Deus Criou o Sentimento mais Sublime

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A maior sorte da vida é caminhar na riqueza infinita do amor de Deus.

Riqueza trilionária começa no favor de Deus e se sustenta no amor.

Toda riqueza que nasce sem amor é pequena aos olhos de Deus.

A prosperidade que vem de Deus sempre transborda para alguém.

Deus não chama riqueza de abundância quando ela não alcança pessoas.

Deus chama de abundância aquilo que transborda em amor.

A riqueza que vem de Deus sempre tem endereço: o próximo

Deus mede riqueza pelo coração, não pelo acúmulo.

A abundância que vem de Deus sempre carrega compaixão.

A abundância que vem de Deus sempre deixa marcas de amor pelo caminho.

Deus não chama de bênção aquilo que não abençoa ninguém.

“Não permita que a crueldade de quem não sonha silencie a grandeza do que Deus colocou em você.”

Um Novo Dia Raiou.


⁠Um novo de raiou
E eu pude contemplar,
as maravilhas de Deus;
ao ver o dia raiar.

Outros não puderam,
ver o dia amanhecer;
porque partiram desse mundo,
e não nada mais, irão ver.

Sou grato a Deus por tudo,
mesmo sem merecer; hoje estou aqui,
Senhor; para te engradecer.

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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA –
TONNY SOUZZA.

Um Novo Dia Raiou.

Um novo dia raiou,
E eu pude contemplar.
As maravilhas de Deus,
ao ver o dia raiar.

Muitos não puderam ver,
o dia amanhecer.
Porque partiram desse mundo e
outros não podem enxergar.

Sou grato a Deus por tudo:
Mesmo sem merecer.
Hoje estou aqui Senhor, para te engradecer.
Pela cura do câncer, pela queda; quando
da escada fui lançado.
Os teus anjos me protegeram; e não fiquei aleijado.


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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA

Dizer que a voz do povo é a voz de Deus é a pior blasfêmia da humanidade, o povo de duas nações encomendou a execução de Jesus e sorriu.

Deus é simbólico. Se Deus tivesse que ser uma pessoa como tanto ilustram, mas ele nunca foi visto fisicamente, então nenhum deus ou Deus existiria. Divindades são como a gente dá nome e forma para forças muito superiores a tudo que é físico.

⁠"Devemos ser argumentos de Deus em cada momentos da vida,sejam elas nas alegrias ou nas adversidades."

⁠"Não dispute por atenção de ninguém,Prove seu valor nas misericórdias de Deus,pois Ele é o único que conhece as intenções dos nossos corações."

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL




Cap. IV: Como São Chamados: Monstro ou Deus?


Todo ser humano carrega um monstro dentro de si.


Um monstro invisível aos olhos alheios, mas dolorosamente perceptível às emoções de quem o abriga. Nenhum instrumento é capaz de detectá-lo. Ele habita os recantos mais obscuros da alma, nutrindo os desejos mais vis e orientando as ações mais destrutivas.


Chamam-no de “deus”, mas esse deus não cria mundos, não concede vida, não oferece consolo. Apenas consome. Apenas destrói. Reina soberano sobre o caos interior de cada indivíduo.


Esse monstro manifesta-se por meio de conflitos, ódios, exclusões, cobiças, luxúrias, ciúmes, invejas e desprezos.
Não pede licença. Impõe-se.


E, em troca, oferece algo: a promessa de auxiliar-nos na realização de nossas ambições desde que entreguemos a consciência em sacrifício.


A inveja, por exemplo, não se limita a corroer; ela propõe um pacto. Sugere o caminho mais curto para a ruína daquele que mais se destaca.


A “deusa inveja” apodera-se do coração humano e o converte em predador.
Nada permanece fora de alcance: matar, trair, manipular, sacrificar os próprios aliados; tudo em nome da autopreservação, tudo em nome de si mesmo.


O ser humano criou deuses, fetiches, sistemas de crença, na tentativa de dominar a si próprio — e fracassou.


Agora, essas entidades imaginárias conduzem a sua ruína.


Todos querem parecer heróis. Todos querem ser vistos.


Mas ninguém admite agir movido pela vaidade. O elogio é uma droga que inflama o ego; a vergonha, uma coleira que aprisiona a vontade. Ambos são grilhões.
No início, todos tentam resistir ao monstro que os habita. Logo, porém, percebem que esse monstro constitui a própria essência. E rendem-se. A emoção prevalece. A razão cede. Resta, então, a obstinação cega — destrutiva.


Não se deve mudar ninguém. Cada ser escolhe o que é: ou o que merece ser.


Assim, o monstro nasce da escolha livre daquilo que se decide ser.


O ser humano é um resíduo. Uma aberração ambulante. A sua existência é uma sentença: uma enfermidade. E, por isso, está condenado ao sofrimento. Nada o salvará: nenhum deus, nenhum amor, nenhuma sociedade.


O mesmo miserável que se viu ameaçado pelos seus semelhantes criou a polícia para se proteger. E a polícia — essa encarnação da lei — tornou-se, hoje, um dos seus mais cruéis inimigos. Finge proteger enquanto reprime. Finge servir enquanto saqueia.


O mesmo desgraçado elegeu um governo para guiá-lo e protegê-lo. E agora rasteja sob o peso daquilo que criou. O poder que ergueu o esmaga. O monstro que alimentou o devora.


E agora ele vive...


Reclamando;
Mendigando dignidade;
Carregando uma existência miserável, hostil e inútil.


O ser humano é incapaz de aprender com o próprio erro.


Repete, repete e repete — como um tolo fascinado pelo próprio fim, governado pelos monstros (ou deuses) que ele mesmo engendrou.

Éramos tão miseráveis ao ponto de Sua mão não conseguir tocar
Deus foi tão amoroso ao ponto de não se limitar em esperar nossa iniciativa em desejar n'Ele tocar.
Mas Ele desceu ao nível daqueles homens para as suas miseráveis vidas trocar.


Aí começou o romance.