Duvidar
Talvez o meu maior pecado é duvidar de algumas coisas, mas quando penso em crer em tudo, fico duvidando de mim mesmo. Sendo assim, resolvi crer no que considero essencial.
Não acredito em tudo que vejo, ouço e leio, para evitar de duvidar daquilo que considero como causa principal e essencial à vida…
A INCERTEZA É SABEDORIA
Achar ter a certeza de algo é o maior erro do insensato e duvidar do que parece certo é a sabedoria do sábio, pois as engrenagens do universo funcionam no mais perfeito estado, mas os projetos do homem está destinado a ser frustrado.
Eu vi uma criança emanando sabedoria e vi um ancião mergulhado na loucura, pois a criança não tinha certeza do que dizia, mas ancião queria a razão como numa ditadura, ai do homem que se firma nessa estrutura, o seu fim será desgosto e amargura.
Estar bem é nunca duvidar da voz do pensamento compartilhado com as pessoas que aparentemente estão distantes mas sempre presentes.
Não é dificuldades que encontramos em cada luta ou provações que nos fazem ficar tristes ou duvidar de algumas coisas. Sim, está em aceitarmos realmente que Jesus é a verdade que liberta quando o buscamos conhecer de todo coração.
E neste processo de buscar, se entregar e conhecer. Causa certos tipos de desconforto porque estamos matando a nossa carne e vontades a medida que se aproximamos de Deus.
Apesar dos meus quereres, minha razão sempre tem mais razão. Bom viver, querer, rever, duvidar, desafiar, acreditar, e no fim ilusório do resultado, perceber que voltei ao princípio de tudo aquilo que formou minha opinião, mas que por um instante acreditei na possibilidade de tudo ter mudado.
A tolice do homem é achar que todo homem é tolo, é duvidar da capacidade do outro, nem todo burro é burro muitos se fazem e essa é a hora que descobrirmos quem foi o verdadeiro inteligente.
Senhor.
Abre o meu coração para não duvidar de Ti.
Entra na minha vida e tira tudo que não Te agrada.!
Ensina-me a ser como Tu.....
Para estar e andar sempre na Tua presença.
Dá-me força para vencer as tentanções!!
Quero ter fé para suportar as dificuldades.
Renova-me em cada manhã e purifica o meu coração.!!
Se um dia deveras amei meus talentos, de minha própria consciência posso duvidar, pois já não tenho a mesma sanidade e tempo, de que antes tive a chance de desfrutar
Duvidar da minha capacidade eu até entendo. Mas duvidar da capacidade de Deus usar a minha vida, isso eu não entendo!
Quando um espelho começa a duvidar de sua própria imagem ocorre uma transmutação. Ele deixa de ser um objeto e se torna um ser onisciente. Então só reflete aquilo que lhe apetece.
O tempo são os quatro elementos primordiais: terra, água, fogo e ar. Ele se camufla conforme as estações. O tempo é como um livro, sujeito a várias interpretações conforme o tempo histórico e onírico.
Um rio sonha com a palavra autocompaixão, que é um modo de olhar para si com gentileza. Então o rio aprecia suas águas, suas margens e seu jeito de estar no mundo, belo e necessário como todo elemento da natureza.
Quando os olhos do mundo se fecham há uma morte simbólica da maneira de como o mundo se vê. As pedras aprendem a flutuar como quem pode ser qualquer outra coisa, talvez pedras que levitam, pedras de vento. Tudo assume um novo papel e o mundo é tomado por uma lógica nova. O planeta azul adquire novas cores.
Quem tudo quer, nada alcança. Em terra de extremos, o mínimo é pouco e o máximo extrapola.
A ausência tem a cor preta. Ela absorve todas as cores. A ausência é uma espera, entre o azul e a esfera, como o amarelo de cada fera. Todas as cores na estratosfera.
Um livro foi escrito por estrela cadente e contava como é viajar pelo universo e ao cair na terra narra o seu espanto ao conhecer nossa diversidade como quem conhece uma divindade. Uma viagem cósmica com destino ao planeta azul, seu oceano, suas árvores e montanhas. É uma estrela que se apresenta apaixonada pela Terra, povoada de homo sapiens. É tudo uma grande novidade inusitada.
Após um grande colapso interno surge a palavra oi, como cumprimento e como pergunta sobre o que aconteceu. Do oi derivam todas as palavras. Após o colapso surge a linguagem, lírica e palpável.
Acontece o efeito borboleta, quando qualquer ação pode desencadear um conjunto de reações inesperadas. O bater das asas de uma borboleta pode fazer um vulcão entrar em erupção. Tudo pode acontecer em um piscar de olhos.
Quando a palavra se desfaz ela vira uma estrela. As palavras nunca morrem, sempre se transformam e reverberam no universo.
Só os fotógrafos têm o direito de duvidar. Quando vamos a todas essas regiões do mundo, enfrentando todos os problemas e desafios que você pode imaginar, nos perguntamos: sobre ética, legitimidade, segurança. E cabe a nós encontrar a resposta, sozinhos.
