Dirigir Sua Própria Vida
Quem expõe a própria vida nas redes sociais sem medida, pode estar pagando um preço alto sem estar consciente disso.
Orgulho de mim, é cabeça erguida. Não é nariz em pé, é ser dono da própria vida. Longe do que é soberba, é humildade demais até, e de tanto que pisada, de se submeter já cansada, resolveu usar a fé.
É somente postura, na glória e na luta, que estiver por chegar. Ainda que superioridade pareça, não julgue nem desmereça, mas primeiro conheça, pra depois falar.
A energia da vingança é o maior atraso que se pode ter na própria vida, pois bloqueia a energia da prosperidade. Ao invés de alimentar a retaliação, não seria melhor usar esse tempo e energia para seu próprio autodesenvolvimento, para seu aprimoramento? Seja feliz!
Aos humildes Deus dá a sabedoria.
Quanto aos orgulhosos, a própria vida lhes dá o tropeço.
Humildade e orgulho não caminham de mãos dadas, porque trilham estradas diferentes.
O orgulhoso busca a glória e a sua contemplação diante de todos.
O humilde busca viver a sua vida com simplicidade e solidariedade.
Almas orgulhosas não se curvam nem para plantar seu próprio jardim.
Mas as Almas humildes plantam suas flores e ainda ajuda a regar o jardim do próximo.
A melhor aprendizagem consiste em
aprender a cuidar da própria vida,e cuidar
de outrem, quando estes requisitarem.
A paciência, como a própria vida nos ensina, é a mãe de todas as virtudes, e não a madrasta de todos os vícios.
Mais mesmo com todos os problemas,tirar a própria vida não vai resolver
Porque não irá adiantar se livrar dos nossos problemas ,ecriar mais problemas
Depois de sair da esfera deste mundo tão cruel e incompreensível
A própria vida é um processo estocástico onde eventos aleatórios se constroem com a soma de variáveis vividas, transformando, moldando e formando novos movimentos e mais vida.
Nós somos atores da própria vida, interpretando papéis (máscaras, identidades) a todo momento, e nunca vivendo a vida verdadeira, natural e plena, que viemos viver.
Manhã
Uma manhã qualquer
Um silênciodegustante
De quem devora a própria vida.
O amargor que desce é rompido
Pele estalar das cordas Grunhindo,
No clamor do pare.
Mais uma manhã,
Fria em seus tons de cinza
Onde o cobertor não mais aquece.
Pequenas gotas caem
Pela janela, pelos olhos
Na timidez de quem só se apresenta
Sem pretensão de ficar.
