Deus fez o Choro Pro Homem não Explodir
Que todos os dias você se sinta a mulher mais amada do mundo, porque aqui está o homem que mais ama.
Somos a metamorfose, da mitologia para a lógica, a força animal do homem dotado de rituais tenta em vão dominar a natureza.
O homem perde o espírito quando morre, porque espírito é coisa do organismo humano. A alma é uma coisa, é invenção que serve o nada, não creio em espíritos ambulantes nem em almas penadas.
As Leis são do universo. O homem é apenas um objeto do meio, aonde os rituais místicos são repetitivos e ofegantes, às vezes tão nostálgicos. Esses, são como o miauuu do gato, o muuu da vaca, o béee do bode; basta ouvir e concordar que isso nunca mudará. (A. Valim).
A mulher acredita que algo não está perfeito nela. Nada é tão ou mais satisfatório para o homem do que um par de glândulas mamárias; um par de cochas; um par de Nádegas. O homem é um ser convencido pelas necessidades psíquicas e fisiológicas da mulher e de todas as peculiaridades que giram em torno dos dois mundos dela. Esse complexo sistema feminino entrelaça a fortaleza e o fracasso masculino, que são sustentadas pelos Deuses e demônios obedecendo sempre os sentidos e os instintos dela. O homem tenta em vão sobreviver nas entranhas do saber das mulheres e do poder de convencimento quando elas regem. Assim criou-se a mulher para toda a complexidade e o homem para toda a simplicidade e para apenas uma distinção dos poderes criaram-se neles os sexos. Como o veneno da cobra sobre os olhos do rato assim a persuasão por seus instintos. Quanto ao homem, devia ter a consciência da injustiça que comete contra a dignidade dela. O problema do homem é o abandono dado a sua própria espécie masculina. Se a serpente fosse mais astuta que a mulher o homem teria comida a serpente. Para o homem Deus fez a mulher dotada de benignidade divina e dos castigos também divinos. Assim giram em torno da mulher: Deus e o diabo, o homem e a serpente. (A. Valim).
Como cão adestrado: o homem convertido, catequizado, doutrinado. Tornado a criação perfeita para a preservação dos rituais como mero costume. O engessado propósito não muda costume, para não desvirtuá-lo no paraíso. A gula, avareza, luxuria, ira, inveja, preguiça e orgulho são concepções natas do ser humano; os sete pecados do sistema são necessários à sobrevivência do ser. Pecado mesmo é a construção da ideia apocalíptica, impregnada na gene, nascem, crescem e se multiplicam. Não há consciência para as verdades novas, e, ouvidos novos para novas músicas. A clerezia é para que a consciência da ideia nova permaneça muda. (A. VALIM).
a Onipotência
O sistema mais complexo verbalizado pelo homem, - “a Onipotência”. Sustentado por um espírito; “plano clérigo”. O pecado é a maior invenção do homem depois da onipotência. Porém o pecado é “clemente” pelo plano divino, criado pela clerical e sustentado pelo populacho. A Sé vem massacrando a mulher a milhares de ano, por uma cultura machista e impostora, impregnado em cruzes e simbologia comercial, um viés da fé. A Sé é detentora das verdades incontestáveis. Sendo o maior massacre da humanidade: a inquisição, imposta por um sistema religioso da cristandade. O homem é naturalmente um renegador de suas teses contextuais dogmáticas, verdades explicitadas apenas no trancafiado pensamento, separados por uma leve e transparente cortina de medo. Quem dera uma virtude pela antiga certeza de que a compaixão traduzisse as verdades, sem necessidades de sustentar-se prostrados por um plano clérigo. Eis o mistério da fé e a simbologia da Onipotência. (A. VALIM).
O homem tenta sobreviver nas entranhas do saber das mulheres e do poder de convencimento quando elas regem. Assim criou-se a mulher para toda a complexidade e o homem para toda a simplicidade e para apenas uma distinção dos poderes, os sexos.
Amauri Valim
Pensamento Niilista
Por Amauri Valim
Na medida em que o homem frequenta o mundo advoga por saberes dogmáticos mitológicos que assentam sobre si, são concepções da verdade superior impregnada em uma corrente genética humana. Há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado por mãos sagradas de entes mortos para o fim de toda a impertinência.
Norteado pela supremacia dogmática cristã o ser humano é geneticamente submisso sob uma concepção divina. Desprovido de privilégio pelo êxtase da fé e da promessa de salvação também adota o estado de pobreza como prova de fé. A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns. A ética religiosa parece cuidar bem da moral dos defensores de uma perspectiva de vida melhor para o futuro; após a morte.
A morte é um plano de Deus. O sentido da vida é um plano humano. A fé é o fruto da sustentação do homem corrompido, como recompensa o milagre ou a vida eterna.
O homem tenta em vão dominar a força da natureza, acredita no poder das práticas dos rituais sagrados. O homem sendo aqui o mais poderoso de todos os seres tem tendências de destruição através dos poderes que lhe é ofertado, o que não são vistos como valores morais, mas uma transgressão da ética religiosa.
A religião possui formas práticas de apoio ao homem desamparado e de segurança ao vulnerável, nas situações que o homem possa sofrer ameaça de perda de controle, Freud possui vasta visão sobre os efeitos e das condições humanas e a relação do homem com a religião.
Os efeitos da religião são devastadores sobre a desvalorização da vida na terra. Tão difícil é avaliar o papel da religião na sociedade tanto quanto o papel do individuo na religião, indivíduos religiosos possuem juízo subjetivo em relação ao advento e o fim de tudo na terra, passando para uma perspectiva de vida abundante transcendental/cósmica perdem-se a relação dos eventos do hoje.
O homem tenta em vão dominar a força da natureza, acredita no poder das práticas dos rituais sagrados. O homem sendo aqui o mais poderoso de todos os seres tem tendências de destruição através dos poderes que lhe é ofertado, o que não são vistos como valores morais, mas uma transgressão da ética religiosa.
É muito difícil contestar um plano religioso por sua grandiosidade e poder de convencimento por possuir tão grande significado cultural, para todo o plano religioso o homem possui limitações intelectuais para uma nova compreensão numa visão crítica sobre o subjetivo.
A cultura religiosa impõe privações ao individuo o qual se conserva pelos sacrifícios, oferendas e angústia fervorosa, em uma vida de restrições o indivíduo tem como meio essa estética. São ideias originalmente atribuídas aos deuses capazes de torná-lo sustentáveis.
“Permanecer humano é o desafio maior que o homem enfrenta nos dias atuais”.
(ARTUR, João B. Winkelmann).
Não há cura para a libertinagem, mas uma mutação temporária dos costumes no homem liberdoso, condizente com a fraqueza e pequenez humana
O estado de vida abundante transcorre naturalmente ao modo de viver, mas o homem não se da conta das façanhas que o dia oferece.
Caminhei ao lado do diabo, e não vi maldade alguma. A maldade é concepção do homem percebida em mim. O Diabo é apenas um injustiçado, cuidador de exilados do paraíso aqueles que Deus os expulsou.
O poder do homem da fé comercializa milagres, assombra o fraco e oprime o desgraçado em nome das divindades.
O homem criou o Diabo com boa estratégia para castigar os impuros, em vez disso, deveria criar mais sabores de cervejas.
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