Deuses
Não existem deuses pra te proteger
Não existem demônios pra te desprezar
São apenas suas escolhas
O bem e o mal, é você quem faz.
A 10.ª PRAGA – REFLEXÃO.
- Todas as Pragas tem ligação com os deuses egípcios, menos a última. Por que (?)
- A Morte do primogênito de Faraó estar ligado diretamente à morte do unigênito de Deus, assim como o primogênito do Egito libertou o povo Hebreu, a morte do Unigênito libertou o mundo de satanás.
- A luta não era contra um Faraó, que de tão simpático tenho até pena (o Faraó da novela), mas contra as forças das trevas e seus principados.
- Nunca houve na história 10 intervenções do próprio Deus num curto período de um ano desde a primeira praga.
- Todos os Reinos que se levantaram contra Deus nunca tiverem essa importância na Bíblia, e foram destruídos em bem menos tempo e sem Deus atuar diretamente, mas Deus usando profetas e Reis.
- O número de pessoas que morreram no Egito corresponde ao número de Hebreus que morreram sobre o domínio do Faraó, por quê? Simples. Todos os Hebreus saíram indenizados pelo tempo de escravidão. Nenhum Hebreu saiu do Egito sem ouro, prata, ou gado.
- O golpe final foi quando Deus liberou o exército egípcio após todos os Hebreus já haverem passado pelas águas, depois disso o Egito foi conquistado pelos seus inimigos pouco a pouco até não existir mais como Reino.
- O Egito é inimigo de Israel até os dias atuais.
Já conheci vários Deuses, mas aquele que desde pequeno sempre sonhei em conhecer segue uma incógnita...
Quando era pequeno meu sonho predileto era imaginar o fim do infinito... paredes, mundos estranhos e distantes criei, estrelas e brancos infindáveis imaginei e até sonhei com uma solidão que mais parecia a um cinema preto e branco sem expectador algum...
Humanos fazem promessas, Deuses as realizam. Basta você decidir ser um Deus ou apenas um humano insignificante.
As legiões em suas religiões tentam provar pelas forças da fé em seus deuses e semideuses que as outras religiões são todas falsas, logo todas estão certas, todas são falsas.
A família é uma Instituição do Criador e como tal se deteriora a cada década, adotando outros deuses, costumes e conceitos, cujas práticas contrariam o propósito para a qual foi criada.
E firme em terra confrontando seres,Deuses observam acima esqueceram que agora são os únicos que podem cair.
Deuses gregos são adorados por aquilo que foi criado, já nos meros mortais temos o Dom de criar a forma em que queremos ser lembrado.
Omitir o fato é a origem de todas as farsas,e a birra dos deuses.As que nos fazem felizes são aquelas misturadas com verdades.
Gostaria de um presente dos deuses que me equipasse novamente com o vigor, a saúde e a energia vital. Todavia, o tempo não tem volta, assim como meus inimigos vencidos se foram, vou eu também como inimigos dos outros.
QUANDO CRIAMOS, SOMOS DEUSES.
Quando criamos alguma coisa, não importa sua natureza, nos tornamos como deuses. Devemos, portanto, nos preocupar com que material estamos criando, seja um filho, uma casa ou uma obra de arte, seja música, romance, uma imagem abstrata ou poema concreto.
Seguindo o exemplo de Deus, quando criou o homem, primeiro se cria o escopo, a partir de uma ideia. Então rabiscamos, com mãos e mente e com as ferramentas rudimentares que temos à nossa disposição, ferramentas que nunca conseguem captar o real significado que a mente intenciona.
Agora com o escopo definido, sopramos em suas narinas o nosso espírito, nosso fôlego de vida, colocamos nele essência, personalidade e caráter.
O homem nasce bom, puro instinto e natureza, só essência humana e caráter divino, para desenvolver uma personalidade única, portanto incorruptível, assim queria Deus. Todavia, ao ser posto no paraíso, primeiro sozinho, depois com uma companheira, feita da mesma natureza e essência, de sua costela, desta forma o futuro da humanidade estava garantido. Não havia agente público para os corromper.
Não é necessário visitar Rousseau para esta constatação, nascemos bons, são os nossos pais, (Sociedade) que nos destrói, que nos rouba a natureza original, pureza e caráter divino.
Voltando ao criador, ao Homem-Artista. O que colocamos em nossas obras é aquilo que temos na mais profunda concepção humana de algo secreto, no mais recôndito da nossa alma, é de lá que retiramos, essência, personalidade e caráter humanos e imperfeitos pra as compor.
Havia um agente público, um demônio vagabundo,( Diabo) vagando na ociosidade do paraíso terrestre, contudo, as distrações da mente do homem o levaram para um patamar ilusório, para outro ponto de vista sobre o que era justiça. Esta nova percepção de um ponto de vista externo, de uma lógica que ele até então não fora despertado para seu entendimento, tudo isso fez com que olhasse para o fruto proibido e suas virtuais recompensas.
Na criação artística, nós, assim como Deus, temos, apriori um desejo de perfeição e originalidade, mas ambos se perdem pela distração pública, ao absorver ideias paralelas que nos circundam, pela vista ou pela fraqueza de pensamentos alheios em nossa mente alojados..
Evan do Carmo 10/05/2018
Caça e caçador
O veneno destilado
dos deuses enfurecidos
me instiga a delirar
entre copos de torpor...
me faz ser o viajor
no que se diz ser pecado;
ser cordeiro desgarrado
e ser, só de mim, senhor...
de meus rincões, o estridor
sem o tino, ensandecido,
não dá, às razões, ouvidos,
me abre ao prazer e a dor...
sou o caçador sendo a caça;
vencido sou o vencedor ...
Os deuses de si mesmo acreditam em seu livre-arbítrio,e que constroem seu futuro.As consequências os encaixam a seu destino.
Às vezes vendo pra onde caminha a humanidade, fica claro pra mim que os Deuses esconderam-se por vergonha.
Dança Sagrada ou Cópula dos Deuses
Um corpo dançante, de sentida leveza do ser, um corpo a bailar sobre o meu desejo
aproxima-se, velado pelos aromas que exalam das flores de um ipê.
As pétalas caem, esvoaçam em meu imaginário, o corpo se contorce:
o meu, de tesão; de tensão delirante. Geme.
O seu, da beleza e frescor de tua carne.
Você sorri. E teu sorriso acende o universo que me prende à pele.
Mas nada me circunda além da melodia dos pés que tocam suavemente o chão,
o cintilar baixíssimo da pétala do ipê que cai.
O meu coração, este sim ensurdecedor, engasga-me a garganta, estilhaça o peito. E saliva a boca da seiva que lhe escorre os lábios.
Será Vênus? Será Marte? E que me importa?
Hei de morrer do mesmo amor.
