Dor de um Homem

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Minha alma sangra,
e meus olhos transbordam a dor.
Cada respirar é um lamento,
e cada toque machuca como cortes profundos.

Saem flores dos meus olhos e boca,
cuspo sangue que se transforma em rosa.
Tão indiferente…
Tão… vivo?

Mesmo com medo,
mesmo no escuro.
Como respiro?
As pétalas cortam tão fundo.

É como se fosse o preço que devo pagar.
Tentei ser a rosa do seu solo infértil.
E virei uma planta sem espinhos.
Você arrancou meus espinhos só pra me ver murchar?

Tentei te dar o meu tudo,
dei o meu melhor…
E quando minhas pétalas caem;
é como se eu estivesse morrendo.

⁠Eu aprendi a apreciar
O intervalo entre uma dor e outra e chamá-lo de vida.

Em um mundo de sombras e dor,
Sua luz clareia o meu caminhar.
Seu amor afasta todo o temor,
E o meu coração volta a sonhar.
Não há noite escura que resista,
Ao brilho que vem do Seu olhar.
Quem segue Teus passos conquista,
A paz que o mundo não pode dar.
Tua luz desfaz toda a ilusão,
Guia os pés no caminho do bem.
É farol para o meu coração,
E força que sempre me sustém.


Se a dúvida tenta me cercar,


Lembro-me bem do que prometeu


Quem te segue não vai tropeçar


pois caminha na Tua luz , ó Deus


editelima/2026

Doe por amor.




O espírito não precisa de um rim, mas o gesto de doar pode aliviar a dor e prolongar a permanência no plano físico de quem ainda tem uma caminhada a cumprir.


Doe por amor. Faça o bem hoje, sem esperar nada em troca.


Cada ato de solidariedade ilumina o caminho de quem recebe,


e fortalece a luz de quem doa.




Bezerra de Menezes.

⁠Quando se perde um ente querido.
Nesse momento de imensa dor, se faz necessário lembrar que é preciso compreender e saber adaptar-se à “impermanência da vida” - o que significa ter uma clara compreensão de que tudo na vida é transitório, inconstante e que em algum momento todos a deixaremos. Embora seja muito difícil aceitar essa realidade, temos que estar preparados para um dia enfrentá-la, tendo uma perfeita consciência dessa inevitabilidade.
Outrossim, é fundamental buscar o consolo do SENHOR, pelo Espírito Santo, acreditando que os que morreram em Cristo sempre estarão bem.
Lembrem sempre dessa verdade que alguém, noutro tempo, disse:
“Não há sofrimento na Terra que o Céu não possa curar.”
Ney Paula B.

Você não é culpada por tudo, mas é responsável pelo o que faz com a sua dor daqui pra frente.


Uma coisa é gostar da própria companhia e outra é se habituar com a solidão crônica. Tenha cuidado com situações em que você prefere estar sozinha; fazer sozinha; andar sozinha; procure refletir se o "sozinha" é algo genuíno do seu próprio ser, onde você se sente plena e conectada com tudo, ou um modo de bloquear e tentar evitar decepções. Às vezes queremos estar sós, mas nem sempre por gostar ou por apreciar a nós mesmos. O seu cérebro tem o costume de criar mecanismos dos quais vão te proteger, no entanto, nem tudo que reluz é ouro e muito do que somos e passaremos a fazer, se torna um costume inconsciente de evitarmos certas emoções e, consequentemente, uma tentativa de não cairmos mais em frustrações. Talvez você indague: mas evitar esse tipo de coisa não é algo bom? Eu diria: sim e não. Porque dependendo de como as coisas aconteçam, não se trata apenas de evitar tal possibilidade, mas de desfrutar a vida, de viver relações e entender que a frustração também faz parte do processo de crescimento e de desenvolvimento pessoal e profissional. Evitar contextos pelo simples fato do medo de chorar, pode ter um preço mais alto do que lavar o rosto com suas lágrimas.
O que quero dizer com isso? O nosso cérebro sempre vai agir como um escudo, mas toda proteção que venha a surgir de modo habitual e inconsciente, deve ser repensada e bem avaliada se, de fato, devo ou não continuar dessa forma. Situações das quais mencionei e que nos levam ao desejo exagerado e às práticas aparentemente comuns de sempre sermos "sozinhos", deve nos alertar para um possível perigo.
Será que é totalmente normal sempre querer fazer, sentir tudo sozinho e evitar certos momentos compartilhados com alguém, ou com um grupo de amigos, por uma simples ideia de independência? Será mesmo que isso deve ser visto sempre de modo totalmente comum ou deveríamos desconfiar e investigar que alí há uma possibilidade de que meu cérebro esteja desenvolvendo meios dos quais sejam inconscientes e, consequentemente, isso pode agravar um quadro de depressão, de aumento da pressão arterial, de profunda angústia, do aumento do cortisol, do vício, dentre outros problemas que, com o passar do tempo, torna-se algo profundamente difícil de combater, afinal, o cérebro já formou uma armadura da qual pessoas mais próximas serão vistas como inimigas.
Deixa eu tentar concluir o meu pensamento... Talvez você seja aquela pessoa que passou a suportar um cargo pesado de vida desde os 6 anos de idade, ou quem sabe foi na adolescência, ou quando você passou a ser mãe aos 14 anos de idade. Responsabilidade da qual não foi preparada para agarrar e nem tampouco para dar conta. É possível que você tenha sempre ajudado todos a tua volta, de inúmeros modos e em quase todos os momentos. Você se doou tão profundamente que esqueceu-se de si, não conseguiu olhar-se no espelho e ver o quanto fostes guerreira a vida toda e grata por tudo que já tens passado, todavia, as consequências da ausência de enxergarmos a realidade e a necessidade biológica de estarmos juntos, em sociedade, em convivência e união, te faz hoje sofrer calada e cega diante da tua realidade. Você foi tão show com os outros que hoje parece que ninguém te enxerga como pessoa, parece até o indivíduo com o qual sempre vão poder contar, e isso não é nenhuma mentira, mas não conseguem identificar que ali é um ser humano que precisa e merece ter os devidos cuidados. Sua sadia existência não depende unicamente de si, mais também de ser vista, de ser notada e de encontrar-se com o verdadeiro EU e conectar-se a outros.
Há um grande grupo de pessoas que passaram e ainda sentem o que pra você foi imperceptível durante anos e que agora o teu corpo reage às consequências disso tudo, como, por exemplo, a insônia, o cansaço mental, o estresse, a ausência de paciência, a sensação de pânico, o prazer de estar só, mesmo sabendo que isso tem os seus riscos e que muitas das vezes é o estopim para muitas pessoas saírem desse plano do qual conhecemos por vida. Pessoas que passaram a vida toda sendo mais do que muletas para as outras, foram, na verdade, bases e colunas de toda uma estrutura familiar, fraternal e conjugal, porém, nunca foram reparadas, reconhecidas e cuidadas com a mesma intensidade que aqueles à sua volta. E isso traz enormes consequências, ao ponto da mente criar caminhos de defesa e, simultaneamente, tentar falar algo que você não consegue dizer com uma simples palavra. Isso explica tais problemas que foram citados acima.
O ponto chave da questão é que em algum momento da sua vida você foi a melhor mãe, a melhor esposa, a melhor filha, a melhor amiga e a melhor no teu trabalho, ao ponto do mundo te perceber e querer beber de você, querer algo de você e da sua proximidade. Foi quando você começou a ceder, se doou e nunca exigiu nada em troca, porque foi de coração, foi como uma missão, um propósito, um fim. Todavia, isso te afastou, aos poucos, da sua essência e do que realmente importa para sua felicidade, ao ponto de imaginar que ser feliz é fazer os outros sorrir e contribuir com o bem estar alheio, mas quando você precisou de algum auxílio, de um carinho, de um ombro amigo e uma audição da qual pudesse te escutar, te deram as costas e o desprezo. Diante disso, você achou melhor não precisar de ninguém pra nada, onde o teu cérebro criou situações e te convenceu de que é melhor tudo sozinha. Andar sozinha, comemorar sozinha, sorrir sozinha, chorar sozinha, sentir sozinha e viver a vida sozinha, mesmo rodeada por pessoas. Então, quero dizer com isso que o isolamento nunca foi um sinal de sobrevivência, é o inverso, o ser humano sempre evoluiu e não desapareceu porque viveu em comunidade. O que na verdade aconteceu com tais decisões em sua vida não foi a ideia de autossuficiência e independência, mas o medo de se machucar mais uma vez, de ser desamparada novamente e não conseguir encarar essa situação. Essa falsa ideia foi criada pelo seu cérebro, porque ele age dessa forma mesmo, procurando meios de proteção, mas nem sempre esses caminhos vão te proteger, porque não está no seu DNA ter que isolar-se dos outros e achar que tudo deve ser sozinha e que a vida boa é estar sozinha.
Talvez você esteja pensando o porquê de eu ainda não ter falado de Deus ou de algum exemplo cristão. E não vou falar, não é que não tenha sentido, mas porque não chegou o momento específico. Talvez eu esteja falando muita bobagem no seu modo de pensar; talvez eu esteja exagerando em algum momento ou quem sabe querendo te oferecer uma fórmula mágica de como solucionar uma profunda tristeza sem nem precisar ir à terapia. Deixa eu te dizer mais alguma coisa, me permite?
Já parou pra pensar no que é o medo? Como surge e por que às vezes faz moradas? O medo é alimentado por mais medo e por achar que isso é sinônimo de proteção. A depender do caso, ele geralmente não satura, não se quebra e não vai embora com um simples olhar filosófico. Há situações na vida que precisamos enfrentá-la com sabedoria, sem desprezar e sem achar que não se deve sentir medo. O importante dessa questão é pensar o porquê tenho medo e o que devo fazer diante disso? Há várias respostas para essa reflexão, todavia, o fato de você achar que estar sozinha é a solução, te faz caminhar por uma estrada da qual fica ainda mais difícil entender e sair dela. Sua frustração com relacionamentos, não necessariamente conjugais, e a falta de cuidados, te deram a ideia de que estar só é melhor, porque sozinha eu não vou me decepcionar, não vou me machucar, não vou e não preciso criar expectativas e, consequentemente, você deixa de viver e de abrir as portas para um relacionamento sadio e feliz, seja fraternal, profissional ou amoroso. O teu cérebro te fez pensar que evitar é sinônimo de proteção. A vida continua e passa a sair do modo manual para o modo automático, uma automatização negativa, ao ponto de que sentir-só é a forma da qual te fará feliz e preservarás o teu bem estar social. Há pessoas, pra você ter uma ideia, que se enxergam independentes para tudo, moram só, vivem bem financeiramente, postam fotos sorrindo e demonstram estarem de bem com a vida. Quando se dão uma oportunidade amorosa de conhecer alguém, por exemplo, e isso vai se intensificando, chega um certo momento que ela para e decide parar com o amor. Esse tipo de atitude passa a ser padrão em todos os tipos de relacionamentos, não somente o amoroso. E aí eu te pergunto, por que parou? Sabe qual a verdadeira resposta? Está lá no cérebro, está em tudo que estamos conversando desde o início das primeiras palavras. A tua mente passou a entender que esse tipo de situação é perigosa e que você vai sofrer. Consequentemente, você interrompe a relação e fecha as portas para o amor, para a amizade e às vezes para ser mãe. Você ainda não entendeu ou aprendeu que a dor faz parte do processo e que não há mudança de vida e emocional sem a presença do medo e do desconforto. Pessoas assim podem achar que o problema está sempre no outro, porque o teu cérebro criou uma armadura da qual te convenceu, por muito tempo, que o perigo é alheio e relacionar-se deve ser algo apenas raso, onde é perigoso entrar no mar.
Para concluir, deixa eu te dizer só mais um detalhe. Comece com pequenos hábitos e sem exigir muito de você. Comece olhando para suas mensagens e para sua agenda e tente identificar aqueles convites que você recebeu do qual desejou tanto ir e, por medo de se machucar, os recusou. Permita-se dar esse direito e se reconecte às suas relações de modo cauteloso e sem medo de se frustar, sabendo que há dores oriundas da cura e sabedorias através das experiências. Aos poucos a sua mente vai começar a entender que isso não fará mal ao ponto de te matar, até porque você já sobreviveu a situações piores. Chegará um momento que tais hábitos sairão automaticamente e não entenda que isso é ruim, pois estamos falando de uma situação saudável e totalmente normal. Não permita que o luto e que a decepção seja permanente na sua vida. Leve o tempo que precisar para sentir, para sofrer e para superar esses momentos, isso é totalmente legítimo, mas não permita que a solidão seja sua melhor companhia e que o medo de atravessar uma ponte te faça parar de viver e de sentir profundas emoções. Pare, pense e reflita se é o caso de pedir ajuda, seja de um colega, de um parente ou de um profissional, isso não é vergonhoso, é corajoso.

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

“A dor da sexta-feira jamais teve poder para impedir a glória do domingo eterno.”

A saudade traz uma dor que aperta o peito, mas ela nasce de momentos felizes. As lembranças guardam o amor que ficou e mostram que a vida valeu a pena.

⁠Que venha o novo ano.
Que seja maravilhoso.
Sem tristeza, sem dor.
De muita paz e amor!

Coração cheio de amor,
mas tudo o que recebo é dor.
Tanto amor pra entregar,
mas ninguém disposto a regar.


Será que esse amor guardado
sempre me deixará arruinado?
Sempre amo além da medida,
e sigo caindo em ruína.


Toda vez que achei
que enfim seria amado,
o futuro chegou
e provou que eu estava errado.


Sigo sem o amor
e o carinho tão desejado,
caminhando vazio,
de coração despedaçado.


ÁG

E agora ele voa,
Sem olhar pra trás.
A dor foi a mola
Que o fez ser capaz.
Ninguém mais o para,
Ninguém diz que não.
Seguiu a própria direção.

Vou crescer.
Vou mudar.
E se doer, que doa.
Mas que seja a dor de quem está nascendo de novo.

Deixo no passado
o que não me acrescenta.
As palavras tortas,
as meias verdades,
o peso que não era meu.

E se acham que estão me derrubando,
que pensem.
Porque eu já entendi:
opinião alheia não paga meu aluguel,
não cura minha ferida
e não constrói meu futuro.

A partir de hoje eu escolho leveza.
Escolho quem me soma.
Escolho conversas que curam.
Escolho eu.

E quem não entendeu,
ficou pra trás.

Se a ignorância fosse bênção, não haveria tanta dor no mundo.

A vida é uma academia; a dor se faz necessária para o crescimento.


Kaique Brito

A DOR HUMANA TRANSITA ENTRE O TRAUMA DA PSIQUE (PSICOLOGIA), O ABSURDO DA EXISTÊNCIA (FILOSOFIA) E O MISTÉRIO DA CRUZ, A FÉ.

Ainda que a dor faça eu sentir como se estivesse sendo rasgada ao meio, acredito que Deus é o meu socorro. Nunca deixei de esperar naquele que pode tudo. Porque eu certamente não posso.

Pior que uma dor são duas dores!

As vezes a gente espera que a outra pessoa nos compreenda, que consiga olhar a dor que causa. Então você percebe que tanto faz pra ele (a). A tristeza aparece, mas é necessário seguir em frente!

⁠Só sabe o quanto dói aquele que passa pela dor.