusive a do planeta) estão em risco?
Dois elementos devem ser erradicados de uma vez por todas: o medo do sofrimento futuro e a lembrança do sofrimento passado.
Em vez de apagar incêndios, acenda a sua própria chama e ilumine o caminho à frente. Pavimente a sua jornada rumo às realizações que deseja alcançar com determinação e entusiasmo.
Em vez de murmurares, canta
Um hino de louvor a Deus
Jesus quer te dar vida santa
Qual noiva levar-te pra os céus
Festa sem fim
Te vejo outra vez
Talvez
Quero estar com você
Ela chega e diz
Você é show e me faz muito bem!
Eu quero o seu melhor
E o meu também!
Você sempre teve um forte senso de justiça. Será que, desta vez, esse senso de justiça está mostrando seu lado sombrio?
Me parece que dessa vez irá dar certo, muitos obstáculos e problemas para mim não fazer esse plano. vou ignorar tudo e foda-se, dessa vez viro a chave e ninguém vai entender nada!
É preciso uma dose extra de coragem para sonhar em se tornar uma nova versão de si mesmo, em vez de se conformar com o que outras pessoas desejam que você seja.
Setembro Amarelo: A Superficialidade da Conscientização
Toda vez que setembro chega, somos inundados por uma enxurrada de mensagens e posts nas redes sociais sobre o setembro Amarelo. A conscientização sobre a saúde mental tornou-se uma tendência anual, com milhões de pessoas compartilhando mensagens e fitas amarelas em nome da solidariedade. No entanto, é difícil ignorar a hipocrisia que permeia essa efusiva demonstração de apoio.
Sim, tanta gente fala sobre o setembro Amarelo, mas quantos realmente se importam com a dor do vizinho que está ao lado? A verdade é que a maioria dessas mensagens e ações de conscientização se limita a uma superfície brilhante, sem profundidade ou substância real.
Além disso, o setembro Amarelo muitas vezes esconde a falta de investimento real em serviços de saúde mental. Os sistemas de saúde estão subfinanciados e sobrecarregados, deixando aqueles que precisam de ajuda enfrentando longas filas de espera e recursos limitados. É fácil para as autoridades e instituições apoiarem a conscientização, mas a alocação de recursos suficientes para atender às necessidades daqueles em sofrimento é frequentemente negligenciada, um abraço aos nossos políticos hipócritas!
A superficialidade da conscientização no setembro amarelo é um reflexo da nossa sociedade que prioriza a imagem sobre a ação real, o compartilhamento de mensagens sobre a empatia genuína e a retórica vazia sobre a mudança substantiva. Para verdadeiramente honrar o setembro Amarelo, devemos ir além das palavras vazias e nos comprometer com ações significativas em apoio àqueles que enfrentam desafios de saúde mental todos os dias, não apenas durante um mês do ano.
"O Sonho Adiado da Juventude Brasileira"
Era uma vez uma geração, nossa geração, que trazia consigo sonhos e diplomas. Nosso país vivia tempos diferentes, e a promessa era de que estudando e se esforçando, alcançaríamos tudo o que desejássemos. Éramos os herdeiros de uma nação que crescia, que via o futuro com otimismo.
Mas, ao olharmos para trás, para as décadas de 70 e 80, vemos um contraste marcante. Naquela época, muitos não completavam nem o ensino médio, mas conseguiam conquistar terrenos, lotear e erguer suas próprias casas. Os preços dos imóveis eram gentis com os bolsos daqueles que ousavam sonhar com o teto próprio. E os anos 90 trouxeram a estabilidade do Plano Real, um período em que a prosperidade econômica era palpável. Carros, viagens, imóveis – esses eram sonhos que podiam ser realizados.
Hoje, nossa geração se encontra diante de um cenário tão diferente que parece ter saído de uma realidade paralela. Os preços dos imóveis dispararam, transformando o sonho da casa própria em algo quase inalcançável. O aluguel, esse compromisso que consome boa parte do nosso suado salário, tornou-se um fardo que nos força a fazer malabarismos financeiros para sobreviver.
Somos uma geração notável por nossa qualificação profissional. Graduações, pós-graduações, mestrados e mais, acumulamos diplomas como troféus de uma batalha árdua. No entanto, o mercado de trabalho não corresponde às nossas expectativas. Salários insuficientes, empregos subvalorizados e uma competição feroz são a realidade.
Os dados são claros: enquanto nossa geração é a mais educada da história, os salários médios não acompanham essa conquista. Estamos sendo pressionados a trabalhar mais e a nos adaptar a um mundo em constante mutação, mas a recompensa não condiz com o esforço.
E, para piorar, a incerteza quanto à aposentadoria nos ronda. O sistema previdenciário enfrenta desafios enormes, e a perspectiva de uma aposentadoria tranquila se afasta a passos largos.
O que é mais doloroso é ver muitos de nossos colegas, igualmente diplomados e talentosos, se sujeitarem a empregos muito inferiores por falta de oportunidades e espaço no mercado de trabalho. O mercado parece querer explorar nossa mão de obra, oferecendo salários inadequados e empregos escravistas.
Nossa história é uma crônica de desafios e sonhos adiados. Somos uma geração que carrega a esperança de que as mudanças são possíveis, que políticas públicas podem ser reformadas e que o futuro pode ser mais promissor para os jovens brasileiros. Nosso caminho é difícil, mas é um caminho de luta, de resistência e, acima de tudo, de esperança. Que possamos um dia contar uma nova crônica, uma crônica de sonhos realizados e de um Brasil mais justo para as gerações que virão.
O único caminho para fazermos a vontade de Deus, em vez da nossa, é através do fluxo contínuo de santidade proveniente do nosso relacionamento com o Espírito Santo, que nos conduz a andar em novidade de vida a todo momento.
"Destruído pelo amor"
Se o amor cura...
Por quê na minha vez ele me destruiu?
Te amei de uma forma tão pura,
E você simplesmente fingiu que não viu.
E isso doeu demais no meu coração,
Acabou com o brilho que eu tinha,
Já não consigo ser o mesmo João.
E tudo que penso, é que a culpa foi minha...
Por não ter lutado mais por nós,
Por não ter ido atrás de você.
E isso é como uma voz...
Uma voz na minha cabeça que não me deixa esquecer.
Mesmo estando longe, eu queria que tivesse dado certo.
Pois só com você eu soube o que é amar!
Estávamos tão longe, mas ao mesmo tempo tão perto...
Só que infelizmente nunca pude te abraçar.
Você foi única na minha vida!
Com seu jeito meigo e doce,
Você me fazia sentir especial, como ninguém fez ainda...
E tudo que eu sempre quis, foi está com você!
Infelizmente as coisas nem sempre são como gostaríamos ... Que pena!
E hoje você está vivendo sua vida sem mim.
E tudo que eu desejo; é que você seja feliz minha pequena...
Pois infelizmente nossa história chegou ao fim.
Quem faz o bem uma vez, jamais esquece o júbilo que sua alma experimentou, e por isso sempre retorna a praticar o amor.
Tem lições, que requerem tempo;
Que você vai aprendendo de tanto errar,
E custam dores, e ás vezes algumas lágrimas,
Não tem outro jeito, tem que vivê-las, tem que senti-las;
Com o tempo você aprende.
Aprende que não deve correr atrás de ninguém,
porque quem quer vem até você;
Que dar mais do que recebe, em todos os casos é
uma tremenda burrice, e nunca tem troco!
Que quem quer ir embora vai, nada pode impedir;
E que você também pode ir, a hora que quiser,
Não porque somos seres livres,
Não!
Mas porque estamos presos,
Mas não estamos amarrados.
BPlus size ✨
Um nó na garganta só de imaginar sua respiração perto da minha consegui uma vez e fiquei com o olhar fixo na sua boca um nó na garganta estranho como se fosse algo que faltasse eu sentir, e por falar em sentimentos
Fico medindo palavras para não perceber que bem mais que desejo é essa falta de você te quero ✨
Solidão
Sinto me sozinha...
Até gosto da solidão, de vez em quando, na verdade, todos nós gostamos da solidão, mas só de vez em quando.
A pior solidão é quando temos companhia (s), e mesmo assim nos sentimos sozinhos. 😢
Aaahhh...uma boa conversa, troca de olhares carinhosos, carinhos...como é bom!
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