Dor seu Silencio

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A maior dor da despedida, é dizer tchau, porque queremos dizer: fica!

⁠Muitas vezes temos que guardar nossa dor para pegar a dor do nosso próximo e isso é um pouco de sabedoria, amor e discernimento isso é virtude de Deus. Lembre o que sua mão direita faz a esquerda não precisa saber. Bom dia na paz do Senhor.

Agora livre sou, Cristo me libertou
Agora eu posso cantar, aquela dor que eu tinha já passou
É uma nova história, Ele me deu vitória
Eu vou seguindo com fé
Eu sei, no fim vamos se ver na Glória Pedro Victor Stecca / Estevao Lino / Ivair

Respeitar a dor alheia reconhecer a humanidade que nos une...Não julgue a lágrima que você não derramou. Amor Incondicional

Estou clamando, estou pedindo
Só Deus sabe a dor que estou sentindo
Meu coração está ferido
Mas o meu clamor está subindo Eyshila

Quando oras, Jesus ouve o teu clamor
Quando sofres, Jesus sente a tua dor
Quando precisas, Ele responde com muito amor
Não é como os homens, não Nair Nany.

A dor ensina a gemer.
Com o tempo caleja.
O calejamento resiste a dor.
Ao fim, ou ficamos "duros" ou "políticos".

Qualquer dor é suportável e qualquer problema é fácil de resolver, quando é no outro!

⁠AUTOPSICOGRAFIA:

Entre o ser e o ter... Eu não sei!
Qual a dor e a que não foi
Quem sou não sou nem serei
Pois ambas as dores me dói
Quão a dor de se ser rei...

Ansiei ser tudo que se há
Ninguém a mim pôde ver
Se viu não há de encontrar
Senti o meu ser escorrer
Da vida que não me está

Reflexão
“Suprema Aspiração”
Nos braços Teu eterno pai...
Em horas de tristeza e dor...
A descansar, minha alma vai.
Confiando em ti meu redentor...
Doce e suave e meu cantar.
No terno abraço do teu constante amor...
Nas tentações e no amargor...
Que o mundo a mim vem dar.
Tu és meu Deus, meu protetor...
Em ti me vou refugiar.
Das minhas dores e meus terrores...
Sua presença me vem livrar.
A sua sombra correrei, e aos seus pés repousarei.
Por Ti serão guardados...
Medo angustia dor e tristeza, não mais terão vigor.
Quando o mundo em fim passar...
Aos pés do trono irei cantar.
Agradecendo a Ti Senhor o Amor que deu a...
A mim.

É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.

O Sentimento Sem Nome


É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa.
É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos.
Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade.
Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.

Não pedi nada ao Papai Noel, nem sei se ele iria me ouvir. Mas se ele soubesse da minha dor, do meu desejo e da minha solidão! Ele nem esperaria a data natalina para me socorrer...(Saul Belezza - Mario Vale

Quando os olhos do mundo chorarem.
A dor será uma só, a união será real.
Povos unidos na tristeza e na dor
Pararão a guerra, e a paz será o sinal

A lágrima é um rio que transborda.
A compaixão é a força que sobra.
Quando a dor for compartilhada.
A união será a arma contra essa guerra insana
(Saul Beleza)








A dor tornou-se ausência: de tanto senti-la, anestesiou.

Minha dor não tem uma origem externa; ela nasce da consciência do que já compreendo.

Cada minuto contigo é breve demais, mas dentro dele cabe uma eternidade. Rimos da dor, e no riso há ternura, há a prova de que o amor pode nascer no intervalo entre a raiva e a esperança.

A dor é um idioma secreto, falado apenas dentro de nós. Não há tradução perfeita, não há ponte que permita ao outro atravessar e sentir exatamente o que sentimos. Ela é chama e sombra, é ferida e revelação. Surge como um sussurro no corpo, mas logo se torna grito na alma.
A ciência nos diz que a dor é um sinal, um circuito elétrico que percorre nervos e chega ao cérebro. Mas o que ela não explica é o silêncio que se instala depois, o vazio que se abre quando o sofrimento nos obriga a olhar para dentro. A dor não é apenas descarga neural: é memória, é emoção, é história.
E a filosofia nos lembra que a dor é inevitável, que ela nos acompanha como sombra fiel. Schopenhauer a via como essência da vida, Nietzsche como força que nos molda, Frankl como oportunidade de sentido. A dor é o peso que nos curva, mas também a pedra que afia nossa resistência.
No íntimo, a dor é paradoxal: ela nos isola, porque ninguém pode senti-la por nós, mas também nos aproxima, porque todos, em algum momento, conhecem sua presença. É universal e singular ao mesmo tempo.
E talvez seja justamente aí que reside sua intensidade: na impossibilidade de ser medida, comparada ou negada. A dor é verdade absoluta, uma chama que arde em cada ser humano de forma única. E, ao atravessá-la, descobrimos que não somos apenas frágeis — somos também capazes de transformar sofrimento em força, ausência em busca, ferida em poesia.


Tatianne Ernesto S. Passaes

A dor é o peso que nos curva, mas também a pedra que afia nossa resistência.


Tatianne Ernesto S. Passaes

A dor é o fio invisível que costura a condição humana. Não escolhemos senti-la, mas ela nos escolhe, como se fosse uma visita inevitável que atravessa o corpo e se instala na alma. É mais do que um sinal de nervos e tecidos — é a lembrança de que somos frágeis, mortais, expostos ao mundo.