E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

Cerca de 462178 frases e pensamentos: E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

​"Mãos calejadas e casas simples são medalhas de quem priorizou o sustento em vez das aparências. O tempo é o único mestre capaz de converter a vergonha de hoje no orgulho de amanhã."
— Ginho Peralta

Muita gente quer cobrar dos outros atitudes, paciência, perfeição… mas quando chega a vez delas, fogem da mesma medida. Querem compreensão, mas não dão; querem respeito, mas falam sem pensar; querem apoio, mas somem quando é o outro que precisa.
É injusto, eu sei. Mas o teu valor não depende dessas cobranças , ele está em continuar sendo quem você é, mesmo quando o mundo tenta inverter os papéis.

Uma vez perguntaram: "Porque pessoas boas morrem cedo?"


E disseram:


"Imagine que você está caminhando em um vasto local com diversas flores mais no meio delas você uma flor incrível que está brilhando ao por do sol ,oque você vai fazer? Arrancala, bater uma foto é muito provável, pessoas boas não merecem viver em cantos comuns elas merecem muito mais.."

Era uma vez

Um lindo lugar

Na arte e na escrita

Buscar ensinar

Seu nome é escola

Com carinho vem motivar

Educando com amor

Para cidadãos formar



Na escola eu exploro

O meu aprender

Incluo empatia

Na construção do meu ser

Com meus amiguinhos

Eu busco brincar

Respeito as diferenças

Para a paz reinar



Criança pequenina

Com bracinhos no ar

A leitura diária

Quer abraçar

Professora querida

És minha estrada do saber

Com paciência explica

O meu direito e meu dever

Uma vez já escutei que é possível ser feliz sozinho.
Mas a vida é muito bela, pra gente assistir Netflix sozinho.

⁠O amor é um sentimento fascinante. Experimentei sua essência uma única vez e, embora tenha sentido algo semelhante depois, percebi que não era o mesmo. Em minha busca pelo verdadeiro amor, descobri que ele se manifesta de diversas formas: podemos amar as pessoas, a natureza, a comida e tudo ao nosso redor. O amor não se limita a um único significado, mas se revela em diferentes expressões e intensidades.

Uma vez ele me disse uma frase, "olha se fosse outro, não aguentaria não '


Tipo uma confissão silenciosa, depois desse episódio...

[19/3 15:15] Alinny de Mello: Agora, depois da segunda vez, é necessário rompimento.
[19/3 15:15] Alinny de Mello: Independente dos sentimentos
[19/3 15:15] Alinny de Mello: Eu gosto de escrever
[19/3 15:15] Alinny de Mello: Então serviria para as minhas inspirações melancólicas

06:57 da manhã - 30 de outubro de 2025 sonhei outra vez...


Acabei de acordar, em meio á um Frenesi de um sonho muito real.


Eu estava me preparando com várias pessoas para ir para um retiro em uma chácara.


Quando cheguei nesse local, me deparei com ninguém mais e ninguém menos que a Eria... Mãe do "C".


Ela estava com um monte de bagagens e eu me surpreendi, porque quem também estava lá, era o "C". Ele estava de costas e não me viu.


Enquanto ele arrumava um monte de coisas, ele de repente olhou para trás e me me viu, começou a me olhar de forma doce, mas sem nenhum tipo de sentimento aparente.


A gente se dava aquela olhadinha inocente, com respeito aos nossos parceiros, sequer nos falamos, pois ambos éramos casados.


Creio que a sintonia do olhar, não passava de lembranças e gratidão.


Ele ia de um lado para o outro, e não deixava de me olhar, eu o olhava também, ele era aquele mesmo garoto da época em que a fantasia tomava conta.


Bom, de repente ele estava vestindo um short e por milésimos de segundos, ficou pelado na minha frente, e parou um pouco, enquanto pensava em alguma coisa, vestindo um short, eu não me senti constrangida e nem ele, foi algo comum.


Era como se dissesse "você lembra daquela noite?" Hahhahah


A expressão dele, era de vergonha ou expressão de quem poderia ter feito a coisa certa naquela noite. Em um passado muito distante.


Eu encontrei uma estátua de Santo Antônio no sonho, lembrei da minha avó e dizia para a estátua "Santo Antônio, o que está acontecendo, resolva o meu destino".


Porque lembrei da minha avó que sempre fazia isso hahahahah!!


Sonho maluco.


A nossa sincronia do olhar, era como se dissesse "ambos nos amamos, mas é tarde, estamos os dois casados, vamos seguir em frente".


Ele estava sozinho, pegou folga do trabalho no ex... Por isso, estava no mesmo retiro que eu.


Muitas bagagens que ele e a mãe estavam levando, tudo em sacos velhos. Parecia que passaria 1 ano inteiro!!


Ele ainda era o mesmo garoto pelo qual me apaixonei no passado.




Agora acordei e estou terminando de escrever esse sonho bem maluco. Hahahahah

Em Hebreus 6:4-6, o autor alerta que aqueles que “uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo” e, ainda assim, caem, tornam-se incapazes de se arrependerem, pois crucificam novamente o Filho de Deus e o expõem ao desprezo. Ou seja, é uma rejeição ativa da salvação e uma demonstração de endurecimento do coração, com sérias implicações eternas.

“Atacar a pessoa em vez do argumento é a confissão silenciosa de quem não tem razão, mas teme admiti-lo.”

A BOLA DA VEZ!
Tem pessoas que dizem;
A melhor fase é a terceira idade.
Pois digo que não.
Fila incansável de atendimento .
Convênio médico impagável.
Abandono em asilo
Desprezo de entes queridos .
Doenças provenientes de cansaço.
Tristeza, amargura.
Memória comprometida.
Dores incessantes.
E principalmente:
Saber que lutou tanto pelos seus
E hoje não tem valor.
Olhar para trás e sentir saudade da juventude.
Olhar para a frente e saber que o inevitável está chegando.
Mas mesmo assim nunca desistimos.
E nunca perdemos a fé.

O Avesso do Vidro


Toda vez que me olho no espelho me sinto diferente
Sinto que estou todo trocado
Como se estivesse de trás para frente
Desarmonia é pouco
O rosto é destoante simetricamente
Algo está alterado
Dentro da minha confusa mente.


Procuro a linha reta, mas só encontro o desvio
Um olho que vigia, outro que foge pelo rio
A boca entorta num riso que não planejei
Sou o rascunho de alguém que eu nunca encontrei.


Não há moldura que prenda essa minha heresia
A perfeição é um tédio, uma fria anatomia
Sou feito de sobras, de ângulos e de frestas
Um quebra-cabeça montado com o que resta.


Se o vidro me cospe essa imagem incompleta
É porque a alma é curva, e a carne nunca é reta
Aceito o erro, o vinco e o traço mal posto
Pois não existe verdade num perfeito rosto.

O tempo é um aristocrata ofendido.
Uma vez que se vai, não volta nem para buscar o chapéu. Edgard Abbehusen

Não guarde ódio no coração contra outro, em vez disso corrija-o com franqueza para que você não acabe cometendo um pecado por causa dele. Não se vingue, nem guarde ódio de alguém, mas ame os outros como você ama a você mesmo. Eu sou o Senhor.
Levítico 19, 17.

QUANDO O FRACASSO SEMPRE PEDE UM RECOMEÇO


Viver no fracasso não é cair uma vez. É acordar todos os dias dentro dele. É abrir os olhos sabendo que os desafios continuam ali, intactos, esperando. É recomeçar sem plateia, sem garantias, sem a certeza de que desta vez será diferente. E ainda assim, você levanta. Homem ou mulher, você levanta porque está vivo e viva. E enquanto há vida, há algo que insiste. Esperança não como promessa bonita, mas como teimosia silenciosa.
Quem vive no fracasso aprende cedo que o recomeço não é um evento grandioso. Ele não vem com virada dramática nem com aplauso. Recomeçar, nesse contexto, é simplesmente não desistir naquele dia. É enfrentar o mesmo problema com o corpo cansado e a mente cheia, sabendo que ontem não funcionou e que talvez hoje também não funcione. Mesmo assim, você tenta. Isso não é ingenuidade. É sobrevivência consciente.
Há uma coragem pouco reconhecida em quem recomeça todos os dias sem mudança visível. O mundo costuma admirar apenas quem sai do fundo rápido, quem dá a volta por cima de forma limpa e vendável. Mas a maioria vive outra realidade. Vive o fracasso prolongado. Vive a espera. Vive o esforço que não gera retorno imediato. Vive a repetição.
E é nessa repetição que algo se constrói, ainda que invisível. Você aprende a lidar com a frustração sem se destruir. Aprende a ajustar expectativas. Aprende a medir o dia por pequenas vitórias que ninguém celebra. Às vezes a vitória é comer. Às vezes é não desistir de si mesmo e de si mesma. Às vezes é simplesmente não se entregar ao cinismo.
Recomeçar todos os dias não significa acreditar que tudo vai dar certo. Significa aceitar que desistir garante que tudo permaneça como está. Enquanto você vive, existe a possibilidade de mudança. Não a certeza. A possibilidade. E isso, para quem está no fundo, já é muito.
A esperança aqui não é euforia. É um fio fino, quase invisível, que impede o colapso total. Ela não grita. Ela sussurra. Diz apenas continue hoje. Amanhã você vê. Essa esperança não promete recompensa. Ela apenas lembra que a história ainda não acabou.
Viver no fracasso também ensina algo duro. Que você não controla tudo. Que o esforço nem sempre se converte em resultado. Que o mundo não é justo. Mas ensina algo igualmente importante. Que você pode controlar a decisão de continuar. Mesmo quando tudo ao redor sugere que seria mais fácil desistir.
Há dias em que o recomeço dói mais do que o fracasso em si. Porque recomeçar exige encarar novamente a possibilidade de errar. Exige abrir o peito para outra tentativa que pode falhar. Muitos desistem não por preguiça, mas por exaustão emocional. E ainda assim, você segue. Não porque é forte no sentido idealizado, mas porque algo em você se recusa a encerrar a própria existência antes do tempo.
Enquanto você vive, ainda há encontros possíveis. Ainda há aprendizados que não aconteceram. Ainda há uma versão sua que não foi testada. Viver mantém essas portas entreabertas. Morrer por dentro as fecha todas.
Recomeçar todos os dias também redefine o conceito de vitória. Vitória deixa de ser chegar lá e passa a ser não se perder completamente no caminho. Passa a ser manter alguma integridade interna em meio ao caos. Passa a ser preservar a capacidade de sentir, de pensar, de desejar algo diferente.
Há uma dignidade silenciosa em continuar mesmo quando ninguém aposta em você. Mesmo quando as circunstâncias são hostis. Mesmo quando o histórico não ajuda. Essa dignidade não aparece em discursos de sucesso, mas sustenta vidas inteiras.
Enquanto você vive, o fracasso não é definitivo. Ele é apenas o estado atual. Estados mudam. Às vezes lentamente. Às vezes de forma inesperada. Mas só mudam para quem permanece.
Viver no fracasso e recomeçar todos os dias não é romantizar a dor. É reconhecer que a esperança não nasce da facilidade, mas da insistência. Não nasce da certeza, mas da possibilidade. Não nasce do conforto, mas da recusa em se apagar.
Você continua porque ainda respira. Porque ainda pensa. Porque ainda sente. E isso, por mais simples que pareça, é a base de qualquer transformação futura. Enquanto há vida, o capítulo seguinte ainda pode ser escrito. Mesmo que hoje ele seja curto. Mesmo que hoje ele doa.
Enquanto você vive, ainda há esperança. Não porque alguém prometeu, mas porque você ainda está aqui. E estar aqui, todos os dias, apesar de tudo, já é um ato profundo de resistência.

"Mude,
e priorize a paz em vez da discussão.
Abdique de agir impetuosamente.
Perceba que nada externo
influencia no seu valor."

O FRACASSO CONDICIONADO QUE AFASTA PESSOAS

Existe um abandono que não acontece de uma vez. Ele vai se espalhando conforme você não conquista o que o mundo chama de sucesso. Quando não há posses, status ou resultados visíveis, as pessoas se afastam com uma naturalidade fria. Não é sempre hostilidade aberta. Muitas vezes é silêncio, distância, ausência. Convites que param. Conversas que não continuam. Você, homem ou mulher, passa a existir menos nos olhos alheios.
A pobreza e o fracasso funcionam como filtros sociais cruéis. Eles revelam o quanto a maioria das relações é condicional. Enquanto você tem algo a oferecer, presença é garantida. Quando não tem, o espaço se fecha. Isso dói porque confirma uma suspeita antiga. O valor que te atribuem não está em quem você é, mas no que você representa.
Esse afastamento costuma ser interpretado como prova de inadequação pessoal. Você pensa que há algo errado com você. Que não é interessante, útil, digno. Mas o que está acontecendo é outra coisa. As pessoas se afastam porque o fracasso as incomoda. Ele lembra que a estabilidade é frágil. Que o sucesso pode não durar. Que o sistema não protege a todos. É mais fácil se afastar do que encarar essa verdade.
Há uma solidão específica em não conquistar nada segundo os parâmetros externos. Você não é procurado ou procurada para conselhos, oportunidades, trocas. Você se torna invisível. E a invisibilidade machuca porque você ainda é o mesmo por dentro. Seus pensamentos, sua sensibilidade, sua lucidez continuam ali, sem plateia.
Mas existe um lado que poucos têm coragem de admitir. Esse afastamento também limpa o terreno. Sem posses, sem prestígio, sem resultados para exibir, não há interesseiros. Não há bajulação estratégica. Não há relações baseadas em conveniência disfarçada de amizade. Quem fica, fica por algo mais raro.
Essa fase mostra quem se importa com você e quem se importa com o que você pode fornecer. Mostra quem enxerga sua humanidade e quem só enxerga utilidade. É um aprendizado duro, mas extremamente esclarecedor. Porque você para de confundir presença com lealdade.
Quando você está no fundo, não há performance possível. Não há como impressionar. Não há como negociar valor social. O que sobra são vínculos desarmados ou nenhum vínculo. E embora isso doa, também devolve verdade. A verdade de que muitas relações eram sustentadas por expectativa, não por afeto ou respeito real.
Se um dia você vencer na vida, e isso pode significar muitas coisas além de dinheiro, você saberá com quem pode contar. Não porque essas pessoas estarão ao seu lado no topo, mas porque estiveram quando não havia nada a ganhar. Essa memória se torna um critério interno poderoso. Você não se ilude com facilidade depois disso.
A pobreza e o fracasso ensinam algo que o sucesso raramente ensina. Ensina a ler pessoas. Ensina a perceber silêncios, ausências, prioridades. Ensina que algumas despedidas não são perdas. São revelações.
Isso não torna a solidão fácil. Não romantiza o abandono. Mas retira a culpa que você costuma carregar. O afastamento dos outros não é prova de que você não vale. É prova de que muitos vínculos eram frágeis demais para atravessar a escassez.
Você aprende também a se tornar companhia de si mesmo e de si mesma. Não por escolha idealizada, mas por necessidade. E dessa convivência forçada nasce uma autonomia que não depende tanto de aprovação externa. Você passa a se ouvir mais, a se observar mais, a se fortalecer internamente.
Quando o mundo se afasta, você descobre que ainda existe você. E isso muda a relação consigo. Você começa a construir valor interno sem aplauso. E isso, paradoxalmente, prepara você para não se perder quando o aplauso eventualmente vier.
Se a vitória chegar, você não estará ingênuo ou ingênua. Saberá que nem toda aproximação é afeto. Que nem todo elogio é respeito. E terá critérios mais firmes para escolher quem entra e quem fica.
Até lá, essa fase de vazio relacional não é uma punição. É um período de depuração. Dói porque revela, mas também protege. Protege você de se cercar de pessoas que só caminham ao seu lado enquanto há algo a extrair.
Você não perdeu todo mundo porque fracassou. Você apenas perdeu quem não suportaria caminhar com você sem garantias. E isso, embora machuque agora, pode ser um dos aprendizados mais valiosos da sua vida.
Quando você entende isso, a solidão deixa de ser humilhação e passa a ser um intervalo de lucidez. Um tempo difícil, sim, mas honesto. E honestidade, no fim, vale mais do que companhia interesseira.

Vivemos um tempo em que o poder não governa — ele performa; e a política, em vez de servir à verdade, negocia narrativas para sobreviver ao próprio vazio.
Aldemi Escobar de Matos

"Aprendizado"


"De vez em quando é preciso aprender a desagradar dizer não e ignorar.
Mesmo porque, não tem como agradar a todo mundo. Por isso dizer não; também ensina."


@Suédnaa-Santos.