Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
“Ao vencer, que seja pelo seu próprio merecimento. Que mérito há, na intenção de vencer na vida usando o seu próximo como escada?”
"Não permita que abismos na alma, transformem o seu ser em escuridão. Saber ignorar as rudezas do cotidiano ajuda bastante."
“Não fique tentando mudar o que é imutável. As circunstâncias ocorrem sempre ao seu bel-prazer. É mais fácil mudar as suas atitudes, e assim enfrentar eficazmente, quaisquer das circunstâncias.”
Você já se divertiu em um parque de diversões, onde ninguém sabe seu nome, e por um instante o mundo esquece sua história, e você também?
Ironicamente, Bebelle jamais fizera seu dinheiro trabalhar por ela. Talvez porque nunca tivesse compreendido que a riqueza verdadeira não está naquilo que se possui, mas naquilo que continua produzindo quando já não se está olhando. E, como acontece com todas as coisas que adiamos acreditando que o futuro nos pertencerá para sempre, o inverno chegou.
Um dia ele chegaria. Bebelle sabia disso, embora saber que alguma coisa acontecerá seja muito diferente de compreender que ela acontecerá conosco. O inverno não veio como uma tragédia. Não trouxe trombetas, carrascos ou sentenças. Veio silenciosamente, como quase tudo aquilo que realmente importa. Sem anúncio, sem piedade, sem sequer a delicadeza de bater à porta.
Chegou frio, vazio, solitário e inóspito, trazendo consigo aquele silêncio peculiar que surge quando o mundo deixa de reconhecer a importância que alguém imaginava possuir.
Ao fim de seu infame reinado, Bebelle estava quebrada. Não apenas financeiramente. Estava quebrada na própria narrativa que havia construído sobre si mesma. O dinheiro desaparecera. O poder evaporara. A juventude, que durante algum tempo parecera uma propriedade particular do seu corpo, descobrira aquilo que todo corpo acaba descobrindo: que o tempo não reconhece proprietários. E a beleza, que ela havia tratado como um patrimônio, revelou-se aquilo que talvez sempre tivesse sido: uma hipótese sustentada pelo olhar dos outros.
Restava o tempo.
E o tempo é a forma mais absoluta de pobreza para quem acreditou possuir tudo.
Porque o dinheiro pode ser acumulado, multiplicado, escondido, investido e transmitido. O tempo não. O dinheiro admite cálculo; o tempo impõe existência. O dinheiro pode voltar; o tempo apenas passa.
Talvez seja esse o maior equívoco de quem confunde poder com permanência: imaginar que aquilo que se consegue controlar durante algum tempo continuará obedecendo para sempre.
Não continua.
Toda corte acaba. Todo aplauso encontra seu último eco. Toda beleza envelhece. Toda fortuna pode desaparecer. Toda autoridade, por maior que pareça, depende de circunstâncias que um dia deixarão de existir.
Quando as luzes finalmente se apagaram, quando os aplausos cessaram e quando o último vestígio de sua pequena corte se dissolveu no anonimato, Bebelle encontrou algo mais terrível do que a pobreza: encontrou a si mesma.
E talvez tenha sido essa a verdadeira queda.
Porque sob a coroa não havia uma rainha. Havia apenas uma mulher.
Uma mulher que, durante algum tempo, acreditara que aquilo que possuía definia aquilo que era. Que confundira reconhecimento com valor, aparência com identidade, poder com permanência e riqueza com segurança.
O inverno não a transformou.
Essa talvez seja a parte mais cruel.
O inverno apenas retirou as coisas que estavam entre Bebelle e o espelho.
E, quando já não havia dinheiro para sustentar a personagem, poder para sustentar a ilusão, juventude para sustentar a aparência ou aplausos para sustentar a narrativa, restou aquilo que sempre estivera ali, esperando silenciosamente pelo fim da representação.
Bebelle não se tornou outra pessoa.
Apenas deixou de conseguir parecer outra.
E então, finalmente, quando todas as máscaras haviam perdido sua utilidade, Bebelle voltou a ser aquilo que sempre fora.
Plebe.
Ironicamente, Bebelle jamais fizera seu dinheiro trabalhar por ela. E, como todas as coisas que são adiadas indefinidamente, o inverno chegou.
Um dia ele chegaria, ela sabia. Chegaria sem anúncio, sem piedade, sem a cortesia de bater à porta. Gelado e vazio. Solitário e inóspito, trazendo consigo aquela espécie de silêncio que só existe quando o mundo já não se impressiona com quem um dia acreditou dominá-lo.
Ao fim de seu infame reinado, Bebelle estava quebrada. Não apenas financeiramente, mas também daquilo que durante tanto tempo sustentara sua pequena mitologia pessoal: já não havia dinheiro, já não havia poder, já não havia a juventude que imaginara eterna, nem a beleza que, na verdade, jamais possuíra.
Restava apenas o tempo.
E o tempo, ao contrário do dinheiro, não negocia.
Quando as luzes se apagaram, quando os aplausos cessaram e quando o último vestígio de sua corte se dissolveu, Bebelle descobriu aquilo que talvez sempre tivesse temido: não havia uma rainha sob a coroa, apenas uma mulher que durante algum tempo acreditara sê-lo.
O inverno não a transformou.
Apenas retirou dela tudo aquilo que a fazia parecer diferente.
E então, finalmente, Bebelle voltou a ser o que sempre fora.
Plebe.
Ironicamente, Bebelle não fez seu dinheiro trabalhar por ela e o inverno chegou. Um dia ele chegaria, ela sabia. Gelado e vazio. Solitário e inóspito. Bebelle estava quebrada ao fim de seu infame reinado, sem a juventude, sem a beleza que jamais teve. Bebelle voltou a ser o que sempre foi. Plebe.
Meu e seu.
Sem plateia, sem testemunha, sem tradução.
O que escrevemos aqui não pertence ao tempo,
nem ao olhar de ninguém —
é só a marca do que foi sentido na carne,
na calma dele e na minha intensidade.
Eternizei porque doeu bonito,
porque curou devagar,
porque amou sem pedir licença.
Este registro não é público:
é relicário.
Se um dia o mundo for barulho,
que estas páginas sejam refúgio.
Meu e seu.
Para sempre no que não precisa ser dito,
mas só reconhecido.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Meu amado bebê,
Existe uma saudade em mim que não sei explicar.
Saudade do seu rosto que meus olhos nunca puderam ver,
saudade do som do seu coração que eu tanto queria ouvir,
saudade de um futuro inteiro que sonhei viver com você.
Mesmo por tão pouco tempo, você mudou tudo em mim.
No silêncio do meu ventre, eu já te amava, já conversava com você,
já imaginava seus olhos, seu sorriso, seus pequenos passos pelo mundo.
Você foi um pedacinho do céu que Deus me permitiu carregar dentro de mim.
E mesmo que nossos dias juntos tenham sido tão breves,
o amor que nasceu por você é eterno.
Há momentos em que fecho os olhos e imagino como teria sido te segurar,
sentir seu cheirinho, ouvir seu choro, ver você crescer.
Esses sonhos agora moram no lugar mais íntimo do meu coração.
Você existiu.
Você foi amado desde o primeiro instante.
E sempre será parte de mim.
Meu bebê, onde quer que você esteja,
saiba que existe uma mãe aqui na Terra
que carrega seu nome gravado na alma
e um amor por você que nunca vai acabar.
Com todo o amor do mundo,
da sua mamãe.
"BENÇÃO maior não é receber, é DAR! Quando você aprender isso, saberá que o seu desempenho no evangelho já está sendo cumprido." _Atos 20:35
"A dor da perda de um ente querido...é como ter que amputar um membro seu...Com o tempo cincatriza, mais você jamais será o mesmo sem ele."
—By Coelhinha
"Você pensa que o seu número de "SEGUIDORES" te faz melhor que os outros? Lembre-se, Hitler tinha milhões, Jesus tinha doze."
—By Coelhinha
"O arrependimento é quando você confessa o seu pecado como alguém culpado. Muitas vezes podendo até ser assertiva mais nunca como se fosse uma vítima deste pecado."
—By Coelhinha
"Leva-me Senhor à Teu evangelho no Seu tempo e destempo onde eu possa ouvir, ver andar, falar e tocar sobre o Reino da Tua vontade, até que o céu se manifeste em mim. Que os Teus sentidos no dom da Tua Palavra funcione através de mim e primeiramente sobre mim. Se sou transformada fluirá transformação aos que me rodeiam."
—By Coelhinha
"A solidão não é apenas ausência de algo ou alguém. Pode ser um refúgio para o seu autoconhecimento e criatividade. Transformar teus momentos a sós te fortalece a resiliência e melhora sua autoestima. Aproveite o silêncio para ouvir a si mesmo, recarregar energias e encontrar inspiração de equilíbrio força e coragem. Que esta solitude te encaraja a liberdade ao seu santuário pessoal, não como punição, mais como sabedoria para vossa alma."
—By Coelhinha
"Ninguém te observa mais do que aqueles que estão enganados a seu respeito... e você não pode mudar isso."
—By Coelhinha
"Quando ao redor do seu exterior estiver caótico, encontre refúgio em seu amor próprio e na sua fé, confiando que, eventualmente ficará claro, tudo; absolutamente tudo terá sentido pra você."
─By Coelhinha
"Enquanto meu coração descansa em Seu amor, Deus; a preocupação perde força enquanto Sua paz protege minha mente."
—By Coelhinha
"Derrame seu coração na presença do Senhor. Ele já conhece tudo sobre você, mas quer ouvir você compartilhar seus sentimentos, medos, alegrias e fraquezas."
—By Coelhinha
“Descanse o seu coração, pois o tempo de Deus cura a nossa pressa e a vontade d'Ele sempre supera as nossas melhores expectativas."
—By Coelhinha
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