Dizer Adeus com Vontade de Ficar

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“Eu odiava a palavra adeus. Até conhecer pessoas que foram embora sem ao menos dar tchau. E se você acha que doí ouvi-lo, não ouvi-lo doí bem mais.

Até logo!

Pra ser sincero eu não sei, quando um até logo poderá ser na verdade um adeus. Não sei se amanha irei te encontrar de novo. Não sei se terei outra oportunidade para conversar com você, e rir das mesmas coisas sem sentido, às quais só nos encontramos graça. Não sei se poderei te pedir perdão,pelas vezes em que te deixei só, quando precisou de mim e eu não estava, por brigarmos por coisas simples.

Caso soubesse que esta seria a última vez em que veria você, faria tudo certo e tornaríamos os momentos simples, únicos. E quando fosse me despedir te daria meu até logo e lhe abraçaria, de novo e de novo, até me certificar de que não sentiria culpa ou saudade. Mas eu não sei, não se amanhã ao invés de momentos existam lembranças e ao invés de alegria exista saudade. Esse alguém que amei, o tempo sem aviso prévio levou, e me deixou órfão do teu amor e carinho.

Prometemos que viveríamos juntos para sempre, mas para sempre é muito tempo, e o tempo tem um jeito para mudar as coisas. Sempre imaginamos que haverá um amanhã, para que possamos amar de novo, perdoar de novo e abraçar de novo. Na verdade não suportamos o simples fato de que não haverá um amanhã, para que tudo isso seja feito. As oportunidades nos são dadas diariamente, portanto ame, perdoe, abrace e se despeça. Faça tudo que deve ser feito agora!

Contudo resta-me somente as lagrimas no rosto, a triste lembrança do adeus, e uma imensa saudade do que mal se foi, mais que já me faz tanta falta.
Faz-me corroer por dentro, em uma longa agonia, na qual a dor não persiste, se transforma em nostalgia, e volta a me fazer chorar.

O livro termina quando lemos a última frase e o nosso capítulo final dizia apenas adeus.

As vezes escolhemos dar adeus a quem amamos pelo nosso grande orgulho e ego, e as vezes desejamos voltar ao nosso luto, sofrendo sozinhos, por algum sentimento que realmente já morreu !

Nunca diga adeus, a quem Deus te apresentou.

Se te amei não sei, mas seu sorriso está gravado na minha mente junto com o último adeus, era seu sinal de aviso que naquele dia eu estaria te perdendo, contendo apenas um até logo.

Adeus, meu pobre amor. Jamais a esquecerei ou substituirei. Seria absurdo de minha parte procurar persuadi-la de que você era o amor puro, e que esta outra paixão não passa de uma comédia da carne. Tudo é carne e tudo é pureza. Mas uma coisa é certa: fui feliz com você e, agora, sou infeliz com outra. E assim prosseguirá a vida (...) de um modo geral, agirei como sempre agi. Mas isso não significa que serei feliz sem você... Todas as pequenas coisas me lembrarão você (...) tudo isso me parecerá sempre a metade de uma concha, a metade de uma moeda, de que você possui a outra parte. Adeus. Vá embora, vá embora. Não escreva. Case com Charlie ou com qualquer outro homem bom de cachimbo entre os dentes. Esqueça-me agora, mas lembre-se de mim depois, quando a parte amarga estiver esquecida.

Eu não entendo a distância
nem as dores que ela traz
não entendo o adeus
toda vez que parti
deixei um pedaço para quando voltar
e não aceitei a solidão
o vento alegra os pássaros
toda a natureza se faz feliz
o encanto está nos olhos de quem sabe ver
há um mistério na vida
nunca partirei, você sabe muito bem
como a noite espera pelo dia
esperarei, esperarei, pois sei que você virá.

Adeus
Não me digas adeus
Nem peça-me para ser seu amigo
Pois pra mim seria um doloroso castigo

Ouvir-te chamar-me de meu amigo
Seria eu falso
Ser oque me pedes
Pois tenho grande vontade...
Vontade de beijar sua boca doce
Tocar seu corpo cálido
Como posso eu ser seu amigo?

Adeus!Adeus! A estrela matutina
Pelos clarões da aurora deslumbrada
Apaga-se no espaço,
A névoa desce sobre os campos úmidos,
Erguem-se as flores trêmulas de orvalho
Dos vales no regaço.

Tu não mais ouvirás os doces versos
Que nas várzeas viçosas eu compunha,
Ou junto das torrentes;
Nem teus cabelos mais verás ornados,
Como a pagã formosa, de grinaldas
De flores rescendentes.

Foi embora, mas eu nunca disse Adeus.

Você me disse “até logo, meu bem” e meu coração ouviu “adeus”.

QUANDO EU DISSER ADEUS

Quando eu disser Adeus
quero girassóis
brincando em cima
de meu túmulo...

Ousem nas cores
no cúmulo...

Sempre fui exagerada
e tal cena
me deixaria mais relaxada!

Cantem, os que sabem,
a minha música favorita...

Falem, falem muito
de como eu fui feliz
nesta vida!

Em vez de coroas
quero laços de fitas:

todas esvoaçantes
todas bem coloridas!

Não me vistam de luto
para que eu me sinta viva...

Quero chegar do lado de lá
sorridente
festiva!

Coloque-me o vestido
mais ousado que um dia
hesitei em usar...

Esta é a minha marca
e não quero a morte
deixá-la enterrar...

Pintem de rosa
meu ataúde
e me desejem
saúde!

É que tenho planos
de aprontar
em outras órbitas
em outras dimensões...

Não tentem entender
meus desejos
nem pedir-me
explicações!

Na lápide
quero um poema
de minha autoria

mas nada que seja triste
nem que derrube
minha utopia!

E antes que a terra
me una a sua essência

reguem-me com desejos
de boa viagem

e do outro lado da vida
levarei pra sempre

a alegria
desta passagem!

Esse poeminha fofo é do meu amor lindo.


A universidade e um adeus

Finalmente chegou o leão artroz!
Acabou os mares floridos e a juventude eterna;
acabou o sonho doce;
não se tem mais noticia do pé de moleque.
Amadurecerás como nunca, ou morrerás tentando.
Estou sendo dramático? Claro que estou...
Jujuba virou limão;
reza virou consolo;
não engulhe, engula!
Estou sendo irônico? Claro que estou...
Na poesia não poeta;
de cor preta e branca;
de doce salgado;
aqui deixo o meu chão...
Duro e caspento;
mas parece cimento...
No cultivo deste chão a safra ficou magra;
não chovia, não perdurava;
damos valores a perdas, ignoramos os ganhos.
em fim chegou e já era hora.
Amiga o problema não é meu;
o que era pra acontecer aconteceu;
foi assim que escolheu.
Sem um abraço, nem um beijo;
apenas minhas palavras de pouco gracejo;
deixo meu adeus...

É simples a separação.
Adeus.
Desenlaçado o último abraço, uma pressa de dar contas um ao outro.
Já não há gestos. O derradeiro (impossível) seria não desfazer o abraço.
Pressa de cada um retomar o outro na teia lenta da remembrança.
Não desfazer o abraço. Ficar face encostada ao niagara dos cabelos.
Sobram fotografias, voz no gravador, um bilhete na caixa do correio. Sobra o telefone.
Tensão - telefone. Experimentada. Sofrida.
Tensão - telefone. Possibilidade de voz não póstuma.
No gravador, voz de ontem, de anteontem. De há anos.
Sobra o telefone. Mudo.
Retininte?
Sobrarão as cartas. Sobra a espera.
Na teia lenta da remembrança, retomo-te em memória recente:
na praia de ternura onde nos enrolámos e desenrolámos desesperados de separação.
Sobra a separação.

Nunca diga adeus, diga te amo.

Algumas vezes 'Adeus' significa 'Aguardo'.

Quando eu não lhe disser adeus, esse terá sido o dia que eu fui de verdade.

ADEUS

Adeus...
Estou indo embora
me despedindo de todos...
Estou sem inspiração
para louvar a vida
o mundo
nós...
Estou dizendo adeus...
Estou cansado
magoado
me sentindo nada...
Estou indo embora
mas todos que vão
Um dia volta... Quem sabe!
Marque neste dia de hora
as malas feitas
as portas trancadas
janelas, tudo fechado
como o meu coração

Adeus!
Até algum dia...