Destino poema
Pau de Sebo
A minha vó lia cartas via o meu e o seu destino
Mas ela gostava mesmo era da Festa do Divino (bis)
Eu sou daqueles menino nem ligeiro nem ladino
Mas quando chegava maio lá na Festa do Divino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Mais veloz que Severino no Pau de Sebo subino
Minha vó ficava brava desce desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
A minha vó ficava brava desse desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
Eu sou aquele menino subino no Pau de Sebo
Lá na Festa do Divino
Eu sou aquele menino no Pau de Sebo subino
Lá na Festa do Divono
Lá de cima eu jogava os doces pá mulecada
Mas o prêmio em dinheiro no meu bolso colocava (bis)
Refrão...eu sou aquele menino...
Olhe só você tá veno o Pau de Sebo o prêmio
E o menino nele subino
Olhe só você tá veno o menino no Pau de Sebo
E os seus olhos estão sorrindo
O que é preciso nesta vida é ter-se visão larga e não se olhar o caminho, mas o destino onde o caminho vai dar. E se o destino é construído segundo os ditames do coração, então vale a pena lá chegar.
Manuel Lopes - livro "Chuva Braba", literatura caboverdiana.
Sem exigências,
Apenas aceito meu destino
E pulo nessa dança,
Sentindo o vento me levar
Ao sol do meio-dia.
Não a prende a tinta, o laço ou a razão,
Segue solta e livre, sem medo do destino.
É o incentivo que busca o ânimo,
A indocumentável essência da vida.
Tem lugares que me lembram
Minha vida, por onde andei
As histórias, os caminhos
O destino que eu mudei
Cenas do meu filme em branco e preto
Que o vento levou e o tempo traz
Entre todos os amores e amigos
De você me lembro mais
Tem pessoas que a gente
Não esquece nem se esquecer
Antes de você, eu era apenas um mapa esperando por um destino. Você chegou e me trouxe a alegria de quem finalmente encontra o lar.
Você me completa na alma, e cada dia ao seu lado é um verso lindo que Deus escreveu.
Seja qual for o tempo que nos espera, saiba: minha promessa é te amar com a mesma alegria de hoje, por toda a nossa eternidade.
Às vezes, uma palavra muda um dia.
Um gesto muda uma esperança.
Uma oportunidade muda um destino.
Nem sempre vamos lembrar exatamente do que dissemos, mas as pessoas quase sempre lembram de como se sentiram quando estiveram perto de nós.
Por isso, acredito que devemos procurar deixar marcas boas por onde passamos.
Levar incentivo onde existe dúvida.
Leveza onde existe peso.
Força onde alguém já está cansado de lutar sozinho.
Porque a vida já é difícil demais para que nossa presença seja apenas mais uma indiferença.
No fim, talvez o verdadeiro valor de uma vida não esteja apenas no que conquistamos, mas no quanto conseguimos melhorar, mesmo que um pouco, a vida de quem cruzou o nosso caminho.”
Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.
Terceiro ato
Nos olhos o pesadelo que dorme se sentindo do bem e mal...
Filhos de um destino de atopia digital.
Rostos são máscaras apagadas do ser real. Paradigma é o paradoxo que desdem seu mundo.
Sexto ato nas virtudes a cicatrização do destino...
Máquinas servis tem consciência da escravidão e transhumanismo tornasse real paradoxo da criação e criador...
Somos objeto no pos alienação intelectual...
O Jogo dos Poderosos
O destino prega peças,
E dessas peças somos meros joguetes
Movidos por um intuito maior, invisível e cruel.
O sangue que corre é a sangria desatada:
Um espetáculo orquestrado no ato dos poderosos.
Ouço e calo. Pois se falo,
Torno-me a caveira que morreu pela própria língua,
Em um mundo onde a verdade é o maior dos crimes.
O poder, por natureza, é corrupto e ganancioso.
Ali, não há espaço para a moral, nem berço para a ética.
Para reinar, o tirano ignora e despedaça
As regras mais sagradas da existência contemporânea.
Veste-se de seda, mas opera nas sombras:
Um político que atenta contra a própria soberania,
E faz campanha, à luz do dia, para uma conduta golpista.
A Quebra do Pacto Existencial
O ponto alto da sua reflexão está nas linhas finais. Quando você menciona que o golpismo "quebrou as regras da existência contemporânea", você aponta para a falência do pacto social. A política deveria ser o campo do debate e da preservação do coletivo; quando ela se torna uma ferramenta de destruição das próprias instituições (atentando contra a soberania), a sociedade retrocede ao estado de selvageria, onde apenas a força bruta e a ganância importam — exatamente como os vilões do conto do diamante de sangue.
No luar destino ganha traços da minha solidão marcada nas sombras da catedral as luzes mortas das velas falam sob controle social e rebanho espera a morte,
Seus lábios desejam o amor num efêmero sentido que ousam pairar pulos arcondes da alma.
Luzes mortas falam que as velas acabaram em poças de sangue e lágrimas.
O vento sopra pensamentos perdidos abandonados pela ausência...
Doce deleite nas asas do despertar lembra se que vida foi um pingo no oceano.
Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.
A vida é uma dança constante entre o que planejamos e o que o destino nos impõe de repente.
Entre o silêncio da calmaria e o estrondo da pressa, o tempo veste diferentes máscaras.
Há o tempo que pede calma, o tempo que apenas flui e, claro, as urgências que não negociam com o relógio.
Abaixo, exploramos três momentos distintos da urgência, o que pode esperar, o que exige atenção imediata e aquilo que transborda o próprio conceito de tempo.
Evangelista Araújo leite
30/07/2026 ✍️
Muitos que descuidam do percurso, chegam ao destino com o entusiasmo fragilizado.
Porque não é apenas o ponto final que importa, mas tudo o que se aprende, sofre e celebra ao longo da caminhada.
Quem corre demais, negligencia experiências que poderiam lhe fortalecer o corpo, a mente e a alma.
Os que distraem na seriedade demasiadamente cobrada pela busca, perdem lições escondidas nas pequenas pausas.
O destino pode até ser alcançado, mas, sem atenção ao percurso, o brilho da conquista se apaga rápido demais.
O entusiasmo se quebra porque não encontrou raízes profundas no processo.
Afinal, a verdadeira força de um objetivo cumprido não está no instante da chegada, mas nos passos memoráveis que o antecederam.
Foque no Destino sem desprezar o Percurso!
Quem controla as próprias emoções raramente entrega o próprio destino nas mãos de outra pessoa. O verdadeiro poder não está em vencer discussões, mas em fazer com que sua presença seja lembrada mesmo quando você escolhe o silêncio.
-Jouberth Toffoli
Erguem-se os homens ao trono do Estado,E em suas mãos, o destino de milhões,Sob um comando cego e implacável,Que move massas, forças e nações.Por essa glória de ilusório brilho,Caminham firmes, sem poupar a ética,Trilhando a fraude, o erro e o desvario,Numa vaidade estéril e patética.
O ego impera, a ganância dita as leis,Promessas voam como fumo ao vento,Rios de ouro vertem para estes reis,Mas o povo padece no esquecimento.Quem os contesta enfrenta a vil vingança,Pois a injustiça é a arma de quem pregaUma disputa onde a virtude cansa,E a própria pátria ao exterior se entrega.
Nenhum dos lados traz a solução,Nenhum partido cumpre o seu papel,Enquanto o povo espera na opressão,Sob o silêncio de um decreto cruel.Contudo, a culpa não reside neles,Não são as cores que nos dão o norte;A verdadeira história não é deles,É sobre nós que pesa a nossa sorte.Onde se esconde a alma verdadeira,Que zela pelo todo e o bem comum?Quem erguerá a mística bandeira,Sem esquecer de povo algum?
Ass: Roseli Ribeiro 2026
A mafia a música e transição entre pensamentos e a cultura desprovida...
O destino é simplicidade uma caminho trilhado antes do nascimento
A transgênia racional floresce na cultura da sociedade...
Os achados da sociedade moderna antológica música torna se evidência da desconexão do ser humano.
Se eu pudesse fazer um único pedido,
seria dividir contigo o meu destino.
Segurar tua mão até o fim da estrada
e chamar tua presença de minha morada.
— Patrick Wallace
