Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos

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QUANDO EU PARTIR E ENQUANTO EU VIVER

Quando eu partir não quero manifestações de carinho e nem de saudade;
Não quero flores e nem lágrimas;
Não quero lembranças do que eu fiz e tão pouco do que eu fui;
Quero que meu nome seja esquecido e apagado da história;

Enquanto eu viver, quero amizades sinceras e profundas;
Quero ser livre para pensar e para escrever;
Quero amar profundamente e ser feliz.

Chorar e sofrer, mas lutar e procurar vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar, é uma maneira de ganhar a felicidade. Aprender a defender seus ideais e a amar seus semelhantes, a conquistar seus amigos pelo que é e não pelo que queiram que seja, é mais uma maneira de abraçar a felicidade.

Morrer para vencer e arriscar a morte para vencer são coisas completamente diferentes.

⁠Não importava o que eu fizesse, ela já tinha partido bem antes de morrer. E sinto falta dela. Ela era minha âncora. E deduzo que ela era meu fardo.

⁠Morrer não é desaparecer.

Mais vale um jumento vivo que um filósofo morto, mas é melhor morrer como filósofo do que viver como jumento.

⁠O tempo está bom hoje. Talvez eu devesse morrer em um dia como este.

Não tenha medo de viver feliz, tenha medo morrer infeliz.

Um brinde a vida. Ela vai te matar!

Sempre me questiono se a morte é um triste fim ou um feliz recomeço

⁠Oi! Achei que não íamos nos ver mais,
Você está diferente, não sabia que tinha envelhecido,
nem parece ser a mesma pessoa,
De mim, você havia esquecido,
Juntos já demos muitas risadas,
brincávamos até na chuva,
a vida não era tão chata,
Então, fico muito feliz
com este nosso encontro,
por ter lembrado de que eu existo
Mas sinto que estou morrendo
aos poucos,
Sem você, eu não vivo
Entretanto, pra mim, ainda há esperança,
sou sua criança interior,
tente não me esquecer,
peço por favor,
não deixe-me morrer.

Não há somente a desgraça de não ser amado;
há a infelicidade de não amar.
Morremos todos desta desgraça!

Não morre quem morre para viver de novo.

Faço um convite ao jovem leitor: Me leia. Não me deixe morrer.

Lygia Fagundes Telles

Nota: Trecho de discurso durante uma homenagem na Academia Paulista de Letras (APL), em 2015.

Eu já morri, eu já morri por dentro. Vivo aos olhos de quem vê, mas por dentro não existo mais. Não me sinto, não me vejo, não me quero.

Me desculpa, mas meu amor não é desse tipo que vou morrer se você me deixar. Amo-te bastante, mas amo-me mais ainda.

errando e aprendendo
morrendo e vivendo
sempre foi assim
e vai ser até o fim

os dias passam devagar
enfrento meus demônios no dia-à-dia
pensamentos em conflito
nem tudo é como a gente queria

admita, o que seria da vida
sem esse ar de mistério
nessa passageira existência
entregamos ao tempo
tudo o que nos há de mais secreto

Morrer não é um acontecimento; é um fenômeno a ser compreendido existencialmente.

Morrer sem ter conhecido novos lugares , é o mesmo que ter escolhido conhecer o mundo na teoria e não na prática

O fato de um homem morrer por uma causa não diz nada a respeito do valor dela.