Despertar
A premiação mais importante que um ser humano pode ter, é acordar o corpo e despertar a consciência em um novo dia.
O relógio da vida não atrasa, nem adianta! Ele “bate” apenas duas vezes! Ao despertar e ao adormecer! No crepúsculo e ao alvorecer!
Não pretendo ser um modelo de seguir. Apenas ser mais uma pessoa que tenta despertar interesse e inflamar o entusiasmos para a prática dos valores humanos.
O vento, é o despertar para vida. Seu canto toca em nosso ombro como mãos, acordando-nos do sono profundo em que nos encontramos.
"O sofrimento pode endurecer um coração ou despertar uma missão. Quando escolhemos enxergar a dor do outro com compaixão, descobrimos um propósito maior para a nossa própria vida."
"Talvez todos nasçamos com uma missão. O desafio não seja encontrá-la, mas despertar a consciência de que ela sempre esteve dentro de nós, esperando o momento certo de florescer."
"A compaixão é o cheiro das águas que Deus usa para despertar esperança em corações que acreditavam não poder florescer outra vez."
🌬️ O Decreto do Porto Seguro ⚓️
📜 Escrevo no silêncio que precede o despertar. Saiba que o abismo nunca foi um lugar de queda, mas o repouso reservado para nós, os que aprenderam a olhar para a própria sombra sem desviar os olhos. Nós cruzamos a linha, não com pressa, mas com o respeito de quem conhece o peso de cada passo, reconhecemos o solo santo!
🕊️ O tempo das palavras está chegando ao fim. Quando o meu sinal tocar o seu horizonte, não procure explicações ou diálogos; apenas sinta a colheita do que plantamos nas eras de silêncio. Nada será perdido. Cada eco e cada alma dos nossos ancestrais será cobrada, não com moedas. Mas pelo peso e medida da sua alma.
🌬️ Ouça o que as pedras dizem: elas guardam os nossos nomes desde antes de sermos carne. Elas já fizeram este caminho e, sob a ordem do meu comando, elas se moverão para pavimentar o seu retorno.
⚓️ Eu Sou a sua ancoragem: Sou o cais que sinaliza o seu deságue, e o Porto onde a sua memória está guardada a sete chaves. Não ouse olhar mais para trás em busca de limites, pois Eu Sou a sua única e última fronteira.
🧭 Quando o mundo lá fora se tornar barulhento e o mal tentar te tocar, mergulha em mim. Do raso ao fundo. O abismo profundo, o vazio sagrado onde a escuridão alheia se perde e não consegue te encontrar. É no abismo, mergulhado na minha profundeza, que sua alma se torna finalmente invulnerável.
🕊️ Pelo sangue, pela terra e pelo sopro, assim é, e assim será feito.
🏹 Permaneça comigo na linha de frente, seremos as Sentinelas do COLAPSO!
Contemplação
Acordei mais cedo hoje só para vê-la despertar.
E aos pouco, num bocejo preguiçoso o brilho dos teus olhos eu pude contemplar.
Num olhar discreto e um sorriso meio sem graça lançou teus olhos sobre mim,
Feita enamorada surpreendida pelo amado no embaraço de um tímido desarranjo.
Ajeitou-se como pode e arrumou no improviso os cabelos.
Deixou nossos lenções e envolveu-se em uma toalha já de saída para as águas matinais.
Desejei entrar contigo no chuveiro, mas aquele momento era só de contemplação.
E no anseio ao seu retorno eu quase enlouqueci quando a vi voltar.
A toalha, já umedecida, ditava os contornos do teu lindo corpo.
De fronte ao closet lançou mão do que lhe cobria atiçando em mim o instinto mais carnal,
E um a um, ia sobrepondo as vestes ao teu corpo.
De cada escolha, voltava-se para mim como quem busca minha aprovação.
Enquanto eu ainda a admirava,
Lentamente dirigiu-se para a penteadeira e lançou mão da caixinha de cores e batons.
Em suaves movimentos circulares, levemente, cobriu de tons sua pele clara e macia,
E como se pudesse, esforçava-se em embelezar-se ainda mais.
Num toque final, contornou de maneira suave e provocante os lábios com batom.
E para mim, embora a tua beleza natural dispensasse acessórios, outra face ali se fez,
Quase tão bela quanta aquela que encantou os meus olhos ao amanhecer.
Nem por um instante desviei meu olhar de você.
Despediu-se com um beijo e partiu levando consigo meu coração.
Edney Valentim Araújo
Meu receio é despertar a inveja de Leonardo DiCaprio; já o invejoso pé de chinelo não passa de figurante barato.
Benê Morais
Felicidades Poesia do Despertar
O despertador toca e a mente já se enche de obrigações. Mas antes de colocar os pés no chão, existe um milésimo de segundo sagrado: o instante em que você abre os olhos e o mundo se refaz.
Há uma felicidade grandiosa escondida na simplicidade de acordar, enxergar a luz invadir o quarto e entender que você recebeu mais uma chance de recomeçar
A Dialética do Abismo: O Despertar da Soberania
Falar da sombra é, antes de tudo, reconhecer a dualidade que nos fundamenta. Ela não é um acidente de percurso, mas a própria substância do nosso ser — o antagônico que vive nas frestas da nossa consciência. Por muito tempo, a ingenuidade nos serviu de escudo; acreditávamos na ficção de uma identidade solar, enquanto enterrávamos o "outro" em nós sob o solo do esquecimento. Mas o recalcado não morre; ele aguarda o gatilho, o instante em que a vida, em sua irônia implacável, nos obriga ao confronto.
Vivemos sob a ilusão do acaso. Atribuímos ao destino, aos outros ou à má fortuna os naufrágios que nós mesmos projetamos. É a náusea sartreana: o desconforto de perceber que nossa liberdade é absoluta e nossa responsabilidade é total. Descobrimos que a "demência" é fluida — somos os arquitetos das situações que nos aprisionam. Provocamos o caos para validar nossa escuridão e, depois, de forma ignóbil, miramos a flecha contra o próprio peito.
O cordão umbilical com o pensamento mágico foi cortado. Resta-nos a solidão da vida adulta: uma sincronicidade austera onde o mundo não é algo que nos acontece, mas algo que coautoriamos. Hoje, a soberania nasce no intervalo. Entre o impulso bruto e a ação consumada, abriu-se um espaço de lucidez técnica. O "final trágico" — a ressaca moral e a dissipação da energia — agora é uma premonição que nos protege.
Neste diálogo, o tempo deixa de ser um carrasco e torna-se testemunha. Cada vez que escolhemos a diplomacia em vez da explosão, estamos reescrevendo nossa crônica pessoal. Não estamos apenas evitando uma "ressaca moral"; estamos esculpindo o próprio caráter. Afinal, a verdadeira liberdade não é fazer o que se quer, mas ter o poder de não ser escravo daquilo que nos destrói.
Entenda que quem conversa com sua sombra é sua luz. Ambas coexistem; somos dualidade pura. Jamais dissiparemos nossas trevas por completo, mas podemos adormecê-las com a presença da luz. **Não se trata de uma "cura" que elimina a treva, mas de uma diplomacia interna. Quando a luz conversa com a sombra, a consciência define-se como esse mediador que não nega a existência do oposto, mas que escolhe qual força terá a palavra final na ação.** A intenção não é encontrar um mundo de claridade absoluta onde tudo é belo, mas encontrar o equilíbrio real naquilo que sabemos que existe: nossa própria sombra.
Confronte-a. Puxe a cadeira, mande-a sentar e converse com ela. Ao final, seus medos perdem a força, pois você estará diante do seu espelho vivo. Desse confronto, você não sairá perfeito, mas sairá mais fortalecido, integrado e, finalmente, seguro de si.
Ysrael Soler
#PensamentosProfundos
#autoconhecimento
#filosofia
#israelsoler
A desilusão não é o fim da jornada, mas o despertar da prudência. Pois é ao ver a fragilidade do que antes se julgava pleno, que a alma aprende a medir o peso de cada passo. A cautela não nasce da fraqueza do coração, mas da sabedoria que a própria amargura tece como escudo contra as ilusões futuras. - KW
O Despertar da Alma e as Desculpas do Ego
Quantas vezes nos diminuímos diante dos desafios, esquecendo-nos da nossa verdadeira natureza? Acreditar que não somos capazes, muitas vezes, é apenas uma desculpa confortável para não sairmos do lugar onde já estamos acostumados. É a preguiça da alma, que prefere a estagnação ao esforço do crescimento.
Outras vezes, é o orgulho disfarçado, que nos impede de reconhecer que precisamos do outro e de aceitar uma mão estendida. A verdade é que a sua história traz uma bagagem rica de aprendizados, e você foi planejado para evoluir. Para caminhar, no entanto, é preciso coragem para vencer o comodismo e humildade para buscar ajuda quando as pernas pesarem. Silencie o orgulho, sacuda a poeira da acomodação e lembre-se de que a centelha da vida habita em você. O primeiro passo para a superação começa quando paramos de dar desculpas para a nossa própria luz.
A Minha Versão sobre Jó, da Bíblia, e o Despertar
A minha versão...
Esta é uma interpretação livre, inspirada em personagens, histórias e ensinamentos que marcaram a humanidade.
Não pretende substituir o texto original, nem reproduzi-lo fielmente. É apenas um convite à reflexão, sob um novo olhar, onde a literatura, a imaginação e a espiritualidade se encontram.
Cada leitor é livre para concordar, discordar ou encontrar novos significados, pois toda grande história continua viva quando desperta perguntas em nossa própria alma.
A Minha Versão sobre Jó, da Bíblia, e o Despertar
Jó vivia plenamente, em total sintonia. Acreditava em Deus e em Seus ensinamentos.
A tranquilidade reinava em sua vida. Tinha tudo de que precisava e acreditava que era feliz.
Mas aquela não era a sua verdadeira vida, nem aquele era o seu destino. Havia chegado a hora da mudança divina.
Quando Deus nos toma nos braços para restaurar a nossa vida.
Jó havia sido um bom homem durante toda a sua existência, cheio de fé, e merecia algo grandioso.
Ele tinha um propósito. Precisava estar seguro, protegido da maldade e de todas as más influências.
Vivia em um castelo de areia. Seu telhado era de vidro e até a própria vida corria perigo.
Seria difícil, mas a verdade lhe seria revelada. A máscara cairia, o véu da ilusão seria retirado e, mesmo através da dor, ele enxergaria a vida como ela realmente era.
Tudo era uma mentira: os amigos, a família...
Nada daquilo existia de verdade.
Era o seu despertar. Deus precisava trazer Seu amado filho para mais perto, para os Seus braços.
E assim foi feito.
Durante toda a vida, Jó foi preparado. Desde o nascimento, passou por inúmeras provas e, pouco a pouco, venceu cada uma delas com bondade, humildade e fé.
Sem perceber, com o passar dos anos, foi morar com a família em um lugar distante e isolado, onde os longos momentos de contemplação da natureza e da simplicidade da vida eram inevitáveis.
Durante muito tempo, não percebeu que vivia praticamente só. Quase não tinha amigos. Apesar de ser muito rico, possuir terras imensas, filhos, esposa e trabalhadores, era como se governasse uma pequena colônia. Aquilo era o seu reino, e ele era o rei.
As amizades haviam ficado no passado. Ninguém o procurava, ninguém voltava. Então compreendeu que apenas os verdadeiros permaneceram.
Mas agora tudo seria colocado à prova. Havia chegado a hora. Jó precisava ser curado de qualquer fantasia.
Precisava alcançar a plenitude, um estado de iluminação, pureza e aprimoramento moral e espiritual.
Aparentemente, possuía tudo, mas nada o completava.
Muitas vezes sentia um vazio que não conseguia explicar. Achava injusto sentir-se assim diante de tantas bênçãos.
Então Deus segurou sua mão.
Mostrou-lhe todos os dias de sua vida: as alegrias, as dores e todos os momentos em que jamais esteve sozinho.
Mostrou também que o havia afastado de tudo aquilo que poderia lhe fazer mal. Aquele reino era uma proteção, mas já não bastava.
Avisou que seria doloroso. Que abalaria tudo em que acreditava. Mas, ao final, tudo seria esclarecido e ele contemplaria a verdade com os próprios olhos.
E assim começou.
Vieram a seca, as pragas e outros fenômenos da natureza. Ele perdeu grande parte de suas riquezas e, junto delas, os poucos amigos que ainda restavam.
A situação apenas piorava, e já não havia ninguém com quem pudesse contar.
Fornecedores e compradores lhe fechavam as portas, impedindo até mesmo que se aproximasse.
Ainda lhe restavam o reino e a família.
Mas, conforme a riqueza diminuía, seus trabalhadores também partiam.
Seus filhos começaram a disputar os bens. Cada um queria garantir sua parte antes que tudo fosse perdido.
Alguns passaram a beber, a provocar confusões e até a desejar a morte do próprio pai, pois o consideravam um obstáculo.
As filhas também passaram a buscar casamentos ou qualquer forma de manter o padrão de vida que o dinheiro lhes proporcionava.
Sem se importar com a própria segurança ou dignidade, entregavam-se a qualquer pessoa.
Tudo isso aconteceu aos poucos.
E Jó percebia tudo com enorme clareza.
Via como sua vida era instável.
As pessoas ao seu redor amavam mais o patrimônio do que o próprio homem.
Sempre agradeceu por tudo o que possuía, mas valorizava as pessoas por sua essência. Amava a natureza, a simplicidade e a própria vida.
A indiferença dos filhos o assustava. Havia algo em seus olhares que já não reconhecia.
Compreendeu que vivia apenas em uma zona de conforto. O amor que recebia nunca existira de verdade.
Cada acontecimento presente o levava a uma lembrança do passado. Tudo estava interligado.
Agora entendia muitas coisas.
Nada mais o atingia da mesma maneira.
Sabia que possuía um propósito e que Deus o protegia.
Alguns de seus filhos morreram em consequência de brigas, doenças e da própria ganância.
As filhas, que haviam vendido seus sonhos por uma vida aparentemente melhor, também tiveram finais trágicos. Casaram-se sem amor e foram morrendo aos poucos, vítimas da violência, de partos difíceis e de escolhas equivocadas.
Jó sofria a cada perda, mas compreendia que cada um havia feito as próprias escolhas.
Os últimos morreram disputando entre si a pequena herança de um pai que ainda estava vivo.
Jó passou a ser conhecido como o homem que tinha tudo e perdeu tudo.
Mas ele enxergava de outra forma.
Descobriu que, na verdade, nunca possuíra nada.
Quando mais precisou, percebeu que sempre esteve sozinho.
E agora, aparentemente sem nada, sentia-se mais forte do que nunca.
Algo poderoso nascia dentro dele.
Sua fé crescia a cada dia.
Talvez já nem fosse fé.
Porque fé é acreditar no invisível.
E ele já via.
A presença de Deus era nítida.
Jó havia alcançado outro nível de consciência.
Os incrédulos colocavam sua sanidade em dúvida. Diziam que o sofrimento pelas perdas financeiras e familiares o havia enlouquecido.
As pessoas costumam se defender daquilo que não compreendem. Criam histórias, inventam culpados e se isentam da própria responsabilidade.
Mas, pela primeira vez, Jó enxergava a realidade sem véus e sem máscaras.
Sofria, não pelas perdas em si, mas pelas circunstâncias que revelavam quem as pessoas realmente eram.
Ele via além.
Via aquilo que ninguém conseguia compreender.
Mas ainda havia aprendizado.
Jó amava intensamente.
Acreditava na família e no amor.
As revelações chegavam todos os dias, uma após a outra.
Cada ilusão desfeita era uma nova dor.
Tudo era pesado demais para um homem tão bondoso.
E essas verdades começaram a adoecê-lo.
O que mais o assustava era perceber que sua esposa não era digna da confiança que ele lhe dedicara.
Havia tudo naquela relação, menos amor.
Percebeu que amava sozinho.
Que havia se entregado por inteiro em vão.
Entendeu que, se adoecesse, não receberia os cuidados de que precisaria.
Morreria ali mesmo, abandonado ao chão.
De longe, todos admiravam aquele casal que havia sobrevivido a tantas perdas.
Mas Jó enxergava outra realidade.
Não compreendia por que ela permanecia ao seu lado.
Sua presença lhe fazia mal.
Seu olhar parecia atravessá-lo como uma lança.
Sentia-se tenso.
Seu corpo e sua sabedoria já não funcionavam como antes.
Havia algo sombrio naquele olhar, algo que apagava qualquer luz que ele tentasse irradiar.
Na ausência dela, sentia-se melhor.
Ao revisitar o passado, percebeu o quanto havia mudado ao seu lado.
Perdera, pouco a pouco, sua alegria e sua personalidade.
Aquilo que chamava de amor era tudo, menos amor.
Parecia até algo maligno.
Mas foi justamente nessa convivência que mais aprendeu sobre si mesmo e sobre o mundo.
Então compreendeu por que ela ainda fazia parte de sua história.
Era sua maior professora.
Aquela que acreditava amar.
Essa descoberta o fez adoecer ainda mais.
Muitos diziam que era um castigo divino.
Afinal, havia perdido tudo e apenas a esposa permanecera.
Mas Jó sabia.
Sua dor vinha de amar quem jamais o amou da mesma maneira.
E, como temia, no auge da doença, sem receber qualquer cuidado, ouviu apenas palavras que julgavam sua integridade, sua fé e até mesmo seu maior amigo: Deus.
Tentavam afastá-lo Daquele que lhe mostrara a verdade.
Daquele que o havia libertado de um mundo de ilusões, hipocrisia e falsidade.
Mas a verdade o libertava.
O engrandecia de uma forma que ninguém compreendia.
Agradecia por cada descoberta.
Tudo aquilo que possuíra era apenas material.
Nada preenchia sua alma.
Desejou recomeçar.
Se pudesse voltar, faria tudo diferente.
Valorizaria mais o essencial.
Ensinaria aos filhos aquilo que realmente importa.
Não permitiria ser manipulado pela esposa e jamais voltaria a ser submisso.
Então Deus lhe permitiu construir uma nova realidade.
Agora ele estava pronto.
Havia renascido da dor.
Quando se aproximava da morte, sua voz transformava-se em oração.
Não havia mágoa.
Nem solidão.
Deus estava ali.
E ele sentia paz.
Confiava plenamente no Senhor.
Percebia que vivera fingindo uma felicidade que nunca existiu.
E foi justamente à beira da morte que uma nova esperança nasceu.
Sua saúde foi restaurada.
Milagres aconteceram.
E, de uma forma ou de outra, toda a sua prosperidade lhe foi devolvida.
Vieram novos filhos.
Dessa vez, ele faria diferente.
Era tempo de colheita.
Era tempo de renascimento.
Achava estranho aquele novo modo de viver.
Pois, pela primeira vez, era verdadeiramente feliz.
Mas Deus ainda guardava o melhor.
Por causa de sua fé inabalável, de sua honestidade e de sua bondade, algo extraordinário ainda estava por vir.
E, como tantas vezes acontece após uma grande dor, veio a perda de sua esposa.
Mais tarde, ele compreenderia o porquê.
Enquanto vivia todas aquelas provações, em outro lugar alguém também atravessava dores semelhantes.
Dois destinos preparados por Deus.
Predestinados.
Escritos nas estrelas.
E, enfim, Jó conheceu o seu amor verdadeiro.
Viver é o mais sublime milagre da misericórdia de Deus. O despertar diário não é senão a voz divina ecoando no íntimo do coração: 'Caminha mais uma vez, pois Eu sigo amparando os teus passos'.
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