Doer
Pobre só era pra ter nascido com dois dentes, um pra abrir garrafa e outro pra doêr a noite todinha.
A dor nem dói tanto e o sofrimento é conscientemente agradável!
Doer faz lembrar, lembrar o que já existiu
Que um dia foi-se feliz e que esse dia ressurgiu
Ressurgiu de uma lembrança, dolorida por ter-se um fim
Mas dessa dor que por ventura sentida, alimentou-se da ferida e dela agradavelmente sorriu
Eu sabia que você fazia parte de mim de um jeito que chegava até doer, e eu mal sabia naquela época que aquilo doía mais que a morte. Mas por mais estranho que fosse, era bom sentir você por perto, era bom sentir que eu era sua amiga ou se fingiu, mentiu muito bem que até me enganou.
A gente aprende, que mentira não leva a nada , que sofrer não faz parar de doer, que fugir não resolve problema, que o medo só atrapalha, que o amor só é bem vindo quando existe o amor próprio, que nem tudo é como a gente quer (e na maioria das vezes quase nada é.),
E agora, pulsações que chegam a doer
Segundos que parecem uma eternidade,
Mal entendidos postos a limpo
Não esperava depois dos planos
E atitudes gritando pra você voltar
Fazer você ligar, e sinais de fogo pra sinalizar teu caminho
Fogos de artifício pra quando chegar
Planos pra esperar, falhas para circundar
Eu, só esperando você passar
Muda e troca tudo pra ela notar,
Um frio na barriga de anos atrás
Notou passou, não parou, muda outra vez
Minha vontade de voltar como antigamente
Queria te decifrar, te quebrar, as minhas palavras como antes
E te deixar de quatro, com tanta gentileza, era eu!
As coisas conspiram contra nós
Hora sim, hora não
Já não consigo dormir...
O teu cheiro escorre das minhas veias
Meu coração pulsa com a freqüência do teu
Minha pele aquece com a lembrança da tua
E suas mãos geladas sem freio, no meu corpo.
Eu tentei pegar seu coração para mim, não importava se seria egoísta, apenas precisava parar de doer... literalmente.
Você me via vomitar flores banhadas no sangue metálico e vermelho. Eram suas favoritas, tulipas brancas.
Mas você não percebeu querido, estava ocupado tentando encontrar as flores perfeitas para dar ao seu amor.
Não procure mais, eu virarei o buquê mais lindo.
Assim também é o amor! Muitas vezes faz doer, faz sofrer e mesmo assim a pessoa não desiste, será por que?!!!
Como algumas lembranças fazem doer, nos traz um grande aperto no peito, seja ela qual for; De alguém que já se foi ou de um grande amor; de um lugar que se morou ou que apenas visitou.
Durante nossa passagem por aqui vivemos todas essas entre tantas outras lembranças, é imprescindível viver todas essas lembranças, trazendo dor ou não, são elas que compõem nossa vida e a faz valer a pena. Já pensou viver sem se lembrar de algo muito especial? Não né?! Uma vez que as lembranças são importantes para nós, assim como a vida só é importante se tem recordações; Nós só somos importantes se temos e deixamos algo a ser lembrado
Amar é difícil
Amar as vezes pode doer, infelizmente pode sempre acreditei que amar era bom, mas nao é, amar é dificil que as vezes o amor é reciproco, a pessoa cansa de amar assim, toda a vez que voce passa fingi que nao te ver, as pessoas que te valoriza voce nao dar nenhum valor por que simplesmente voce apaixonou pela a pessoa errada que todo mes posta relacionamento sério e voce fica tipo... Porque nao é eu, Lembra da vida perfeita que voce imagina antes de dormir? Ja pensei até qual seria nossa musica rs, eu sei que isso nao vai sai da minha cabeÇa eu sei que nunca vai acontecer do jeito que eu imaginei, que eu projetei na minha mente que escreveria até um livro de tanta imaginaÇao, que futuramente nao vai servir para nada além de um rascunho que tenho que com certeza ira para o lixo, ninguém se importa, se voce tem sentimentos que alias me chamam de insensivel mas nao sabem que que se passa na minha mente.
A verdade às vezes poderá parecer cruel : Vai doer, vai
arder , vai nos açoitar se preciso para que a aceitemos
como tal. Não demora, novamente tudo serão flores.
Já a mentira nos parecerá
instigante e encantadora mas
será apenas mentira. Viverá
apenas momentos delirantes
envolta por um véu de fantasias, terá vida curta e nada ensejará.
Cicatrizes não existem para doer, existem apenas para que não esqueçamos quem o o que nos causou dor...E o que sempre digo, dor é inevitável, já o tempo de sofrimento é uma opção pessoal.
Queria poder dizer que estas marcas inexistem. Cicatrizes costumam doer por mais invisíveis que sejam. Algumas queimam, outras doem. Mas essa que ficou não me serve pra nada, ela não dói, ela não queima, apenas existe. Existe pra me lembrar que você passou por aqui, que um dia esteve aqui. E de quê isso me serve?
- O amor poderia ser igual uma sandália melissa nos pés, quando o pé começasse a doer ou a incomodar,iriamos jogar ela em algum canto e nunca mais usar, não é? Mas não pode ser assim. - Disse aquela menina bizarra
- Poderia sim, poderia ser como um esmalte, que se a gente não gostasse da cor, apenas molhariamos o algodão num removedor de esmaltes e acabou amor - Prosseguiu uma outra menina.
- Mas na vida, o que eu aprendi foi que o amor não é algo que sempre pode controlar, por cedo ou tarde tudo invade, as pessoas que foram mortas por você, voltam. Os amores passados só lembram o sofrimento, o amor recente carrega o peso da palavra "Se". Os amores inesquecíveis sempre são comparados com os novos amores que acabam chegando. - Continuou a menina bizarra com a sua teoria mais bizarra ainda -
- Se? Explique mais um pouco sobre isso - A sua amiga pediu.
- Se a gente nunca vai dar certo, se eu amo ele realmente, se eu pudesse aquele lá de volta. Mas aí, o que vem na cabeça é desistir, tirar o time de campo e nunca mais querer sair de casa, mesmo aprendido a sofrer cada parte do seu corpo. Como se tudo fosse decorativo e o final é prático, e se resume em uma palavra . - A menina bizarra com a sua teoria bizarra havia ter sofrido tanto assim?
- E qual palavra se resume? - Sua amiga mostrava interesse, pois como nunca havia sofrido, queria saber como era.
- Eu sofro, uma palavra fácil e prática. - A menina bizarra agora demonstrava tristeza no seu olhar vazio.
- Por que tem esse olhar tão triste, menina bizarra?
- Porque eu não quero mais viver, entende? A vida pra mim é triste, não tem cor, não tem nem um amor decente para mim. Queria afundar minha cabeça no travesseiro e morrer lá, quietinha, sem ninguém encher o saco - Continuou a menina bizarra - É só isso - E continuou com um solução.
- Oh, não chore! - Disse a outra amiga interessada no assunto - É triste sofrer?
- Triste? É apavorante! Você não se sente mais vontade de nada e sempre se lembra daqueles que já se foram um dia e que prometeram que iriam voltar.
- E por que você sempre diz de coisas que morreram? - Terminou a amiga -
- Porque eles me levaram junto, agora, só sobre o corpo, mas a alma foi levada a tempo - A menina bizarra em vez de chorar, abriu um sorriso - E talvez, assim seja melhor -
- Espera, pra onde você está indo? - Disse a amiga -
- Procurar os que se foram com a minha alma, quer ir junto? - A menina estranha abriu um sorriso forte -
- Tenho medo - Terminou a amiga.
- Então, eu vou - disse jogando seu corpo para trás da janela e num salto, viu todos os rostos preferidos, todos os sonhos desfeitos e o principal, ela finalmente conseguiu ver o rosto que ela tanto amava, o rosto dele.
- Pobre menina! - Disse sua amiga, saindo de sua casa e olhando o corpo, da menina bizarra atirada ao chão, com um machucado na cabeça e com um sorriso no seu rosto.
