Despedida de uma Pessoa Querida
As pessoas pensam muito sobre o futuro,sobre como serão daqui á 30 anos,deveriam pensar sobre o hoje e o agora.
Aquele ditado que ´´Sabemos do hoje,mas não sabemos do amanhã´´
é uma mentira,nós se quer sabemos se vamos conseguir colocar a cabeça no travesseiro.Viva o agora,não deixe de amar,chorar,sorrir,viver por uma bobagem,porque a vida é cruel e soberba,viva o hoje.
A sensação de estar totalmente sozinho, e de não poder contar com ninguém, é uma porta aberta para a solidão.
E é fácil acostumar-se com ela.
Solidão, sucede a depressão.
Houve um antes de você e um durante você. Por algum motivo, nunca imaginei que haveria um depois de você.
Talvez o fato de ser uma coincidência ou um sinal não importe. Talvez a melhor maneira de lidar com a perda de pessoas que amamos seja encontrando-as no máximo de coisas e de lugares. E, considerando a remota possibilidade de que essas pessoas ainda nos escutem, talvez jamais devêssemos parar de conversar com elas.
O tempo, a distância e o sofrimento criam oportunidade para as pessoas transformarem em um vilão alguém que elas nem sequer conhecem.
Rancor é um sentimento pesado, mas, para as pessoas que mais estão sofrendo, imagino que o perdão seja ainda mais.
A felicidade não é aquele estado permanente que todos estamos tentando alcançar na vida – é apenas algo que aparece de tempos em tempos, às vezes em doses minúsculas que bastam para nos fazer seguir em frente.
Quando eu olho pra trás, eu vejo como Jesus esteve presente em cada momento da minha vida. Nos dias difíceis Ele estava lá. Jesus sempre esteve ao meu lado, eu vendo ou não, eu sentindo ou não, Ele estava lá cuidando de mim. Obrigado, Senhor pela Tua presença e proteção diária. ♥️✨
Chega um dia em que é hora de guarda as boas coisas em uma caixa, e deixa elas virarem lembranças de um tempo que não voltará...
Felicidade junto com uma tão bela saudade
Que clama uma realidade
Realidade que assola só um coração
Apertado como um só botão.
Antes de sair do Brasil e me meter nessa aventura inimaginável em minha vida, assisti a uma palestra sobre autodesenvolvimento em que a psicóloga dizia que fazer um intercâmbio era como amadurecer cinco anos em um. Agora, faltando menos de dois meses para que eu volte pra casa, tenho que concordar com ela.
Esse semestre conheci pessoas especiais como no primeiro semestre. E umas das mais especiais eu conheci um pouco menos de dois meses antes de que eles voltassem para o país deles, Romenia. Talvez eu os tenha conhecido um pouco tarde. Mas pode ser que, se os tivesse conhecido antes, a amizade não teria sido tão boa como foi. Sabe aquelas pessoas que você conhece e com as quais em pouco tempo você se identifica e percebe que com elas você não precisa fazer esforço para fingir ser quem não é, e a amizade flui, e cada um acaba buscando a companhia do outro natural e reciprocamente? De modo que você se expõe, se torna vulnerável, mostra o que você tem de pior, e isso, em vez de te distanciar delas, acaba te aproximando? Então, minha amizade com eles foi assim, até que um mês e meio depois que os conheci, eles foram embora.
Porém se tem algo com que eu me resignei nesse intercâmbio é a dura verdade de que viver é despedir-se. Despedir-se do dia que passou, do amigo que foi e não volta, despedir-se da gente mesmo, de quem a gente era e agora já não é mais. Despedir-se da cidade da qual vamos embora e pra qual não sabemos se regressamos. Até que um dia chega a última despedida, que é o dia em que a gente tem que se despedir é da vida mesmo.
Mas viver também é reencontrar-se. Reencontrar-se com um amigo que há muito não se via. Reencontrar-se com a família que saudades de você sentia. Reencontrar-se com sua cidade natal, de onde você quase nunca saía até que uma experiência de intercâmbio te força a sair dela para, quem sabe, saindo da zona de conforto, você possa reencontrar-se consigo mesmo.
Ao voltar para o Brasil em algumas semanas, vou reencontrar minha família e amigos e vou precisar de muito tempo para tentar passar pra eles o que foi esse intercâmbio, mesmo sabendo que só saberão mesmo o que é um quando fizerem um. Vou ser cuidadoso, vou tentar não transformar tudo que passou em um conto idealizado, vou dizer que conheci lugares novos, pessoas especiais, fui a festas divertidas, mas vou dizer também que às vezes foi difícil, sabe, que tive momentos de estresses, momentos em que queria voltar para o aconchego da casa dos pais, voltar a comer a comida da mãe. Ou momentos comuns, em que não tinha nada para fazer, ou não queria fazer nada, e ficava “aburrido” (entediado) em casa navegando na internet. Que teve momentos que comparei o Brasil com os países da Europa e disse que queria viver aqui para sempre e outros momentos que achei que tudo no Brasil era melhor e queria voltar logo para casa.
Estou ansioso pelo reencontro. Pela troca de experiências, por saber também por quais dificuldades passaram durante esse ano e quais alegrias tiveram. Um reencontro com quem já não são mais os mesmos, ainda que o sejam. Eu também não sou o mesmo, mesmo que seja. Cinco anos mais maduro, embora só tenha passado um ano fora. Eles, também mais maduros, ainda que tenham passado no mesmo lugar.
Feliz é a pessoa que consegue enxergar através do olhar inocente, a magnitude da beleza incomparável, jamais vista em lugar algum desde mundo.
