Divina e Graciosa
Criação divina, raridade profundamente emocionante, a beleza vívida de um universo atraente, delicado, grandioso, onde poucos são bem vindos, por conter um amor que floresce continuamente no jardim do seu coração, que deixa todo o seu corpo aquecido e a sua gratidão transmitida através do seu olhar intenso, do calor do seu espírito, que a faz reconhecer o seu valor, o vigor de um céu ensolarado por um sol poderoso, um brilho de entusiasmo, que enaltece as suas formas sublimes, seus detalhes precisos, incluindo a sua incrível essencialidade, que causam um encanto muito perceptível, expressão amável, radiante, vitalidade típica de um romantismo verdadeiro, simplesmente, elegante, cabelos sedosos, linda face, forte íntimo, charme abundante, aprazível, distintas qualidades de uma mulher exuberante que aguçam os instintos.
Obra-prima, claramente, uma inspiração demasiada, traços de uma precisão divina exaltando uma graciosidade farta, coroada com lindos cabelos cacheados, arte de muitas texturas e camadas, entre as quais, a essência de um azul raro se destaca, um equilíbrio abraçado por uma inquietação intensa, um fôlego de liberdade, a serenidade de um vasto oceano nos olhos ou a personalidade veemente de um mar agitado no olhar, peculiaridade atraente, coração grandioso, universo singular, paixão reluzente, uma exposição do verbo amar para se valorizar constantemente.
Perfeição calorosa, simples e apaixonante, contida numa rosa intensa de uma essência divina, tonalidade charmosa que remete o amor, uma sutileza muito expressiva nas suas qualidades, pétalas vermelhas de uma bela flor, a sensibilidade atraente de um romantismo, esplendor de um equilíbrio elegante, vitalidade certamente incrível, presença muito emocionante, detalhada, aprazível, que precisa ser admirada com todo o respeito que lhe é devido.
Grandeza inegável de uma arte majestosa, inspiração profunda, certamente, divina, desenvoltura delicada hipnotizante, natureza quente, genuína, emocionante, muito sedutora, personalidade expressiva, paixão avassaladora, essência naturalmente amável e intensamente atrevida.
A tríade da identidade divina…
Em cada ser reside uma tríade de existências: a primeira, urdida pela nossa autopercepção, um retrato interior muitas vezes adornado por anseios e ilusões; a segunda, plasmada no olhar alheio, uma tapeçaria de juízos e interpretações nem sempre fiéis à essência; e a terceira, a mais profunda e imutável, conhecida apenas pelo Criador, a fonte primordial de nosso ser.
A identidade, em sua busca incessante, clama pela compreensão da nossa gênese, a clareza do nosso destino e a firmeza do nosso presente. É o fio condutor que nos orienta na tapeçaria da vida.
Assim como Daniel, imerso no coração da opulenta Babilônia, manteve incólume sua integridade, a influência do entorno perde sua força quando ancoramos nossa essência naquilo que verdadeiramente importa: nossa filiação ao Divino. O ambiente que nos cerca, seja ele suntuoso ou modesto, a urbe em que habitamos, o estrato social a que pertencemos, palidecem diante da identidade que cultivamos em nosso Criador.
Pois, ao reconhecermos quem somos aos olhos do Eterno, do Senhor de toda a criação, as críticas perdem seu veneno, as maldições não encontram guarida em nosso espírito. Fomos constituídos como prole amada, entes queridos e destinados à vitória. Nossa verdadeira identidade reside nesse reconhecimento divino.
Desprezemos, portanto, os ecos das vozes externas e as miragens da nossa própria mente, e atentemos à verdade inefável que o Criador conhece e proclama sobre nós.
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
Na justiça dos homens, muitas ações permanecem sem solução, mas diante da justiça divina, nada escapa. Tudo que se oculta neste mundo um dia vem à luz, pois o tempo revela o que a alma humana tenta esconder
BÊNÇÃO DIVINA
Desdenhe a arrogância, o materialismo e a ingratidão. Haja como a vegetação do clima árido, receba, usufrua e agradeça a dádiva da chuva. Mas deverás preparares para quando este bem precioso estiveres escasso. Todos desprecavidos sentirão a irá suprema. É neste instante que vós percebereis o quão és importante a bênção divina.
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A vida é uma dádiva divina, na qual os homens se esforçam para aniquilá- la.
O estoicismo é o melhor método de viver a vida de forma harmoniosa. Aceitar os acontecimentos, que nos entristecem, nos tornam mais fortes e preparados para redirecionar uma nova jornada. Convertendo as divergências e quiçá, alcançar a sonhada felicidade.
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Dentro de cada um de nós existe uma centelha Divina, todas as vezes em que não permitimos que ela se manifeste e se expanda, estamos na verdade bloqueando uma energia que não pode ser retida.
Está na hora de tirarem o véu da cegueira...para isso contam com a ajuda Divina. Basta ter uma fé pura e sã, e muita vontade para ser verdadeiramente feliz, sem as ilusões que tanto valorizam.
Nada te chega se estiveres obcecada, a tua vontade não pode ser superior à vontade Divina!
Espera, tudo o que é bom vem na hora certa.
Não sofras por nada!
Porque estar a sofrer por algo que ainda não aconteceu?
Para seres feliz, precisas de ter paz no teu coração e não ansiedade!
Já é tempo de entenderem que nada acontece por acaso, não entrem em confronto com a força Divina, pois com certeza que acabarão perdendo e irão sentir-se tristes e infelizes!
Aquele que conta com a ajuda Divina, é mais humilde, tem consciência da sua pequenez, mas sabe que no interior da sua alma existe muita grandeza e buscam-na para enfrentar as dificuldades .
Segue com a permissão Divina a tua caminhada e encontrarás muitos motivos para ser feliz... essas diretrizes encontram-se registadas na tua alma, é por essa razão que terás que buscá-las no teu interior!
Se andarem focados nos caminhos externos, como querem encontrar a direção certa que vos levará no caminho da leveza, da Fé, da Paz...da felicidade!
A Sabedoria é um Dom de Deus que cada um deve buscar com Humildade e Devoção. É uma Força Divina que nos guia e nos protege em todas as situações da vida, permitindo ver além das aparências e compreender o verdadeiro sentido da vida.
A libertação se concretiza quando nos entregamos à ação divina e nos empenhamos em resposta ao toque renovador do Espírito Santo.
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