Despedida do meu Pai que Ja Morreu
Um rapaz tinha uma namorada, mas ele já estava
enjoado dela porque ela sempre demonstrava
carinho por ele mandando mensagens que
diziam: “sinto sua falta”, ou “eu te amo”. Uma
certa noite antes de ir se deitar, recebeu uma
mensagem dela, mas ao invés de ler foi dormir.
De manhã acordou com uma ligação da mãe da
sua namorada chorando dizendo que a mesma
tinha sido morta na noite anterior. Ele desligou e
ficou chocado com toda a situação, e foi ler a
mensagem que ela havia mandado, que dizia
“Amor, vem rápido. Acho que tem alguém me
seguindo.” Moral da História: Nunca rejeites
aquele que te ama e se preocupa contigo. Porque
um dia irás perceber que perdes-te a lua
enquanto contava as estrelas.
"E do nada eu percebo que você já não me incomoda tanto assim, que eu consigo acordar e passar por você sem ter um aperto, sem me sentir perdido, sem ter nó na garganta e uma crise de alergia pra disfarçar as mãos suando e o efeito da sua presença. Do nada passa e é tão estranho quando passa."
Sei que é impossível esquecer tudo o que você já passou, Mas é possível fazer das tragédias aprendizado, e das dores degraus.
Por mais que tudo mude, por mais que Tudo de certo, as incertezas do passado me persegue, e já não me sinto mais segura como antes, te ver me fez rever todo o meu passado junto a ti,passo noites chorando mas sofrer por você jamais, segue sua vida que eu seguirei a minha.
Eu gosto de quem vem, fica e continua o mesmo. Quando sinto que algo está se perdendo, que já não existe reciprocidade, aí quem vai sou eu, porque não nasci para conviver com indiferença e muito menos com metades.
Nem sempre fui mulherão. Nem sempre me senti avassaladora, pronta, pés no chão. Já pensei ter amado mãos. Já pensei ter amado sorrisos. Já imaginei como seriam os filhos daquela barba mal feita, e se o sobrenome daquelas coxas torneadas combinaria com o meu. Já me deixaram em suspenso, aguardando respostas que não vinham. Já me negaram explicações que me tiravam o sono. Já me senti uma menina, esperando um compromisso. Já acreditei em contos de falsos príncipes e em beijos encantados por promessas.
Já imaginei o vestido do casamento e selecionei os convidados, tudo na mente. Já esperei, cansada, ser a escolha de alguém. Já olhei o celular mil vezes, esperando uma mensagem. Já fiquei de olho no bate-papo vendo se ele ficava on-line. Já acelerei o coração desesperadamente quando enfim entrava, já fiquei decepcionadamente triste quando comigo ele nem falava. Já me apaixonei perdidamente sem nunca ter beijado.
Agora, não me encanto mais com palavras, pois agora sei ler olhares. Não tremo mais por qualquer encontro marcado, me deleito em certezas. Hoje me apaixono por exemplos e por motivos. Deixo ficar quem não esquece quem sou e me abraça sem mentir. Agora sei muito bem quem sou, e só deixo por perto quem merece. Agora já não me encanto só com a noite, mas com o que fica quando amanhece.
“Olhar nos teus olhos e até pensar que já os vi em outras vidas.”
Ficar sentada ao lado dele, apenas catando intenções no vento, era o tipo de silêncio que mais me confortava. Eu sentia o perfume cativante, mesmo na costumeira ausência. O encontrava em ruas que já havíamos frequentado de mãos dadas, assim como nos lugares aos quais já gargalhamos alto em alguma aresta do tempo.
Não o amava, tampouco o queria pra sempre.
Mas descobri nele um poderoso efeito de conseguir ser o meu “sempre” em todas as vezes que a vida me proporcionava escolhas. Ele não era daqueles cavalheiros que davam carona no guarda-chuva, muito menos do clube dos que ligavam no dia seguinte, mas eu nem me importava. Porque um sinal de vida, por mais tolo que fosse me arrepiava dos pés à cabeça. Entrei em acordo com todas as minhas sinas percebendo então que eu apreciava a companhia dele como quem saboreia uma taça vinho tinto. Sentia o peso do regresso, mas também não me importava. Fatiava o orgulho em vinte e quatro parcelas de culpa e jurava pagá-las em algum momento de sanidade. E nesses intervalos de carinho indiscreto, até parava para analisar aquelas expressões sacanas e me perguntar por onde diabos eu havia largado toda a minha sensatez. Ainda tem um pouco dele em cada verso, assim como em todas as palavras e a cada suspiro. É um imprestável, e eu não o emprestaria para mais ninguém nesse mundo.
Não o amava, tampouco o queria pra sempre.
Mas a vivacidade dele corrompia até fazer esquecer os meus critérios, os meus cuidados e as minhas leis, apenas para amenizar essa saudade que sinto o tempo todo a partir do momento em que não o vejo mais. Me desperta o desleixo de controlar as imprudências do apreço, encarar o corpo como quem se alimenta de uma presença, como quem decorou as trilhas do mau caminho em flashes de devassidão. Decorei. Anotei minuciosamente o quanto as horas voam enquanto ele me acomoda numa risada cheia de ecos. Conduto não se surpreenda, já que eu respiro ortografia, meu bem. Sou um buquê de meia composição e linhas sinuosas. Sabe também que escrevo poemas na minha pele rezando para que teus olhos corram por meu corpo sem que eu precise encarar a tua íris para soltar frases que jamais pensei dizer em voz alta. Você me ignora e continua construindo uma estrela a qual sequer pensa em morar. Eu fracasso e fico rindo feito uma tola sobre o quanto os rabiscos da parede do teu quarto me instigam. E nós nos envolvemos em um abstrato de palavras desconexas e desenhos desalinhados, eu fantasiando e você sentindo o peso do mundo real. É aí que você até esquece que eu sou a tua loira, mesmo que tantas outras tenham atravessado o teu caminho. E você é o meu moreno, e todos os meus carinhos são teus por regalia. Mas isso você já sabe...
Eu sinto que me perco quando não abraço o teu pôr do sol.
Confesso. Você me faz sentido.”
"Quando eu já era bem mais velho, ele me confessou que jamais gostou de torrada queimada, só comia para não desperdiçar, e, por uma fração de segundo, minha infância inteira pareceu uma grande mentira: foi como se um dos pilares de fé sobre os quais meu mundo fora erigido tivesse se desfeito em pó."
Trecho: O oceano no fim da caminho
Vem com teu barulho mesmo..
porque os opostos se atraem..
e ja faz tempo que ando enjoada desse meu silencio..
Eu gosto de você, sem dúvida nenhuma! Mas também já gostei de Capital Inicial. Então, isso não quer dizer muita coisa.
Por que as pessoas queriam tanto saber da minha vida? Principalmente de quem eu gosto ou já gostei. Ou todo mundo era romântico demais ou eu era algum tipo de psicopata, sem sentimentos. Eu não precisava ter ninguém comigo, e nem por isso eu era infeliz. Não tenho ninguém no momento sem ser os meus amigos, e tê bem assim. Tô muito bem assim.
Fiz como tinha prometido e deitei com a cara no travesseiro, esperando o mundo cair. Já fiz isso algumas vezes na vida, e sempre acho que vai ser a última vez, mas nunca é.
Te roubaram? Foi assaltado? Eu já passei por isso. Sei que é ruim e revoltante, mas chorar não é a solução. Como diria o tigre Tony da caixa de sucrilhos, “desperte o tigre conquistador em você!” Sim, arregace as mangas e reconquiste, e deixe que a morte ou cadeia seja o destino dos vermes que lhe tiraram seus bens. Você é um homem de verdade, não se deixe abater por canalhas e vagabundos imprestáveis. Seria uma grande perda para a sociedade.
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