Dor seu Silencio

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Silêncio.

É engraçado pensar?
É uma lástima falar?
O que devemos fazer?
Tudo é como deve ser?
É tão difícil me expressar.
Sinto que cada vez mais me afundo,
No escuro,
Não vejo nada,
Não sinto nada,
Não falo nada,
Não quero nada,
No oceano, eu só consigo me afogar.
Eu não consigo nadar,
Eu não sei nadar,
Alguém tem que me ensinar.
O silêncio, ah, o silêncio..
É tão silencioso,
E tão barulhento.
Minha cabeça não para,
Dói o tempo todo,
Me despedaço o tempo todo,
Me estilhaço em mil pedacinhos o tempo todo.
É tudo tão confuso,
Tão estranho,
Tão sem sentido.
Quero morrer,
Quero viver,
Quero sobreviver,
Quero me machucar,
Quero me amar.
Onde isso acaba?
Tem fim?
Eu me odeio,
E me amo.
Eu me machuco,
E me cuido.
Eu vivo,
E quero a morte.
Dois estremos, sempre dois estremos.
Qual é o meio termo?

Inserida por yasmin333

⁠Entre o Silêncio e o Vento
Nasce a alvorada em olhos cansados,
sonhos que dançam nos céus apagados.
Cada lembrança é um fio de luz,
na teia do tempo que o destino conduz.
As palavras que o mundo calou,
guardam segredos que o peito escutou.
No eco dos passos, a alma se vê,
procurando um porquê sem saber o porquê.
O vento sussurra verdades antigas,
em línguas que choram feridas amigas.
E mesmo que o mundo insista em cair,
há um fogo em silêncio querendo insistir.
Pois há beleza no que se despede,
na flor que resiste, na folha que cede.
E o amor, esse instante que vive e desfaz,
é um sopro eterno que nunca se faz.

Inserida por ZANUTE

⁠**“Conquista é semente que nasce do sonho,
regada em silêncio por quem não desiste.
É flor que desabrocha onde o medo se impõe,
é luz que persiste, mesmo quando tudo insiste.
É o passo trêmulo rumo ao incerto,
a alma em chama, o coração desperto.
É o voo que rasga o céu da incerteza,
com asas de fé e vestes de beleza.
Conquistar não é ter, é florescer,
é crescer na dor, é se reconhecer.
É saber que no fim da longa estrada,
a maior vitória é a alma alada.”**

Inserida por ZANUTE

⁠"Conhecimento não é só livro na estante — às vezes é raiz que cresce no silêncio da terra. Tem gente que não tem diploma, mas sabe ler o mundo como quem lê o céu pelas estrelas. Decorar fórmulas é como saber o nome dos ventos, mas entender a vida é saber para onde eles sopram. Nem todo gênio usa jaleco; alguns vendem no mercado, criam com as mãos, ou viram bilionários navegando mares que a escola nunca ensinou a remar.

Inserida por arquivos_silva

⁠Silêncio no Último Beijo

O nosso último beijo foi a pior despedida,
não houve adeus, só um suspiro preso no ar.
Teus lábios frios selaram a ferida
que o tempo insiste em não cicatrizar.

Ficou no espaço um gosto de ausência,
um toque sem alma, um fim sem final.
Teu olhar partiu com indiferença,
mas o meu ficou... preso no vendaval.

A rua era a mesma, mas tudo calava,
o mundo seguia — eu não. Eu parava.
Na esquina da dor, teu rastro sumia,
levando meu riso, minha melodia.

Eu beijei o adeus sem saber que era o fim,
imaginando retorno onde só havia fim.
E hoje entendo: o pior adeus
é aquele que vem...
com um beijo que não disse nada,
mas levou tudo.

Inserida por JhonzinAP

⁠Às vezes a vontade de se explicar é grande, mas a coragem falta, e o silêncio acaba falando mais do que as palavras poderiam dizer. E quando os olhares se encontram, dizem mais que mil palavras, porém ainda assim não é o bastante.

Inserida por layssa_andressa

⁠“Fé é Caminho”
Fé não é ver com os olhos da face,
É enxergar com a alma em silêncio.
É crer quando o mundo desaba
E confiar, mesmo em meio ao indenso.
Fé é andar quando os pés já cansaram,
É sorrir sem saber o porquê.
É seguir mesmo quando os ventos
Insistem em te fazer ceder.
É semente em terra vazia,
É luz que não se pode apagar.
É muralha contra a agonia,
É abrigo quando tudo faltar.
Não se compra, não se mede em peso,
Não se explica em palavras vazias.
Fé é abraço que vem do invisível
Nos dias de noites frias.
Ela é ponte sobre o abismo,
É milagre em forma de paz.
É certeza no improviso,
É o que fica quando nada mais faz.
Quando faltar chão sob os pés,
E o medo quiser te calar,
Fecha os olhos, respira profundo —
Deus já está a te amparar.

Inserida por ZANUTE

⁠“Quando Deus Age no Silêncio”
Quando tudo em volta parece parado,
quando as portas se fecham,
e o céu parece calado…
não pense que Deus te esqueceu.
Ele só está agindo de um jeito que você ainda não vê.
A fé verdadeira não vive de sinais,
vive de confiança.
É acreditar mesmo quando os olhos não enxergam,
é seguir mesmo sem entender o caminho.
Deus não abandona os Seus.
Ele trabalha no secreto,
lapida no processo,
e honra no tempo certo.
A dor que hoje pesa no peito
vai se transformar em testemunho.
As noites sem dormir?
Vão virar resposta.
Cada lágrima sua foi colhida,
cada oração foi ouvida,
cada desabafo que só Ele escutou —
já está em movimento no céu.
Não é o fim.
É só uma curva no caminho que Ele traçou.
E mesmo que o plano tenha saído do seu controle,
nunca saiu das mãos de Deus.
Então respira com fé.
Descansa no cuidado Dele.
Porque no tempo certo,
Deus faz do impossível…
milagre.

Inserida por ZANUTE

⁠Suave como uma pluma, forte como um trovão
Sou brisa que toca a face,
silêncio que acalma o chão,
mas carrego em mim o eco
de um antigo trovão.
Caminho leve nos campos,
como quem dança no ar,
mas meus passos têm raízes
que sabem onde pisar.
Falo com voz de esperança,
sussurro feito oração,
mas guardo no peito o grito
de toda libertação.
Não sou só flor nem espada,
nem só ternura ou razão —
sou amor que não recua,
sou fé, sou transformação.
Sou luz que rompe a névoa,
sou sombra em contemplação:
suave como uma pluma,
forte como um trovão.

Inserida por ZANUTE

⁠Suave como uma pluma, forte como um trovão
por Alex Zanute Dias
Sou feito de silêncio e tempestade,
de calmaria e contramão.
Carrego no peito a leveza do amor
e nos olhos, o peso da superação.
Já fui vento que acaricia
e também vendaval que desaba.
Já fui lágrima escondida no lençol da noite,
mas também riso que renasce na alvorada.
Minha voz pode ser sussurro
que embala a alma em oração,
mas também é clamor que rasga os céus
quando a dor transborda o coração.
Sou feito da ternura que acolhe,
mas também da força que não se curva.
A vida me ensinou a ser pluma no ar,
mas também aço na luta mais dura.
Não sou frágil, nem pedra bruta.
Sou flor que brota em chão rachado.
Sou fé que se ergue após o abismo,
sou grito de quem foi calado.
Suave como uma pluma que dança,
mas quando é preciso,
forte como um trovão
que acorda o universo adormecido.

Inserida por ZANUTE

⁠Já me quebrei em silêncio,
onde ninguém pôde ver.
Carreguei sorrisos no rosto
enquanto a alma só queria chover.
Fui leve — quando o mundo pesava.
Fui calma — quando dentro tudo gritava.
Fui pluma no vento da vida,
mas cada sopro me ensinou a não me perder.
Me disseram pra ser forte,
mas descobri que força é sentir.
É cair e, mesmo em pedaços,
ainda assim, decidir prosseguir.
Não sou feito de aço,
mas de carne que já cicatrizou.
De lágrimas que ninguém viu,
e orações que só Deus escutou.
Carrego dores caladas,
mas também milagres que ninguém notou.
Porque onde o mundo via fraqueza,
Deus via o ouro que o fogo forjou.
Sou feito de fé que não grita,
mas resiste.
De esperança que não se explica,
mas insiste.
Sou suave como a pluma que dança no céu,
mas quando a vida exige…
eu sou trovão.
E faço tremer tudo aquilo que quis me calar
— sem perder o coração.

Inserida por ZANUTE

⁠“Flecha de Luz”
Entra em silêncio, sem pedir licença,
uma flecha de luz no peito pousa,
não fere — cura, não pesa — dança,
acende a alma, que em paz repousa.
É leve o toque, mas firme o sentido,
desperta a flor que dormia no chão,
sopra memórias que estavam contidas,
e faz renascer o melhor do coração.
Traz o calor de um abraço esquecido,
a fé que se cala, mas nunca se vai,
um eco suave de um amor infinito,
que mesmo invisível, sempre nos trai.
É verso que abraça, olhar que perdoa,
é brisa que chega sem avisar…
E quando essa flecha, de alma tão boa,
nos toca — é impossível não amar.

Inserida por ZANUTE

⁠CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL
No silêncio da alma ferida,
Quando o mundo virou suas costas,
Lutei com as armas da fé escondida,
Na trincheira das horas mais tortas.
Não foi glória com luzes e palmas,
Foi suor, foi joelho no chão,
Gritei com a dor presa na calma
E ouvi meu próprio coração.
Cada passo, um abismo vencido,
Cada noite, um choro contido,
Cada “não” que o mundo gritou
Foi semente que em mim floresceu.
Me chamaram de fraco e caído,
Mas não viram o que renasceu:
Um gigante forjado em segredo,
Que caiu… e depois se ergueu.
Essa vitória não tem medalha,
Não tem faixa, nem multidão,
Mas carrego no peito a muralha
Que ergui com cicatriz e oração.
Por isso, se ouvir meu canto,
Saiba: é de guerra e de amor,
É da dor que virou acalanto,
É da cruz que virou esplendor.
Hoje canto a vitória mais rara,
Não a fácil, comprada ou banal —
Mas aquela que nasce na cara
Do fundo… e termina imortal.

Inserida por ZANUTE

⁠“Mesmo no silêncio, Deus cavava o caminho”
A vida tem formas estranhas de nos ensinar.
Às vezes, tudo parece bem…
E, de repente, somos tomados por uma dor tão profunda que nos paralisa.
É como cair em um abismo invisível, onde ninguém parece nos alcançar.
Gritamos por socorro, mas tudo o que ouvimos é o eco do nosso próprio desespero.
Tentamos sair por conta própria, mas as paredes são altas demais.
A esperança vai se apagando, devagar.
E chega um ponto em que simplesmente… paramos de tentar.
Ali, no fundo, o tempo passa de forma estranha.
Um dia parece um ano.
A alma se cala.
O coração se endurece.
E começamos a acreditar que não há mais saída.
Então, alguém aparece.
Parece bom, parece luz.
E por um tempo, achamos que tudo vai mudar.
Mas o tempo mostra que nem todo mundo que chega, vem pra ficar.
E a decepção se transforma em medo.
E o medo em desconfiança.
E assim, nos fechamos ainda mais.
Nos acostumamos com a dor.
Nos acostumamos com o escuro.
Até que um dia… algo muda.
Acordamos e percebemos uma trilha.
Um caminho que antes não estava ali.
Não sabemos de onde veio.
Mas está ali.
Mesmo sem forças, algo nos impulsiona a olhar pra cima.
E então, sentimos uma presença.
Alguém está se aproximando.
Assusta, porque já não confiamos em ninguém.
Gritamos, rejeitamos, dizemos que não precisamos de ajuda.
Mas essa pessoa permanece ali… firme, serena.
As mãos estão feridas.
O rosto, calmo.
O olhar, cheio de compaixão.
Ele não diz nada. Apenas se agacha, te olha nos olhos…
E te acolhe.
Você pergunta, quase sem voz:
“Por que você veio? Por que agora?”
E Ele responde com doçura:
“Eu nunca fui embora.
Fui Eu quem preparou esse caminho que você está vendo agora.
Enquanto você chorava, eu cavava.
Enquanto você dormia, eu construía.
Enquanto você pensava em desistir, eu acreditava em você.
Não vim no seu tempo, vim no tempo certo.
Porque o meu amor por você não desiste, não cansa, não falha.”
E ali, nos braços d’Ele, você entende:
Nem todo silêncio é ausência.
Nem toda espera é castigo.
Nem toda dor é o fim.
Deus trabalha no escondido.
Ele cura em silêncio.
Ele prepara a saída antes mesmo que você perceba que está preso.
Agora você sabe:
Nem todo mundo que chega vai te machucar.
E aquele que vem de Deus… não vem pra te deixar no chão.
Vem pra te levantar.
Pra te carregar, se for preciso.
E te mostrar que o amor verdadeiro existe — e vem d’Ele.
Vai chegar a sua hora de sorrir.
E será nos braços do Pai.
Porque Ele nunca te abandonou.
Ele só estava preparando, com paciência, a estrada da sua libertação.
Você merece recomeçar.
E Deus já está fazendo tudo novo.

Inserida por ZANUTE

⁠Quando o silêncio agradece, é sinal de que a troca valeu.

Inserida por ninhozargolin

⁠Entre Neve e Silêncio
No ventre da noite, no frio da missão,
Ergue-se um homem, de aço e razão.
O mundo lá fora é grito e conflito,
Mas dentro do peito, um fogo restrito.
Guerreiro da neve, guardião do além,
Enfrenta o vazio que mais ninguém tem.
O peso do aço, o silêncio do chão,
O vento gelado tocando a tensão.
Não luta por glória, medalha ou poder,
Luta por todos que não sabem o que é perder.
Seu rosto é muralha, seus olhos são farol,
Que brilham no escuro, que buscam o sol.
Entre o vermelho do sangue e o azul do céu,
Caminha sereno, de armadura e fé.
Pois mesmo na guerra, há traços de paz
No coração de quem firme jamais se desfaz.

Inserida por ZANUTE

⁠“Eu esperava que você me escolhesse”

Eu ficava em silêncio esperando você se decidir.
Esperando que enxergasse tudo o que eu era.
Tudo o que eu oferecia.

Eu só queria ser escolhida.
Com coragem. Com presença. Com verdade.

Mas você tinha medo.
E eu me afastei tentando não implorar.

Doeu.

Mas hoje eu entendo:
se eu preciso esperar ser escolhida,
é porque nunca fui prioridade.

Eu merecia alguém que soubesse que era eu e ponto.

Inserida por yasmincardosofluir

⁠Sombra do Guardião
Na calada da noite, sem rosto ou sinal,
Surge a figura em silêncio total.
No asfalto frio, seu vulto se impõe,
Com o peso do mundo que a sombra compõe.
Não há cor, nem rosto, nem voz — só missão,
O fardo invisível do guardião.
Arma no ombro, olhar que não cessa,
Vigília na sombra, na paz e na pressa.
Entre luz e trevas, caminha sozinho,
Traçando no chão seu próprio caminho.
Não busca aplausos, não pede perdão,
Apenas defende — dever, coração.
E quando amanhece, some sem alarde,
A sombra se apaga, mas nunca se tarde.
Pois onde há silêncio, temor e tensão,
Há sempre, invisível, um guardião.

Inserida por ZANUTE

⁠Xeque-Mate
No tabuleiro frio da vida,
cada passo é planejado,
o silêncio é minha armadura,
meu esforço, meu legado.
Enquanto zombam dos meus planos,
em gargalhadas vazias,
eu sigo firme, sem alarde,
plantando noites e dias.
Não preciso de trombetas,
nem de olhos a me ver,
pois quem brilha antes da hora,
costuma escurecer.
E então, no momento certo,
sem temor, sem falsidade,
a peça branca avança o campo…
E grita: XEQUE-MATE!
O rei negro cai em ruína,
num estalo de explosão,
é o fim de quem subestima
o poder da preparação.
Trabalhei calado e firme,
sem vanglória, sem alarde.
Vitória não se anuncia —
se conquista com vontade.

Inserida por ZANUTE

⁠Entre o Concreto e o Silêncio
No muro, o grito da tinta —
um protesto congelado no tempo.
No peito, a couraça da guerra,
no olhar, um mundo sem alento.
Ele não fala.
Mas carrega nos ombros
o peso de mil batalhas caladas,
de promessas feitas à sombra,
de vidas jamais devolvidas.
Em meio ao caos grafitado,
é estátua viva, sentinela,
homem e máquina fundidos
em nome de uma paz ausente.
Não há glória em seus olhos,
apenas dever e memória.
Cada passo no concreto rachado
é um pacto com a história.
Mas quem ousa julgar o guerreiro,
se não caminhou por seu chão?
Ele é o silêncio armado do mundo,
um poema de pólvora e solidão.

Inserida por ZANUTE