Devemos dar Sempre uma Chance
O liberalismo - e não o devemos esquecer isso hoje em dia - é a generosidade extrema, é o direito que a maioria concede à minoria, e, por isso, o lema mais nobre que já se ouviu no planeta. Ele transmite a decisão de conviver com o inimigo fraco. A probabilidade de que a humanidade pudesse conceber uma coisa tão linda, engenhosa, arriscada e contrária a natureza era mínima. Assim, não admira que agora a mesma humanidade pareça resolvida a renunciar à ela. Sua aplicação é demasiado difícil e complicada para que pudesse criar raízes nesta terra. Conviver com o inimigo! Governar com a oposição! Uma tal humanidade já não se torna incompreensível?
Orai e vigiai. É assim que devemos acordar para o dia que nos espera. Orar ao se levantar para ter a companhia de Deus e vigiai. Esse vigiai não quer dizer a pessoa que está ao seu lado, mas os seus pensamentos, suas atitudes, suas emoções, porque é por ai que estaremos atraindo o que é bom e o que é ruim para próximo de nós.
Mamãe, você é minha flor que eu mais amo.
Você me mostrou que devemos amar.
Na doença, você estava lá.
Eu te amo. Obrigada por estar ao meu lado.
Sempre vou te amar
Eu estava triste, você me consolava.
Que seu dia seja repleto de benção. Te amo.
Firmeza, determinação, coragem, renúncia, foco. Assim devemos viver, se decidimos por algo temos a obrigação de conseguir. Somos pessoas pensantes, e patinar não faz parte.
Ora! Se almejamos por algo, mas não abrimos mão do que nos afasta do objetivo, é óbvio não vamos conseguir nada. Se decidimos ficar magras, mas não abrimos mão dos doces, da cerveja, dos carboidratos. Não vamos ser magras. Aceitemos. Simples. Se a casa ta suja, em desordem,e dormimos até as 12h e não limpamos..... não vamos ter uma casa limpa. Se o trabalho é ruim, e não procuramos outro, não vai melhorar também. Se sentamos e lamentamos o tempo todo, e não agimos. Não vai melhorar nada, contar o problema repetidas vezes não soluciona o mesmo. Tem que ter ação. Muitas vezes temos pessoas a nossa volta que admiramos por suas histórias de superação e modo de vida, e até queremos chegar lá. Mas não queremos passar o que a pessoa passou, abrir mão, renunciar nada, sentir a dor. Só queremos o resultado, não funciona assim. Todos que conseguem os seus objetivos, fazem renúncias, esforços e mantém a meta alcançada. Nada vem de graça. Não é fácil, mas é possível.
Nunca devemos permitir que a agitação ou a perturbação nos controlem, não importa quais sejam as circunstâncias, porque fazer isso implica em falta de fé, falta de confiança em nosso bendito Senhor e Deus.
Se tivermos problemas pessoais, devemos conviver com eles e ver como o tempo traz algum tipo de evolução pessoal, ao invés de solução.
O sentimento de raiva deve ser evitado como se fosse fogo, pois ele é perturbador e devemos mudar nossa mente, nosso modo de falar e pensar a fim de evitá-lo.
O conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante:
“Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”.
Devemos tomar consciência que os direitos da natureza e os direitos humanos, são dois nomes da mesma dignidade. E qualquer contradição é artificial
Se pudesse decidir se devemos ter um governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último.
Devemos para a nossa consciencia a introspecção. Chegando a respostas concisas, cada vez menos deveremos desculpas aos outros e principalmente a nós mesmos...
"Não devemos levar em conta a rebeldia dos filhos no ato de educar, corrigindo-os hoje, pois nos sentiremos realizados com sua compreensão amanhã."
Devemos agradecer pelas coisas boas, mas também devemos agradecer pelas ruins, pois, é elas que as vezes nos estimulam a voltar ter boas coisas.
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