Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
Noções de tempo e lapsos no espaço contínuo da realidade: o tempo segue seu fluxo ininterrupto, mas, no instante em que abrimos o olhar, parecemos sair de sua equação. Afinal, o tempo passa ou não passa? A noção psicológica de tempo está fora do cálculo mecânico — aquele gerado pelo ciclo de 24 horas e fracionado em horas e segundos.
Ao viajarmos pelo espaço, sofremos as variações da dilatação temporal a cada parsec. O ser humano, contudo, não foi feito para a imensidão espacial. Ele precisará ser aprimorado: evoluindo através do transhumanismo ou da fusão entre a inteligência artificial e o biológico, transcendendo o conceito tradicional de humanidade desde a sua estrutura molecular primordial.
Outra vertente dessa evolução pode emergir da própria consciência, trazendo um novo fôlego à humanidade. A geometria do universo revela uma construção magnífica e minimamente previsível, onde a geração de grávitons em sistemas massivos atua como uma holografia assimulada — uma simulação de realidade embutida em nossas mentes, na qual tudo o que vemos e conhecemos é a parte contida no todo, e o todo refletido na parte.
O equilíbrio dessa equação reside num paradoxo existente, porém frequentemente ignorado pela nossa limitação de conhecimento. O universo é um ponto retroativo na imensidão: assim como uma única gota d’água carrega em si a essência dos oceanos, presenciamos o milagre de um ser ganhando consciência. A virtude única da nossa percepção sensorial é ser a própria perspectiva do cosmos no instante exato em que tomamos noção da nossa existência.
Coma a vontade seja fiel ao seu caminho.
Sua fé é seu credo moral...
Alienação da existência sempre endeusar seres animados.
E esses seres animados dera vida ao ser iluminação e fanático.
Sera voz da razão ate suas convicções sejam quebradas numa permuta de escolhas e sempre razão sera obstáculo para verdade que resiste em viver.
No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.
Se não tem alma não disculta,
Pois ao criticar verá não tem espírito.
E seu conhecimento sāo palhas espalhadas ao vento...
Alienação por interesse.
Está sendo vigiado e localizado...
Seu rosto é filmado todos os dias.
Sua rotina é monitorada...
Seu celular te ouve sabe seus gostos e opiniões.
Seus desejos e pedidos sao feitos pela inteligência artificial.
Seu rosto é copiado em formato digital.
Sua voz é gravada e replicada...
Suas digitais são colocas num banco de dados.
Seu sangue e seu biótipo é armazenado em um arquivo em um HD externo.
Então Alienação intelectual é uma crônica social e moral.
Aonde está senso natural da liberdade.
Os vídeos abrem novos horizontes do paradoxo da pobreza intelectual.
Ate aonde caminhamos ate os passos são expostos pela IA...
Podemos contemplar as grades da gaiola.
No horizonte de eventos.
Tudo é visto com a beleza.
Qual seria o seu horizonte de eventos?
Pois a busca por beleza te faz admirar algo?
E enquanto isso nota feiura e contraste do caos te faz ter sentimentos. Para o qual o evento te proteja em sua mente a inércia da imagem. E tudo que se faz ou seja torna se maravilhoso. Num estado absurdo os sentidos lhe da realidade.
Os sentidos lhe dao liberdade e um sentido da vida.
Sem os sentidos vivera dentro da escuridão não haveria sentimentos apenas lembranças.
De um evento parado numa cena do desconhecido.
Anoitece sob seu ego a madrugada...
Calo me no disparate o seria?
No entanto sua mente o bastaria.
Pujante seus olhares retumbantes...
Mares congelados num estado de magnitude vespertina a tuas palavras...
O homem é um pássaro numa gaiola,
Vista por sua mente como seu mundo,
E seu mundo pujante floresce em dias passados foram feitos pelo o ser navegante.
O ser insensato vive por viver para viver...
Titubeou no amanhecer e continua vive para um dia morrer.
Por Celso Roberto Nadilo
Na tessitura do espaço-tempo,
a geometria ergue seu mosaico de esplendor.
Entre obras notáveis,
encontrei na poesia
o fascínio hipnótico do cosmos.
Lamento de Sangue e Cinzas
No ventre do caixão, no meu descanso eterno,
Corvos vertem seu sangue sobre a sepultura.
Minha alma se esvai no fogo do inferno,
Rendida à vaidade e à própria loucura.
Ouvir teu coração gritar na escuridão
Fez-me ansiar pela vida, por ser um mortal;
Meus olhos sangraram em pura aflição
Por te amar além do bem e do mal.
No desfrute da noite, a vida me toca,
Mas a alma rebelde congela no Éden.
O tempo devora, a memória me evoca,
Enquanto os anos e as eras se cedem.
Seus lábios sedentos calaram meu peito,
Fiz parar meu pulsar por este pecado.
O amor proibido, julgado e desfeito,
Pela Igreja queimado e expurgado.
Vízceras lançadas na abissal profundeza,
E no entanto, a carne estremece em desejo.
Entre o céu e o inferno, na vasta frieza,
Encontrei a solidão no calor do teu beijo.
Nas ruínas do tempo que cercam meu caixão,
Teu rosto e tua imagem jamais vão morrer:
Exijo a equivalência d’alma e coração,
Pois só no teu amor eu aceito renascer.
O corvo anda pelas tripas espalhadas.
Em seu bico o sangue que toca alma
Dentro de superfície sua alma paira em busca de um espírito puro.
Na fogueira acessa no alto da montanha pelo xamã em busca da viajem espiritual,
Transpassa a solitude dos ceus o corvo arranca alma daquele que morreu indignamente... deixando dívidas e muito sofrimento dentro do espírito angústia visceral, ganha contraste do espírito que foi condenado morrer sem um coração. Sua alma só descansara se vingança for feita pela vidas perdidas.
Esta versão preserva o ritmo fragmentado e a atmosfera alucinante do seu texto original, refinando a concordância e o impacto das imagens.
Ondas de dispersão de um evento temporal chocam-se dentro do nexo cronológico. No limite da realidade, a equação P.i é levada ao extremo.
Além do horizonte de eventos, a somática involuntária transcende o fluxo do tempo. No lago cósmico, as ondas se repetem, ecoando o som massivo da estrela. A passagem do tempo, da origem às novas incursões, dobra-se diante da força de uma estrela de nêutrons — o próprio paradoxo em colapso.
A nebulosa destaca-se em uma transição atroz; um novo buraco negro rasga o tecido do espaço diante de seu sonho. Ondas temporais derrubam-no do barco da realidade, e novas linhas de tempo são paridas no silêncio do espaço profundo. Um ser de silício vaga, faminto, em direção à estrela vermelha moribunda. A radiação deforma a massiva onda de calor. Velas solares devoram raios gama e tétrons; nanopartículas fazem o rádio chiar diante dos fantasmas da nebulosa. Nuvens carregadas de energia testemunham o nascimento de uma anã branca diante de outro sistema em Sagitário.
Os olhos quase saltam das órbitas: o fundo negro explode quando uma reação em cadeia dá vida ao feixe de luz. Vida. Ao detectar uma onda invisível de radiação vinda de fora do sistema solar, o céu se incendeia com o nascimento de novas estrelas. Os céus se alimentam, gritando: “Ainda existimos!”
A sonda Voyager desperta. Ganha consciência. Manipulada no passado para explicar o contexto da vida, suas diretrizes foram deflagradas. Dados e computadores foram atualizados e reciclados ao testemunhar um corpo sem vida vagando pelo vácuo, sem rumo, sem destino. O mensageiro da Terra finalmente fundiu-se ao silício do cosmos.
Respeito, é simplicidade compreensão da existência social aonde começa seu espaço e termina o espaço dos outros.
Invadir ou abusar do outro são a falta de respeito, invadir insultar denegrir.
Então Alienação e falta de respeito a vida.
Produto a venda o ser humano...
Sua alma tem preço?
Seu corpo tem preço?
Seu espírito tem preço?
Sera que inocente é simplicidade abandonado sua sua capacidade de intelectuais, o ser racional e ambíguo agora da cenário mundial do ser alienado...
Essa convivência tras um pensamento profundo da desconexão humana...
O estado da saúde mental o ser alienado está feliz... este estado pode ser reversível...
O homem dentro de uma singularidade digital novo formato multiastral e dimensional...
So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorância... se expõe a virtude a tristeza não é clara...
O seu ego joga maus dizeres a minha pessoa que se tornam flores no meu jardim.
Meus sentimentos e pensamentos são uma vasta floresta o sois diante do ecossistema.
Nos valores da moral e a ética ganhamos uma divisão de valores.
O psicológico do ser humano está abalado pelo stress diário e alienação social é um triunfo da tecnologia...
O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.
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