Mensagens para o Dia do Professor (para reconhecer sua importância)
O tempo não espera.
Ele é mestre e mistério. Ensina sem palavras, leva sem pedir. Tudo o que somos — ou deixamos de ser — acontece dentro dele. O tempo não se possui, apenas se vive. E quem aprende a escutá-lo, descobre que o agora é tudo o que há.
Os ditadores ensinam por contraste, exibem o custo da concentração de poder e a necessidade de limites que os travem. São homens secos; os que lhes dão voz, também. A resposta é memória, instituições firmes e cidadania que não terceiriza a consciência.
© 08 set.2004 | Luís Filipe Ribães Monteiro
De pedra em pedra a gente vai se melhorando, com muito esforço e coragem. Cada erro ensina, cada queda fortalece. De passo em passo a gente chega lá, o segredo é não parar. Quem insiste, vence. Quem acredita, alcança. Tudo cresce com tempo e cuidado — inclusive você. A força vem dos dias difíceis, não desista agora. Tijolo por tijolo, a gente constrói um futuro melhor. Não precisa ser rápido, só precisa continuar. Mesmo cansado, vá, porque o cansaço passa e o resultado fica. Tudo que é bonito leva tempo pra florescer — tenha paciência e fé. O caminho é longo, mas cada passo é uma vitória.
Sou capaz de ensinar coisas que nem aprendi.
Sou capaz de pedir perdão pelo que não fiz.
Mas não sou capaz de achar justo pagar por erros que não cometi.
Me recuso ao machado que insiste em cortar minha raiz.
A independência emocional é um caminho sem volta. A vida me ensinou a me priorizar e não aceitar o mínimo. Por que se eu ofereço o meu máximo, eu também quero receber o máximo.
De pés no chão a professor
Fui criança de pés descalços,
sonhando com horizontes distantes.
Entre cadernos simples e risadas,
aprendi que o saber abre caminhos.
A vida me moldou em silêncio,
com desafios, quedas e recomeços.
E em cada passo, em cada lição,
crescia também minha paixão.
Hoje, ao entrar em sala de aula,
carrego comigo aquela criança.
Sou professor — fruto da esperança,
carregando no peito ainda o sonho de criança.
Lembro-me da primeira escola, e também da primeira professora,
Era um mundo novo e imenso,
mas cabia inteiro na palma da mão,
entre letras trêmulas e números tímidos,
nascia o sonho, brotava a paixão.
Mas, como nem tudo são flores
Veja bem a situação,
Me entrou na mente
Que ali não era o meu lugar,
E a escola naquele ano deixei de frequentar.
Mas como o destino estava traçado
Para a escola voltei,
carregado de histórias, sonhos e esperanças
de quem passou a acreditar na educação
É sentir que cada lição do passado
me preparou para estar aqui, presente.
Não esqueço de uma frase que minha mãe sempre falava “ quero ver um filho meu formado”
era um sonho costurado com amor,
era a esperança de dias melhores.
Para aquele menino de pés no chão
Não era só um diploma,
Mas a oportunidade de transformar a vida com dignidade.
Com isso me fez perceber que a vitória não era só minha e sim dela também.
Hoje me vejo um homem realizado,
Bem vestido e bem calçado,
Mas jamais esquecerei do meu passado
De um menino de pés no chão,
De um sonho de uma mãe profetizado,
Do barro nasceram meus passos,
do estudo, a esperança cresceu.
E hoje, com orgulho e amor,
o menino tornou-se professor.
Maurilio de Jesus.
Os erros ensinam o homem pela dor,
pois não há aprendizado mais profundo que aquele que nasce do arrependimento.
A presença de uma mulher virtuosa é um espelho da alma,
e mesmo quando não sabemos se a merecemos,
a simples existência dela nos faz desejar ser melhores.
Cuidado com as máscaras do mundo
a falsidade caminha sorrindo,
e quando menos se espera, perfura o peito sem deixar ferida aparente.
O amor verdadeiro não nasce do merecimento,
mas da entrega.
E se o coração de quem amamos nos é negado,
que reste, ao menos, a honra de tê-lo amado com pureza.
Ser amigo, companheiro e marido
não é um título, é uma virtude que se cultiva.
E quem deseja proteger o outro da dor,
mostra o valor da alma que escolheu amar.
Pois amar não é possuir,
é permanecer mesmo quando o destino se mostra ingrato.
E quem permanece, mesmo ferido,
torna-se sábio.
Era uma menina simples e humilde, seus pais eram boas pessoas, mas infelizmente eles não ensinaram as coisas da vida, as dores da vida, as dificuldades que a vida lhe trariam.
Ensinaram que não podia roubar, mentir e ela sempre será grata por isso, mas nunca disseram que a amava, mas ela sabia que eles a amavam, mesmo sem nunca ouvir "um eu te amo" deles.
E nunca lhe ensinaram que existiam pessoas ruins no mundo, que enganam sem sentir nenhum remorso...
Ela foi criada para ser boa, não fazer mal ou maltratar, mesmo sem nunca ter ouvido um "eu te amo."
E sem nunca ouvir um "eu te amo", ela ouviu pela primeira vez, um "eu te amo" de alguém, e soou como melodia eterna.
Ela acreditou...
Acreditou no amor, acreditou que havia encontrado o tal do amor e foi aí que tudo começou.
Mas não quero deixar esta história triste, falando de traições, brigas e divórcio que aconteceram anos depois, da falta de dinheiro e das noites de choro.
No meio de tanta coisa, a vida lhe deu uma filha, e ela fez com a filha, aquilo que seus pais, não haviam feito com ela.
Ela dizia "eu te amo" todos os dias.
Abraçava a filha todos todos os dias, e dizia que ela era linda e inteligente, e que no mundo era preciso se cuidar, pois nem todos que se diziam bons, eram bons de fato, e que nem todos "eu te amo", são verdadeiros.
Fim
Viva e seja feliz ❤️
Marieci
@eumariasilva100conta2
Somos o que Damos e o que Recebemos
A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive.
Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, quando oferecemos um abraço, um sorriso ou um “eu te amo”, estamos alimentando não só o outro, mas também nosso próprio cérebro, que reconhece esses atos como sinais de conexão, segurança e amor.
Mas, quando deixamos de fazer isso, algo silencioso acontece: o cérebro entende que não é mais necessário expressar afeto.
E, com o tempo, o costume se apaga. A sensibilidade adormece.
A emoção se distancia.
É o que a psicologia chama de extinção comportamental com dessensibilização afetiva — um processo em que, ao deixarmos de praticar gestos e palavras positivas, o cérebro desativa circuitos ligados à empatia e ao carinho. Assim, sem perceber, deixamos de sentir com a mesma profundidade e passamos a reagir com frieza.
A Bíblia fala exatamente sobre isso. Em Mateus 24:12, está escrito: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”
Esse “esfriar” é o mesmo que a ciência hoje descreve como perda da sensibilidade emocional. Em Provérbios 4:23, Deus aconselha: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Guardar o coração é manter viva a capacidade de sentir.
E Gálatas 6:9 nos lembra: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”
Ou seja, o amor só permanece aceso quando é praticado, mesmo quando não há resposta imediata.
Outras tradições espirituais também reconhecem isso.
O budismo ensina que toda energia precisa circular. Quando paramos de demonstrar amor e compaixão, nosso prana — a energia vital — se enfraquece, e a alma se desconecta da vida.
O espiritismo explica que o amor é o combustível da evolução.
Quando deixamos de exercê-lo, endurecemos moralmente e retardamos nosso crescimento espiritual.
Na filosofia humanista, pensadores como Carl Rogers e Viktor Frankl afirmam que o ser humano encontra sentido nas relações e na empatia; perder a capacidade de amar é perder o próprio propósito de existir.
Mesmo a neurociência espiritual confirma: atos de bondade, gratidão e afeto ativam áreas do cérebro associadas à felicidade e reduzem o estresse. Quando não praticamos essas ações, as conexões neuronais responsáveis por sentimentos positivos enfraquecem, e o cérebro “aprende” a viver no modo neutro — um estado de sobrevivência sem brilho.
O coração humano funciona como um jardim: se deixamos de regar, as flores murcham.
As palavras gentis, os gestos de amor e a presença sincera são a água que mantém vivas as raízes da alma.
Quando nos afastamos de quem nos inspira, de quem incentiva nossa essência, começamos a nos perder.
E se a distância e o silêncio persistem, chega um ponto em que nem nos reconhecemos mais — porque tudo o que deixamos de praticar morre em nós.
Por isso, é essencial nutrir o bem, mesmo quando o mundo parece frio.
Dizer “bom dia”, “eu te amo”, “estou com você”.
Pequenos gestos que mantêm a alma viva e ensinam o cérebro a continuar acreditando na beleza de sentir.
Somos um conjunto de interações — biológicas, emocionais e espirituais — e cada escolha reforça a direção da nossa evolução.
Guarde o coração.
Cuide da mente.
Cerque-se de pessoas que despertem o seu melhor.
Porque o amor, quando deixado de lado, não morre de repente — ele adormece aos poucos, até que só a fé e o esforço consciente podem despertá-lo novamente.
Tudo o que deixamos de praticar, se perde em nós.
Mas tudo o que cultivamos com amor, floresce eternamente.
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