Despedida do meu Pai que Ja Morreu

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amor, conheço?

Já ouvi falar do amor, mas não o conheço pessoalmente, eu acho que já o vi por algumas vezes, acho que já tirei os olhos dele, fingi não vê-lo, já fingi revê-lo, fingi, apenas fingir, o amor têm medo de mim da mesma forma que eu tenho medo dele, mas não se esconde de mim o quanto eu me escondo dele, eu tenho um poder imensurável pra amar, mas eu não quero amar, o amor é imensurável, mas ele também não me quer, na verdade, talvez sejamos inimigos mortais, mas, o amor não é mortal, mortal é apenas eu, o amor nunca morreu, ele está dentro de tudo, inclusive dentro de espaços vazios, o amor é o som do silêncio, o amor preenche a vácuo, o amor é sublime, suas conseqüências são inimagináveis, eu mataria por amor mas de amor eu não morro, eu não sou imune à ele, mas ele é impune, por isso o temo, o respeito e às vezes até o compreendo, o amor te faz crescer e ficar pequeno, te derruba e o te faz grande, o amor que pode ser descrito é pequeno, o amor com um feliz fim não é eterno, o amor que te prende não te condena, o amor que constrói não imagina o que corrói, o amor é simplesmente indescritível mas eu sou tão insano à ponto de tentar descrevê-lo.

Quando eu te tenho me sinto bem Você me fez sentir de novo Você me fez sentir o que, já não me importava mais Você me faz, você me faz tão bem

Já não fujo...
Ainda temo, mas não choro...
Simplesmente procuro viver...
Pela primeira vez tenho noção da vida e não me contenho...
Tornei-me aquilo que sempre quis ser...
Escondo através de lembranças, momentos, onde apenas eu poderei matá-lo ou o fazer renascer...
No entanto conheço-me e sei que jamais vou desistir do que neste momento me vejo construir...

Sopre as Cinzas!!!
Quem feriu você, já feriu e já passou.
Lá na frente encontrará o inevitável retorno e pelas mãos de outrém será ferido também.
A vida se encarregará de dar-lhe o troco e você, talvez, jamais fique sabendo.
O que importa de verdade é o que você sentiu e, mais importante, é o que ainda você sente...MÁGOA? RANCOR? RESSENTIMENTO? ÓDIO?
Você consegui perceber que esses sentimentos foram escolhidos por você???
Somos nós que escolhemos o que sentir diante das agressões e de ofensas.
Quem nós faz mal é responsável pelo seu ato, mas nós somos responsáveis pelo que sentimos.
Essa responsabilidade tem a ver com o AMOR que sentimos por nós mesmos.
O ofensor fez o que fez e o momento passou, mas o que ficou ai dentro de você?
Mágoa - você sabia que de todas as drogas, ela é a mais cancerígena?
Pela sua própria saúde, JOGUE-A FORA.
Rancor - ele é como um alimento preparado com veneno irreconhecível. Dia mais, dia menos, você poderá contrair doenças cujas origens nem suspeitará.
Ressentimento - pois imagine-se vivendo dentro de um ambiente poluído, enfumaçado, repleto de bactérias e de incontáveis tipos de virus. É isso que seu coração e seus pulmões estão tentando aguentar.
Até quando você acha que eles vão resistir?
Ódio - seus efeitos são paralisantes. Seu sistema imunológico entrará em conflito com esse venono, que com o tempo poderá colocar você face a face com a morte e talvez, muito tarde você venha a perceber que melhor seria ter deixado que seu agressor colhesse os frutos do próprio plantio.
Para o seu bem...PERDOE.
O perdão o libertará e o fará livre para ser feliz.
Esqueça o mal que lhe foi feito.
Deixe que seu ofensor lembre-se dele através das consequências com que,certamente, virá arcar.
Mude seu destino...seja o comandante da sua NAU!!!
Escolha o melhor caminho para sua "VIAGEM"
E se outras vezes o ferirem, PERDOE...PERDOE.

Se não fosse amor eu já teria desistido de nós...

Dean: Você nem liga para morrer. Você já está morto.

Reflexão
Seje feliz, hoje e amanha, mas não se esqueça, que o ontem já passou.

Toda garota já se arrependeu de ter cortado o cabelo, já quebrou a unha, já comeu chocolate ou sorvete pra matar a tristeza, já se apaixonou pela pessoa errada, já brigou com a melhor amiga, já se ferrou em alguma prova, já se atrasou, já ficou zangada sem motivo, já chorou de tanto rir, já duvidou de alguém, já pensou bobeiras, já teve pesadelos, já ficou 1h no telefone. Toda garota tem um bicho de pelúcia, acredita na amizade entre meninos e meninas, tem um ídolo, um livro preferido, uma mania irritante, um vício e uma paixão platônica. Toda garota já correu riscos por uma pessoa que não mereceu. Toda garota já se arrependeu e já errou. Mas cada uma é especial, por fazer muito mais que isso, e continuar possuindo a beleza e o carisma que encanta a todos.

Eu...?
Uma definição seria difícil, já que sendo um reflexo de gestos, atitudes e personalidades que me rodeiam, me torno mutável a todo instante!
Auxiliada por uma certeza duvidosa diria que sou um ser inconstante, repleto de sentimentos e pensamentos não definidos, misto de características e de suas contrariedades...
Luta travada entre risos e seriedade, certezas e falta de chão, entre o santo e o insano, partilha e solidão, paciência e inquietude, fuga e carência...
Me mantendo emcima do muro...medo de cair!
Idéias se firmando, perfil sendo traçado! Será?
Vontades que gritam...só eu escuto!

A longa e sinuosa estrada
que leva até sua porta,
Jamais desaparecerá,
Eu já vi esta estrada antes.
Ela sempre me traz até aqui,
Conduz-me até sua porta.

Na noite selvagem e tempestuosa
que a chuva eliminou,
Deixou uma piscina de lágrimas
Chorando pelo dia.
Por que me deixar aqui sozinho?
Mostre-me o caminho.

Muitas vezes eu fiquei sozinho
e muitas vezes eu chorei
De qualquer forma você nunca saberá
de quantas formas tentei.

Paul McCartney

Nota: Trecho da canção The Long And Winding Road, da banda The Beatles, com composição de John Lennon e Paul McCartney.

...Mais

Não me olhe assim. Eu também já tentei mudar o mundo.

Já me disseram uma vez,
Que as mulheres são como maçãs,
Todas estão em grandes macieiras,
Segundo esse ditado,
As melhores estão no topo.

Disseram ainda,
Que os homens são covardes,
E preferem não se aventurar,
A tentar pegar as que estão lá em cima,
Preferem pegar as maçãs podres que já cairam,
Que já foram deixadas no chão por alguém.

Algumas cansam de esperar,
E se deixam cair no chão,
Para pelo menos serem experimentadas.

Outras, mais orgulhosas,
Se seguram firmes e se puderem,
Se escondem entre as folhas,
Pois não querem deixar que qualquer um,
Querem ser escolhidas só por UM.

Tecnicamente falando, eles não estão certos,
Tudo depende do ponto de vista.
É claro que as mais lindas,
São as mais complicadas de alcançar,
Porque estão no topo.

Mas de nada adianta pegar a maçã,
Que está no topo da árvore,
Se ela tem o mesmo gosto das maçãs,
Que já estão no chão.

Pois na verdade, todo homem,
Busca apenas um único pomo,
A maçã verde,
Que está escondida,
Entre tantas maçãs rubras.

Para cada homem existe uma maçã verde,
Cabe a ele perceber,
Se ela está no topo da árvore,
Ou jogada no chão.

Ela é a única que tem um sabor especial,
Que faz com ele se sinta fora do normal,
Então, se você é mulher,
Não espere que o homem chegue no topo,
Porque às vezes, os que chegam ao topo,
Não são o homem certo pra você.

E se você é homem,
Não morda maçãs demais,
Senão vai sentir que aos poucos,
Seu paladar vai se tornar insignificante.

Ou seja, quando você achar sua maçã verde,
Já não vai poder perceber,
O quão especial é o seu sabor.
E esse sabor,
É o que chamam de amor.

⁠Aprendi que a vida do crime é ilusão
Nessa tal vida louca eu já perdi vários irmão
Bagulho é pra quem é, pra quem nasceu pra ser
Não pra moleque igual você, que só age na emoção

"Ei você, tá triste por que? Não fica assim erga já essa cabeça,e agradeça a vida que vc tem, e mostre quão podereso é Deus, e que ele é o Doutor das causas impossíveis, entregue a ele e confie, e em seguida é só ter esperança e esperar, porque ele nunca quer o seu mal, sempre pensa no melhor pra você".

Na vida eu já cai e aprendi com muito tombo, eu não sou dono do mundo mas eu sou filho do dono

Esta vida é absurda e ilógica; eu já tenho medo de viver, Adelaide. Tenho medo, porque não sabemos para onde vamos, o que faremos amanhã, de que maneira havemos de nos contradizer de sol para sol... (...)
Além do que, penso que todo este meu sacrifício tem sido inútil. Tudo o que nele pus de pensamento não foi atingido, e o sangue que derramei, e o sofrimento que vou sofrer toda a vida, foram empregados, foram gastos, foram estragados, foram vilipendiados e desmoralizados em prol de uma tolice política qualquer...
Ninguém compreende o que quero, ninguém deseja penetrar e sentir; passo por doido, tolo, maníaco e a vida se vai fazendo inexoravelmente com a sua brutalidade e fealdade.

Lima Barreto
Triste Fim de Policarpo Quaresma

A vida humana não passa de um sonho. Mais de uma pessoa já pensou nisso. Pois essa impressão também me acompanha por toda a parte. Quando vejo os estreitos limites onde se acham encerradas as faculdades ativas e investigadoras do homem, e como todo o nosso trabalho visa apenas a satisfazer nossas necessidades, as quais, por sua vez, não têm outro objetivo senão prolongar nossa mesquinha existência; quando verifico que o nosso espírito só pode encontrar tranqüilidade, quanto a certos pontos das nossas pesquisas, por meio de uma resignação povoada de sonhos, como um presidiário que adornasse de figuras multicoloridas e luminosas perspectivas as paredes da sua cela... tudo isso, Wilhelm, me faz emudecer. Concentro-me e encontro um mundo em mim mesmo! Mas, também aí, é um mundo de pressentimentos e desejos obscuros e não de imagens nítidas e forças vivas. Tudo flutua vagamente nos meus sentidos, e assim, sorrindo e sonhando, prossigo na minha viagem através do mundo.

Traição

Você já sentiu uma dor
Maior que a dor da solidão?
Uma dor que dói tudo
Como a dor da desilusão

É a dor mais dolorida
É a dor da traição.
É uma dor tão doída
É uma dor tão cruel

É uma dor desmedida
Mais amarga do que o fel
Parece que estás sendo pisada
Por um imenso quartel.

É a dor mais doída
É uma dor tão intensa
Quanto mais você quer esquecer
Mais nela você pensa

Dói tudo, dói corpo e alma
Como pode ser assim tão imensa?
Essa dor eu já senti
Por isso quero falar

É uma dor tão terrível
O coração parece que vai parar
Chorei tanto e pedi a Deus
Para essa dor Ele curar.

Parece até mentira
Mas isso aconteceu
A dor aos poucos passou
O sofrimento adormeceu

A paz finalmente voltou
Ao pobre coração meu.
Hoje estou muito feliz
Com a graça de Deus

Encontrei um novo amor
Que realiza todos os sonhos meus
Agradeço todos os dias
Pelos carinhos seus.

Uma vez rompido a confiança já não há mais esperança de um dia ela se restabelecer, pois construir é muito fácil o desafio é manter a mesma.

Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.

Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.

Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.

Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.