Dor de um Homem
Poxa, como posso perder você, se nem consegui te amar, tudo que tentei....foi para tentar te conquistar, mas como posso ama-lá, se não está mais aqui?
AAahhhh quantas saudades sinto, de ter você aqui.. como posso pensar? como posso imaginar aah que saudades de você, e pensar que isso tudo foi culpa minha...
Te amo.. mas como posso dizer isso?
Não está mais aqui..
Fiz você me deixar...
Nessa sinfonia improvisada.. como pude ser tão estupido assim?
Só me resta chorar aos prantos.. enquanto penso em você;....
Enquanto tento entender o ////porquê,
O motivo dessa humilhção..
Eu te amo, mesmo sem ter-ti em meus braços...
Como posso ama-lá se não tenho a ti?
COmo posso faze-lá feliz..?
TE conquistar..
meu maior objetivo...
te amar..
como posos?
se mais nada faz sentido/?
se não sinto mais a asdrenalina em teu coração?
poxa como posso?
de minhas mãos veio a desgraça
e por isso ao inferno irei..
sem ter segunda chancem[, Deus eu negarei,
aquele que me tirou o amor, me tirou a alegria
e so me trouxe a DOR, como posso continuar?
sabendo que logo logo...
nem quero mais estar...
logo logo quero mais lhe abandinar,
sabendo que em cada sentimento
à de mim te amar, como posso lhe conquistar?
como posso te tocar?
sabendo que te matei;...
neste frio osgarsmo lunar......
Meu coração não é teimoso ao ponto de ser transgredido, sendo deixado de lado por um falso amor, um ego displicente e sem sabedoria, a forma que fui descartado, deixado e incompreendido por quem eu mais confiei e doei meus sentimentos é a maior de todas decepções, a vida é um trampolim, e eu irei saltar mais alto sem um peso morto em minha consciência.
A solidão dói. Ser esquecida por quem era tudo, rasga. Mas nada dói mais do que perceber que sua existência é invisível até para quem dizia te enxergar.
A vida me escapa entre os dedos enquanto eu busco um significado que talvez nunca tenha existido. No fim, só a morte é real — ela é o ponto final que ninguém contesta.
"Se eu não costumo dividir a minha felicidade com certas pessoas, faço o uso da justiça: também não divido a dor."
Construir um castelo para uma pessoa e ela simplesmente destruir para viver na ilusão é uma cicatriz para sempre.
A decepção vem sempre de quem menos esperamos...
Por mais que o tempo passe há feridas que nunca cicatrizam.
Minha produção intelectual reflete minha intensa interação com a comunidade científica, visando incentivar o pensamento racional entre as pessoas. Compreendo que contribuir positivamente é um desafio e uma meta que busco atingir em larga escala. Inspirado por minhas próprias lutas, busco agora disseminar o bem de forma autônoma, como uma resposta às minhas dificuldades. A centralidade da redenção divina em meu trabalho se traduz em conceitos poderosos. Minha paixão, antes contida por barreiras mentais, se expande para nutrir minha expressão escrita, estimulando o amor essencial à medida que nos conectamos espiritualmente à fonte de nossa inspiração. Ao abordar o tema do sofrimento, tanto físico quanto moral, reconheço a importância de discuti-los em conjunto para promover uma compreensão completa.
Em cada época, uma característica dominante se destaca, manifestando-se na criação particular que parece definir aquele tempo. É o legado dessas criações que perdura, transmitindo-se às futuras eras como um testemunho. No nosso século, marcado pela ansiedade, surge a percepção de que nossos pais talvez não tenham experimentado esse mesmo sentimento, ao menos é assim que os vemos, vivendo suas vidas com uma serenidade e calma que nos são cada vez mais estranhas, chegando ao ponto de muitas vezes nos sentirmos enfermos, inclusive durante momentos de descanso.
"No abismo do meu limbo, cada sombra sussurra a promessa de um novo amanhecer, despertando a coragem para renascer em meio à escuridão."
Ultimamente, tenho vivido no modo automático. Respiro, mas não sinto. Caminho com um vazio no peito que ninguém enxerga. É como se minha alma estivesse exausta de mim mesmo.
O silêncio da noite me envolve, mas não me acalma. Estou aqui, mas ao mesmo tempo, tão distante. É uma presença ausente, carregando um fardo que os olhos não alcançam.
Resta o vazio... quando tudo o que um dia fez sentido desaparece e só a solidão permanece.
E no final, me pergunto: quem sou agora? Porque aquele que eu era... já não existe mais.
Minha vida é a colcha de retalhos que consegui fazer. Tecidos nobres que se transformaram em panos de chão, panos de chão que fiz tornassem seda pura. Nas necessidades diárias, nas necessidades de minha alma, a qualidade do pano nunca foi importante. Era importante que absorvessem da melhor possível o que fosse bom a meu crescimento e que tivesse a capacidade de não absorver o que era desnecessário. A colcha não se finda, não permite reparos nas emendas. No entanto, sabedora que tudo foi aprendizado, olho para minha colcha, minha vida com muita gratidão. Amo, sinto, perdoo e agradeço. Esta é a minha vida. Nina Lee Magalhães
Não deixe que matem seus sonhos. Os sonhos são seus. Os riscos são seus. As decisões são suas.Não admita a si mesmo terceirizar o que é exclusivamente seu. Nina Lee Magalhães
