Dizem
Poemas mentais
Não se viu nenhum distúrbio igual
Há alguns que dizem que é mortal
Não sou igual aos demais
Eu tenho sérios poemas mentais
Sou louco, anormal
Um amante, um animal
As palavra vem rápido
e quem sofre é o papel
Meus poemas são meus filhos
Nascem do inesperado
e quando me vejo já estou perturbado
dando a luz.
Ora o parto é normal
Tranquilo, respiro, aprecio
Outrora é de risco
Arrisco, me belisco, desisto
Risco de morte mesmo
e quem morre são as palavras
Meus problemas são sérios
Cuidado, é contagioso
Cuidado, é perigoso
Eu tenho sérios poemas mentais.
Muitos humanos não entendem o amor entre pessoas e animais e ainda dizem que irracionais são os animais.
Dizem que os vampiros tem sentimentos mais intensos, fico mim perguntando "Será que sou um?" sofro de mais, amo demais, mim fodo demais, Enfim.
Dizem que o amor vem da presença, vem do toque, da convivência. Mas na verdade o amor não tem nada a ver com isso, o amor ele se mantém mesmo com a distância, com o tempo, sobrepõe-se a saudade. O amor fica, quando tudo se vai.
"Muitas pessoas dizem serem felizes. Mas isso não é verdade, muitas vezes as pessoas estão felizes. SER é diferente de estar."
CARTAS DE AMOR
Ah se eu pudesse ler o que as cartas de amor não dizem
Cada suspiro que vai nas entrelinhas
O silêncio guardado em cada espaço em branco
Ah se eu pudesse ler cada pergunta que não é feita
O que se esconde atrás das vírgulas
A história que continua após o ponto final
Os sentimentos que impregnam o último verso
Quisera eu saber ler cartas de amor
Mas elas não se deixam ler
Ou não seriam cartas de amor.
-Dizem que sou poetisa!
-Que poetisa é essa?
Que descreve coisas lindas...para os grandes amores , onde os mesmo se conquistam, e essa sua poetisa não consegue a ninguém conquistar como um verdadeiro amor...
Será que poetisa eu sou?
As palavras nada dizem, elas não sabem expressar o que eu sinto aqui dentro,
é amor o que eu sinto o mais puro sentimento, amor de uma vida e não de um momento.
"Tem olhares que dizem mais que mil palavras. Somente as pessoas com muita sensibilidade conseguem decifrar e traduzir estes olhares..."
Gosto dos pequenos nadas que tanto dizem!
Gosto das palavras escritas pelas tuas mãos, em mim!
Gosto dos espaços musicados entre o teu sorriso e o meu meu!
Gosto de me (re)ver no teu olhar ... e num arrebatamento de alma, embrulhar-me no teu abraço, esquecendo-me do tempo.
Gosto ... de (te) gostar ...!!!
Dizem que os vampiros têm pior destino que os mortais, e que a mais severa punição é a eternidade. Não há vampiros para a confirmação da tese. Suspeito que o verdadeiro castigo aos homens, o que causa mais sofrimento, seja a insônia, que alterna o horror da realidade com nossos demônios notívagos num ciclo perverso. Insones, somos só um punhado de carne irritável, um feixe de nervos em frangalhos, um sistema que não desliga nem funciona, sempre pronto para entrar em colapso.
O que chamam de “amor livre” pode ser um machismo disfarçado:
Dizem por aí que amor livre é quebrar os moralismos, ser dona de si, não se prender a nada e a ninguém. Mas eu acho que nisso tudo há alguns poréns.
Se por um lado tantas crenças do passado faziam a mulher ter o corpo fechado, nessa nossa liberdade anunciada de agora, em que a gente se abre totalmente, não se cuidar, se proteger, se conhecer e se amar, torna esse outro extremo da realidade tão ruim quanto antes.
Pode ser que viver o amor livre seja uma forma mais moderna de exercitar o machismo e tornar o corpo da mulher ainda mais território público, já pensou nisso?
Por mais que a gente saiba o que quer, do que gosta. Por mais que a gente veja e tenha consciência. Para se cuidar, se respeitar e realmente ser livre, é preciso uma observação profunda, é preciso encarar medos e quebrar mitos. É preciso primeiro viver por dentro a mudança e depois estar (diferente) no mundo.
Não adianta sair de nariz empinado, mostrar segurança nos passos, soltar o corpo e a mente, se no dia seguinte a gente chora sozinha, a gente espera a mensagem que não chega, a gente quer um carinho, a gente se torna possessiva, competitiva, insegura…
E eu não estou defendendo a síndrome de princesa e muito menos querendo voltar no tempo! Eu acho que a gente tem que ser o que bem queira: rainha, gatinha, tigresa…
Mas desde que a gente se conheça. Porque me parece que ainda hoje, entre tantas mulheres que se dizem evoluídas, soltas e livres, a briga é competitiva e é pela conquista do troféu fálico.
E, na minha opinião, deveria ser bem o contrário. Se fosse liberdade mesmo isso que a gente vive, as pessoas estariam sorrindo, se amando, se curtindo, se respeitando mais do que se machucando.
As mulheres podem ter conquistado muita coisa, mas a gente ainda busca ser amada, respeitada e livre. Ainda é tão forte essa luta.
Tanto faz se poderosa ou fracassada, sozinha ou acompanhada. Ao invés da gente alimentar nossas carências, nos abrindo para qualquer mané ou cara e não receber nem um terço do que a gente precisava, é melhor encarar a empreitada de curtir a nós mesmas acima de tudo e valorizar o nosso profundo.
Que a gente perceba que liberdade mesmo é despir-se de corpo e alma, e que se for só pela metade não vale a pena, não vale a noitada, não toca a nossa verdade e o voo se torna raso, é uma prisão disfarçada…
Então, que só entre na gente (na alma, no corpo, no espírito) o que fizer sentido, o amor que nutre, a liberdade que alivia.
Você nunca é tão bom como todos lhe dizem quando você ganha, nem tão ruim como dizem quando você perde.
Me chamam de alma boa, dizem que transmito paz, calmaria.
Mas só eu sei a guerra, confusão, inquietude que se passa dentro de mim.
Só eu sei o quando é difícil demonstrar serenidade por fora e estar explodindo por dentro.
Só espero que essa explosão não atinja o lado externo, pois se atingir, acho que aí será o meu fim.
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