Deus Deu a Natureza a Capacidade de Desabrochar

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Temos que aprender com nosso passado. Não devemos esquecer. E temos que ser melhores.

(Kimani Maruge)

Uma Lição de Vida
Uma Lição de Vida (2010)

Um excelente sábado a todos, por favor, reflitam comigo...

Dizem que o tempo é nosso aliado... ele voa, não espera, nos controla, não perdoa, deixa marca, nos envelhece e quando chega a morte... ele desaparece.

O eterno feminino

Ela é tão bela, independentemente da sua forma! É divina em todos os sentidos! Mas sua vida é tão complexa, tanto que nenhum artista soube até hoje verdadeiramente lhe retratar, numa música, numa tela, numa poesia, acho que só Deus se atreveu a buscar a sua perfeição.
Esse “eterno feminino” é mulher, é mãe, amiga, companheira, amante, toda majestosa que com sua maravilha faz morada no coração dos homens. É nela que a semente da vida se transforma num ser, que ao nascer nos permite viver a esperança de um futuro melhor para a nossa humanidade.
É fato! Pouco fazemos no muito que nos cabe fazer neste planeta. A favor dela, ainda assim, é ela que nos põe para frente e nos faz vencer os obstáculos. Sem ela, seriamos apenas um projeto. Com ela, a realidade para nós se torna uma meta. E feliz é aquele cujo objetivo é ter no seu destino a presença desse eterno feminino.

O menino ia no mato
e a onça comeu ele.
Depois o caminhão passou por dentro do corpo do menino
e ele foi contar para a mãe.
A mãe disse: mas a onça comeu você, como é que o caminhão passou por dentro do seu corpo?
É que o caminhão só passou renteando o meu corpo e eu desviei depressa.
Olha mãe, eu só queria inventar uma poesia.
Eu não preciso de fazer razão.

Só a loucura tem a virtude de prolongar a juventude, embora fugacíssima, e de retardar bastante a malfadada velhice.

Erasmo de Roterdã
ERASMUS, D. Elogio da Loucura. eBooksBrasil.com, 2002.

“Na minha civilização, aquele que é diferente de mim não me empobrece; me enriquece”

Enquanto estamos Presentes,as pessoas não dão valor... precisam perder para sentir, na dor da ausência, o quanto eram amados ...

O Ângulo Certo

A vida é engraçada se você for pensar com calma nela. Tantas coisas que acontecem, umas como você quer, outras que você odiaria que acontecessem e aconteceram... Tudo gira em torno de alguma coisa, que todos nós procuramos descobrir.
Mas muitas vezes, nos passamos despercebidos por detalhes que fariam toda a diferença. Que por um minuto de desatenção, não vemos, e que se estivéssemos visto, tudo iria ser diferente.
Detalhes que por orgulho, submissão, falta de otimismo ou desatenção mesmo, deixamos para trás.
Porém, tantas coisas fazemos. Mudamos a vida de tantas pessoas, e essas pessoas mudam tanto nossa vida... Fazemos brincadeiras, tomamos decisões difíceis, corremos atrás, desistimos de tudo... E no fim, nos perguntamos se tudo vale à pena.
Digo-lhe que, sim, tudo isso vale a pena!
Digo por mim, não consigo me imaginar fazendo outras coisas, além das que faço. Não consigo ser eu mesma sem fazer o que fiz, sem os erros e acertos que vivi... Experiências mudam a vida de qualquer pessoa. A minha talvez jamais fosse a mesma, se tudo que vivi não tivesse acontecido!
Erros não são boas lembranças, sei disso! Mas o que aprendemos com eles, ninguém jamais poderia nos ensinar. Tudo depende da forma como vemos tudo o que já passamos.
Procure o melhor ângulo das experiências que você já viveu, e use-as para viver as novas. O que você não pôde aproveitar esqueça! Não se pode mudar o que já passou.
A vida é feita de momentos, sejam eles bons ou ruins. Todavia, ache o ângulo certo que tudo se tornará perfeito!

Sou uma criatura do mundo.

O tempo é o espelho da eternidade.

É dando que se recebe... é perdoando que se é perdoado...

Só os analfabetos funcionais confundem a precisão dos conceitos com a rigidez mecânica de alguma linguagem fixa e estereotipada. Entre a expressão viva ou até paradoxal de uma impressão e o apelo a algum chavão de compreensão automática, o escritor preferirá sempre a primeira. Eis porque os Pirrôlas da vida não podem ler obras de escritores, só manuais escolares.

JOSÉ BONIFÁCIO

De tantos olhos que o brilhante lume
Viram do sol amortecer no ocaso,
Quantos verão nas orlas do horizonte
Resplandecer a aurora?

Inúmeras, no mar da eternidade,
As gerações humanas vão caindo;
Sobre elas vai lançando o esquecimento
A pesada mortalha.

Da agitação estéril em que as forças
Consumiram da vida, raro apenas
Um eco chega aos séculos remotos,
E o mesmo tempo o apaga.

Vivos transmite a popular memória
O gênio criador e a sã virtude,
Os que o pátrio torrão honrar souberam,
E honrar a espécie humana.

Vivo irás tu, egrégio e nobre Andrada!
Tu, cujo nome, entre os que à pátria deram
O batismo da amada independência,
Perpetuamente fulge.

O engenho, as forças, o saber, a vida
Tu votaste à liberdade nossa,
Que a teus olhos nasceu, e que teus olhos
Inconcussa deixaram.

Nunca interesse vil manchou teu nome,
Nem abjetas paixões; teu peito ilustre
Na viva chama ardeu que os homens leva
Ao sacrifício honrado.

Se teus restos há muito que repousam
No pó comum das gerações extintas,
A pátria livre que legaste aos netos
E te venera e ama,

Nem a face mortal consente à morte
Que te roube, e no bronze redivivo
O austero vulto restitui aos olhos
Das vindouras idades.

“Vede (lhes diz) o cidadão que teve
Larga parte no largo monumento
Da liberdade, a cujo seio os povos
Do Brasil te acolheram.

Pode o tempo varrer, um dia, ao longe,
A fábrica robusta; mas os nomes
Dos que o fundaram viverão eternos,
E viverás, Andrada!”

Machado de Assis
Obra Completa, Machado de Assis, vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

Devo ser um especialista em artes marciais, pois luto todos os dias contra meu pior inimigo, eu mesmo.

Então, se minha foto iria voltar aos jornais, ao menos que fosse pelo maior roubo da História.

A impunidade é o colchão dos tempos; dormem-se aí sonos deleitosos. Casos há em que se podem roubar milhares de contos de réis... e acordar com eles na mão.

Machado de Assis
Gazeta de Notícias, 17 maio 1896.

Os corações discretos são raros; a maioria não é de gaviões brancos que, ainda feridos, voam calados, como diz a trova; a maioria é das pegas, que contam tudo ou quase tudo.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).

Dê um pouco de poesia à vida, mas não caia no romanesco; o romanesco é pérfido.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Reflete que os movimentos do coração não estão nas mãos da vontade.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).