Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos

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Seus olhos castanhos, sensíveis, mas com um desejo magistral, que tanto me quer para satisfazê-la com poemas carinhosos que curam suas ansiedades;
Parece o mesmo pensamento, mas só muda o coração e as intensões de amar infinitamente;

Como poderia não se lembrar de você se meus pensamentos são seus, mesmo sem querer você domina-os com certeza;
Que vontade imensa de lhe abraçar sem a oportunidade de ter nesse instante, mas sei que valeria à pena;

Pior do que se afogar é ver que seus sonhos naufragarem sem que você pudesse ao menos pedir socorro...

Nada melhor que um beijo quente
Em que eu perceba o gosto de seus lábios
E a dor de suas mordidas
Saboreando-me
Com salivas
Indecentes, porém
Doces...
Nossas bocas juntas
Se formando quase em uma
Em um entrelaçar de línguas
Fortalecendo a nossa união
Entre um beijo e outro
O intenso momento de um querer selvagem
E indecência divina que tanto
Satisfaz os nossos desejos...
Em meia turbulência de nossas carnes
Entendo a sacanagem de nossas bocas
E do por que o consumismo
De sua boca para com o beijo;

Trabalhe para que seus sonhos aconteçam, pois da luta a superação enobrece a alma;

Seus olhos são Esmeralda que me provocam na equação dos meus passos... Calculando a medida desmedida do meu coração;

⁠Eu me compadeço dos seus erros e clamo pela sua salvação!

Assim Deus pai que é um Deus de promessas fala ao meu coração;

Contudo, entercedo pela sua alma, pedindo em oração, com muito amor em minhas palavras, acho eu que é um ato de compaixão;

⁠Permita admitir que está errado
Mude suas opiniões, mas nunca troque de lado
Siga os seus princípios e não perca a sua direção
Não perca as suas raízes e escute seu coração;

⁠O meu partido, é o direito em partes iguais... Onde a justiça possa enxergar os seus erros e o silêncio possa reivindicar por mais;
Sem quaisquer discriminações, o valor em igualdade pro negro e pro branco, sermos tolerantes com as religiões!
Banirmos o preconceito e não julgarmos o semelhante, deixemos a decisão para Deus que é o único juiz... E realmente o dono!
Vamos despertar o amor, termos mais empatia, refletir do outro a mesma dor começando por um BOM DIA!

⁠Seus sorrisos demostram positividades e fazem nascer esperanças para uma intensa felicidade;

⁠Seus olhos me acalmam
e me inspiram em noites
serenas sem luar...
Mas que transbordam
a minha sabedoria para
com todo carinho te elogiar
Tens a imensidão da vida
por entre o esverdeado
de um olhar...
Saiba que sou apenas mais
um... Que se declara te amar!

⁠Corrija seus passos em falsos
para não chegar a tropeçar;

Algumas pessoas são amigas dos seus pecados, não de você. Dê prioridade às pessoas que o inspiram a buscar uma vida mais íntima com Deus.

O silêncio é uma arma poderosa. Aprenda a dominá-lo para não ser refém dos seus próprios impulsos nem das armadilhas alheias.

Creia em Jesus como Senhor e Salvador da sua vida. Arrependa-se dos seus pecados e volte-se para Ele. Os dias são maus; escolha a luz e viva segundo a verdade.

Aos seus sonhos, Deus dá a inspiração, você dá a organização.

Quando você não vê a luz é porque seus olhos estão fechados.

Assim diz o Senhor: o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Talvez hoje seus olhos estejam cheios de lágrimas, mas Deus já preparou um novo tempo para a sua vida. Não desista. A dor tem prazo, a esperança renasce e a vitória virá no tempo certo de Deus.

Nós somos uma combinação viva de nossos ancestrais, carregando seus comportamentos, pensamentos e emoções. A perspectiva dessa consciência de sermos essas conexões e relações traz um sentimento de que, no momento presente, somos corresponsáveis pelo futuro das próximas gerações. (Trecho do livro: Desafios & Presença, Luciane Ogata)

Um Antigo Piano Novo


Era uma vez um piano. Um erudito piano
Que adorava espalhar seus sons e alegrar o povo cantando
Suas antigas teclas. De marfim amareladas
Já conhecia os tons. Das mãos que as dedilhava


E da cartola do tempo. As melodias tirava
De belíssimas ladainhas. Que o povo todo cantava
Mas lentamente como a brisa viaja o oceano
O tempo corroía as cordas e emudecia o piano


No domo azul do mundo. Nuvens não ficam paradas
E a voz do piano velho. Logo seria trocada
Por outro piano novinho. De teclas brancas resinadas
Que tocava canções de amor. E o povo compartilhava


Porém não foi esquecido o piano antigo de teclas amareladas
Ele vinha na frente todo orgulhoso. Bem vestido e imponente
Abrindo o caminho para o novo. Que timidamente iniciava
Essa linda jornada sagrada. Que é a vida da gente