Deus Criou o Sentimento mais Sublime

Cerca de 320447 frases e pensamentos: Deus Criou o Sentimento mais Sublime

E quem sabe a vida lhe revira a cabeça,
e diante de uma volta sublime tudo aconteça.

Sabe-se lá de onde tu amor vens,
Que me tira de mim e me dá o que tens.

Não, eu não enlouqueci.
E talvez toda dor e mágoa do passado,
a quem um dia talvez possa ter feito trato. Tenha tido então somente um "esqueci".

⁠Consciência limpa tem cheiro sublime de pureza. Mas o desonesto, mesmo com todo dinheiro do mundo, jamais poderá sentir.
(Nepom Ridna)

A Natureza tinha sido engenhosamente composta pelo talento único e sublime de um Genial Artista. Era uma peça musical exclusiva, uma pintura divinal, um livro admirável.








In, "Ensurdecedor"

Momento sublime é quando a mãe abraça seu filho pela primeira vez...momento esse que lagrimas de amor são derramadas,então daí começa uma linda historia de amor entre mãe e filho.

Arte, sublime inutilidade.

"Amor sublime amor"
364🙏🌹Você foi um ser de muita relevância na minha caminhada evolutiva no planeta, você foi especial de suma importância e que saudades deixou, o amor brotou em nossos corações surgindo um jardim de flores alegrando nossas vidas, com esse sentimento profundo vindo de vidas pretéritas e que amadureceu em nós que não pode ser esquecido, abalado, e quando exercitamos esse amor em nós espelhamos em outros seres, sentimento de luz, é contagiante é curador em nossas vidas, é luz para humanidade, luz para vencer o ódio, ás mágoas nos corações feridos...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.Ayache Vidal.

Beethoven era um estudante voltado para tudo o que era grande e sublime...
sfj,caracteres⁠

Há na gratidão uma altivez sublime que o ingrato ainda desconhece.

Se há na terra, e entre todas as nulidades, algo a ser adorado, se há algo de sagrado, puro, sublime, algo que deva sustentar esse imenso desejo pelo infinito e vago que chamamos de alma, esse algo é a arte.

Gustave Flaubert
Memoirs of a Madman (1838).

Na tua estrutura sublime, uma exposição provocante, a superfície da tua pele, a profundez intensa, emocionante, que floresce na tua alma, reflete na tua personalidade atrevida, uma paixão que se propaga constantemente como uma chama viva, as águas de um lindo mar imponente, as palavras expressivas de um poema que se espalham, livres pela mente

E diante desta tua arte exposta, presto muita atenção, tanto com os meus olhos quanto com a minha compreensão poética, um momento muito satisfatório, edificante, de uma contemplação completa a partir do que é palpável até o que é sentido, um jeito único que desperta naturalmente o meu entusiasmo para um mundo fascinante, onde o essencial é invisível,

Então, este impacto aprazível que provocas é capaz de tornar um instante em um acontecimento memorável, que na lembrança sem faz eterno ainda que o que venha a ser vivido seja temporário, comprovando a relatividade do tempo e o seu valor, principalmente se for bem aproveitado, momentos usufruídos de verdade com cores e sabor, construindo ricos significados.

O teu olhar charmoso atenciosamente olha de volta, és uma rosa onde o amor floresce, arte sublime, cuja natureza é formosa como uma flor que reflete o teu íntimo, uma fragilidade aparente com uma força imprescindível que muitos desconhecem

Desabrochando uma emoção intensa, que pode ser nutrida pelo romantismo com um pouco de audácia, gentileza e o fervor de um desejo correspondido, que aceleram o teu coração e despertam os teus instintos

Amando e sendo verdadeiramente amada com uma certa veemência, superando o êxtase físico, tocada também na tua essência,
não somente na tua pétala delicada, assim, recebendo um cultivo raro bem merecido

Consequentemente, vejo que o teu universo é um lindo jardim, o teu jeito de ser e de amar tornam cada experiência ao teu lado inesquecível, és uma mulher singular, uma rosa com um belo florescer que faz a minha inspiração desabrochar.

⁠Poesia formosa, corpo sublime, suntuoso, vestido por um vermelho avassalador, o mesmo tom que cobre os seus lindos lábios, cor que se destaca no seu lindo rosto, resultado fortemente sedutor assim como o brilho deste teu olhar astuto, o fulgor da tua alma, paixão do teu mundo, onde o fogo se propaga, avivando cada parte da tua estrutura, flor forte e delicada, de sentimentos profundos, verdadeiros, por seres assim, na minha mente poética, ficas guardada, em lugar de muito apreço.

A vitalidade notória que exibe é provocante, à semelhança de uma arte realista, sublime e exuberante, que deixa pupilas dilatadas com um ar lúdico renascentista diante da sua beleza e da sua integridade. Emana o fogo da sua alma, que se destaca dentro de uma paisagem praiana — uma inspiração que se propaga.

Como se, de alguma forma, ela estivesse conectada ao mar, o que justificaria as belas ondas do seu corpo: abundantes e chamativas. A vida emocionante que aparenta existir no seu coração, uma sensação contagiante de renascimento entre as águas salgadas e os raios de sol, que torna único cada momento.

Nas tardes ensolaradas, o deslumbramento mais forte já é previsível; seduz com naturalidade mesmo sem nenhuma intenção, apenas desfrutando da sua liberdade. Ela é o elemento principal de uma composição farta de muitos detalhes, como uma pintura em movimento: uma venustidade intensa em um lindo cenário, transmitindo vida e sentimentos.

Amar Você é tão sublime....
Sentir o seu coração ❤️ bater forte a cada mensagem.
Música 🎶 com sentimento, palavra de carinho e incentivo, momentos importantes em minha vida, nossas vidas!
Amvc🌻❤️

JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.

RAUL TEIXEIRA E A ÉTICA SUBLIME DA MEDIUNIDADE.
A reflexão de Raul Teixeira acerca da mediunidade insere-se no cerne mais elevado da disciplina moral proposta pela Espiritismo. Não se trata de mera advertência periférica, mas de um verdadeiro tratado ético condensado em exortações lúcidas e profundamente responsáveis. O médium, longe de ser um protagonista vaidoso, é instrumento transitório de forças superiores, cuja dignidade repousa precisamente na renúncia de si mesmo.
Ao afirmar que aqueles que laboram com Jesus Cristo não buscam elogios nem reconhecimento, Teixeira reafirma o princípio kardeciano segundo o qual a mediunidade é uma faculdade natural, e não um privilégio espiritual. Tal compreensão dissolve qualquer pretensão de superioridade, deslocando o foco da exaltação pessoal para o serviço desinteressado. O verdadeiro médium não se compraz em aplausos, mas recolhe-se na consciência do dever cumprido, sabendo-se aprendiz em permanente lapidação.
Nesse sentido, a proposta de substituir elogios superficiais por preces e apoio espiritual revela uma compreensão psicológica e moral de rara profundidade. O elogio, quando não temperado pela lucidez, pode converter-se em fermento da vaidade. A prece, ao contrário, eleva, protege e harmoniza. Ela sustenta o médium nas zonas invisíveis de sua luta íntima, onde se travam os combates mais decisivos contra o orgulho e o egoísmo.
As advertências quanto às armadilhas da vaidade, do orgulho e do egoísmo não são meras fórmulas retóricas. Constituem diagnósticos precisos das fragilidades humanas. O médium, por lidar com o invisível e frequentemente ser alvo de admiração, encontra-se particularmente exposto a tais desvios. A vigilância, portanto, não é opcional, mas imperativa. Trata-se de uma disciplina interior contínua, um exercício de autoconhecimento que exige rigor moral e honestidade intelectual.
A humildade, nesse contexto, não é uma virtude ornamental, mas estrutural. Reconhecer a própria imperfeição não diminui o médium, antes o legitima. É essa consciência que impede a cristalização do ego e permite o fluxo mais puro da comunicação espiritual. A mediunidade sã nasce, assim, de uma alma que se conhece limitada e, por isso mesmo, se abre à transcendência com reverência e responsabilidade.
O CHAMADO PERENE AO AMOR E À CARIDADE.
Ao encerrar sua exposição com um apelo ao amor e à caridade, Raul Teixeira reconduz a mediunidade ao seu eixo essencial. Toda faculdade mediúnica que não se converte em serviço ao próximo perde sua finalidade e degrada-se em espetáculo vazio. Amor e caridade não são adereços da prática espírita, mas sua substância vital, os pilares sobre os quais repousa toda a edificação moral do ser.
A evocação de Jesus como o sol das nossas vidas não constitui mera metáfora devocional, mas uma síntese teológica de elevada densidade. O Cristo, enquanto modelo e guia, ilumina o caminho do médium e de todos os que aspiram à elevação espiritual. Seguir seus ensinamentos é orientar-se por uma ética do bem absoluto, na qual cada ação se mede pelo benefício que produz ao outro.
Trabalhar em prol do bem, portanto, não é um gesto episódico, mas uma vocação contínua. É no exercício silencioso da caridade, na renúncia às próprias inclinações inferiores e na dedicação ao próximo que o médium encontra sua verdadeira grandeza.
E assim, entre a vigilância interior e o serviço amoroso, delineia-se a senda austera e luminosa daquele que, sem buscar ser visto, torna-se digno de ser instrumento do invisível, onde a consciência reta vale mais que qualquer aplauso e o bem realizado ecoa além do tempo.

Ter consciência de que se tem uma sublime missão na vida fortalece o caráter.

Ó minha grande estrelinha, amor sem igual,
Desvendo meu coração nesse poema, apenas um sublime sinal.
A saudade me assola, profunda e visceral,
Crescendo sem fim, como tortura, punição infernal.


Ah, estrela minha, fulgor divino e resplandecente,
Em minha existência, perenes e envolventes.
No coração, suspiros ardentes, paixão incessante,
Em ti encontro paz, fazemos da noite incandescente.


Nossa história é uma narrativa perdida no tecer do tempo,
Laço profundo, raridade em cada momento.
Nada é mais relevante que este sentimento,
Que nos guíava e envolvía, linha em arrebento.


Corroído pela distância, meu coração sofre a dor,
Saudade que anseia ser preenchida com fervor.
Porém, na alma, a esperança do destino compartilhado,
Trilhamos juntas o caminho, sem medo, jamais separado.


Estrela minha, abrigo seguro e refúgio de paz,
Em teu amor encontro plenitude, solaz. Caminhos entrelaçados, enredo audaz, Romance sem fim escrito com fulgor voraz.


Que nossa jornada seja permeada de encanto e magia,
Laço indissolúvel, estrofe e melodia em sintonia.
Inspiração, alegria, minha estrela, em harmonia,
Na sinfonia do amor, dançaremos em sincronia.


Imerso em pensamentos, mergulho no oceano das lembranças,
Alimento minha alma, sinto tua presença em exaltação e danças.


Tu, estrela minha, nutres meu ser em profusão, Inspiras meu crescimento, florescimento, paixão que se encanta.


Que o tempo nos una novamente, sem hesitar, em abraço eterno,
Dançando em sincronia, num ritmo divino e superno.
Nosso destino traçado com amor e encanto, A cada respirar, te amarei intensamente, eternamente, em pranto.


Estrela minha, perfeito ser, sabor inebriante,
Cada verso deste poema manifesta meu amor constante, instigante.


(Te amo pra sempre, minha Estrela.)

A paisagem é tão linda, sublime e sensível assim como você, uma dádiva da natureza, feliz noite

⁠Só permanece na arte quem faz da arte o seu sublime recanto