Deus fez Vc para Mim
A Rainha do meu lar.
Sentado em minha cadeira, nem vejo dia passar, quando dou por mim, é hora de repousar.
Aqueco, o meu chuveiro em seguida tomo um banho, quando saio do banho, me ceia vou esquentar, aí que eu me lembro: da rainha do meu lar.
A saudade bate forte, sinto meu coração arder,
que saudade minha amada eu tenho de você.
Sonhos Realizados!
Tenho poesias, músicadas,
que no YouTube são tocadas,
pois para mim, é um sonho
que Deus,realizou,tirando-as do papel,
em melodias transformou.
Não sonho em ganhar dinheiro,
Mas almas alcançar, através das
melodias, que o Espírito Santo, mim dar.
A Esperança!
Se não sentes a minha falta,
para mim, não tem importância,
pois enquanto eu viver:
para nós existem esperança.
Passou por minha vida,
que nem um raio de sol,
em um piscar de olhos, mim
deixando na pior.
Meu peito fica em chamas,
quando penso em te ver e
meu coração bate forte
com saudades de você.
O Mundo dá muitas voltas.
Quando criança
por ti fuicriado
Quando tu envelheceu
Por mim fostes abandonado.
Te joguei em um asilo
Para alguém de ti. cuidar
Eu fui tão miserável
Que nunca fui te visitar.
O tempo passou
E eu me casei
Criei os meus filhos e não
os abandonei.
Mas, a velhice me alcançou
E com a mesma moeda eu paguei
Hoje estou no mesmo asilo papai
Onde te coloquei.
Um novo dia raiou !
Um novo dia raiou,
para todos:
Uma nova esperança de luz.
"Mas, sem mim, nada podeis fazer".
Assim falou Jesus.
Estrela da manhã !
Ele o princípio, ele é fim,
Ele a estrela da manhã,
Que seu pai deu para mim.
Deixou seu trono de glória,
E por mim veio padecer,
em morte de cruz, para que eu,
possa viver.
Mas, o mais importante, é
que de ti, ele não esqueceu
por isso eu te escrevo, foi uma
ordem que ele me deu.
Você que está lendo,
esses versos inspirados,
quero quer você sinta,
Jesus também ao seu lado.
Ele se fez pecador,
para poder nos resgatar,
das mãos de satanás,
e nova vida, nosdar.
Por mais que seja dura,
a prova que estais passando,
amigos não desistam,
Jesus estar trabalhando.
Ao descr a capa fria!
Ao descer a capa fria,
não quero ninguém,
por mim chorando.
Pois suas lágrimas e seus gritos, não
estarei escutando.
A lei da natureza, que o criador
escreveu, quem desce a sepultura,
não louvam mais a Deus.
Odeio o amor. Não, eu odeio a mim quando amo, amo tão intensamente que não me resta nada além do desprezo, me envolvo de adjetivos negativos, que funcionam como barreira pra qualquer elogio que me façam. Odeio minha intensidade, pois sinto que nunca me amarão da mesma maneira, demonstro demais e sou emotiva, chorarei por tudo que façam, seja um ato simples como andar de mãos dadas, como algo complexo, um encontro num restaurante chique. Às vezes me questiono sobre meus sentimentos, questiono se eu sequer os entendo, mudo muito rápido? Ou será que apenas não sei perceber o que sinto? Será que me odeio? Não me vejo negativamente, ou será que vejo e não aceito? Pois quero acreditar o que me é dito sobre mim, sobre minha imagem formada em outras retinas. Nunca me foi dito que sou feia, mas mantenho essa ideia sobre mim. Há mais comentários positivos do que negativos, porque não os acolho como fiz com os poucos negativos que recebi? Acho que nunca me entenderei, e questiono se alguém me entenderia, logo eu que vivo minha pele e habito minha mente, não compreendo, imagino a dificuldade que seria para alguém que tem seus próprios demônios, numa luta a entender os meus, tão confusos.
Existir porque se o destino de quem vive é morrer?
Eu não posso viver como se tudo em mim tivesse motivos para existir, se o brilho dos meus olhos não será notado para sempre, se minhas mãos com tom macio e delicadas não durarão eternamente. Não farei juras de sofrimento e jamais deixarei que minha alegria transborde a dor de outro olhar, porque os meus olhos estão calejados de tanto chorar.
Poderia eu viver como se fosse apenas mais um rosto entre a multidão se não é o que transpassa minha alma? Não viveria como uma criança que se contenta facilmente com um doce, um brinquedo velho e quebrado.
Se desde que comecei a enxergar as pessoas noto o quanto a hipocrisia gira em torno delas como suas roupas mal passadas.
Sinto nojo, vergonha, desprezo e medo, sim por tamanha desonra ao Ser que criou a espécie. Muitos chamam de Deus, outros apenas citam aquele.
Mas não é me diferenciar dos demais que me permito reprimir meu lamentar ao existir, não! É exalar do meu ser o amor que ainda sinto pelas palavras frias e dolorosas que saem da boca de um ser humano, indivíduo imperfeito e maquiavélico.
Negros são os dias, geladas são as noites que perduro meu ignorante raciocínio rumo a um abismo repleto de mim.
Onde são enterrados todos os pensadores, os poetas, os cientistas, os letrados, os matemáticos, os viciados, os inocentes, os fortes e os fracos.
Na morte é que encontramos a verdadeira explicação para tantos fios sem pontas.
É o caminho e o destino, da senhora, da criança, do mendigo.
Dos que choram dos que riem, dos que nascem, dos que morrem.
Minha insatisfação nada me comove nem tampouco me retrata junto aos que pouco reprimo entre si o desejo viver como se a vida fosse um mar de rosas.
Bastam-se com os direitos e deveres incontáveis encobrindo a vergonha e a decepção de serem mortos de fome, gananciosos de desmedidos.
Sem raça, religião ou cor, todos vêm de um só sangue, um só pecado, uma só finalidade.
A fragilidade é para todos os medo é para todas as fraquezas, as derrotas e as perdas, não há remédio que cure, não há palavra que conforte, não há mão que acalente, é do homem, é do ser, é da gente.
Não depende do querer, não depende do chorar e do morrer, depende de quem sou de quem é você!
Segredar o meu pensar
Minha dor é sentir-me iludida por mim mesma, por meus conselhos pretensiosos,
Por esta cabeça de vento que sempre encontra motivos para enganar-se dentro do mesmo mundinho frio, escuro e triste.
Minha ilusão é acreditar que pessoas podem ser tão sinceras quanto eu ao falarem de suas vidas, ao se envolverem de modo limpo e sem maldades.
Minha tristeza é permitir ser enganada sempre que vejo um sorriso brilhante na face da mentira, é sorrir de volta dando em dobro sem receber a certeza do outro.
Minha angústia é remoer noite adentro o quanto sou fácil de ser enrolada, a me sentir uma adolescente num primeiro encontro.
Meu desespero é esperar, esperar o que não se sabe se vai voltar olhar, olhar e nada mudar porque o passo principal já foi dado, o passo errado.
Meu tormento é chorar por dias da mesma dor que não muda, não passa, não acaba.
Meu medo é continuar sendo quem sou esquecendo sempre de onde vim e pra onde vou, passando horas dando voltas pelo quarto, me olhando no espelho esperando que ao menos aquela imagem de mulher fraca e devastada me responda quem sou eu...
Meu momento de dizer que acabou e que não mais sentirei teu cheiro por entre os meus cabelos, é o momento que mais me destrói, é o instante em que vejo diante dos meus olhos, a tua imagem me dizendo adeus.
Minha prova de que ainda existo após não querer existir, é necessitar buscar uma saída para não sucumbir de tanta tristeza.
Minha falência é ter a certeza de que logo que o sol raiar e as folhas secarem, num outono qualquer, tudo voltará a acontecer, e novamente verei face a face meu verdadeiro eu, um eu que sente a dor, sofre a ilusão, transborda de tristeza, decai de agonia, sente medo do depois, dá asas a imaginação, mente pra si mesma, se dedica a encontrar, mas não morre de paixão.
Porque resta a esperança de quem sabe encontrar o que não há em meus meados, de pensar e logo amar.
Resgato-me lá do fundo, sinto o cheiro do verão, outro dia é outro tempo, outras marcas, outro olhar, outra face do segredo, que jamais irei contar.
Olhe pra mim, tente me entender, caso não consiga, lamento, não vou dizer, cabe a você reconhecer...
Parte de Mim
Parte de mim sente uma vontade intensa de correr pros teus braços e te beijar na boca.
Parte de mim sente tanta raiva de você que passaria o dia inteiro brigando feito uma louca.
Parte de mim te quer pra sempre num momento que jamais deixaria de te sentir.
Parte de mim chora quando tento te fazer ao menos, me ouvir quando digo: Pare de mentir!
Parte de mim grita e chama teu nome a noite inteira e clama!
Parte de mim quer que você mantenha longe do meu corpo essa chama!
Parte de mim quer ser forte e dizer adeus de verdade.
Parte de mim diz adeus em partes.
Parte de mim não se contenta com suas frases curtas do alfabeto.
Parte de mim quer te ouvir soletrar todo amor do universo!
Parte de mim deseja que o tempo passe o mais depressa possível pra acalentar minha dor de te querer e não te ter.
Parte de mim sabe que passe o tempo que passar, meu coração vai acelerar toda ver que você me olhar e sei, jamais deixarei de te amar.
Parte de mim se pergunta o tempo inteiro: Será que sou complicada demais ou será que ele não me entende mais?
Parte de mim responde: Se for amor, não importa as minhas fases, ele sempre vai fazer parte de cada uma decorando meus detalhes.
Parte de mim sente saudade, mais tanta saudade que não consigo controlar os suspiros que me invadem.
Parte de mim permite que a tristeza entre, se aconchegue e me faça chorar até muito tarde.
Parte de mim me pede pra desistir, pra de uma vez por todas entender que não amo mais você.
Parte de mim faz meu corpo arrepiar de vontade de correr pros teus braços e flutuar ao entender, que juntos formamos o amor, eu e você.
Parte de mim no mais profundo do sentir, repete várias vezes por segundo o quanto preciso dos porquês e dos entenderes...
Parte de mim entende perfeitamente que o amor tudo espera, o amor compreende, o amor tem por sua vez seus pormenores.
Parte de mim me convence que sou insana, que por mais que eu tente não serei igual a ninguém, porque de iguais o mundo está farto.
Parte de mim deseja neste exato momento te segurar em meus braços, olhar nos teus olhos e te chamar de fiasco.
Parte de mim não agüenta mais fazer divisão de partes incertas.
Parte de mim te ama te espera, no tédio, no amor, me completas.
Eu aprendi a amar ainda muito jovem, os anos se passam, o amor ainda mora em mim e a dor... ah a dor enfim permanece, de um amor que é amado por dois pouco durou, do acaso murchou e cicatrizes deixou. Amor que hoje é só meu, quem sofre sou eu, por covardia verteu.
Ana que a tantos encanta, que a mim emociona, sua amizade e seu carinho me enchem de alegria, por tanto, por ser, por chorar, por viver. Sua empatia é a certeza de que não somos agora, tão somente, seremos num momento chamado sempre.... Amigas, irmãs, vidas entre tantas escolhidas, por DEUS, por sermos tão parecidas.
Com carinho, para Ana Catarina Evangelista.
Que a minha mágoa não tire de mim o que mais me faz humana, minha humildade.
Que minha dor não tire de mim meu maior sonho, minha esperança de ser feliz.
Que meu rancor não tire de mim minha maior certeza, meu sucesso.
Que minha tristeza não tire de mim minha capacidade de amar, pois se o mundo inteiro me virar as costas, tendo amor, terei a semente para replantar minha alegria de viver e me reconstruir quantas vezes for preciso.
Que minha decepção não tire de mim minha razão, pois o bom senso decide a hora de dizer "já chega".
Que minha fraqueza não tire de mim o poder de levantar do chão, pois cair é um ato, levantar é uma lição.
Que meus pensamentos jamais sejam direcionados pelo mal, pois para o bem fui formada, com amor fui moldada, meu destino traçado de pura emoção.
Érwelley C. de Andrade ALB/DF.
EU.
Eu sempre estou aqui quando quero cuidar de mim,
Eu sempre olho pra mim quando quero me redimir,
Eu sempre me vejo em mim quando revejo meu lamentar,
Eu sempre me encontro em mim quando é necessário me refazer.
Eu sempre repito à mim a luta tem que andar,
EU sempre acredito em mim quando mais uma história vai chegando ao fim.
Eu sempre choro em mim lágrimas mornas queimando a dor,
EU sempre grito pra mim a vida não vai parar.
Eu sempre carrego em mim a força de um elefante,
Eu sempre reescrevo em mim que o sol ainda vai brilhar.
Eu sempre me acho em mim quando o mundo me faz perder,
Eu sempre refaço em mim a teia que me entrelaça.
Eu sempre replanto em mim a semente que vai crescer,
Eu sempre revejo em mim o amor que me fez nascer.
A bordo de mim
Trancafiada aqui, no abismo vi, o mar mostrou.
Oculta em mim, embalo o fim, abordo estou.
O imundo mar, sôfrego vem, se lamentar.
Pálido! Gélido! Seco!
Escureceu! Não sou mais eu, o mar sou eu!
Fugi sem ar, me encarcerar, sombrio olhar.
O medo embarca, revolve marcas do meu pesar.
As ondas vêm, molham meus pés, vou mergulhar.
Vento bravio, um calafrio me faz chorar.
Tempestade a vista, revira o barco, me embaraço no relembrar.
Aos prantos grito! Sou eu o mito do tal amar!
Ouço gemidos, fundo do mar!
O horror convém, me mostra além, antigo olhar.
Quando era ardor, quem sabe amor, levou o mar.
Abordo estou, na noite vou, refugiar!
A negra vem, me acompanhar.
Seus braços frios, acariciam meu perturbar.
O barco vira, quebra o retrato, faz em relapso o meu pesar.
Corta meus pés, debruçada ao chão, sangro sem dor.
Junto os pedaços, varrendo os cacos do opaco amor.
A água vem, correntes vêm me soterrar!
O barco alaga, tão logo afunda, o vento ajuda meu naufragar.
A brisa leva o que restou, meu ser se afoga, o sal corrói, sôfrego amor.
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