Dói

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O que mais me machuca é discutir com uma das pessoas que mais amo. E dói tanto saber que tudo o que você fez a essa pessoa parece ter sido NADA ou muito pouco. Não é questão de lágrimas, mais neste momento meu coração sangra. E não é Dramatologia, é que dói muito, mais muito mesmo. -Só queria que você entendesse que você é um pedaço de mim e mesmo que eu não esteje contente com o que vejo, não consigo viver sem você. Agora conquiste outros valores que são importantes também, entenda que isso é pra você e somente para se incorporar na sua meta ao auto-conhecimento, faça-me admirar-te na vida, orgulhar-me das suas ações, aplaudir sua jornada no caminhar, vibrar com suas vitórias, por que meu amor a ti sempre terás.

—By Coelhinha

“A realidade dói? Não, a realidade é o que é. Então o que faz doer? A expectativa e as críticas que adicionamos na realidade...A história segue."


—By Coelhinha

“Pensar dói porque desmonta a pessoa que você acreditava ser.”

O conhecimento liberta, mas dói.

A guerra é sempre
do anti-herói,
o ruim contra o ruim.

Nunca se deslembre
que tanto dói,
e torça só pelo seu fim.

⁠O que dói mais; a dor de encarar uma mudança ou a profunda insatisfação gerada pelo medo de mudar?
☆Haredita Angel-04.10.2012

Para curar uma ferida,
tem que lavá-la muito bem.
E isso dói!

"Há momentos na vida da gente que a saudade dói, tal e qual, casca de ferida quando arrancada.


-A tristeza pensa em firmarmoradia;
-O mar quer desaguar inteiro pelos olhos;
-O peito aperta e o ar foge...


Mas, o bom é que Tudo Passa!
Tudo recomeça!
Tudo volta a florescer!"
Haredita Angel
20.04.25

⁠É preciso muita Coragem para tocar onde dói —
muita Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.

⁠Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.


Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.


Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.


E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…


Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…


Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.


Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.


Não por covardia, mas por limite.


O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.


Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.


As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.


Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.

⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.

⁠O Brasil que me dói
é o Brasil que padece
da Metástase Cultural da Corrupção Estrutural.


O que me dói não é apenas o dos escândalos que estampam manchetes, nem o das cifras desviadas que nos indignam por alguns dias.


O Brasil que me dói é aquele em que a corrupção deixou de ser episódio e virou ambiente — deixou de ser exceção e passou a ser método.


É um Brasil que já não se escandaliza com os erros — justifica-os — e até estranha a honestidade.


Onde o “jeitinho” é celebrado como inteligência e a integridade é tratada como ingenuidade.


A metástase cultural da corrupção estrutural não começa nos palácios; ela se espalha quando pequenas concessões morais se tornam hábitos sociais.


Quando furar a fila, fraudar um atestado, comprar produtos de procedência duvidosa ou sonegar um imposto parecem pecados menores diante de outros pecados…


Essa metástase é muito silenciosa.


Não dói de imediato.


Vai corroendo a confiança — essa argamassa invisível que sustenta qualquer nação.


E quando a confiança apodrece, tudo começa a desmoronar: instituições, relações e sonhos coletivos.


O cidadão já não acredita no Estado, o eleitor já não acredita no voto, o jovem já não acredita no mérito.


Mas talvez a dor seja também um sinal vital.


Algo de bom no meio do caos.


Só dói o que ainda tem um pouco de vida.


E se o Brasil nos dói, é porque ainda nos importamos.


É porque ainda enxergamos a possibilidade de um país onde o certo não seja heroísmo, mas normalidade; onde caráter não seja exceção, mas cultura.


A cura de uma Metástase Cultural não começa apenas nas urnas ou nos tribunais — começa no espelho.


Começa quando decidimos que não aceitaremos, em pequena escala, aquilo que condenamos em grande escala.


Porque a corrupção estrutural se alimenta de microcorrupções diárias; e a transformação estrutural também nasce de microatos de integridade.


O Brasil que me dói é o mesmo Brasil que ainda pode florescer.


E talvez a verdadeira revolução não seja a que grita nas ruas, mas a que ainda sussurra na consciência de cada um de nós: ou mudamos a cultura, ou a cultura continuará nos mudando.

⁠Nem Sempre é a Verdade que dói…
Às vezes o que dói é a Verdade diferir daquilo que desejamos.


Há uma espécie de conforto bastante silencioso nas narrativas que criamos para nós mesmos.


Pequenas versões da realidade sempre moldadas com muito cuidado, onde as coisas fazem mais sentido, onde somos mais compreendidos, mais justificados, mais certos.


Não necessariamente Mentiras — mas adaptações gentis do mundo para que ele caiba melhor dentro de nós, das nossas vontades.


O problema não está na Verdade em si.


A Verdade, muitas vezes, é apenas o que é — nuą e crua, neutra, indiferente aos nossos desejos.


O que realmente fere é o desencontro entre aquilo que esperamos e aquilo que se revela.


É o abismo entre o que gostaríamos que fosse e o que, de fato, é.


Dói perceber que nem sempre somos aquilo que imaginamos.


Ter que aceitar que certas pessoas não nos veem como gostaríamos é muito doloroso.


Dói entender que alguns caminhos não levam ao destino que sonhamos, por mais que tenhamos caminhado com fé.


Não é a Verdade que machuca — é o luto das ilusões que ela desfaz.


Mas há, nesse incômodo, uma oportunidade muito rara.


Porque toda vez que a Verdade nos desorganiza, ela também nos oferece a Grandiosa chance de Reconstrução — mais honesta, mais consciente, mais real.


E, embora essa reconstrução seja menos confortável, ela costuma ser mais sólida.


Talvez Amadurecer seja exatamente isso: aprender a lidar com a Verdade sem precisar Distorcê-la para que ela nos agrade.


É aceitar que nem tudo precisa fazer sentido imediato, nem tudo precisa ser justo e aceitável aos nossos olhos, nem tudo precisa corresponder ao que sonhamos.


No fim, não é sobre evitar a dor, mas sobre entender sua honesta origem.


Porque quando percebemos que o que dói não é a Verdade, mas o rompimento com aquilo que desejávamos, passamos a enxergar com mais clareza — e, quem sabe, com mais coragem — o mundo como ele realmente é.


E isso, ainda que extremamente desconfortável, nos aproxima muito mais de quem realmente somos ou deveríamos ser.


A Verdade — diferir daquilo que queríamos — realmente dói.

Amar dói sim, do contrário, não curaria a dor. Amar pode fazer chorar, ou então não faria sorrir. As vezes amar é apenas amar. É estar lá por alguém, mesmo que ela ainda não possa estar aí por você.
- Marcela Lobato

Quando cantar, cante com verdade e coração. Eu sei que dói. Às vezes rasga e destrói. Mas jogue a dor para fora, mesmo que tenha que fazer isso pelo resto da vida, e nunca passe.
Componha verdades. Conte teus sentimentos e histórias. Abra a ferida, mas seja de verdade! Não há nada mais tocante, profundo, e verdadeiramente artístico, do que a arte feita de um sentimento sincero, ao invés de uma história criada, inventada, vendida por dinheiro.
É difícil ser vulnerável. Mostrar tuas fraquezas, aquilo que mais te afeta. Por vezes, parecem facadas no peito falar do que te fez sorrir, quando já só te faz chorar, naquelas canções onde a dor era recompensada, sentia ter valor, superando toda angústia e frustração de uma história do século XXI, ou nas que revelam o quanto algo te machucou, após o fim.
Mas a dor destrói de qualquer jeito, e antes jogar para fora, do que deixar tudo preso no peito. Deixe que o mundo ouça. Abra um pouco desse coração trancado pelos muros que a vida criou ao seu redor. Mostre a verdade, doa a quem doer, inclusive a você.

A maioria das pessoas não faz ideia do que é amar realmente. É óbvio que o amor dói, afinal, se não doesse, não poderia curar. Hoje as relações são pura conveniência. Até diria que o amor respira por aparelhos na Era moderna, e logo deixará de existir. As pessoas são carentes, não querem aquela pessoa que amam, mas sim qualquer pessoa, e quando essa pessoa não é mais conveniente, simplesmente trocam como se o outro fosse uma peça de desmanche de automóveis.
O "amor gourmet" nunca foi e nunca será amor. Se você pode esquecer alguém em questão de dias, semanas ou meses, se pode descartar e seguir em frente com uma noite de choro pelo apego, nunca foi amor. Viver assim pode até ser mais seguro, afinal, por um lado, jamais terá seu coração quebrado, mas por outro, nunca vai conhecer o oposto de ter um coração partido, e nunca vai crescer ou saber o que é amar alguém tanto quanto a si mesmo. Nunca terá tido a coragem mais perigosa do mundo.
- Marcela Lobato

Existir dói.
Mas dói mais ainda
quando a gente finge que não.

Mundo, fundo e imundo... que amor estúpido pode ser este que dói, fere, magoa, machuca e mata.

"Ouvi dizer que furúnculo dói e incomoda. Mas aposto que nem tanto quanto o incômodo das pessoas que não aceitam opiniões contrarias às delas. Aposto!"
0707 | Criada por Mim em 2014


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Pra que Chorar Pelo fim de um relacionamento Sei que isso doi , Mas tente Apenas ergue a cabeça e segui em frente

Inserida por Brotinhoenvolvent