Deus fez o Choro Pro Homem não Explodir
Eu tenho muita dificuldade de falar o que eu sinto, por isso que eu choro, escrevo palavras simples, na tentativa de aliviar a dor que existe no meu coração.
Eu não choro só porque estou nervoso, mas sim, choro porque acho que devo chorar, para poder mostrar os presentes que na verdade, quando choro é porque as minhas lágrimas, venceram os meus olhos.
Eu não choro pra ter um consolo. Eu choro pra aliviar, depois do alivio vem a serenidade, e é nela que eu tomo as melhores decisões.
Eu choro pelos momentos não vivido,pelo amor retraído,pela dor em silêncio,pelo desejo do beijo não mais concebido, pela necessidade de corpos unidos que ja não se pertencem mais.Choro pelo amor vencido pela dor,por não sentir mais aquele sabor,por não ter por perto o meu amor!
Algum dia os meus olhos perguntaram-me dizendo: porque choras? Respondi-lhes: choro porque o meu coração está apaixonado e que a minha mente não para de pensar no amor, mas a minha boca não tem coragem de dizer o que sinto.
JAT-João Alfredo Tchipilica
Porraaaaaaaaaaa...
Tô cansada de engolir palavras e fazê-las em choro as escondidas. Estão despertando o pior de mim.
#depoisaguenta
Quando olho para a lua, me bate uma tristeza. A lua me faz lembrar você. Aí eu choro porque estou sozinho.
Sentimentos
Como vai a vida?
Um verdadeiro desastre… mas faz parte.
O choro, os sorrisos, os suspiros,
Os corações partidos,
A paixão, a desilusão...
Não importa o quanto tentemos,
O quanto lutemos para não sentir —
Os sentimentos sempre estarão presentes.
Seja num simples gesto,
Seja numa única palavra.
Por isso, sente-se.
Escolha um livro,
Pegue uma xícara de café,
Coma alguma coisa,
Mesmo que você não os tenha agora
Uma hora…
Ou outra…
Eles hão de aparecer.
Todos os dias choro por algo que não fiz, mas que destruiu minha vida. Mesmo assim, sorrio diante das pessoas porque sei que, apesar de tudo, ainda carrego em mim a força de transformar realidades. Eu fui ferido, mas não perdi minha essência."
Choro feito criança,
num silêncio que ninguém escuta.
As lágrimas descem mansas,
como notas perdidas de um blues sem culpa.
Há algo em mim que pesa,
mas não grita, apenas suspira.
Uma tristeza leve, quase sem pressa,
que me embala e depois se retira.
Levanto tranquilo,
como quem carrega o invisível.
Isolado no meu abrigo,
sou só eu e o som impossível.
No fundo, o choro me ensina:
mesmo adulto, ainda sou menino.
O Choro
Quando a gente chora,
Não estamos colocando somente lágrimas para fora,
Estamos pondo para fora o que maltrata,
E que cala a nossa voz...
Estamos colocando muito sofrimento,
Angústia, mágoa, dor...
E que possivelmente chegaram através de algo que faltou.
Jogamos lágrimas fora
Por uma série de coisas que não nos faz bem
Mas que o próximo dia chegue sem demora
Levando o que não convém.
Neste momento choro,
Por não ter-te aqui,
Por não ter seu sorriso,
Por não lhe ver sorrir.
Por não ter seu afeto,
Por não ter sua paixão,
Ou o seu amor,
Por ter um ferido coração
Preenchido somente com a dor.
Choro por não ter seu coração,
Por ter ferido sua razão,
Por te amar demais,
Por esse descontrole que é o amor,
Choro por ter levado minha paz.
Choro aqui sozinho, calado, no meu canto,
Que com tanto encanto,
Me debruçando em prantos
Me ponho somente a chorar,
Choro em não ter você aqui para amar.
Choro que me derrete,
Me enlouquece,
Entristece,
Me reviro nessas lágrimas,
Que o meu coração padece...
Nasci no escuro de um ventre que não me quis,
um choro abafado por paredes que nunca acolheram.
Cresci falando com o vazio,
fazendo amigos nas rachaduras da parede,
aprendendo cedo que o silêncio é o único som que não vai embora.
Solidão foi meu berço,
meu travesseiro, meu espelho.
Os outros vinham como vento —
me tocavam por segundos,
e então sumiam como se eu fosse pó.
E eu ficava…
como sempre fico…
esperando o impossível retorno de quem nunca ficou.
Me apeguei a sombras com a força de um afogado.
Qualquer palavra doce virava alicerce,
qualquer carinho se tornava altar.
Era amor? Não sei.
Talvez só desespero com um nome bonito.
Fui tecendo laços com quem mal me olhava,
oferecendo meu corpo inteiro
em troca de migalhas de presença.
“Me ame, por favor…”
— sussurrava entre dentes partidos,
sabendo que, no fundo, eu só amava a ideia
de não morrer sozinho.
E mesmo quando me batiam, eu dizia:
“Fique. Pode doer. Mas fique.”
Porque a dor me fazia companhia,
e isso já era melhor do que o nada.
Nada... esse monstro que me segue desde sempre,
essa ausência que grita mais alto que qualquer voz.
A cada partida, uma parte de mim era levada,
e eu ficava com menos do que sou —
até que ser virou apenas um eco.
Uma lembrança pálida do que eu pensei ser um dia.
Me desfiz como sal na água morna do abandono.
E aí… comecei a perguntar:
por que estou aqui?
Por que continuo respirando se cada suspiro pesa mais que o anterior?
Se a vida é só um teatro de perdas,
um ciclo de dores embaladas com promessas falsas?
Não há sentido.
Só o relógio avançando,
marcando o tempo de um espetáculo sem aplausos.
Deus, se existe, me assiste calado.
Ou ri.
Pensei em fugir.
Mas não se foge de si mesmo.
Eu sou o cárcere e o prisioneiro.
A cela e a sentença.
Hoje…
já não espero ninguém.
Já não clamo amor.
Apenas caminho por dentro de mim
como um cego num labirinto de espinhos.
E no centro desse labirinto,
há um espelho quebrado,
que me mostra não um rosto,
mas todos os que me deixaram.
E percebo — com a calma fria dos mortos —
que talvez eu nunca tenha existido de verdade.
Só fui reflexo do desejo dos outros,
vazio moldado por carência.
Agora, sem ninguém para me querer,
sem ninguém para me ferir,
descubro que o pior abandono
é quando até a dor se vai…
e deixa só o nada.
E no fundo desse nada,
há uma corda.
Ou uma lâmina.
Ou só um pensamento insistente:
“Se eu sumir, será que alguém nota?”
O mundo gira.
As pessoas sorriem.
E eu…
eu deixo a porta aberta.
Só por desencargo.
Só por esperança.
Ou só por desespero mesmo.
Quando eu me calo, sou forte. Quando eu engulo o choro, sou madura. Quando eu levo na brincadeira, sou legal. Mas quando eu decido reagir, de repente... eu sou a errada. Ninguém vê o quanto suportei em silêncio, ninguém mede as feridas que me causaram sorrindo. Só enxergam a hora em que explodo, como se toda a dor acumulada fosse um exagero meu. As pessoas te ferem, te diminuem, te humilham... e esperam que você aceite com um sorriso no rosto. Mas quando você coloca limites, quando mostra que também sente, que também cansa, elas apontam o dedo e dizem que você mudou. Não, eu não mudei. Só parei de aceitar o que nunca deveria ter sido normal."
Não sabe o que dizer.
O coração queima e acelera. Os olhos estão lubrificados por um choro que não cessa.
A emoção faz os pelos dos braços e das pernas se arrepiarem, mas a boca permanece calada.
Som algum se atreve a sair dali.
A verdade é que o silêncio, ainda que nada atrativo por aqui, agora se faz dominante e, irresistivelmente, confortável.
O choro é uma auto-terapia, ela proporciona benefícios para tua saúde mental e física. O choro ajuda a aliviar o stress, libera o hormônios do bem-estar, restaura equilibrio emocional, ajuda o corpo a processar melhor as emoções, choro é um relaxante, fortalece as relações, elimina toxinas do sangue, lubrifica e limpa os olhos, reduz a pressão arterial e regula a temperatura no cérebro.
Não precisas se segurar se tiveres que chorar, mas tem cuidado, porque se for constante, será indício de depressão!
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