Deus e Religião
DEUS pela força e grandeza que lhe é atribuído, deveria salva-lo seu povo da intolerância religiosa, mas todo o mal da religião é necessário em benefício de um Deus grande, não de um Deus necessariamente existente.
VIDA APÓS A MORTE: Inspiração surreal. Inatingível. Instinto religioso. Compaixão cega por um Deus metafísico. Vingança da vida plena terrena. Monstruosidade. Paixão primitiva. Ócio. Inércia. Medo do fraco. Luta de sobrevivência contra a inteligência. Ataque hostil a vida. Triunfo dos cristianistas. Ideia charlatanista. Sombra da noite calma. Moral antinatural. Preceitos canônicos. Razão doentia. Ruína humana. Evidência empírica. Convenção do diabo.
A ciência identificou uma explosão para as causas do mundo, da religião surgiu um Deus imaginário para as mesmas causas.
Os pobres injustiçados fazem parte da paisagem de deus no cenário religioso. Para a garantia da sobrevivência da religião é bom que os problemas não se acabem “porque deus quis assim”.
No aforismo religioso se cultiva a ideia de um Deus máximo, uma felicidade satisfatória para quem atravessar a vida através dele. Nessa natureza própria da humanidade se revela o testemunho eufórico das experiências com Deus em cada ser como deva aceita-lo, acima da compreensão dada como razão e ciência da vida terrena. O materialismo existente na cientificidade afirma uma realidade contrária ao plano metafísico da religiosidade, porém condizente com a forma de vida humana. A explicação materialista sobre a existência de Deus requer uma verdade material, mas ainda, até que aconteça, considera-se Deus um mito.
A religião tem alto valor cultural, porém é uma desgraça para a humanidade. Provém de um Deus ilusório e de um Cristo ilusionista, o que torna humanos desapiedados com o poder da fala e humanos desprovidos de graças.
Política e Religião estão alienadas, tanto quanto a alienação entre Deus e o Diabo; são as faces da mesma moeda.
As religiões dizem que Deus é infinito, mas um infinito que não inclui tudo não é infinito. Precisamos exercitar a consciência da união.
O Dinheiro e Religião
Deus não se ocupa com essas coisas e não presta muita atenção em nossas pretensas necessidades matérias, mas está atendo ao coração do Homem nos momentos de fartura ou escassez, é ai que mora a verdade de cada um e a esse comportamento que Deus dedica a sua real atenção.
Com isso Deus não condena as coisas da Terra porque saber que o Homem necessita delas devido á sua atual realidade material, mas chama-nos a atenção para importância excessiva que dispensamos aos bens terrenos em detrimento aos bens dos céus .
Disse Jesus : "colocai as coisas dos céus em primeiro lugar que as da Terra virá por acréscimo".
Dizendo que se não cuidarmos do espírito, do coração e dos sentimentos, com dinheiro ou sem ele a felicidade não habitará em nossas vida.
A fé independe de religiões e afins, é uma energização do homem com o Deus do seu coração, e uma vez energizado e focado em seus objetivos, metas... até a combustão, nada resistirá o mesmo em alcançar seus desígnios. revigore-se e vença pela fé.
