Deus me Disse Desce e Arrasa

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É melhor um homem,
que conserta bicicleta. Bike.
Precisa trabalhar, direito? Perguntei.
Ele disse: Sim, precisa.

Um Filho de Oyá
E um de vós disse: “Fala-nos de ser filho de Oyá.”
E ela respondeu:
Não sois folha seca ao vento, arrastada sem rumo. Sois a semente que a própria tempestade escolheu para carregar em seu ventre de nuvens e relâmpagos. E assim, um filho de Oyá não é criado na quietude do pântano, mas forjado no crisol do vendaval.
Ele aprendeu a linguagem do trovão antes mesmo da palavra do homem. Sua alma não teme a dança dos raios,pois reconhece neles o cintilar da espada de sua Mãe, cortando as amarras do que já não serve. O seu caminho não é suave,pois o vento não constrói pirâmides, mas desfaz máscaras e derruba fortalezas de ilusão.
Ele marcha, e seu andar não é pesado, pois Oyá sopra em suas costas, e seu fôlego é o impulso que não cessa. Quando a paixão se levanta em seu peito,não é fogo de palha que consome e se apaga; é o fogo do raio que ilumina a verdade e transforma a terra.
Não o vereis parado ante o portal do medo. Pois ele é o guardião do mistério,aquele que conhece a dor da separação para dar valor à união. Ele é o guerreiro que não luta por possessão,mas pela libertação. Sua espada não fere o espírito,mas corta o cordão que prende a alma ao sofrimento.
E assim como a tempestade que limpa o ar, ele traz a clareza após o caos, a renovação após a perda. Em seu silêncio,ouvis o sussurro dos mercados, o rumor dos segredos trocados no meio do redemoinho. Em sua voz,há o eco do rugido que anuncia a mudança.
Pois ser filho de Oyá é aprender que o fim é sempre um novo começo. É honrar a Mãe que não o abriga sob asas estáticas,mas que o ensina a voar com asas de vento e coragem. É dançar no centro do turbilhão e encontrar,no movimento incessante, a paz de quem nada teme perder, pois tudo pertence ao movimento da vida.
E no dia em que o vento final soprar sobre vossa face, não chorareis por ele. Pois sabereis que ele simplesmente voltou para o abraço irresistível de sua Mãe, Não como um filho perdido,mas como um guerreiro completo, de volta ao seio da tempestade primordial de onde um dia partiu. Eparrei Oyá"🌀⛈️🌪️

O Dente do Leão


Autora: Karina Gera


– Você viu o dente-de-leão no quintal? – disse a mãe, toda contente.
Margarida arregalou os olhos:
“Um dente de um leão de verdade?”


Espiou curiosa o jardim:
– Ué… cadê o leão? – perguntou.


A mãe riu e mostrou uma flor branquinha:
– Esse é o dente-de-leão. Quando sopramos, ele espalha sementes pelo vento.


Margarida soprou bem forte e, vendo a flor despedaçada, disse:
– Agora o leão ficou banguela!

Chegou, chegou, ninguém dava atenção, até que um homem se aproximou e disse, você foi o escolhido. Obrigado, consegui.

Jesus disse: "Amai-vos uns aos outros". Mas o homem entendeu: Amassai-vos uns aos outros.


Anônimo

Hoje de manhã acordei e me olhei no espelho e me chamei de feio, abri a janela e disse para o sol que brilhava, tomara que chova, sai de casa tinha uma pedra no meu caminho, chutei ela e disse nem doeu, pelos fatos te aconselho a se esconder de mim hoje.

Aristóteles disse uma vez: virtude é a excelência do carater em saber, encontra um ponto de equilíbrio entre, o estudo e o descanso, dois extremos de uma mesma condição.⁠.

Parei em um castelo. Olhei, admirei e sorri, mas disse: 'Não é a minha realidade'. O que nos faz bem? É estar bem Ou ver a felicidade dos outros?

Choro, choro e choro, e não resolve nada. Quem
disse que chorar faz bem estava mentindo, ou
estava chorando com os problemas já resolvidos.

"Jesus disse para amarmos uns aos outros, mas vivemos num mundo, onde o distanciamento é ordem natural, saindo daquele ensinamento deixado por nosso Mestre"

Então disse ela: Espera, minha filha, até que saibas como irá o caso, porque aquele homem não descansará até que conclua hoje este negócio.

⁠⁠Quem disse que a inteligência é do branco e a tolice do negro? Pura mentira essa. Pois, a vontade de aprender é como o caule da bananeira. Quando é cortado ele cresce novamente ou nasce os filhotes ao lado.

Um velho sábio disse-me:"A amizade não se prova nas palavras ditas ao teu lado, mas nos gestos quando não estás presente."

Esse velho era o meu avô.

Anos depois, vi o que ele queria dizer. Vi amigos que, outrora, criticavam comigo certos rostos, sorrirem para esses mesmos rostos como se nada tivesse sido dito. E percebi que, neste mundo, não é o inimigo que nos surpreende — é o amigo que troca a lealdade por conveniência.

Quem disse que as flores

não podem criar suas próprias cores?

Que suas danças

não possam ter suas próprias formas?



Ritmam, ao perambular

com seu amante, o vento.

E o vento?

Esse, que amaria também o mar,

ao se reproduzirem no próprio som,

todos eles orquestrados

por seu senhor, o Tempo.



E o Tempo,

com sua nuance de amor,

dono de toda composição

da letrada vida,

traz o que se vive para ser livre…

para se viver a vida.

Em um incêndio, numa floresta, uma serpente disse pra uma formiga, em um formigueiro assanhado: nessa atmosfera, dois mais dois não é igual a quatro. Então, eu posso pintar o meu e dizer que é o seu retrato.

*- No meu sentir, quando René Descartes disse "cogito, ergo sum", a lógica racional (ou carteziana) da frase nos leva a contextualizar o pensamento sobre uma palavra apenas: "coerência". De tal modo, nada é justo ou injusto, certo ou errado, bom ou mal, sem ela. Decididamente é essa a minha visão. A "coerencia", pura e simples, refere a consecução da busca universal da mente humana, legitimada pelos mistérios paradoxais e irrespondíveis da vida e da tese da criação. Tudo o é e sempre será, por "coerencia"!*
(Vitor de Oliveira Antunes Neto)

Parece que tudo o que eu disse parecia não ter importância, por isso rasguei aquela carta. Eu prefiro acreditar que não deu mínima para o que estava escrito lá.

“É fácil amar quando o outro nunca disse nada. Difícil é lidar com o fato de que você criou tudo.”

Como disse Jalison santos:
"Nenhuma das tentativas foram erradas, as pessoas que escolhi que não eram as certas."

O Conhecimento e o Risco de Partilhar

Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.

O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.

O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.

A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.

A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.