Dor de um Homem
A maior dor do empreendedor é ter que esperar as coisas maturarem ao seu tempo e suportar a latência, mas é questão de tempo para sentir, palpar e ver a realização.
O que está arruinado pode ser reconstruído. Toda dor pode ser curada. Todo abatimento pode ser renovado. Não importa o quão difícil pareça ser a situação, Deus pode restaurar tudo novamente.
Alguns sabem meu nome, mas não a minha história. Outros já me viram sorrindo, mas não a minha dor. Muitos notaram meus cortes, mas não as minhas cicatrizes. Os mais próximos podem lê meus lábios, mas não o meu coração. Só Deus e quem nos ama sabem quem somos e o que passamos.
O apego gera sofrimento e dor. Então, em algumas situações, Deus permite o sofrimento para gerar o desapego.
O bem deve ser feito no silêncio, o resto é show de quem quer se autopromover com a dor do próximo.
Jesus sabia que Lázaro ressuscitaria, mas mesmo assim Ele ainda chorou. Porque acolher a dor não é negar a fé.
Uma verdade que poucos percebem nesses líderes motivacionais é que eles só são ousados porque a dor, a decepção e a ferida não estão neles, mas no outro. Fica fácil pagar de forte e soltar dezenas de frases de efeito para o público quando não são eles que estão passando no vale da sombra da morte.
No meio do caminho tinha o tropeço, o tombo e a dor; mas também tinha o recomeço. Se você crer, Deus faz tudo novo.
A dor gera obediência (Hb 5.8); A dor gera arrependimento (2° Co 7.10); A dor gera paciência (Rm 5.3); A dor gera esperança (Rm 5.4); A dor gera experiência (Rm 5.4).
Onde você enxerga dor, Deus enxerga processo. E o processo gera amadurecimento, e o amadurecimento é requisito para recebermos a herança de Deus (Gl 4.1-2).
Que não seja a dor, as tribulações e perseguições que me levem a Te buscar, a orar; mas sim a saudade da Tua maravilhosa presença.
Altos e baixos.
Vivendo nos extremos.
Sem conseguir encontrar o equilíbrio.
Permanência na dor e o apego a ela, porque se ela se for o que farei sem ela?
O medo é mais forte e latente, é o malvado favorito acorrentado, alimentado, assistido. E o que fazer? Enfrente, em frente.
O retrovisor revela o que vai ficando, é só referência pra seguir; ficou, passou, acabou.
A identidade assume o controle.
A direção aponta o caminho.
A liberdade desfaz o caos.
A compulsão é o afloramento da dor em um movimento repetitivo também de reparação pela dor. Essas repetições causam ainda mais dor.
