Dói
Embaixo da coberta eu pude perceber que eu podia contar para meu travesseiro tudo que dói em mim;
Meus segredos se portam como artifícios que escondo do mundo tentando me proteger da frustração;
Minha sorte escolhe um bom caminho da vida sem brincar com a morte;
Meu contentamento me dói em um nível romântico que fala de amor ao meu ouvido, mas que o bem querer faz com que andemos solitário entre os sentimentos invisíveis;
Tão contrario é o verdadeiro amor que transcendente és ao meu coração com certo fogo da paixão que queima, mas não machuca com tamanha gravidade;
Não me envaideço pelo falar do meu coração que tanto quer no querer de amar e ser amado sem a expressividade de ser dono para escravizar sem sentido;
Agora vejo em parte que o amor entende a solidão quando há erro na conclusão que manipula o coração com algum tipo de ilusão surreal;
Dói querer dizer o quanto amamos, mas não termos a oportunidade ou até mesmo medo das palavras que levam à declaração;
Às vezes o momento se faz duro com situações inesperadas para com o coração que busca as esperanças como algo solida que possa realizar;
Já estou só há tanto tempo que nem mais dói com tanta intensidade para me degradar a ponto de me perder;
Não há mais tantas comoções no que não me atrai não me guio por lei alguma e nem muito menos eu me doou para ganhar um mundo que não tenho tempo a perder;
Ainda não me situei onde o meu coração foi parar que me fez viver algumas decepções sem declarar o que não escutei;
Meus conflitos interiores são disputados pelos sentimentos nascente do meu coração, pois existem dois sentimentos fortes;
Um é o amor racional e o outro o amor insano, entretanto as perguntas não se cessam, qual sentimento me domina;
E a resposta que acalentam as minhas curiosidades: é o sentimento que mais me faz feliz;
Seus caminhos se estreitam para os meus sentimentos no certo que dói com o errado das suas tentativas de ser feliz;
Não julgo as suas lutas por dias melhores, nem suas escolhas erradas que te levam beirando o perigo de um coração carente;
Saibas que és lenda e bela trabalhada na formosura e graciosidade com um coração de menina, mas a consciência de uma diabinha;
O amor quando vai deixa indícios que dói
Que machucam e achamos que não acabam
Mas com paciência e perseverança
O tempo dá um basta;
Não peque como eu pequei
Pois perder aquilo que não tem preço
Dói muito mais na alma que no coração;
Há... O amor!
Se não fosse amor
Com certeza se chamaria dor
Por que muitas vezes dói
Mas se não fosse bom, não nasceria em nós;
O amor, tem lá os seus sufoco...
Pois só quem conseguem amar és louco;
Eu me esforço, mas ninguém
percebe os meus artifícios
Sinto saudade de mim
ou em uma vida à dois
quando nem sei se
foi vivida;
Sei que não adianta ficar
a se lamentar...
O primeiro passo a se tomar
é ter atitude, evoluir e melhorar!
Mas nas minhas inspirações
Eu vivo como um poeta
Pinto os meus sonhos
escrevendo como seria
bom viver ao lado dela...
Pode ser que te tenham ferido, como também feriram a mim; mas tudo o que dói costuma ter sido acariciado antes. E a dor e o pranto passam, mas a carícia continua para sempre.
Quando a vida não dói mais.
"Às vezes vem sonhos ruins
A gente se assusta e se acorda
Mas, se não se recorda de sonhos assim
Não tem nada que nos faça
Ver a graça da chuva que te surpreende
Recordar-se da pedra, onde um dia tropeçou
Numa queda que te feriu.
Até mesmo na doença lá da infância
E de todas as distâncias que venceu
Nessa fase, onde tudo se ajusta
E você só vai vivendo a própria vida
Se não existe mais risada ou quase riso
Você deixa de ver graça em sonho bom também
Quando a gente se esquece e nem pensa
Em todo aquele medo que sentiu do escuro
Todo dia acorda
Porém, só se sente apressado...atrasado
E nem agradece à bênção da claridade
O pássaro voando é só uma ave que passa
Não enxerga mais a paz do voo, tanto faz.
Não existe mais mistério em nada
Não existe mais vontade de sorvete lá na praça
Nem mentira e nem verdade
Não há flecha que te atinja e nem te fira
Nesse duro coração vazio, fortalecido pela vida
Tanto faz ir ou ficar
Calor ou frio
Esqueceu-se da alegria
Quando, um dia era tão bom poder sair para brincar
À exceção daquilo que se enxerga
Não existe mais magia em nada...ela existia.
Mas o mundo tornou-te igual a mim."
Edson Ricardo Paiva.
Ser feliz
É ter um calo que dói
Esquecer a dor e ir trabalhar
Ser feliz é entregar tudo que tem
Sem nunca pedir nada em troca
Por crêr que não é preciso
Toda essa distância
Que um dia doeu tanto
No meu coração
Hoje, não dói mais, não
O tempo fê-la tão mansa
Hora após hora
ano após ano
Vivendo sem fazer parte
dos planos de ninguém
Qualquer coração se cansa
Outro dia eu plantei uma ameixeira
Que morreu, secou por inteira
Foi culpa minha
Pois eu não cuidei
Descobri naquele dia
Que minha saudade
era mais forte
Que a árvore de maior porte
Cravado a vida inteira
No solo infértil do meu peito
Vergava mais que a laranjeira
Escaldado pela frieza
Que emana de qualquer desprezo
Crescia e ganhava peso
Mas um dia se esqueceu
Por quê vivia
E acalmou-se
O tempo lhe trouxe a fleuma,
A mansidão
e a compreensão
Agora ela ainda vive
Porém
Não se lembra de ninguém
Portanto
Não dói mais, não.
