Duas
"Se é cristão e não gosta de teologia, das duas uma: ou não sabe o que é teologia ou não é cristão".
Se você gasta mais de duas horas por dia em frente a TV, sinto muito, você não está se empenhando o suficiente para realizar o extraordinário em sua vida.
"Um amor, duas bocas, Um amor, uma casa Sem camisa, sem blusa. Apenas nós, não vais descobrir nada que eu não te queira contar porque está muito frio para ti agora por isso deixa-me segurar as tuas mãos nas mangas do meu suéter."
Neighbourhood- sweather weather
Meu amor tem duas vidas para amar-te. Por isso te amo quando não te amo e por isso te amo quando te amo.
O tempo é muito lento para os que esperam dele fico insento. Muito rápido para os que têm medo de se apaixonar, Muito longo para os que lamentam Muito curto para os que festejam Mas, para os que amam, o tempo é eterno.
Palavras doces e curtas mas com um sentimento tão profundo pela aquela que balançou meu mundo.
Diz-me duas palavras
(Amor: sentimento insano)
O vento o tocava, era algo que lhe incomodava: o vento assanhando os seus cabelos, amarrotando suas roupas já amassadas, jogando respingos d’água em seu All Star preto, mas se conformava com o vento, pois era algo que lhe recobrava o fôlego.
Só mais uma tarde vazia como todas as outras, tentando definir uma direção qualquer, foi quando os olhares se cruzando por dentro de todos os demais e vindo em sua direção o atingiram, como um rifle carregado com balas sem som, tocando toda estrutura móvel em sua direção. Um tremor repentino, algo o acertou e ele sentira tudo aquilo como se fosse verdade. Sentindo o fim de tudo, Mr. Jeck não sabia o que lhe impunha aquele ar goro, insolente, que o deixava em cárcere privado, com força abaixo de um, onde o padrão habitual é um milhão, não sabia o que era, mas queria se livrar de tudo aquilo e tentar voltar ao padrão.
Não sentia mais o mesmo sentimento insano que antes o tocava loucamente. Mr. Jeck estava anormal, louco para que aquela troca de olhares se findasse, queria ver logo o fim daquela guerra. Então virou a cabeça na direção oposta para tentar livrar-se dos tiros sem som aos quais olhara antes, causando à Sophia pequeno desconforto, pois ela não sabia o motivo do movimento logo após a troca tão intensa de tiros sem som. Mr. Jeck saiu em passos lentos ouvindo a musica que em seu ouvido dizia:
“THIS IS THE END OF THE WORLD TO ME...” (este é o fim do mundo para mim).
Passos eternos, quase intermináveis, em direção ao nada, tocando o chão, com pouca vegetação, que se colocava a sua frente. E a cada momento se afastava mais do seu rumo, deixando Sophia para trás e seguindo em direção ao nada.
O vento o tocava, era algo que lhe incomodava: o vento assanhando os seus cabelos lisos, amarrotando suas roupas já amassadas, jogando respingos d’água em seu All Star preto, mas se conformava com o vento, pois era algo que lhe recobrava o fôlego.
Parecia que tudo aquilo era para sempre. Queria chegar logo ao fim de tudo, não queria sentir pensamentos insanos, tentou apressar os passos, mas para Mr. Jeck aquilo parecia uma caminhada de vinte quilômetros.
Já cansado de todo aquele sentimento que o aprisionava, parou, pensou em voltar e olhar nos olhos verdes de Sophia e falar-lhe toda a verdade, tudo o que ele sentia e pensara naquele momento, só queria expor sua insanidade, mas se lembrava dos dois longos passos que tinha de voltar, e isso o deixava perplexo, imóvel, no mesmo estado que Sophia.
Virou lentamente a cabeça, via o vento derrubando as folhas já secas pelo tempo, via todas aquelas aves voando sem asas, viu os anjos contemplando a imensa beleza de Sophia, parados em qualquer lugar. Mr. Jeck sentia-se frustrado por ter iniciado toda aquela loucura, e nesse momento já tinha perdido todo o controle, não sabia o que fazer.
Com o corpo já todo virado em direção à Sophia, tentou falar, mas era em vão, estava sufocado pelos tiros que havia tomado há pouco.
Ficou parado observando e contemplando a imensa beleza perfeita de Sophia, que mais parecia esculpida à mão, podendo se perceber cada detalhe com nitidez.
Há supostos vinte quilômetros de distância podia descrever perfeitamente o que via em Sophia. Os olhos brilhavam como se fossem de vidro, como duas estrelas, solitárias e melancólicas, com toda a imensidão que as rodeavam num findar de tarde. Seus longos cabelos lisos mais pareciam uma queda d’água interminável e cristalina, as curvas de seu corpo perfeitamente corretas, como jamais vistas em um corpo feminino.
Os anjos que há todo momento observavam a solene beleza de Sophia, sem sequer sair um minuto de sua presença, faziam tudo parecer ainda mais belo e difícil de encarar, não era simples para ele.
Ao tentar dar o primeiro passo para trás, não conseguiu, estava preso ao sentimento insano, se encontrava sufocado pelos tiros do olhar solene de Sophia, então, se recordou de algo que poderia recobrar-lhe o fôlego, o ar em volta, que alguns segundos atrás o incomodava, respirou fundo, e, enfim, foi solto, conseguiu dar aquele primeiro longo passo, e lembrou-se de tudo que se passara até ali, como se fosse um filme reprisado em câmera lenta.
O vento tocando-o, os respingos d’água em seu velho All Star, já gasto por dois longos passos, tudo aquilo outra vez, mas agora será diferente, está destinado a expelir aquela bomba que tanto o incomodava. Mas o som era falho e ele não queria tentar refazer os destroços depois da explosão.
Olhou subitamente nos olhos dela e levou outro tiro sem som. Hesitou e decidiu voltar os dez quilômetros restantes, deixar explícito todo aquele sentimento insano, toda essa dor que comprime o seu peito ia ter que sair. Tentou reunir o resto da mísera força que ainda havia dentro de si.
Então, algo o tocou, fez-lhe ver que Sophia não era aquilo que achara ser. Olhou subitamente nos olhos de dela, enquanto tudo o que pensava passava em sua mente como um filme.
Não mas hesitou e, enfim, conseguiu expor o que estava sufocando-o, uma simples pergunta:
“Sophia, diz-me duas palavras?”
Ela imóvel como sempre, com todos aqueles anjos ao seu redor, pois sua beleza era tão sublime que os anjos rodeavam-na, docemente o respondeu:
“AMO-TE.”
Mr. Jeck imóvel com tal resposta pensou:
“Então isso que é um sentimento insano?”
Em seguida Sophia o fez a mesma pergunta:
“Mr. Jeck, diz-me duas palavras?”
Ele respondeu:
“DEIXA-ME!”
E como antes, Sophia está do mesmo jeito, imóvel, com todos aqueles anjos ao seu redor.
Mr. Jeck outra vez virou-se como quem fosse sair, e em seu ouvido ainda tocava a mesma musica:
“THIS IS THE END OF THE WORLD TO ME...” (este é o fim do mundo para mim).
Tirou o fone do ouvido, e o mundo ao seu redor correu outra vez normalmente, como antes, e todo aquele sentimento insano fugira de Mr. Jeck, como os anjos que estavam ao redor de Sophia. Virou-se e voltou à realidade, foi quando ao longe ouviu uma voz que dizia:
Ei Mr. Jeck, você esta ficando louco?
Deixa essa ESTÁTUA ai e vamos embora.
Autor: Kenny Anderson da Silva
Mr. Jeck
Revisão: Admilson Lins da Silva Júnior
Agosto de 2009
Posso ficar aqui,
Quetinho que ninguem vai notar
Posso soltar duas notas e fazer uma bela canção
Posso lhe oferecer versos e poesias
,Com simples palavras
Envolver o seu coração
Posso lhe deixar perdida
Mais nunca na escuridao
Posso rasgar os ceus
E colocar estrelas em suas mãos
Fazer o sol lhe aquecer na noites frias
Posso ser o seu chão
O norte que lhe dar direçãp
Posso ser seu tudo em meio o nada
Um pedaço de um caminho em
uma longa estrada.
Existem duas sensualidades que se preza em uma mulher. Uma é o que sai de seus lábios e outra é o que não sai.
A independência na vida humana está baseada em duas felicidades: sentimental e material. Pelo sentimental, a felicidade precisa de outra vida para preencher o seu afeto. Pelo material, a felicidade precisa de subsídio para realizar o seu sonho. Duas felicidades tão distintas, no entanto, simultâneas e inerentes que transbordam com positividade inigualável.
São duas coisas
São duas coisas complicadas
São duas coisas
Uma delas eu tinha a outra não
Uma delas eu podia sentir sem sofrer
Uma delas eu podia amar sem perceber
Uma delas me davam prazer de viver
Uma delas eu podia suportar
Com uma delas dava pra seguir em frente
Uma delas é a saudade e a outra é você
Para pensar 22/12/2016
Deus tem duas maneiras de julgar-nos quando procuramos ser transparentes, uma é quando o fazemos no intuito que haja crescimento, e outra quando sua intenção é criar células além da vantagem que pretende tirar com sua falsa transparência.
Ela precisou apenas
De duas coisas em sua vida!
Uma era DEUS e a outra a poesia!
Com DEUS
Ela se revestia de amor, candura, paz, alegria e harmonia
Para continuar... Vivendo.
E com a poesia
Ela voava, desenhava sonhos, e adoçava seu coração
Para se elevar aos demais em sua escrita poética!
E isso lhe bastava
Pois ela era versos num lindo poema de DEUS!
Tenho hoje em minhas mãos duas flores que apesar do esmagamento do tempo e com poucas pétalas, são flores. Sinto que elas estão murchando e com isso tenho um certo temor; perdê-las. Percebo que a quantidade de águas que as sustentam vivas, estão sendo sugadas, de maneira que suas aparências me revelam desgastes. Sinto certa dor no coração. Desejo que o dono do jardim continue me favorecendo por mais tempo permitindo-me o aroma dessas duas flores. Meu pai, minha mãe a quem em suas união me deram vida. Eu os amo.
É como duas partes de uma corrente que se une através de um único elo, que se juntam, formando um sólido e importante pacto que, jamais em nenhum momento se quebrará
Qual a diferença entre ser Crente e ser Cristão?
Para muitas pessoas essas duas palavras têm significado semelhante.
Ser crente é você crer em algo. No caso, crer em Deus, crer no que a religião ensina. Você crê que existe um só Deus? Muito bem! Até mesmo os demônios crêem — e tremem! Tiago 2:19
Ser cristão (de verdade) é você viver de acordo com a Palavra de Deus, deixando de lado a religiosidade, vivendo a fé de que Jesus em breve voltará para buscar o Seu povo. É você glorificar a Deus com seus atos, seus pensamentos, suas palavras… Não é viver apenas de palavras, mas também de ações.
Resumindo:
Ser crente é crer que existe um Deus e ser cristão é viver a vida do Senhor em nós.
Eu e A Tristeza:
Duas irmãs inseparáveis
Companheiras de mesa
E de insônias incomensuráveis
Com ela nunca estou sozinha
Sempre pronta para uma crise
Embarcando em profunda depressão
que as dores trazem em reprises
Dói mais ter sido bem quista
feliz e amada, em leito acalentado
depois largada ao relento
A nunca no paraíso ter pisado
..."Falar sera mais importante quando o homem vier de fábrica com um olho e duas bocas." ... Ricardo Fischer
Duas árvores, companhia! . Eu já sabia que a vida é verde grama e também verde mato. Por essa época eu fico muito carente, o natal é festa e não se faz festa sozinho. Não sei como a “árvore de natal” consegue!
Que triste vê duas almas que se amam afastadas uma da outra, por motivos bestas. Por medo,orgulho,ou ate mesmo por que pode ter outra pessoa interferindo no meio dessa relação.......
Um amor, dois corpos em um só. Duas pessoas que querem dar certo, que tentam, pois quem não tenta, não ama.
Amar é estar disposto a mudar.
