Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Dói

Cerca de 5905 frases e pensamentos: Dói

Dói perder quem você tanto ama. O chão vai junto. A vida também. Praticamente tudo.

Como dói no meu coração escrever algo tão verdadeiro... Sua vida não vale nada.


Um curto espaço de tempo, em milhões qual o valor de um centavo?


Talvez em sociedade... União?

Não sei muito falar de amor.
Aliás, me dói pensar nele.
Me dói pensar em não ter mais sua voz,
Seu gesto,
Seus olhos brilhantes,
observando a chuva ainda morna que tica o telhado.

Falar de amor dói,
quando sabemos da certeza de o que amor um dia vai.
O que me alegra é saber que se não tiver o toque – pelo menos minha alma estará em sua companhia, entrelaçada num amontoado de nuvens.

Ninguém fala que amar também dá nojo.
que tem dias em que lembrar da pessoa não dói, irrita.
que a saudade às vezes não vem como falta,
vem como humilhação.

porque você se pergunta
como conseguiu sentir tanto
por alguém que ficou tão pouco.

e aí não é amor que machuca,
é o fato de você ainda sentir
enquanto o outro já seguiu.

quando eu pensava sobre a saudade, achava brega.
achava que esse tipo de pessoa era "pateta"
até chegar a minha vez.

é como se fosse um vazio, um frio que congela a alma.
o calor existe,
mas nunca é meu.
me deixa congelando do lado de fora.

a saudade aparece em momentos variados
momentos apertados, falados, criados.
sabe aquela sensação estranha de que aquilo nunca existiu, mas você sente falta?

como se tudo tivesse sido exagero da sua cabeça,
como se você tivesse sentido demais sozinha.
você começa a se perguntar
se foi amor mesmo
ou só carência boba bem disfarçada.

mas se não existiu,
por que ainda pesa?
por que ainda dói lembrar,
por que ainda irrita sentir?

talvez a saudade não seja da pessoa,
mas de quem eu fui enquanto amava.

daquela versão que acreditava,
que se entregava sem medo,
que achava que ficar era uma escolha simples.

e talvez seja isso que mais doa.

⁠Eu não invejo a vida social dos outros, mas dói saber que eu troquei pertencimento por sobrevivência psíquica, profundidade por solidão e aceleração por cicatriz, e que agora o preço disso é recomeçar vínculos num mundo que já desistiu de vínculos.

Eu almejo
Mas não ajo


Eu amo
Mas não exijo


Eu fico aqui
Fingindo que não dói
Fingindo que não sinto
Como se o vazio não falasse comigo


Lembrando do que nunca aconteceu
Esperando o que nunca existiu

Falar do que dói é difícil, mas guardar dói ainda mais.

Nessa canção,
o meu pranto dói como cachoeira descendo penhascos abaixo...
É uma dor sentida não só na carne...

Dói também os ossos, os pensamentos e até aquela lesão que ja foi curada à décadas, dói.

Dói aqui, dói alí, dói o juízo, os pés e mesmo estando no mais lindo paraíso, eu sinto ele doer.

Dói e, como dói pra valer.
E explicar as dores desses prantos, nem outra melodia explicaria.
São lacunas na alma que as vezes, eu até me espanto.


R.M

Ai como doi, e que agonia dizer pra voce isso assim sem ter teu ouvido , sem ter teu pecoço pra beijar , sem ter sua lingua na mihna enrolada ai que dor no meu peito saber que você está aí 'd'outro lado numa cama que um dia me pertenceu mesmo não sendo o dono, e nem dono da dona sei bem que na vida é tudo emprestado, o que presta fica ou vai, pra onde não sei , sabido que é tudo demais vira lixo ou luxo pra quem vem atrás, a fila anda rapdo demais , quem tem fogo no mundo do amor tem tudo, mas não esta livre da da dor , macho que sou não aceito mas também não rejeito, essa dor é indiferente estando no cio, e é muito alem disso , o desejo , é algo estranho contamina a alma inteiramente, ah, é a mais pura vontade de dar um , dois ou mil beijos australiano lá embaixo, na curva onde o vento é a respiração ofegante e anestésico depois do prazer. Como é bom, magnificante o pulsar dessa maravilha criada por Deus. Tem sempre o mesmo perfume, fragrância de mel; é divino sentir o depois, mela a boca e eleva o ser. É quase uma luz, eletricidade, choque bom que conduz pra perto do céu. Essa cavinha tem nome: beijo dos deuses. És a boca carnuda que a língua quente adentra, flexionando um ponto fixo centralizado geograficamente na região femoral, sejam elas grossas, finas, malhadas; não importa. És gostosa no aperto que dá. Venero, ajoelho sem rezar, mastro em riste, me ajeito do jeito que dá, "respiro", hora com força, hora com jeito e às vezes cadenciado no amor que merece, sempre seguro do tempo, vou chocando contra as paredes internas quentes e lisas, deslizo e viajo divinamente no mais puro e delicioso vai e vem sem parar, perfeitamente sincronizado com a toda cheia de curvas, chorando, chorando e exalando o redolente e aromático que emana e trescala da pele suada, derramando e molhando meu ser com o mais doce desejo, desejo esse que eleva a alma, misturando a complexidade da química corporal, tornando-se corpo único em um beijo gostoso, no abraço final, as almas se unem e fogem do corpo.

Mundo, fundo e imundo... que amor estúpido pode ser este que dói, fere, magoa, machuca e mata.

⁠Do que adianta dizer que dói, se você não entende de alma.
(Nepom Ridna)

⁠Como eu amo amar.
Mesmo quando amar cansa.
Mesmo quando amar dói
mais em mim do que no outro.

Amo amar porque sentir
me faz existir.
Porque o amor, mesmo quando falha,
me prova viva.

Amo amar com excesso,
com entrega,
com essa coragem quase ingênua
de quem ainda acredita.

Às vezes amar me esvazia.
Outras, me sustenta.
Mas nunca passa em vão.

Se amar é risco,
eu aceito.
Prefiro o coração cansado
de tanto sentir
do que intacto
por nunca ter tentado.

Como eu amo amar
mesmo quando amar
é ficar
sem ser amada.

Crescer dói um pouco, porque exige desapego. A gente passa a vida acreditando que certas pessoas, sonhos e versões de nós mesmos vão nos acompanhar para sempre. Mas crescer é perceber que alguns vínculos pertencem a capítulos específicos — foram essenciais ali, mas não cabem mais no agora.

Entender isso não diminui o que foi vivido. Pelo contrário: honra a história sem aprisionar o futuro. Às vezes, insistir em levar alguém para o próximo capítulo é como tentar ler um livro novo com páginas antigas coladas nele — nada flui.

Crescer é aceitar que mudanças não são traições, são sinais de movimento. É aprender a agradecer, soltar a mão com respeito e seguir em frente com coragem. Porque quem realmente faz parte da sua história vai encontrar um jeito de caminhar ao seu lado, mesmo que o cenário mude. E quem não vai… cumpriu o papel que precisava cumprir.

Perder alguém especial dói de um jeito que palavra nenhuma explica.
É uma ausência que faz barulho, mesmo no silêncio.
É acordar esperando uma mensagem que não vem,
é lembrar em detalhes de quem ficou marcado para sempre no coração.
O luto não tem prazo.
Não existe forma certa de sentir, nem tempo certo para “ficar bem”.
Tem dias em que a saudade aperta,
em outros, ela apenas senta ao seu lado e fica.
Chorar não é fraqueza.
Sentir falta não é falta de fé.
É amor que não encontrou despedida.
A pessoa que você perdeu não se foi do que viveu em você.
Ela permanece nos gestos, nas lembranças,
no jeito que você olha a vida depois dela.
O amor não morre — ele muda de lugar.
E mesmo que agora pareça impossível,
aos poucos o coração aprende a respirar outra vez.
Não porque esqueceu,
mas porque aprendeu a carregar a saudade com amor.
Seja gentil consigo.
Um dia de cada vez.
E quando o peso for grande demais,
lembre-se: você não está sozinho(a).
O amor que existiu ainda sustenta você.

⁠Minhas dores me destroem,
Minha mente dói,
Meus pecados distintos,
Saborosa e intensamente
E você é o maior deles.

PARTIDA
Quando parti alguém que amamos e nós deixa sem notícias... Ou despedidas... O coração dói e alma chora.

Tudo mundo precisa de alguém. E dói saber que eu não tenho ninguém. Cansada, vejo a vida passar. Ando à toa, eu sei, pois me falta alguém, um verdadeiro amor. Pra comigo andar e me entender. Pra me acompanhar e não me perder. Para me dar a mão e enfrentar a vida comigo.

⁠Só sabe o quanto dói aquele que passa pela dor.

⁠Dói demais perder um grande amor. Ainda mais quando era você que sentia tudo.

Dói tanto que me falta o ar!