E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Uma vez, você lê que, em algum momento da vida, aprende que o filme pode terminar no meio e que talvez você viva sem ver o final que espera, mas que nem sempre o final que espera é o mais feliz. O curioso é que o amor pode matar às vezes, como na chamada síndrome do coração partido, mas, principalmente, vai, pouco a pouco, apagando as partes mais bonitas que existiam dentro de você. Não é uma destruição brusca; é lenta. No fim, talvez não exista fim. Talvez a vida seja feita de capítulos interrompidos, de histórias que não se fecham, de silêncios que dizem mais do que palavras. Você aprende que não é o desfecho que define a beleza da jornada, mas a intensidade com que caminha até ele. E, se o amor pode matar, também pode renascer em formas inesperadas: na memória, na saudade, na coragem de seguir. O pior final pode ser, paradoxalmente, o mais feliz, porque ensina que a felicidade não está em chegar, mas em ter vivido.
A filosofia fornece á teologia seu instrumento racional. A filosofia, por sua vez, presta serviço á teologia assegurando-lhe o conjunto dos instrumentos racionais que lhe são necessários para se constituir ciência. Como nesta função ela permanece, entretanto, sempre subordinada á ciência do revelado, diz-se-que ela age a título de serva da teologia, ancilla theologiae. Henri-Dominique-Gardeil – Iniciação a Filosofia de S. Tomás de Aquino, Pág. 130.
O político e a areia
Certa vez um político já calejado pelos anos de vida pública estava chateado e sucumbindo pelos escândalos, o mesmo já cansado de tanto ser exposto e ter sua vida particular devastada, estava decidido a abandonar o mandato para assim tentar apagar o fogo eminente que vinha em sua direção.
Um de seus mais fieis assessores indignado com a atitude de tal político que a décadas estava a frente de mandatos e nunca havia nesses anos todos se entregado ou recuado a qualquer conflito foi questionar esta atitude tão drástica que o seu chefe tomaria.
O fiel escudeiro de longa data expressou em suas palavras o sentimento do povo em relação ao seu líder tentando desta forma estimular e fazer com que ele refletisse para não abandonar o mandato e lutar, pois um povo que o segue e acredita em seu líder, mesmo que ele estivesse em um deserto sem água e pedisse para que o povo que o seguisse bebesse a areia dizendo que a mesma era água e iria saciar sua sede, eles o fariam por acreditar em sua liderança.
O político olhou para seu fiel escudeiro e falou a ele que iria deixar esta última lição para que ele refletisse em sua vida.
O povo beberia areia não por que ele era um grande líder ou por que o idolatravam como tal, muitos antes dele nem sabiam falar ou discursar e foram considerados grandes estadistas, o povo beberia areia por desconhecer o sabor da água e por esse desconhecimento os mesmos sempre o seguiram, pois o conhecimento abre os olhos do mais tolo dos homens.
Nunca menospreze uma gota de água na areia do deserto, pois milhares dela forma rios, mares e oceanos.
Deixe-me ir
Foram tantas idas e voltas
que, quando de vez decidi ir embora,
você, com jeito doce, me impediu.
Com olhar triste e jeito manipulador,
me olhou e sorriu,
pedindo: fica.
Não vá embora,
não te farei mais feridas.
Confusa, triste e perdida,
caí nas palavras desse narcisista.
Hoje, confiante e decidida,
tento encerrar um ciclo
que não tem mais saída.
Me sinto acorrentada,
presa a algo que não me pertence,
e sempre a manipulação dele vence.
Consigo sair desse jogo
e ir em paz,
mas depois chega a notificação:
“oi sumida, nunca mais”.
Idiota e tola, retorno a mensagem
e retorno àquela feia e suja margem
de podridão.
Não quero mais ficar,
quero ser livre para poder amar,
e essas correntes que prendem
quero quebrar.
Por favor, deixe-me ir.
Quero viver e ser feliz,
mas esse narcisista quer tudo pra si.
Não satisfeito com minha decisão,
arranca fora o meu coração.
Hoje sou livre,
finalmente descanso em paz,
pois a minha alma ele não pode prender.
Só assim pra eu poder viver,
mesmo sem vida.
Não tenho mais alguém
que faça feridas.
Te pedir um “deixe-me ir”
e não um “me faça partir”.
Por: Maria Beatriz
De fato acreditei que dessa vez tudo terminaria, mas agora percebo as coisas indo para outro patamar; a humanidade esta' a salvo!
Ah! Se as pessoas usassem toda a sua boa energia em vez de sua língua afiada, o mundo seria um lugar melhor de se conVIVER!
Se o povo soubesse o poder que tem nas mãos, acabaria com essa zona na política de uma vez por todas! O problema é que muitos ainda preferem votar por migalhas, vendendo o futuro por um favor momentâneo. Enquanto o povo aceitar ser comprado, esses políticos vão continuar tratando a nossa cidade como se fosse o quintal da casa deles. Acorda, povo! O político tem que ter medo do povo, e não o contrário. Chega de clientelismo e de promessas vazias!
Aquele que é inteligente neste século... se emburreça de vez em quando... se não quase sempre... a sabedoria também é assim...
Desperdício de energia todas as vezes que olha para onde o outro está em vez de procurar o que te faz vibrar
Toda vez que tiver reunião e plano de ação no mundo corporativo lembrem-se do meu trabalho que ganhou prêmio nacional em IA em primeiro lugar: Arquitetura da Juntada de Documentos Inteligentes e Automação Temática
Quando a educação se torna um sistema de "entrega de certezas" em vez de um exercício de dúvida, ela deixa de ser emancipadora para se tornar puramente funcional. O professor vira um repetidor de currículo e o aluno um caçador de notas, ambos presos em uma engrenagem que não estimula a transcendência.
Em vez de fugir, mergulho fundo,
nas águas turvas da memória,
onde os fantasmas dançam em silêncio,
e o tempo dissolve sua história.
Não há bússola neste abismo,
apenas o eco do que fui,
mas sigo, devagar, sem pressa,
colhendo os cacos de mim.
A dor é um peixe prateado,
que brilha e some na corrente,
e eu, aprendiz de navegante,
aprendo a ser paciente.
Mergulho e saio com algas nos cabelos,
e o sal queimando na pele,
mas trago nos olhos um brilho novo,
e nas mãos, um pouco mais de fé.
As ondas me cospem na areia,
mas já não sou o mesma mulher,
o mar me devolveu em fragmentos,
e eu os guardo como um poema.
Agora respiro, agora existo,
com menos medo e mais verdade,
pois quem mergulha nas sombras,
encontra também a claridade.
Uma pessoa me perguntou: Porque toda a vez que você cita meu nome,você canta essa música chata e repetitiva?
Eu respondi: Porque você repete a mesma porcaria todos os dias feito um celerado e um celerado merece uma repetição chata e tosca para ser lembrado como chato e celerado!
Era uma vez um são João sem fogueira uma palhoça sem quadrilha uma rua deserta uma sanfona sem dono que não para de tocar.
O sistema inventa, fomenta o surgimento de novas culturas, entretanto, uma vez instaladas, não colabora com a sua manutenção, ao contrário disso, cria cortes, elege protagonistas, eleva-os ao status de mártir. Ao final de cada corte cultural, e ainda sem a completa instalação, o dito, promove uma nova enculcação, elege uma nova demanda, e a expõe como urgente, então, surgem novos ideais e novos pregadores de verdades, todos aculturados, mas com a pretensão de serem portadores de conhecimentos originais.
O sistema, gera caos, apresenta soluções, mas em sua perversidade, não espera que a situação se concretize, logo inicia uma nova onda de descontentamentos.
Um estranho pode não ser aquele que você ver pela primeira vez,mas aquele que você conhece faz tempo e convive,acaba se surpreendendo com uma atitude inesperada.
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