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E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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Quando foi a última vez que você tomou banho de chuva sem se preocupar com o celular no bolso, com o cabelo e com o sapato que não podia molhar?

Almas Gêmeas


Era uma vez um peixe
Á procura de uma água!

Um dia já cansado,
Sentou-se,
Numa pedra mágica.

Fechou os olhos
E ouviu o som do mar...
Era uma melodia íntima
Calma e envolvente.

Ele queria abrir os olhos,
Mas primeiro disse:
- Quero ser feliz!
- Quero aprender a sorrir!

Logo sentiu a frescura das gotas dela,
E a cada uma, um beijo de paz.

Deram as mãos no minuto
e uniram o coração!

Ela procurava-o
E ele era saboroso e colorido.

Agora não podem viver um sem o outro!

Foram premiados pela sorte da vida!
Vão fazer amor para sempre!

Publicada por Luísa Ribas em 12:59 AM

Certa vez um Burro, humilde quadrúpede de longas orelhas, encontro-se com o rei dos animais. Muito atrevido, bateu-lhe nas costas, dizendo:

- Como vais companheiro Leão?

- Companheiro?! – rugiu furioso, leão. – Quando foi que te permiti tomares comigo essas liberdades? Não te mordo porque não desejo sujar meus dentes com tão pobre presa.

* Que os Audaciosos Vejam Bem a Quem e Como Cumprimentam, E os Grandes Aprendam a não Dar Importância aos Que Não a Têm.

Amei uma só vez na vida. Eis minha glória pública e minha tragédia íntima.

Fiquei sem inspiração, o que não é difícil, uma vez que tudo de belo é destruído e reina a insignificância .

Tudo mundo que se apaixona pela segunda vez, deveria passar por um psicólogo, para tentar entender tamanha queda pelo idiotismo.

Se ama alguém de verdade, terá que aprender a ceder de vez em quando.Sem esse requisito dificilmente você terá sucesso nos relacionamentos.

Coração Nômade

Uma vez me disseram que todos um dia amam, e isso me atormentou por muito tempo. Não que eu seja a mais seca das rosas, mas eu nunca consegui manter nada. Não que eu seja a garota mais diferente do mundo, porque eu sei que não sou. Uso calça jeans, me preocupo com a minha franja no calor e passo meu tempo pensando em besteiras. Mas é que por dentro, eu sinto algo diferente. Algo que já tentei descrever em milhares de textos e poemas, não consigo. Mas, por você tentarei explicar, mesmo que inutilmente o que sinto agora. Espero que eu não mude de opinião até você leia, as vezes acontece. Já me apaixonei por vários garotos, de todos os tipos, jeitos e defeitos. (defeito deveria ficar em letra maiúscula você não acha?) e nada durou por mais que um ano. Não pense mal de mim, apesar de as vezes eu também achar que não presto eu sei que sou uma boa garota. Se não sou, tento. O problema não é exatamente a intensidade, porque nos primeiros dias eu viro uma típica idiota apaixonada . Daquelas que muda o trajeto da escola, ensaia o que vai dizer e fica vermelha só de pensar. Digamos que o problema seja em manter tudo isso. Quando o que eu quero se torna realidade eu abandono, ou melhor, meu coração me abandona. Eu simplesmente paro de sentir. Então, os defeitos começam a aparecer e quando dou por mim, já não consigo nem olhar. Se era amor? Acho que não. Mas também não sei dizer o que era, porque enquanto habitou em mim, fez festa. E toda festa tem acabar uma hora não tem? Pelo menos a minha acaba sempre. E claro, deixa vestígios. Restos insuficientes para uma nova comemoração mas suficientes para me fazer escrever. É por isso que estou aqui, se é que você me entende. Eles no começo são o meu motivo justamente por eu não ser o deles. Isso não é algo legal de se dizer, acredite foi difícil admitir no começo. Os únicos caras que eu ainda penso, são os que me deixaram antes que tudo acontecesse. Quando digo tudo, você sabe do que eu falo NÉ? Esses foram o que mais me fizeram sofrer, disso não tenho dúvida alguma, mas foram também os que me fizeram ver o outro lado da história. Como é o ficar, e não o ir. Mas isso não interessa agora, também não acredito que meus sentimentos por eles sejam algo parecido com o amor. Acredito que seja vontade de colocar um ponto final em uma frase que parou em vírgula. Infelizmente minhas frases nunca são as últimas do texto. Eu sofro da doença que eu chamo de coração nômade. E estou em busca de um lugar para dormir essa noite. Você sabe de algum?

É a primeira vez que realmente não sei o que esperar do futuro. Os sonhos simplesmente não parecem existir mais, como se não passassem de uma ilusão infantil cega por desejo de felicidade; as expectativas parecem frágeis e covardes, como se um obstáculo fosse o suficiente para causar sua destruição. Minhas expectativas têm medo de existir, e o que eu posso fazer senão aceitar esse fato? Agora somos apenas eu e minha consciência nesse quarto escuro, frio e imóvel. Não vejo portas para sair desse desespero sem enfrentá-lo, mas vejo paredes, e essas são limites invisíveis que existem apenas por existir, sem lógica, não como escudo, e elas refletem o que eu não quero ver em mim mesmo. Agora eu tenho certeza que, embora nos preparemos durante muito tempo para alguma coisa, essa coisa sempre irá nos afetar, é inevitável. E eu estou apenas preso comigo mesmo, sendo obrigado a encarar meus próprios demônios reais e imaginários… tudo por causa de uma ilusão… ainda me pergunto “por quê?”. Por que você desistiu de mim como se eu fosse um objeto defeituoso que pode ser descartado já que se tem milhões? Por que me tirou essa felicidade relativa? Sei que a realidade é essencial, mas você não poderia ter me deixado viver mais um pouco nesse mundo de ilusão? Sei que algumas pessoas se incomodam por viver em utopias, mas por que eu me incomodaria se essa sensação é tão boa? … Por que você me deixou para mim? … Sei que a vida não é algo que você pause ou espere: ela está sempre ocorrendo. E não há meio termo entre continuar e desistir, você simplesmente tem que ser forte para encarar os frutos das próprias sementes que colhe. Eu não sou contra isso… mas talvez não seja pedir demais pedir que você sempre esteja por perto, como em um tempo passado esteve.

Pela primeira vez...

To aki parada... imóvel...
Sem saber o que dizer, o que fazer...

Palavras vem e vão... Não sei o que posso dizer...

Arrasada por palavras de quem amo que são conseqüências de atitudes que não foram tomadas, de escolhas, que estão longe de dizer que estão certas ou erradas...

To com medo de dizer e de não dizer...
De andar e caiii
To com gelo no meus pés que vão passando por cada parte do meu corpo, subindo ate os meus olhos que não congelaram as lagrimas que gota por gota descem pelo meu rosto, me lembrando quanto ta doendo e quanto ainda te amo.

É uma atriz, tão menina, e de vez em quando umas entonações sabidas de balzaquiana, ironias de diva, charme de gatinha.

Uma vez, me disseram para temer o inferno, mas nunca me disseram que para chegar ao paraíso era só estar em sua companhia.

"Só tive medo uma vez na vida, quando me apaixonei..."

Ter ou Viver


Quando abrimos os olhos pela primeira vez, temos apenas nós mesmos, porque na verdade ainda não temos o poder de ter.

Quando os olhos se fecharem pela última vez, sabemos que nada temos, a não ser nós mesmos, porque aí percebemos que não temos o que pensamos ter.

Entramos e saímos da vida com a ilusão de possuir algo, e que quanto mais possuirmos maiores seremos, somente acordamos quando a ilusão de possuir acaba com a perda das coisas aparentemente intermináveis.

Nada possuímos nesta escola chamada vida, mas o não possuir não diminui o ser, pelo contrario, quanto maior for esta consciência melhor seremos.

O ser tem que "ser" acima de querer ter, e o "ser" só se consegue quando este faz de sua vida o "viver", e viver não é apenas existir.

Viver é conhecer o que a vida oferece, tanto tristezas como alegria, tanto cansaço como descanso, tanto a dor como o amor, tanto o inimigo como o amigo, tanto a pobreza como a riqueza, assim como a morte e a vida.

Não deixe a vida te conduzir, antes seja o condutor desta.

Só a vida é verdadeiramente tua, presente maior da criação, e que o importante é "ser".

Não fique na sombra da vida descansando ou esperando os acontecimentos vir ao teu encontro, seja você a luz de tua vida, vivenciando a cada minuto com amor e coragem.

Esta tua existência poderá ser acompanhada de duas coisas; conhecimento adquirido na luta e a amizade pura da pessoas que estiveram presente enquanto lutava.

O mais importante não é "ter" para viver e sim viver para "ser".

De vez em quando, sinestesia e adrenalina merecem andar de mãos dadas. Cores, sabores, sons, cheiros, calor, frio e emoção a 1000 voltz.

Não se culpe se, de vez em quando, você perde tempo com bobagens. São os pequenos prazeres que nos dão os grandes estímulos.
Não existe pecado algum em ser feliz.

O amor rejeitado desperta o ódio, que por sua vez, aplica o castigo a si mesmo.

Vem calar a minha boca

Confesso que a primeira vez que você ficou entre teatro ou aquele restaurante novo japonês, achei bonitinha sua indecisão, ponderando com o indicador no lábio mais superior que o outro. E eu só me controlava pra não perguntar naquela esquininha escura por que não as duas coisas. Ou uma hoje, a outra amanhã ou no máximo terça, que é o tempo que dá pra sobreviver na cidade sem sua melhor orelha de todos os tempos.

A coisa foi ficando chata na locadora de filme. Sou capaz de suportar todos seus defeitos, até o pior deles que é não saber de vez se me quer ou não. Mas nunca preferir um sobre motoristas tunados e endiabrados sabendo que há horas eu tava atrás do último do González Iñárritu. Tudo bem, por que não levamos os dois? Eu pensei. Porque não, pra nós não existe o tempo de dois filmes. Você pensaria, se toda vez eu não sufocasse minhas vontades, todas elas contradizentes com nossas sextas depois das nove. Mas não, não é como se fôssemos um par - concordantes em gênero de filme e grau de envolvimento - e não só mais um par de botas batidas desfilando juntos por aí sem realmente estar juntos por aí.

Começou errado, eu querendo alguém pra me ajudar a decidir entre cor-de-rosa e marfim e você procurando uma distração para sextas-feiras geladas, onde quem acabava a noite com dor na garganta era eu, sempre me despedindo em esquininhas escuras sem pódio de chegada, mas com o eterno retorno do seu bom e velho monólogo - "tenho um plano: vamos parar de planejar as coisas um pouco, por agora". Fala favorita do seu personagem em seu papel principal nessa história escrita à lápis, porque amanhã você sabe, passo uma borracha em tudo.

Custa quanto sair um pouco dessa fase "tudo-pelo-social" com o emprego novo na revista? Não ando muito a fim de calçar sapato, ouvir da capa da Playboy, da taxa selic, da taxa de colesterol, das piadas escrotas de seus amigos escrotos sobre o braço gordo da nova estagiária do xerox. Minha grande esperança é ver você cuspindo "não quero sair de turma, prefiro nós dois" e aí vestir aquele seu chapelão molenga e francês, na sua casa, me falando sobre cada apelido dos seus utensílios de cozinha, e me fazer rir, não porque tudo é engraçado, mas porque tudo fica engraçado quando você aprende novos truques na cozinha, no corredor ou no chão da sala.

Mas eu não posso reclamar. É, não posso reclamar. Mas eu queria reclamar, conversar, entender, decidir. Ou então gritar, berrar, rugir, enlouquecer até você verbalizar uma improbabilidade tal como "garota, cala essa boca lotada de marimbondos e pequenas palavras mal escolhidas e vê se escuta isso: eu amo você demais". Como fazem nas histórias da locadora que não temos paciência de assistir, porque no fim a gente fica sabendo que assim como amar, ser amado também é uma coisa que se aprende. E hoje, isso de amor é muito blá.

Cansei de caçar seus verbos soltos, escudos de quem acha que tem o gênio indomável sabendo que não passa de um daqueles que enguiçam a raça humana. Se quiser vir, que seja sem esse egoísmo tão "século-vinte-um" de trilhar caminhos pela metade, escapar pelos canteiros e me deixar falando pelos cantos. Se for pra calar minha boca, vem. Se for pra reescrever minha vida, vem. Mas que seja à caneta.

Alguém uma vez disse que a morte não é a maior perda na vida. A maior perda é o que morre dentro de nós quando ainda estamos vivos. Poderia te dizer quem disse isso, mas quem se importa?

"É a 1ª vez que choro por um homem e te garanto que será a última. Vou arrancá-lo de meu coração ainda que para isso tenha que mergulhar no inferno. Depois, ele me pagará. Ninguém despreza Esmeralda."