Duas
"Quando duas almas encontram a inocência uma na outra, o mundo exterior se dissolve, e o momento presente se transforma em um portal de luz, onde o amor pode fluir livremente."
Os desentendimentos são consequências normais da ilusão de duas pessoas na busca de serem perfeitas entre si, mas as decepções que ela ocasiona pode impedir que enxerguem que pode ser, justamente, as diferenças que as uniram para se completarem.
Descobri que não posso agarrar o mundo com as duas mãos, não pelo mundo ser demasiado grande ou por eu ser demasiado pequena, mas sim porque o mundo não me pertence, e porque estou apenas emprestada neste mundo.
Você tem duas escolas na vida:
continuar se fazendo de vítima ou assumir as responsabilidades,
tomar as rédeas da sua vida e fazer um futuro melhor.
Onde você se vê daqui a cinco anos?
Com uma família, uma bonita casa,
ou derrotado, se afundando em vícios
e lamentando que a vida foi dura com você e tirou tudo o que tinha?
Porque era isso que seu pai fazia.
Você vai quebrar o ciclo ou vai continuar se afundando?
A escolha é sua.
Você é o senhor da sua vida.
Se deseja uma vida digna e com pessoas que te amem de verdade,
comece hoje a traçar o caminho para esse futuroou as escolhas que faz hoje vão te afundar cada vez mais.
23/06/18 — 11h49
Karina Megiato
Lisboa
Reflexos da vida
O paralelo o simétrico
Sāo pontos destintos.
Em linhas de duas realidade destintas.
O inverso é dois factos diferentes.
Ambos tem as suas realidades!
Na procura do ponto de partida...
Numa curva em ascençăo,
encontra-se o equilibrio.
Onde para factores identicos,
Também há certezas e incertezas
Na realidade nada é absoluto.
Há uma neblina ofosca, entre o vector do ponto da origem
Ao ponto do final.
Só se tem a realidade do ponto de partida
Ontem foi, hoje é e amanhā será.
Onde está a razāo da existencia hoje?
O que nos enfluenciou?
Quais as forças que nos movem?
Entre a sustentaçāo e o atrito corre o fluir do viver.
No plainar e no magntismo de energias positivas e negativas
Entre dualidades ambigulas.
Todo pode ser o que criamos.
E nesse desejo vem a vontade de entreligar:
as duas energias para criar maior harmonia numa sintonia e neutra.
Neste cosmos existimos
Como elementos complexos
Representando o nosso eu
Dotado da sua individualidade, e colectiva a capacidade de agir.
“O ser admite duas modalidades de replicação: uma cópia imanente, que preserva a actância e a energeia enquanto coexistimos no continuum vital, e uma cópia transcendente, que persiste como mnemônica ressignificação do ente decedente, instaurando uma presença pós-mortem no fluxo histórico da temporalidade e da memória coletiva.”
A saudade existe duas, uma é a saudade que acaba quando VOCÊ VÊ a pessoa, e tem a saudade que nunca acaba porque VOCÊ nunca mais VÊ a pessoa.
Quando algo se repete, pode ser uma de duas coisas acontecendo; é a vida insistindo na lição ou, você não aprendeu com ela.
Namoro é o relacionamento de duas pessoas felizes! Há se soubéssemos disso antemão. Projetamos no outro a capacidade de nos fazemos felizes, suprir nossas carências, projetamos a nossa felicidade. Temos medo de perder como se tivéssemos posse, cobrando fidelidade e atenção . Um relacionamento saudável se constrói somente quando duas pessoas felizes na sua individualidade conseguem compreender que ao entrar em uma relação ela é para transbordar não para dividir, somar ou subtrair. Duas pessoas individualmente felizes tem um relacionamento construtivo, aprendem juntos apoiam um ao outro e contribuem para o crescimento individual e humano, não sugam, não esperam somente receber e muito menos compensar carências emocionais. Elas escolhem estar juntas e se complementar e se em algum outro momento, um dos dois escolhe diferente está tudo bem! Pq a felicidade está na individualidade não na dependência e o mais relevante, no querer realmente estar por completo na relação, se não, pq se relacionar?
Vc me transborda, amo vc!
_KM_
13/06/20
Karina dos Santos Megiato
O mundo respeita duas coisas: diploma e dinheiro. Se você não tem a perspicácia dos negócios, ou um grande dom, estude!
A vida é um intervalo entre duas escuridões. Antes de você nascer, o mundo não sentia sua falta
Depois que você morrer, o mundo não lembrará que um dia você existiu
Use seu tempo nesse intervalo chamado vida, de forma sábia.
A exclusividade é um laço invisível que une duas almas, criando um mundo só delas. É a promessa de que você é o único que importa, o único que vê o melhor e o pior de mim. É a certeza de que nossos momentos, nossos segredos e nossos sonhos são compartilhados apenas entre nós. Numa era de conexões efêmeras, a exclusividade é um tesouro raro e precioso. É o compromisso de escolher um ao outro, todos os dias, em meio às distrações e às tentações. É a escolha de construir algo juntos, de criar uma história única e compartilhada. A exclusividade não é apenas uma escolha, é uma declaração de amor e compromisso. É a prova de que você é o lar de alguém, o Refúgio de alguém... o tudo de alguém.
É indissociável a imagem como profissional e como pessoa...Ninguém pode sustentar duas imagens distintas por muito tempo como: ser um péssimo ser humano e um profissional idôneo. A verdadeira face, acaba por derrubar a outra.
Ao infinito e além!
Corria o ano de 1977 quando a NASA decidiu lançar ao Espaço duas naves não tripuladas, Voyager 1 e Voyager 2. Oito anos havia se passado da maior conquista já realizada pela humanidade, o pouso na superfície lunar em 1969, e agora era vez de descobrir novos mundos, de conquistar novas terras, de conhecer novos astros. Quase cinco décadas depois, elas são os artefatos feitos pelas mãos humanas mais distantes de nós. Já estão a bilhões de quilômetros da Terra, portanto, fora do nosso sistema solar, porém continuam enviando imagens inéditas e incríveis dos lugares por onde passam. Um feito surpreendente até mesmo para os engenheiros que as projetaram.
Um detalhe muito especial a bordo nas duas sondas é o mapa desenhado indicando a localização do nosso planeta e dois discos de ouro que tocam, ininterruptamente, canções e sons diversos mostrando a diversidade da cultura humana. Uma tentativa otimista de se comunicar com vida extraterrestre dizendo a possíveis ETs onde estamos e o que fazemos. Até agora, nenhuma resposta chegou, nenhum ruído ou sinal inteligível foi captado pelas nossas antenas oriundo das viajantes solitárias.
Quando e onde as duas aeronaves vão parar de voar ou talvez estacionar em algum lugar qualquer? Encontrarão elas algum ser inteligente e capaz de se comunicar com os terráqueos? Serão elas destruídas por algum outro objeto ou por alguma civilização distante? Talvez nunca tenhamos as respostas e fiquemos aqui conjecturando, por muito tempo, na nossa fértil imaginação.
Este projeto espacial já quase cinquentão me faz refletir sobre o que estaria por trás desta busca da humanidade por outras vidas inteligentes. Vejo que há uma mensagem por trás destas iniciativas de se vasculhar o espaço sideral, de se tentar descortinar este grande teatro onde estrelas e planetas brilham e reinam absolutos.
Em primeiro lugar, observo que há no homem um desejo ardente por fazer parte de algo maior do que ele, algo que o faça se sentir grande, imponente, relevante. Uma sede por expandir-se e, ao mesmo tempo, por pertencimento. De onde vem tal desejo? Segundo, vemos também uma vontade de se comunicar, quase um apetite por se revelar e trocar informações com alguém, como se disso dependesse sua própria existência. Por que isso? E ainda, podemos notar uma avidez por saber se estamos sozinhos, se estamos “perdidos no Espaço”, ao mesmo tempo demonstrando um não-querer viver na solidão do Universo.
Como se precisasse de alguém além-Terra que pudesse preencher seu vazio existencial, que pudesse carregar o hiato que há entre o mundo real e o ideal ou simplesmente responder às suas perguntas existenciais. Quem sabe aqui possamos vislumbrar uma certa similaridade com o “Mito da Caverna”, aquela velha parábola de Platão que fala de um prisioneiro que, ao ser liberto de um mundo onde sombras são projetadas na parede, de repente, descobre a existência de um mundo exterior, com objetos reais que o faz perceber as sombras como ilusões. Enfim, algo ou alguém parece estar faltando no palco da existência humana para lhe dar sentido e propósito.
Ao buscar respostas para tantas perguntas, lembro de alguns salmos que trazem alento ao meu coração. No salmo oito, por exemplo, o escritor pergunta: “Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?” E ele mesmo finaliza: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!” 8:3-4 e 9. E sobre a sede de se comunicar e de se relacionar, o salmista também nos apresenta uma resposta. Numa de suas viagens a Jerusalém, diante de um momento de grande aflição, Davi compôs este belo hino como um cântico de peregrinação: “Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: “De onde me vem o socorro?” O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra”. 121:1-2.
No fundo, o que a NASA estava fazendo ao lançar as duas naves para o Espaço parece se resumir a esta pergunta feita por Davi: de onde nos virá o socorro?
Embora possamos sim esperar por possíveis contatos por meio das Voyagers, considerando a grandiosidade do cosmos e a plausibilidade da existência de outros seres inteligentes além de nós, podemos nos alegrar e nos deliciar hoje mesmo na presença paterna de um Deus que não apenas existe desde o sempre, mas também se comunica e se relaciona com suas criaturas demonstrando seu amor que não falha e não diminui um só centímetro para com seres finitos e inconstantes como nós.
Que haja em nós não apenas uma busca por seres interestelares, mas um grande desejo de conhecer, glorificar e exaltar o grande autor desta maravilhosa aquarela celestial, um Deus criador e criativo, ao infinito e além!
