Disputar uma Pessoa
A confiança pode ser tão forte quanto uma pedra de diamante, ou tão frágil quanto uma taça de cristal…
Todo aquele que a merece não precisa se esforçar para continuar merecendo, pois sua essência já sustenta o que construiu.
Mas, uma vez que se desvia dela, seja por qualquer motivo, não é o tempo que a restaura, e sim a verdade, a constância e a coragem de reconstruir aquilo que foi quebrado.
Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.
Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.
E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.
Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.
Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.
Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.
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"Em todo o mundo, a violação dos direitos humanos de pessoas diversas é uma realidade dolorosa que se repete a cada minuto. Para mudarmos esse cenário, é fundamental que busquemos constantemente o conhecimento dos nossos direitos e deveres, entendendo onde termina a nossa liberdade e começa a do próximo. Com essa consciência, poderemos construir uma convivência mais harmoniosa, evoluindo individual e coletivamente. Tenho fé em Deus que, com dedicação e esforço pessoal, seremos capazes de transformar essa realidade."
A violação dos direitos humanos é uma realidade dolorosa que se repete a cada minuto. Para transformar esse cenário, precisamos conhecer nossos direitos e deveres, entendendo os limites da nossa liberdade e a do próximo. Com essa consciência, construiremos uma convivência mais harmoniosa e evoluiremos juntos. Tenho fé em Deus que, com dedicação e esforço, seremos capazes de mudar essa realidade.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Elegia para uma Espécie em Falência
Ó guerra! Terribilíssima Guerra!
Devoradora de imemoriáveis vidas e sonhos. Eis que nos céus vejo gafanhotos,
Mísseis, guerra e helicópteros.
As trevas me cercam — a noite reina!
"Aí de mim sou um mero homem!
Sou pó e cinza, invisível nas cidades dos homens,
Desprezo-me, abomino-me!
Contemplo como por espelho o meu fim, Acorrentado as maquinações humanas,
Aí de mim sou um mero homem!"
Todavia veio ao meu encontro o tão aguardado dia
A luz dos homens! O sol nascente das alturas! O Arauto Deus.
O novo começo, a nova aliança!
No fiat lux cotidiano de mais um dia,
Os céus partejam-se, como se rasgados fossem,
De semelhante modo ao Agnus Dei Sacral
Restando-me somente o papel de mártir, Testemunho da tolice dos homens,
Da ignóbil hecatombe de Marte,
O flagelo do Deus que é, que foi e que há de vir.
Muitos são os Deuses pagãos que contra mim se abarcam,
Deveras multidões doravante me apedrejam,
O que fiz para receber tal fim?
"Razão Pura" ou "Razão Bruta"?
Com o que avacalham o meu semblante?
Por qual Razão me fazem bobo da corte?
A dura prosa é que, tragicamente, apenas eu,
Somente eu, o mais invisível dos homens,
Fui capaz de enxergar a tolice da guerra.
As estratagemas, os ardis astutos, os jacós e os jacobinos
As palavras cegam os tolos
E até os mais temível dos ciclopes.
—Quem te feriu? — pergunto eu
— Ninguém! Ninguém me feriu! — ele responde...
Então voltemo-nos para minhas lástimas lamentações,
Ou melhor, meus relatos retratos sobre a vida vivida ou vivenciada,
Sempre observador, o voyeurismo da consciência alheia,
Talvez eu tenha agido com dura cerviz,
Mas me desespero com a guerra.
Oh a guerra... guerra... guerra, tudo que ouço são guerras,
Lembro-me de Srebrenica, Mostar, Sarajevo.
A barbárie da civilização, o totem e o tabu,
A bellum werra dos espartanos, troianos e romanos.
Para mim já basta!
Anseio por um oásis,
Um refúgio no deserto,
Mas não me entendam mal,
O deserto que vos descrevo,
Não me é por lugar comum
A inúbia do meu rugir — o deserto nuclear.
Ó Prometheus, o que fostes fazer?
Ao entregar tamanho poder nas mãos de primatas,
Egocêntricos, egoístas, narcisistas,
Os umbigos estão de fora e é para isso que olham.
Declaro-vos a todos vós, falência,
Falência da espécie que um dia pode se considerar humana ,
Falência de todo o estado de estar, de todo devir, de todo pensar.
E o que nos resta enquanto povo?
Devoramos uns aos outros até que já não pertençamos a esse plano.
Eis que o Hades está às portas
Eis a fuligem nos sufoca
Eis que a bebida nos engana
Eis que o homem mata o homem!
O que faltou?
O que me moldou?
Onde me falhou?
O que me mandou?
Só parar de sentir
Por uma só vez
Já que não tenho a mentir
O que eu posso dizer?
Para você?
Me faltou algo sim
Mas o que foi que fez faltar?
Não tenho ninguém aqui
Para dizer e me soltar
Com tudo que sinto
Eu não queria trancar
Leve a carruagem
Das minhas mágoas
Para além da margem
Pois ninguém vai nas lagoas
Ninguém saiba do tremor
Que causa toda minha dor
Ah não, eu temo isso
Só queria abraço ao meu lado
Que não me faça me sentir sufocado
Mas na cabeça, me faço de palhaço
Problemático, confuso e lunático
O que me faz sentir?
Por que dessa vez?
Eu posso mentir
No que eu posso dizer?
Vai ficar tudo bem?
O que me faltou?
"Os erros não são uma prova de falha de nós, é apenas um reajuste natural daquilo que você precisa desistir de persistir."
Conheci alguém que era como uma estrela, me iluminava, encatava meus olhos e aquecida meu peito.
Agora que ela se foi sou um planeta perdido vagando pelo espaço, frio, escuro e sem rumo.
Na vida, precisamos ser como uma águia: determinados, focados na sobrevivência e dispostos a enfrentar riscos sem nos distrair. É preciso lutar todos os dias para que o amanhã seja melhor que hoje.
Haverá dias em que a vontade de parar será grande — mas é nesses momentos que a força precisa falar mais alto.
Às vezes, também é necessário fazer como a águia: voltar ao ponto onde tudo começou. Revisitar o território de origem, não por fraqueza, mas para observar, recalcular e traçar um novo caminho.
Deixar de lado a ganância, focar no essencial e lutar pela própria sobrevivência. Recomeçar um novo ciclo. Ter coragem de abandonar lugares que muitos consideram sonhos, mas que não trazem propósito verdadeiro.
Seguir o instinto.
Porque talvez seja justamente nesse novo ciclo que você encontre estabilidade… um lugar onde possa “voar alto”, se sustentar com independência e iniciar uma nova fase — com mais paz, alegria e sabedoria.
Dica: Às vezes, recomeçar não é perder… é evoluir.
Uma Reflexão sobre a Vida
A vida é como uma longa viagem em um universo imenso… às vezes bonito, às vezes confuso, mas sempre cheio de caminhos desconhecidos. Crescer é inevitável. A gente se distancia, descobre o mundo, enfrenta medos, comete erros. Há momentos em que parece que estamos longe demais — longe de quem fomos, longe de quem amamos, até longe de nós mesmos.
Mas existe algo que nunca muda. Existe um lugar invisível, silencioso e constante… um lar. Não feito apenas de paredes, mas de abraços, memórias e amor. Um lugar onde não precisamos fingir, onde podemos simplesmente ser.
A vida nos convida a ir — a tentar, a cair, a aprender. Mas também nos lembra, com delicadeza: você sempre pode voltar.
E talvez essa seja a maior beleza de tudo…Saber que, mesmo a milhões de distâncias de quem fomos um dia, ainda existe um caminho de volta para quem realmente somos.
Porque no fim, não importa o quão longe a gente vá…O amor sempre sabe onde nos encontrar.
Chico Uchoa
Eu tô muito agradecido a Deus por ter me dado esse dom, porque o futebol é uma paixão que eu tenho desde pequeno e eu vou levar isso pro resto da minha vida.
Entender o que dói parece uma estrada de difícil acesso, interditada há muito tempo. Muitos desviam do caminho, buscando se manter seguros, mas ainda carregam uma curiosidade silenciosa sobre o que existe ali.
É como um monte vazio e, ao mesmo tempo, singular, uma expressão doce e sutil da natureza que confunde e bagunça a mente de quem se aproxima.
A dor invade de forma brusca. Arranca o fôlego, distorce o que parecia normal, sufoca, atinge, paralisa. E, de repente, tudo perde o sentido.
Flor De Uma Estrela.
Uma flor amarela acorda com o Sol.
Nos primeiros raios de sua luz.
As suas pétalas de um jeito delicado começam a sentir o toque de uma luz conhecida.
Uma flor perfumada é gentilmente cumprimentada pelos ventos das manhãs.
Uma pequena flor.
Com um amarelo brilhante nas suas pétalas.
Sensíveis ao Sol.
Com os ventos uma flor gira.
Vendo o Sol e a sua grande beleza.
Deslumbrante no céu entre os ventos.
Com uma coroa flamejante que desabrocha sobre si.
Com uma velocidade iluminada por seus poderosos impulsos,a sua luz reflete os dias.
Sendo mais uma manhã.
Brilhante nas pétalas de uma flor.
Que gira sob a sua luz.
Uma pequena flor amarela e bonita.
Com o Sol acima das nuvens.
Nos campos azuis do céu nasce uma luz e agradáveis maravilhas.
Com pétalas de fogo o Sol se transforma com a própria luz.
Iluminando ao seu redor e mais distante.
Até que a sua luz chegue a uma flor amarelada mais uma vez.
Com pétalas contornadas pela sua alma estelar.
Uma pequena flor gira,como o Sol também faz.
Em cada manhã em jardins iluminados e até além,uma flor amarela gira como o Sol.
Semeando mais brilho nos ventos que voltam.
Como as manhãs que procuram as pétalas de uma flor amarela.
Assim como o Sol em cada manhã que ele traz.
Na Pureza Da Água.
Uma cor transparente começa a fluir no céu azul e profundo quando a sua vida quer.
Como pequenos pontos em lugares no céu,algo bondoso faz daquele azul celeste a sua razão.
Um pequeno ponto que se estende até a imensidão de sua existência.
Uma vida que também atravessa o universo com uma pureza inconfundível.
Mesmo que não seja transparente,dentro de cada ponto há uma pureza sentida.
Distante daqui em milhares de direções,cores e sons.
Em céus distantes algo percorre por inúmeros horizontes.
Sendo nesses lugares algo absoluto.
Com traços finos e transparentes.
Como uma esperança que reluz no universo,assim como as estrelas.
Em cada fascínio nesse universo,sendo algo que se refaz.
E que se declara com a própria vida para a criação de outras semelhantes à sua.
Ou distintas,mas com motivos para ser assim.
Um pequeno ponto se transforma em milhares,enquanto as nuvens continuam seguindo um conhecido céu.
Assim como o Sol faz no seu coração entre as manhãs e os fins de tarde.
Como um dom criado há muito tempo atrás dentro da alma do universo.
Algo em sua vida preciosa é necessário.
E único para o florescimento de uma natureza que vive em seus caminhos.
Cada uma com incontáveis gotas preciosas em sua vida.
Um líquido puro e transparente.
Verdadeiro e sereno.
Que se dedica a continuidade da vida e da purificação de tantas coisas.
Mesmo que não seja nessa galáxia.
Será em uma outra em um outro momento do tempo nesse universo.
Com uma pureza que acalma e contenta.
Que se deixa levar com os ventos e as nuvens desse céu.
Mais brilhante à luz do Sol.
Com delicadeza e luminosidade,gotas transparentes se unem e criam algo parecido com a própria vida.
Milhares de pontos transparentes caem do céu.
Muitos de uma só vez.
Outros caem mais lentamente,como os sonhos visíveis no azul.
Sob a luz do Sol cada gota traz uma generosidade.
Milhares de gotas se transformam em uma grande inspiração.
Até sobre os mares dois jeitos transparentes se confundem.
Pois já se conhecem desde outros tempos.
Em gotas passadas e ainda em um azul presente e brilhante.
Nas ondas dos mares as gotas transparentes se perdem.
Assim como o céu.
Que tem no seu azul algo raro e quase inexplicável.
Inesquecível por ser o que é.
Uma vida que se dedica a outras.
Como pontos transparentes que se transformam,onde quer que estejam.
Algo irá recomeçar e seguir mais forte do que antes.
Uma vida pura que transcende em milagres assim como o universo.
Sonda Voyager 2: Do Planeta Terra,Até Um Outro Lugar.
Era uma manhã gloriosa e gentil.
Quando de repente uma perseverança surgiu.
Com um ideal no seu nome estava com a intenção de fazer algo surpreendente e que marcaria a astronomia.
O início de uma estrutura pensada e que voaria entre os planetas em uma viagem cósmica no horizonte profundo.
E no fortalecimento dessa perseverança uma forma se tornava visível em cada peça que ia preenchendo a sua silhueta.
Foram muitos dias desde o término de algo que faria coisas maravilhosas pelo Sistema Solar.
E um pouco mais distante dele.
Algo que levaria no seu voo longínquo recordações do Planeta Terra e da Lua.
Até do Sol e a sua preciosa luminosidade.
Entre as muitas manhãs a sua silhueta crescia demonstrando uma forma vigorosa e impressionante.
Mais outras manhãs se reencontravam com o tempo e os seus números exatos.
Até que a sua silhueta foi completada.
Uma inegável alegria contornava a sua forma.
Lhe foi dada o carinhoso nome de "Voyager".
Porque viajaria na direção de uma imensidão.
Pois foram muitas manhãs de espera.
Até que na tarde do dia 20 de Agosto de 1977 aquela perseverança de outrora iria acima do céu à procura de belezas tocadas pela luz do Sol.
E a sua espera na base de lançamento estava o foguete espacial
Titan IIIE.
Com precisão o tempo contava em expectativa.
Em uma contagem regressiva e explicada nos seus números o foguete espacial
Titan IIIE decolou de um jeito vertical com uma calorosa velocidade.
Na direção do céu em uma tarde azulada e amigável.
Minutos após a sua decolagem com a Sonda Voyager 2 aquela perseverança fez com que ela abrisse as suas asas.
Enquanto o foguete espacial Titan IIIE,retornaria para o Planeta Terra à espera de uma outra decolagem.
Com a perseverança em sua silhueta a Sonda Voyager 2 começou um voo que seguiria mais distante do que ela poderia imaginar.
Com uma grande velocidade foi deixando nos seus movimentos o Planeta Terra e a Lua.
Ainda com a preciosa e poderosa luz do Sol no seu percurso.
Atravessou o Cinturão de Asteróides e viu o espetáculo que cada um fazia.
Lentamente atraídos pela gravidade do Sol.
Em um círculo que guardava traços de um passado.
Com um frio predominante,mas na luz do Sol os seus movimentos eram guiados.
Dois anos após o seu primeiro voo viu pela primeira vez o Planeta Júpiter.
O planeta gigante impressionou os seus movimentos.
Com uma beleza incrível feito com gotas vindas distantes.
Com cores vibrantes e que estavam na mesma intensidade dos seus ventos.
Ventos esses que retocavam as suas cores em cada volta.
Após esse encontro a Sonda Voyager 2 teve que seguir.
Com uma incrível velocidade foi se afastando do Planeta Júpiter.
Mas levando dentro de si algo daquele planeta.
E da sua forma esférica e marcante.
Mais dois anos se passaram desde o seu encontro com o Planeta Júpiter.
Com uma dedicida velocidade viu na sua silhueta as sombras do Planeta Saturno.
Com os seus grandiosos anéis.
Até a perseverança que lhe acompanhava se emocionou com esse encontro.
O Planeta Saturno e os seus anéis que causam uma comoção desde outros tempos.
A Sonda Voyager 2 ficou em uma certa distância contemplando Saturno e os seus anéis.
Mesmo que quisesse ficar mais um pouco aquela perseverança que a fez se tornar realidade pediu para que ela continuasse seguindo.
E ela fez.
Acenando para o Planeta Saturno e os seus belos anéis.
Em alta velocidade seguiu o seu percurso enquanto o Planeta Saturno e os seus anéis ficavam nos seus rastros a cada instante.
Em mais lindos momentos.
Do Planeta Saturno até o próximo encontro já haviam se passado cinco anos.
Uma viagem um pouco mais demorada fez com que a Sonda Voyager 2 pudesse sonhar com outras estrelas e outras galáxias.
Tentando compreender a distância somente no Sistema Solar em que ela continuava viajando.
Nessa demorada viagem se imaginou voando com os admiráveis cometas e as suas histórias.
E nessa linda distração percebeu de uma certa distância um outro planeta gigante.
O gigante Planeta Urano e o seu sistema fino de anéis.
A sonda Voyager 2 também percebeu que esse planeta tinha os seus movimentos diferentes dos outros.
Ele orbitava em rotação e translação como se estivesse deitado calmo e confortável.
Mesmo a essa distância o Sol ainda emanava a sua luz de ternura com um brilho sentido pela sonda e pelo gigante gasoso.
Depois de agradáveis momentos a Sonda Voyager 2 mais uma vez,seguiu.
Em um outro voo demorado para encontrar um outro planeta gigante.
Sonda Voyager 2: Do Planeta Terra,Até Um Outro Lugar.
Viajando com uma velocidade que deixava os seus rastros com alguns ventos que por ali já estavam.
Com uma vontade impressionante a Sonda Voyager 2 seguia o seu percurso.
Em uma outra parte do Sistema Solar.
Com uma contagem sobre unidades astronômicas que o tempo sabia.
Cada unidade era dita com a clareza da luz do Sol.
A Sonda Voyager 2 em uma velocidade de querer alcançar os seus motivos,após três anos voando encontrou o Planeta Netuno.
Com uma cor predominante azul.
Um outro planeta gigante.
Deslumbrante e com um frio que se misturava com a sua cor azul.
Em uma trajetória que buscava o Sol.
Como uma luz tênue e ainda reconfortante há milhares de quilômetros de distância.
Como um ponto amarelo que ainda se mantinha radiante e protetor.
Rodeando o Planeta Netuno a Sonda Voyager 2 se sentiu abraçada.
Em um momento de reflexão relembrou de quando havia deixado o Planeta Terra em uma tarde do dia 20 de Agosto 1977.
E que desde então estava na direção de uma viagem sem um momento definitivo de um outro encontro.
Lembrou-se do Sol e da Lua.
E por quanto tempo estava viajando.
Em distâncias com números do mesmo significado.
Viajando por distâncias que ela queria ainda descobrir.
Tendo a sua perseverança como uma outra força para continuar seguindo.
Dentro de algum lugar na sua silhueta está um disco dourado.
Com coisas bondosas.
Como o Sol e a sua alma brilhante e harmoniosa.
Do Planeta Terra e da Lua.
Dos mares e das brisas.
Das matas e florestas.
Dos diversos animais.
Dos montes e cordilheiras.
Do clima e das quatros estações.
De uma semente até um novo florescer.
Do amanhecer até o anoitecer.
Das gotas das chuvas aos arco-íris.
De sons naturais e característicos.
Que ela levará ainda mais distante do Sol.
Para um outro lugar.
Tendo o tempo nessa viagem demorada e emocionante como uma outra razão.
Com tantos anos viajando as unidades astronômicas,talvez tenham se tornado
anos-luz.
Talvez ela já tenha chegado em um lado chamado Heliosfera.
Com uma distância assim os ventos do Sol se dissipam mais rápido.
Ao seu encanto solar na Heliosfera os seus ventos cumprimentam o brilho de outras estrelas em anos-luz de distância nos seus brilhos e tamanhos distintos.
Ao seu coração o Sol sabe que a Sonda Voyager 2 está a cada instante se tornando intocável aos seus ventos.
Mas ele sabe que mesmo distante ainda guiará aquela sonda do fundo da sua alma.
Mesmo que ela esteja voando na direção de um outro lugar,até mesmo para uma outra estrela.
Estação Espacial Internacional.
Uma grande estrutura como um observatório futurista com vários cômodos,corredores,
painéis dourados e muitas janelas foi imaginada no ano de 1998.
Mas antes de completar a sua forma,rascunhos foram feitos em centenas de papéis ainda tentando encontrar um desenho ideal.
Com bastante cálculos e linhas com números e letras.
Lápis e canetas eram necessários em cada pensar.
Um imenso projeto teve o seu início em uma manhã.
O primeiro módulo foi levado na direção da atmosfera terrestre no dia 20 de Novembro de 1998.
Em um voo histórico e importante para a astronomia.
No dia 6 de Dezembro daquele ano a montagem de uma grande estrutura começava.
Com muitos voos e o esforço que estava em cada instante desde aqueles papéis,letras e números.
Em lugares definidos ônibus espaciais esperavam mais módulos.
Para que pudessem levá-los acima do céu,onde o Planeta Terra e a Lua seriam vistos de um jeito diferente.
Com pouca gravidade cada módulo era fixado de um jeito calmo,tendo a face da Lua como novas inspirações.
Sendo observados pelo Sol e o Planeta Terra cada ônibus espacial era tocado pela luz do Sol enquanto via sob as suas asas um lindo lugar azul e verde que estava presente nas suas formas especiais ao longe.
Enquanto o Planeta Terra seguia em rotação e translação mais módulos chegavam e calmamente era deixados com outros.
E dias bonitos nasciam com o Sol.
Enquanto outros voos levavam acima do céu pedaços de dedicação,concentração e satisfação.
Distante em uma unidade astronômica o Sol iluminava cada módulo e cada ônibus espacial.
Do outro lado a Lua mostrava uma outra fase.
Uma grande estrutura com painéis dourados energizados pela luz do Sol.
Luz solar como um poderoso impulso que brilhava sobre a quase terminada estação.
Com mais outros voos espaciais um bonito projeto foi terminado em 8 de julho de 2011.
Alguns anos entre voos e mais do que um amanhecer e anoitecer.
Uma grande estrutura para poder observar e estudar o Sol e a sua luz,o Planeta Terra e os seus movimentos e a Lua.
Sobre as muitas distinções dos exoplanetas.
As galáxias e as suas belezas.
E viagens para um outro planeta no Sistema Solar.
Um outro satélite natural,nebulosas,
constelações e outras milhares de estrelas.
Para a Estação Espacial Internacional cada nova descoberta seria algo único.
Em anotações e em fotografias para mais um entendimento da astronomia.
E até nos mais lindos sons vindos do universo a sua forma sentiria coisas puras atravessando os seus voos dourados.
Seria mais um motivo para continuar nessa maravilhosa jornada.
Flutuando sobre o Planeta Terra em uma grande velocidade.
Com os seus painéis impulsionandos pela luz solar.
E mais coisas sobre ciência e astronomia serão compreendidas.
Nos lados da Estação Espacial Internacional levitam memórias de coisas que estão no Planeta Terra.
De uma preciosa natureza e dos dias sobre ela.
Uma grande estrutura montada acima do Planeta Terra após tantos voos dos ônibus espaciais.
Com uma Lua feliz e um Sol radiante sobre ela.
Orbitando em alta velocidade como faz um planeta há milhares de anos.
Estação Espacial Internacional que contempla as manhãs virarem noites.
Muitas vezes foi assim e ainda será por muito tempo.
Sendo possível observar as coloridas auroras enquanto orbita um pequeno planeta.
Entre as auroras e as suas cores a luz do Sol se reencontra com movimentos que o Planeta Terra faz vindos de sua vida.
Acima do céu e contemplando as maravilhas do universo,uma estrutura voa entre o Planeta Terra e a Lua.
Vendo por anos-luz em suas janelas e algo dentro de si as estrelas que brilham na imensidão do universo.
Repleta de esperanças e sonhos uma estação voa sobre os seus sentimentos.
Em cada órbita que a Estação Espacial Internacional completa ao redor do Planeta Terra é como se estivesse contornando a sua forma imaginada.
Entre as manhãs e as noites que voltam sobre si os seus sentimentos estarão alinhados com um planeta que reflete em rotação e translação coisas sobre a sua natureza.
A sua outra vida.
Sobre os seus sonhos com o Sol e a Lua.
Que na Estação Espacial Internacional foram deixados para os outros voos sentimentais que ela ainda fará ao redor de um querido planeta.
